Mais do que a belíssima
figura de sempre, o que todos esperam ver em GISELE BÜNDCHEN
nesta rápida visita a São Paulo, onde desfila
no domingo, é o anel de noivado que supostamente ganhou
do namorado, o jogador de futebol americano Tom Brady. Vão
ver? "Não. Queria saber quem fica inventando esses
boatos. Tem de ter muita imaginação", rebate
a irmã e assessora Patricia. Certo mesmo é que
os dois não se desgrudam com o joelho operado
por causa de uma lesão (que fãs dele atribuem
à frieza de um certo e adorável pé brasileiro),
Brady passou o campeonato todo de molho em casa. Já
Gisele trabalhou, ganhou e rendeu. Exemplo: a foto de cocar,
de 2000, foi arrematada na Christies de Londres pelo
equivalente a 77 000 reais, o triplo do previsto.
Oscar Cabral
O novato cheio
de bossa
Alçado à
fama (e ao interesse feminino) pela minissérie
Maysa, no papel do compositor Ronaldo Bôscoli,
MATEUS SOLANO, 27 anos, acha graça quando
perguntam onde andou antes de ser descoberto pela Globo.
"Estava lá mesmo, fazendo pontas",
diz o ator. Filho de diplomata, Solano morou nos Estados
Unidos e em Portugal, formou-se em artes cênicas
e trabalha há doze anos em teatro seu
projeto agora é a encenação de
Hamlet, ao lado de Wagner Moura. "Não
estudei para ser bonito. Faço até papel
de mulher, se achar interessante", brinca. Ao contrário
do mulherengo Bôscoli (só na música
popular, fez par com Nara Leão, Elis Regina e
a própria Maysa), Solano namora firme e empolgadamente,
há um ano, a atriz Paula Braun, a garçonete
do derrière cultuado no filme O Cheiro do
Ralo.
Luto na turma
do IML
Ele via gente morta
e adorava. Os fãs estão inconsoláveis.
Gil Grissom, impassível e infalível chefe
da equipe de peritos criminais do seriado CSI: Crime
Scene Investigation, está indo para um lugar
melhor, mas não é o necrotério
onde fez fama. E por que o ator que conseguiu imprimir
um jeito assim, até sexy, a um entomologista
esquisitão faria isso? Porque depois de nove
anos WILLIAM PETERSEN, 55 anos, 600 000 dólares
por episódio, cansou e resolveu se dedicar ao
teatro. "Como artista, estou atrofiando",
justificou. A despedida foi ao ar na quinta-feira, nos
Estados Unidos. Para o cargo foi contratado Laurence
Fishburne, o Morpheus de Matrix.
Everett Collection/Grupo
Keystone
A musa de volta,
na mesma turminha
Tony Andrade/Agnews
Mudou radicalmente a vida da semiaposentada atriz VERA
FISCHER. Depois de passar oito anos longe do horário
nobre, período em que fez teatro, escreveu (a
segunda parte de sua autobiografia, dos 15 anos em diante,
será publicada em março), pintou e não
bordou, ela volta à correria das novelas em Caminho
das Índias. Nada a ver com as mulheres de
sári da trama será a carioca Chiara,
dona de uma clínica de estética, mulher
vaidosa e consumidora de livros de autoajuda. Para tanto,
como é de praxe, emagreceu. "Eu estava um
pouco cheinha. Agora estou com 60 quilos, que é
meu peso ideal", orgulha-se com toda a razão,
em bronzeada e perfeita forma aos 57 anos. O longo sumiço
da TV, segundo ela, não tem nada a ver com antigos
e superados excessos comportamentais. Sua explicação,
à vera, como sempre: "Cada autor tem sua
turminha. Eu sou da turma da Glória Perez".
Editado por Lizia
Bydlowski
colaboraram Bel Moherdaui, Ronaldo Soares e Silvia Rogar