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Edição 2096

21 de janeiro de 2009
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Christie’s Images/Divulgação

Índia tem anel?

Mais do que a belíssima figura de sempre, o que todos esperam ver em GISELE BÜNDCHEN nesta rápida visita a São Paulo, onde desfila no domingo, é o anel de noivado que supostamente ganhou do namorado, o jogador de futebol americano Tom Brady. Vão ver? "Não. Queria saber quem fica inventando esses boatos. Tem de ter muita imaginação", rebate a irmã e assessora Patricia. Certo mesmo é que os dois não se desgrudam – com o joelho operado por causa de uma lesão (que fãs dele atribuem à frieza de um certo e adorável pé brasileiro), Brady passou o campeonato todo de molho em casa. Já Gisele trabalhou, ganhou e rendeu. Exemplo: a foto de cocar, de 2000, foi arrematada na Christie’s de Londres pelo equivalente a 77 000 reais, o triplo do previsto.

 

 

Oscar Cabral

O novato cheio de bossa

Alçado à fama (e ao interesse feminino) pela minissérie Maysa, no papel do compositor Ronaldo Bôscoli, MATEUS SOLANO, 27 anos, acha graça quando perguntam onde andou antes de ser descoberto pela Globo. "Estava lá mesmo, fazendo pontas", diz o ator. Filho de diplomata, Solano morou nos Estados Unidos e em Portugal, formou-se em artes cênicas e trabalha há doze anos em teatro – seu projeto agora é a encenação de Hamlet, ao lado de Wagner Moura. "Não estudei para ser bonito. Faço até papel de mulher, se achar interessante", brinca. Ao contrário do mulherengo Bôscoli (só na música popular, fez par com Nara Leão, Elis Regina e a própria Maysa), Solano namora firme e empolgadamente, há um ano, a atriz Paula Braun, a garçonete do derrière cultuado no filme O Cheiro do Ralo.

 

Luto na turma do IML

Ele via gente morta – e adorava. Os fãs estão inconsoláveis. Gil Grissom, impassível e infalível chefe da equipe de peritos criminais do seriado CSI: Crime Scene Investigation, está indo para um lugar melhor, mas não é o necrotério onde fez fama. E por que o ator que conseguiu imprimir um jeito assim, até sexy, a um entomologista esquisitão faria isso? Porque depois de nove anos WILLIAM PETERSEN, 55 anos, 600 000 dólares por episódio, cansou e resolveu se dedicar ao teatro. "Como artista, estou atrofiando", justificou. A despedida foi ao ar na quinta-feira, nos Estados Unidos. Para o cargo foi contratado Laurence Fishburne, o Morpheus de Matrix.

Everett Collection/Grupo Keystone

 

A musa de volta, na mesma turminha

Tony Andrade/Agnews


Mudou radicalmente a vida da semiaposentada atriz VERA FISCHER. Depois de passar oito anos longe do horário nobre, período em que fez teatro, escreveu (a segunda parte de sua autobiografia, dos 15 anos em diante, será publicada em março), pintou e não bordou, ela volta à correria das novelas em Caminho das Índias. Nada a ver com as mulheres de sári da trama – será a carioca Chiara, dona de uma clínica de estética, mulher vaidosa e consumidora de livros de autoajuda. Para tanto, como é de praxe, emagreceu. "Eu estava um pouco cheinha. Agora estou com 60 quilos, que é meu peso ideal", orgulha-se – com toda a razão, em bronzeada e perfeita forma aos 57 anos. O longo sumiço da TV, segundo ela, não tem nada a ver com antigos e superados excessos comportamentais. Sua explicação, à vera, como sempre: "Cada autor tem sua turminha. Eu sou da turma da Glória Perez".

 

Editado por Lizia Bydlowski
colaboraram Bel Moherdaui, Ronaldo Soares e Silvia Rogar



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