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VIENA

Não deu certo? Então cancela tudo

A União Européia decidiu voltar às boas com a Áustria e levantou as sanções diplomáticas impostas desde que o partido do ultra-direitista Joerg Haider entrou para o governo, há sete meses. A conclusão foi de que as sanções estavam fortalecendo o austríaco, que teve bons motivos para comemorar: chamou Jacques Chirac, presidente da França, de "Napoleão", e tachou Gerhard Schroeder, primeiro-ministro alemão, de "arrogante".


WASHINGTON

Tentando arrancar o sangue da CIA

Por muito tempo eles foram um dos maiores doadores de sangue do país. Nos últimos cinco anos, agentes da CIA doaram 2.300 litros à Cruz Vermelha. A boa vontade acabou quando o FDA, departamento americano que controla remédios e alimentos, passou a exigir que os doadores revelassem seu nome e histórico de viagem. Para preservar o emprego e a identidade, os agentes sumiram dos postos de doação.

 

MÔNACO

A última da princesa

Stéphanie de Mônaco já aprontou de tudo: tentou a vida de plebéia como modelo e cantora, teve romances com guarda-costas e três filhos fora do casamento. Agora tem o nome envolvido no assassinato de um traficante de drogas na França. Um de seus carros, emprestado à namorada do bandido, estava no local do crime. Seus advogados já admitiram que a moça é amiga da princesa. Sua alteza quer colaborar com a polícia, mas se recusa a pôr os pés na delegacia.

 

LONDRES

A vez da plebe na elite inglesa

Tony Blair não dá sossego às tradicionais instituições da Inglaterra. Agora, para modernizar a Câmara dos Lordes, resolveu abrir vagas para o público em geral. Qualquer cidadão do país pode concorrer a uma das dez vagas anuais. Basta ser residente do reino e ter mais de 21 anos. Os escolhidos serão endossados pela rainha e ostentarão o título pelo resto da vida.

 

AFP


Estátuas que andam
– Caracterizados como os famosos soldados de barro da China, artistas do Circo Asiana se apresentaram na semana passada em Essen, na Alemanha. As figuras originais foram esculpidas há mais de dois milênios e fazem parte de um exército de argila com 6 000 homens e cavalos, representados em tamanho quase natural. Eles protegem o túmulo do imperador Qin Shihuang, que reinou de 221 a 210 a.C.

 

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