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Gente Cadê
a rapper que estava aqui? Nana
Moraes
 | | Negra
Li, em nova versão: "Só quero cantar e melhorar de vida" |
De longo sofisticado com decote à altura dos seios recém-inflados
"Faltava um volume", diz ela , Liliane de Carvalho, a Negra Li,
é inevitavelmente acusada de esquecer o passado de rapper da periferia.
"As pessoas reclamam que eu perdi minhas raízes. Mas só quero cantar
e melhorar de vida", diz, com irretocável realismo. Além do primeiro
CD-solo, ela vai estrear no cinema e está gravando uma minissérie
da Globo. Embora a arte dramática não seja seu forte, o maior desafio
não é a câmera (as personagens, meninas da periferia, têm
história semelhante à sua), mas o namorado. "Ele não gostou
de me ver com outro no filme. Por isso, na minissérie, pedi e sou a única
que não beija ninguém", conta. Chopin
e Bach, sem dublê
Divulgação/TV
Globo
 | | Rafael
como Luciano: "Fiquei até com tendinite" |
Foram cinco meses de aulas intensivas para que Rafael Almeida, 17 anos,
ex-guitarrista de uma banda de pop rock, pudesse dispensar o dublê (mas
não o playback) na hora de se apresentar em rede nacional tocando Chopin
e Bach ao piano. "Treinei tanto que fiquei até com tendinite", conta o
jovem de ar angelical e cachinhos que vive Luciano em Páginas da Vida.
O papel na novela das 8, seu primeiro na televisão depois de alguns cursos
e uma peça de teatro, teve um empurrãozinho do cunhado, o diretor
Jayme Monjardim. "Ele me indicou para o elenco de apoio e, quando ficou sabendo
que procuravam um garoto que gosta de música, me disse para fazer o teste.
Fiz e passei", comemora. A última do Cazaquistão
A melhor piada do cenário internacional no
momento é um fato verídico: o presidente do Cazaquistão,
Nursultan Nazarbayev, vai reclamar quando se encontrar com o americano George
W. Bush do comediante inglês Sacha Baron Cohen. Difícil de
acompanhar? Explicação para a típica reação
de país de periferia: o comediante, que normalmente se apresenta como um
rapper chamado Ali G, tem um outro personagem, o histriônico jornalista
cazaque Borat. Com inglês trôpego e, eventualmente, apavorantes trajes
de banho, ele se apresenta como o sexto homem mais famoso de seu país.
Numa paródia de documentário lançada no Festival de Toronto,
Borat viaja pelos Estados Unidos em uma van de sorvete, praticando todo tipo de
bobagens politicamente incorretas. O governo cazaque, claro, acha que Cohen denigre
a imagem do país. Tem tigresa no tatame
Calé/Revista
TPM
 | | Kyra
Gracie: o lado mais gracioso do clã do jiu-jítsu |
É
difícil dissociar da família Gracie a imagem do valentão
briguento. Ao menos até conhecer a carioca Kyra, de 21 anos. Embora
siga toda a doutrina familiar cresceu nos tatames, fez do quimono seu traje
oficial e domina a arte das gravatas e chaves de pernas desenvolvida na base de
sua árvore genealógica a ponto de acumular títulos nacionais
e internacionais , a faixa preta encanta até adversários.
Apelidada de "musa dos tatames", a bisneta de Hélio Gracie, um dos fundadores
do clã, não sai do vestiário (mesmo rumo aos treinos) sem
rímel, gloss, esmalte rosinha e perfume. "O pessoal leva até um
susto quando falo que faço jiu-jítsu", diz ela.
Inventando
coisas Paul
Darrow/Reuters
 | | Condi
e MacKay: linguagem corporal |
Ele tem
40 anos, acabou de terminar o namoro com uma deputada e, como ministro das Relações
Exteriores do Canadá, desfruta uma tênue projeção internacional.
Ela tem 51, nunca foi vista em companhia sentimental masculina e, na qualidade
de secretária de Estado americana, é a mulher mais poderosa do mundo.
Mas bem que Condoleezza Rice fica cheia de sorrisinhos e muda a linguagem
corporal quando está perto de Peter MacKay, uma espécie de
anti-Celso Amorim é alto, loiro e bonito. Diante da falta de notícias
no trepidante Canadá, a imprensa ficou anotando a empatia entre os dois
na última visita de Condi ao país. Para provocar, ela contou que
foi apresentada "à família de Peter".
Editado por Bel Moherdaui. Colaboraram Laura Ming e Marcelo Bortoloti |