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"A nossa indústria sem chaminé entra no próximo milênio competindo com os melhores mercados do mundo."
Isaac Soares de Lima
Maceió, AL

 

Resorts

Fico satisfeito de ver que finalmente o enorme potencial turístico do Brasil começa a ser transformado em realidade ("Os resorts vão esquentar o verão", 13 de dezembro). Eu gostaria, entretanto, de lembrar que há resorts em outras regiões do país, como o incrível Tropical de Manaus, a Pousada do Rio Quente, em Goiás, Caldas da Imperatriz, em Santa Catarina, além de outros.
Sergio Bueno
São Paulo, SP

Os resorts precisam de muito investimento anual em instalações e modernização de seus serviços para continuar competitivos no mercado. A manutenção de um resort, que geralmente tem construção horizontal à beira-mar, é bem mais dispendiosa que a de hotéis urbanos.
Geraldo E.S. Guimarães Jr.
Diretor do Praia do Forte Eco­Resort
geguima@uol.com.br

Creio que se cometeu grande injustiça em não incluir nesta reportagem um dos mais completos resorts do Brasil: o Plaza Itapema de Santa Catarina. O hotel é praticamente a soma do que há de melhor em cada um dos sete focados pela matéria.
Rogério Beidacki
Porto Alegre, RS

 

Judith S. Wallerstein

É necessário ter coragem para afirmar que o divórcio se tornou quase uma cultura, em que os adultos só se preocupam em fugir dos problemas, relegando o mais importante: os filhos (Amarelas, 13 de dezembro).
Maria Teresa Baptista
Porto Alegre, RS

Será que as pessoas estão sendo mais levianas ao se separar ou a leviandade está em ter filhos sem medir as conseqüências desse ato?
Eduardo Ferreira Santos
efsantos@uol.com.br

Gostaria de saber qual filho pode ser tão egoísta a ponto de preferir conviver com uma relação fracassada, em que as brigas e o desrespeito reinam, apenas para manter o status de pais casados.
Sandra Andréa
sandraad@seduc.ce.gov.br

Como filho de pais separados, não acho que tal fato terá grande influência em meu futuro e prezo mais a felicidade deles que um simples conforto momentâneo meu.
Fabio Chusyd
fchusyd@bol.com.br

Foi um choque ler a entrevista e ter a sensação de estar olhando minha própria experiência como filha de pais separados.
Carolina Macedo
Heidelberg, Alemanha

Sou filha de pais separados e também divorciada. Concordo que boa parte dos divórcios poderia ser evitada. Acho que reportagens desse tipo deveriam ser feitas com mais freqüência, principalmente para que as pessoas que não têm filho e se envolvem com homens ou mulheres casados, destruindo famílias, possam ter consciência do sofrimento de um lar desfeito.
Cristiane Martins Lazzarini
Uberlândia, MG

 

Arc

Agenda negativa? Muito simples: cheiro de povo num dia, buchada de bode no outro, posicionamento na briga "ACM e Jader" no terceiro, refutar aumento de salário no quarto e, para fechar a semana com brilhantismo, um encontro com Itamar na sexta (televisionado, claro).
Flávio de Almeida Silva
Mariana, MG

 

Cubatão

É bom saber que o mangue de Cubatão está voltando a ter vida, mas muito ainda precisa ser feito, principalmente pela prefeitura de Santos e a de São Vicente, que também têm parte nessa área de mangue. Santos continua mantendo, apesar de promessas de que seria retirado, o Lixão da Alemoa. E na área de São Vicente ainda podem ser vistos sofás velhos e lixo em geral jogados pelos moradores da favela, que habitam em palafitas à beira do mangue ("A vida retorna a Cubatão", 6 de dezembro).
Cláudia Santos
São Paulo, SP

 

Festa beneficente

A referência à minha pessoa e às minhas atividades benemerentes ("Festas do bem", 6 de dezembro) ficou um pouco vaga. Sou diretor fundador do Instituto Pró-Queimados, criado depois de um acidente familiar que nos fez perceber o quanto era precário o atendimento a esse tipo de sofrimento. Quando fiz 50 anos, em 1998, resolvi dar uma festa, patrocinada, que reuniu 2.000 pessoas. Em vez de presentes, pedíamos ajuda para o projeto de reforma completa da UTI da ala de queimaduras do HC. O resultado do evento e do que se seguiu em matéria de informação e doação nos rendeu 200.000 reais, que nos deixou delirantes de felicidade. Dois anos depois, nos juntamos ao Hospital do Câncer e à Obra do Berço e organizamos uma festa, no Leopolldo, que, entre convites vendidos e cotas de patrocínio, resultou em 600.000. Ou seja, cada entidade ficou com 200.000 reais. Com grande parte de toda a verba levantada nesses e em outros eventos beneficentes, o instituto vê a UTI da ala de queimaduras do HC ser reinaugurada em 15 de dezembro, com tudo o que há de mais contemporâneo em equipamentos para atenuar o sofrimento atroz de um queimado.
Cesar Giobbi
São Paulo, SP

