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Edição 2000

21 de março de 2007
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EDIÇÃO 1 | 11/SET/1968
2000 semanas com você!

O primeiro número: comunismo rachado
Leia na íntegra

O que faz uma grande revista? A clareza de estilo. As idéias. As fotografias. O projeto gráfico. Claro. Mas há mais. Uma viagem pelas capas das 2 000 edições de VEJA que se completam com a edição desta semana mostra que certos componentes da grandeza não podem ser produzidos por uma única geração. Uma grande revista precisa ter coração, consciência e pontos de vista francos. Precisa ter isso tudo em cada uma de suas edições durante décadas. A consistência é qualidade nobre. Por definição, ela não pode ser adquirida instantaneamente.

Desde sua criação, em setembro de 1968, VEJA vem se desenvolvendo em torno de idéias que atravessam o tempo e continuam solidamente arraigadas na corrente do melhor pensamento de nosso tempo. Em sua edição de número 523, de 1978, quando completou dez anos de vida, VEJA enfatizou os compromissos que a levaram, já um sucesso editorial confirmado, ao final de sua primeira década. VEJA se declara liberal: "Para nós, ser liberal é querer o progresso com ordem, a mudança pela evolução e a manutenção da liberdade e da iniciativa individuais como pedra angular do funcionamento da sociedade". Em sua reafirmação de princípios, a revista defendia, então, o capitalismo por acreditar que "a livre iniciativa é o meio mais eficiente para promover o progresso social (...) por ser o único sistema compatível ao mesmo tempo com uma sociedade pluralista, com as liberdades fundamentais do indivíduo, com a eficiência, com o dinamismo, com a inovação".

 
SET/68 | JUN/69

Ao chegar à edição 2 000 e lançar um olhar pelas capas do passado, a sensação óbvia que se tem é que o mundo caminhou na direção que a revista acreditou ser a mais correta durante toda a sua história – e continua acreditando. VEJA chega ao número 2 000 empenhada na "defesa intransigente da liberdade (...) na luta contra o estado cartorial e onipresente, a xenofobia retrógrada, a mistificação demagógica e a impunidade dos poderosos", nas palavras de Victor Civita e Roberto Civita, seus fundadores, na Carta ao Leitor da edição 1 045, a do vigésimo aniversário.

Principalmente, VEJA chega ao número 2 000 com a preferência de seus milhões de leitores e o apoio de seus milhares de anunciantes. Cada um de vocês ajudou a fazer de VEJA hoje a maior revista brasileira e a quarta semanal de informações do mundo.

 
JUN/69 | MAR/70

 
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