Santoro como Xerxes: mais
além da história em quadrinhos
Bem recebido pelo público americano (no Brasil, estréia na semana que vem), o filme 300, criação original do artista gráfico Frank Miller, relata o embate das reduzidas forças do rei Leonidas, de Esparta, contra o poderoso Xerxes, da Pérsia – este, representado por um Rodrigo Santoro depilado e coberto de piercings. Uma (sangrenta) história em quadrinhos transposta para o cinema, certo? Bem, não só. Nos Estados Unidos, houve quem enxergasse George W. Bush no Xerxes que lança seu formidável poderio militar contra um inimigo fanático e muito mais fraco. O governo do Irã foi além: viu no filme um ato de "guerra psicológica", protestou contra o "insulto" aos persas e prontamente proibiu sua exibição no país.
Sergio Barzaghi/Ag. Globo/Diário de SP
Luxemburgo: puxão de orelha,
sim, mas com ressalvas
Inimigo, mas não muito
Em sua 17ª edição, o troféu Pau de Sebo, outorgado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB) aos "inimigos dos homossexuais", foi para o treinador do Santos, Vanderlei Luxemburgo, por ter lançado dúvidas sobre a sexualidade do árbitro que apitou uma partida do seu time no ano passado. Não foi, porém, uma decisão fácil para a diretoria. "Uma pessoa pública não pode falar o que ele falou. Tivemos de dar um puxão de orelha. Mas, fora isso, Luxemburgo sempre teve uma relação amigável com os homossexuais", diz o presidente da associação, Marcelo Cerqueira. "E, pessoalmente, acho ele um tipão." O técnico não quis se manifestar.
Pablo Valadares/AE
A ministra Cármen chega ao trabalho: tradição rompida
Susto em sessão
do Supremo
A ministra Cármen Lúcia Rocha, 52 anos, quebrou uma tradição de quase dois séculos no Supremo Tribunal Federal (STF): adentrou o plenário de blazer e calça comprida (com detalhe de renda na barra), este um traje inédito no recinto. Sua única companhia feminina no tribunal, a presidente Ellen Gracie, usou saia, como sempre. Mineira de Espinosa, no STF há nove meses, Cármen não comentou o ato revolucionário, mas já deu mostras de que não é de seguir tradições. Solteira e sem filhos, dispensa o carro oficial com motorista (dirige seu Golf ano 2001), lê processos enquanto caminha na esteira e costuma recitar versos para suas plantas.
Placar: África 2 x
Oriente 2
Reuters
O
vietnamita Pax
entra para o
time Jolie-Pitt
Madonna, morra de inveja: além de linda e sexy, Angelina Jolie sabe adotar. Enquanto a adição do africano David Banda, 1 ano, à prole do casal Ritchie ainda é novela inacabada, Angelina assinou no Vietnã (sozinha, por não ser casada no cartório com Brad Pitt) a papelada de adoção de seu quarto filho, um menino de 3 anos a quem deu o nome de Pax (paz, em latim) Thien (céu, em vietnamita) Jolie. Abandonado ainda bebê, Pax é saudável, carinhoso, um pouco tímido, adora futebol e leva para a casa nova seu brinquedo favorito, um piano de plástico. Lá terá a companhia do cambojano Maddox, 5 anos, da etíope Zahara, 2, e de Shiloh, filha de Angelina e Brad Pitt nascida em maio na Namíbia. Por enquanto.
ATÉ AGORA, NADA
Osacra Cabaral
Recém-cortada do Big Brother Brasil, Fani Miranda Pacheco, 24 anos, nem pensa em voltar ao batente de promotora de marketing. Assim que acabar a roda-viva dos primeiros dias fora da casa, Fani quer abraçar a carreira artística, comprar carro e apartamento em Nova Iguaçu, onde nasceu, e arranjar um namorado. Não necessariamente nessa ordem.
VOCÊ CONVERSOU MESMO COM UM PSICÓLOGO SOBRE FALTA DE SEXO ENQUANTO ESTAVA NO BIG BROTHER?
Isso não existiu. Foi um mal-entendido. Pedi para ir ao confessionário porque estava me sentindo perdida e depois disse que ele era o meu psicólogo. Não teve nada a ver com a abstinência. Até porque sexo não se resolve com psicólogo. Se fosse isso, pedia um go-go boy.
MAS VOCÊ SENTIA FALTA DE SEXO?
Olha, namoro desde os 17 anos. Só fiquei dois meses solteira, e assim mesmo sempre saía com ex-namorado. Descobri que sentia falta mesmo da presença masculina. Ficava feliz só de dormir de conchinha com o Diego. Claro que não dava para não sentir vontade de outras coisas também.
E AGORA, JÁ RESOLVEU O PROBLEMA?
Até agora não deu nada certo. Fiquei o tempo inteiro cercada de amigas. Além disso, estou cheia de trabalhos para fazer e não teria forças. Preciso dormir um dia inteiro antes.
Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Ricardo Brito e Silvia Rogar