 

Tasso Jereissati

Brilhante a reportagem "Fui treinado para vencer" (13 de dezembro) por mostrar um político do Nordeste, um grande empresário e homem público. É de um líder com essas características que o povo brasileiro precisa. É muito difícil ser unanimidade na política quando cada um busca o interesse próprio, mas com certeza o governador do Ceará tem qualidades demais para conquistar o apoio de todos os que fazem e formam opinião.
Marlon Silva
sazon7@terra.com.br

A reportagem mostra ao Brasil um pouco do nordestino Tasso Jereissati. Só falta ser mais precisa com relação a Ciro Gomes. Na realidade, no que diz respeito ao Ceará, Tasso fez a parte mais difícil. Enfrentou a ira da população quando demitiu em massa, fez a derrama fiscal, azeitou o Estado para entregar a Ciro, que quase o endivida de novo. "Tasso matou a onça e Ciro tirou retrato com ela."
Francisco Valiomar Roliom
valiomar@elogica.com.br

Por uma questão de segurança e responsabilidade, é importante ter cuidado com o vice de Tasso Jereissati. Gato escaldado tem medo de água fria.
Maria Inêz Mendes de Medeiros
Natal, RN

Como é que um político que não se dá bem com a oposição de seu próprio Estado pode entender-se e trocar idéias em âmbito nacional? E, além do mais, não foi o Ceará que mudou, foi Fortaleza.
Alan Ranieri
Fortaleza, CE

 

Nicolau dos Santos Neto

Lalau perdeu 28 quilos? Não quer comer na prisão? Pois que passe fome, como passam fome tantos que ele lesou despreocupadamente, para ver o que é bom para a tosse ("Lalau sem algemas, mas na cadeia", 13 de dezembro).
Mara Lúcia da Silva Zandavalle
Curitiba, PR

O país deu um grande passo para a recuperação da tão desgastada imagem do Poder Judiciário. Espera-se que as autoridades competentes sejam bem-sucedidas em seu novo objetivo, que é a recuperação dos milhões desviados por Lalau.
Claudio Kitner
Recife, PE

Moro na Suíça e me senti um brasileiro honrado ao ler a reportagem que conta que este juiz Lalau sem caráter foi colocado em seu devido lugar: na prisão. Este é o presente de Natal de todos nós.
Leandro Bruno Castro e Silva
leandroticino@hotmail.com

 

Reynaldo Gianecchini

Simplesmente hilariante a reportagem de VEJA sobre a "arte da interpretação, segundo Gianecchini" ("Bonitinho, mas...", 13 de dezembro). Esqueceram de citar o outro grande gênio da arte da interpretação: Paulo Zulu, que aparece esporadicamente e faz meia dúzia de exercícios. Mas podem ficar despreocupados, pois não ficarão sem emprego. Animar velório ou trabalhar no circo das tartarugas mancas é o destino de todo ator desse "porte".
Thiago Soler
thamos@uol.com.br

Toda pessoa medianamente informada sobre a arte de representar percebe que há limitações no trabalho de Reynaldo Gianecchini. A cena que teria causado a "dificuldade" da Globo no aproveitamento do ator foi provavelmente aquela em que ele melhor se saiu no decorrer de toda a trama. A grande dificuldade não se encontra na expressão de emoções "abissais" (desespero, susto, alegria desmesurada), mas na expressão simples e cotidiana de personagens comuns. É aí que se encontra a imensidão das interpretações de Leonardo Villar e Valderez de Barros, só para ficar em dois exemplos da mesma novela.
Edelson Carlos Soler
Campinas, SP

 

Xuxa

Um duende? E no Rio de Janeiro? Não! Desculpe acordá-la, Xuxa, mas você não viu um duende. Você viu um pivete, pê-i-pi-vê-e-ve-tê-e-te! Aquele pozinho branco que ele largou, ao sair correndo assustado, não é pó de pirlimpimpim. É apenas pó, entendeu? E aquelas pedrinhas coloridas na mão dele não eram esmeraldas. Eram cacos de vidro, para assaltar carros de madames no sinal de trânsito ("A visão de Xuxa", 13 de dezembro)!
Antonio Lopes de Souza
Rio de Janeiro, RJ

Xuxa deve ter confundido Marlene Mattos, ao pé de sua cama, com um duende.
Roberto Andrade
João Pessoa, PB

 

Fundos de pensão

VEJA ilustrou denúncias contra gestões passadas da Petros ("Pela porta dos fundos", 13 de dezembro) com a logomarca nova, que não existia na época. Não temo pelos que leram o texto – aliás, preciso e direto –, mas pelos que viram apenas a manchete e a logomarca nova, caindo na óbvia tentação de associar as duas. Na Petros, não foi só a logomarca que mudou. Seu novo código de ética prevê que todas as decisões envolvendo valores criam uma cadeia de responsabilização e devem ser tomadas por várias pessoas. Decisões erradas vão ocasionar punições a quem as adotou.
Carlos Marchi
Consultor de Comunicação da Petros
Rio de Janeiro, RJ

