BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2000

21 de março de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Auto-retrato
Veja essa
VEJA.com
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

EDIÇÃO 264 | 26/SET/1973
Pinochet baixa sua mão-de-ferro

Causava arrepios o início da reportagem sobre a nascente ditadura no Chile: "Na corrente agitada do Rio Mapocho, que vai rompendo seu caminho pela cidade de Santiago num leito de pedras e folhagens, um cadáver virado de bruços descia lentamente na soberba manhã da última terça-feira, entre os jardins bem-cuidados e as heráldicas residências do Barrio Alto. Era o oitavo dia do golpe militar que havia derrubado o presidente Salvador Allende". VEJA registrou o terror e a incerteza política que cercaram a ascensão do general Augusto Pinochet. O Chile saía de um período de pandemônio esquerdista com apoio soviético e cubano, para entrar em um longo túnel de opressão. A luz surgiria apenas em 1990, com a redemocratização – e ela revelaria um país moderno, dono de uma economia vigorosa.

 

EDIÇÃO 287 | 06/MAR/1974
O Brasil das grandes obras

Walter Firmo


"U
m novo desenho riscando a baía e criando fantásticas ilusões de óptica": assim foi descrita por VEJA a Ponte Rio–Niterói, quando de sua inauguração. Na primeira metade da década de 70, o milagre econômico traduziu-se em grandes obras de infra-estrutura, como estradas, hidrelétricas e redes de comunicação. Essa era a face benigna do regime militar, em cujos porões adversários políticos eram humilhados e torturados. Em sua reportagem, VEJA antecipava que, com a ponte, seria inevitável a fusão entre o então estado da Guanabara, composto apenas pela cidade do Rio, e o do Rio de Janeiro. Foi o que ocorreu dali a um ano.

 

 
ABR/73 | JAN/74

 

EDIÇÃO 295 | 1º/MAIO/1974
Foi bonita a festa, pá

Nos anos 70, VEJA noticiava sempre com destaque a debacle das ditaduras. Era uma forma de dizer aos generais brasileiros que, um dia, também eles teriam de deixar o poder tomado à força em 1964. Acresçam-se, no caso de Portugal, os vínculos estreitos que unem aquele país ao Brasil e eis que se impunha a capa sobre o término da ditadura salazarista. Um dos aspectos abordados pela reportagem era o 1,6 milhão de imigrantes portugueses, a maior parte deles vivendo na França, onde realizavam serviços braçais e moravam em apartamentos precários. Portugal, nesse momento, pertencia à Europa Ocidental tão-somente na geografia. "Para toda uma geração que nunca soube como os anseios de uma nação podem ser expressados livremente, inicia-se agora uma apaixonante aventura", concluía VEJA. Aventura que teria seu ápice com a entrada do país na União Européia, em 1986.

 

EDIÇÃO 310 | 14/AGO/1974
Os brasileiros aprendem o que é "impeachment"

Ele encaminhou para o fim a Guerra do Vietnã, aliou-se à China e acabou com o padrão ouro na economia. Essas conquistas fariam de qualquer presidente americano um dos maiores estadistas de todos os tempos. Mas quis o destino que a notoriedade de Richard Nixon viesse não do céu, mas do inferno. Ele renunciou em 1974 em meio a uma das maiores crises políticas da história americana contemporânea. Acossados pela descoberta de que estavam por trás da invasão da sede do Partido Democrata, no edifício Watergate (daí o nome do escândalo), "Nixon e seus assessores foram se enredando num cipoal de mentiras e meias verdades, entraram em guerra com a imprensa, sofreram baixas cada vez mais sérias nos tribunais – e, mais do que tudo, criaram uma formidável maioria de inimigos no Congresso americano", como sintetizou VEJA em sua reportagem. Para escapar da humilhação do impeachment (palavra que entraria para o vocabulário dos brasileiros), Nixou entregou a Presidência a seu vice, Gerald Ford. De personalidade discreta e moral inatacável, Ford, morto no fim do ano passado, conseguiu devolver a confiança dos americanos à veneranda instituição da Presidência, como previu VEJA. Passados alguns anos, até Nixon foi reabilitado. Aí apareceu Bush e...

 

 
JAN/74 | OUT/74

 

VEJA TAMBÉM
Nesta reportagem
Setembro de 1968 - Março de 1970
Março de 1970 - Setembro de 1971
Outubro de 1971 - Abril 1973
Abril 1973 - Outubro de 1974
Outubro de 1974 - Julho 1975
Agosto de 1975 - Maio de 1976
Maio de 1976 - Fevereiro de 1977
Fevereiro de 1977 - Novembro de 1977
Novembro de 1977 - Maio de 1979
Junho de 1979 - Dezembro de 1980
Dezembro de 1980 - Junho de 1982
Junho de 1982 - Janeiro de 1984
Janeiro de 1984 - Julho 1985
Julho 1985 - Janeiro de 1987
Fevereiro de 1987 - Agosto de 1988
Agosto de 1988 - Março de 1990
Março de 1990 - Setembro de 1991
Setembro de 1991 - Março de 1993
Março de 1993 - Outubro 1994
Outubro 1994 - Abril 1996
Abril 1996 - Novembro de 1997
Novembro de 1997 - Junho de 1999
Junho de 1999 - Dezembro de 2000
Dezembro de 2000 - Julho de 2002
Julho de 2002 - Fevereiro de 2004
Fevereiro de 2004 - Agosto de 2005
Setembro de 2005 - Março de 2007

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |