'
 


    

 
Edição 1974 . 20 de setembro de 2006

Índice
Millôr
Lya Luft
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Veja.com
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Holofote

Felipe Patury

LULA PENSA NO FUTURO

Liane Neves


O presidente Lula já começou a pensar no ministério de seu provável segundo mandato. O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim, por exemplo, só não irá para a pasta da Justiça se não quiser. Lula gostaria de ter Jorge Gerdau Johannpeter, do grupo Gerdau, na pasta do Desenvolvimento, caso Luiz Furlan deixe mesmo o cargo. Mas até os amigos de Furlan acham que ele quer ficar – o ministro ligou para empresários e pediu que elogiassem na imprensa sua idéia de criar metas para o crescimento do PIB.

 

ALGUÉM ME QUER?

Fabio Motta/AE


O governador do Ceará, Lúcio Alcântara, candidato à reeleição pelo PSDB, está à procura de um novo partido. Alcântara tem recebido bicadas do tucanato desde que rompeu com Tasso Jereissati, o cacique no estado. Caso perca o cargo para Cid Gomes, do PSB, como indicam as pesquisas, seu espaço no PSDB tenderá a encolher ainda mais. Há dez dias, Alcântara sondou o PMDB. Deve contatar, agora, o PDT e o PTB.

 

NAMORO COM O PFL

Ricardo Stuckert


Até o PFL, que fez a oposição mais radical ao PT, está sendo sondado para emprestar apoio ao presidente Lula em seu segundo mandato. Lula acredita que, se não tiver um canal de diálogo com o partido, encontrará grande dificuldade para aprovar projetos de interesse do governo no Senado e poderá enfrentar sérios problemas de governabilidade. O presidente quer que seu interlocutor seja o senador Marco Maciel e destacou um emissário para iniciar a aproximação.

 

REFORMAS NA GAVETA

Lumi Zunica/AE


O presidente do PT, Ricardo Berzoini, deu um banho de água fria em um grupo de banqueiros durante um jantar promovido pelo cientista político Murillo de Aragão. Berzoini disse que o governo Lula não patrocinará as reformas trabalhista e da Previdência, porque, a seu ver, elas teriam um custo político muito alto. Insistir nas reformas, afirmou, é "fetiche". Ele acha que o país crescerá apenas com mudanças microeconômicas. Também admitiu que o PT pode apoiar um candidato de outro partido em 2010.

 

Foto: Heudes Régis

 

 

Com reportagem de Heloisa Joly, Veridiana Sedeh e Victor Martino

 
 
 
 
topovoltar