 

Projeto do Explorer

Desde o seu lançamento, há uma década, o Ford Explorer apresenta um histórico exemplar, em termos de segurança. Estatísticas feitas pelo governo dos Estados Unidos mostram que o Ford Explorer detém um índice médio menor de acidentes fatais do que a média dos veículos utilitários esportivos concorrentes. E, também, registra, desde o seu lançamento, um índice médio menor de acidentes fatais do que a média dos carros de passeio. O Explorer 2002 incorpora uma tecnologia ainda mais avançada de proteção aos ocupantes, incluindo o primeiro airbag em formato de cortina rolante da indústria, e airbags frontais de duplo estágio. As linhas dos pára-choques frontais do Explorer, por exemplo, são mais baixas para proporcionar maior compatibilidade com outros veículos. O sistema dinâmico interativo Advanc Trac também estará disponível, posteriormente, no modelo 2002 ("Mais do que um problema no pneu", 13 de dezembro).
Célio de Freitas Batalha
Diretor de Assuntos Corporativos
São Paulo, SP

 

Parques temáticos

Ao contrário do que foi publicado no quadro "O reino do prejuízo" (13 de dezembro), o parque aquático Wet'n Wild do Rio de Janeiro não registrou prejuízo em sua operação.
José Gonçalves Netto
Diretor do Wet'n Wild
Rio de Janeiro, RJ

 

CORREÇÕES: A foto publicada na reportagem "Com Greenspan quem precisa de presidente?" (13 de dezembro) não apresenta a Casa Branca como diz a legenda, mas o Capitólio, em Washington. O vestido utilizado pela apresentadora Adriane Galisteu é um Reinaldo Lourenço, e não um Gucci como foi citado em Hipertexto (6 de dezembro). O nome correto da ABL é Academia Brasileira de Letras, e não Associação (Datas, 13 de dezembro). A suíte Swing do Motel Playtime tem área de 200 metros quadrados, e não 80 como foi citado na matéria "A família no motel" (13 de dezembro).

 

O Rolls-Royce da Presidência

Claudio Versani


A nota "Revisão total", sobre o automóvel Rolls-Royce conversível modelo Silver Wraith da Presidência da República (Contexto, 6 de dezembro), levantou a poeira de uma história antiga e confusa. Segundo uma versão aceita até na garagem do Palácio da Alvorada, o veículo seria um presente da rainha Elizabeth, da Inglaterra, para o presidente Getúlio Vargas. Noutra teria sido comprado por Getúlio com recursos próprios. Numa terceira versão, o carro teria sido presente de empresários e/ou amigos do presidente. O leitor Henrique Veltman garante que "o Rolls-Royce da Presidência não foi um presente da rainha Elizabeth" e atribui isso a um antigo engano da imprensa. De acordo com o leitor, Getúlio teria comprado dois automóveis, um para uso da família e outro para uso da Presidência.

Celina Vargas do Amaral Peixoto, neta de Getúlio, não sabe se os carros foram um presente real, mas acha pouco provável que o avô os tenha comprado com recursos próprios: "Ele era pão-duro", disse a VEJA. A versão segundo a qual o veículo teria sido um presente da rainha da Inglaterra também não tem a confirmação do Itamaraty. O leitor José Antonio Penteado Vignoli conta uma história detalhada que pode ser a luz que faltava à polêmica, pois tira a rainha de cena e contempla o pão-durismo do presidente. Depois de longa pesquisa feita em parceria com o doutor Antonio Sérgio Ribeiro, Vignoli concluiu que o Rolls-Royce pertencia a um lote de quatro automóveis, dos quais "nos interessaram dois, que foram encarroçados pela empresa H.J. Mulliner: um conversível (chassi LALW29, carroçaria 5438, desenho 7311) e uma limusine fechada (chassi LALW27, carroçaria 5440, desenho 7310). Ambos chegaram ao Brasil entre 1952 e 1953 e, por vários motivos, foram pagos por amigos do senhor Getúlio Vargas no desembarque, sendo posteriormente emplacados e licenciados em nome de Getúlio Dornelles Vargas (...)". Os carros teriam sido registrados mais tarde no serviço de transportes da Presidência.

 

Uma mulher para o Arc?

A leitora Anna Daisy, de Curitiba, Paraná, tem achado o Arc um tanto quanto solitário e pergunta se não está na hora de o marcianinho arranjar uma companheira. E sugere que ele tente a sorte por aqui mesmo: "Acho que está na hora de você conhecer uma humana, pois elas estão mostrando que podem ser tão boas quanto os homens em vários assuntos". Ela só não diz quem é a terráquea que seria um bom par para o pequeno ser espacial. O homenzinho verde aceita sugestões.

 

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