Edição 1914 . 20 de julho de 2005

Índice
Stephen Kanitz
Millôr
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Holofote

Felipe Patury

• "UM MARQUETEIRO BEM FRAQUINHO"

Sergio Lima/Folha Imagem


Nem o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares acredita no talento do lobista Marcos Valério como publicitário. Delúbio tem dito a amigos que Valério é "um marqueteiro bem fraquinho". Ele justifica sua afirmação com o fiasco da campanha do petista Vicentinho a prefeito de São Bernardo do Campo no ano passado. Foi idéia de Valério, por exemplo, vestir o sindicalista Vicentinho de terno. "Ficou parecendo um defunto", diz Delúbio. O petista teve 23% dos votos. William Dib, o vencedor, teve 77%.

 

• UM PROBLEMA DA PARÓQUIA

Os amigos do ministro da Ciência e Tecnologia, Eduardo Campos, atribuem sua demissão ao prefeito do Recife, João Paulo. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva havia pedido a Campos que ficasse no cargo. No dia 7 de julho, o ministro aceitou ficar e prometeu não concorrer ao governo de Pernambuco. Passados cinco dias, Lula recebeu João Paulo, que sonha ser governador. Campos foi demitido horas depois.

 

• COMO FAZER OPOSIÇÃO

Gustavo Miranda/Ag. O Globo


Quando Lula chegou à Presidência, o deputado José Carlos Aleluia começou a procurar livros sobre como fazer oposição – uma novidade e tanto na história do PFL. Não encontrou quase nada em português e inglês. Resolveu, então, como líder do partido na Câmara em 2003 e 2004, tomar notas do que deu certo e do que deu errado na sua encarnação de oposicionista. As anotações estão sendo transformadas num livro de 300 páginas que Aleluia pretende lançar no próximo ano.

 

• HOMEM DE AÇO NA POLÍTICA

Simone Marinho/Ag. O Globo


O empresário Benjamin Steinbruch, da CSN, mostra há tempos ter uma quedinha pela política. Espécie de alma gêmea do líder do PT, senador Aloizio Mercadante, Steinbruch também se alimenta no ninho tucano. No ano passado, coordenou a campanha de Paulo Skaf a presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) e se tornou seu vice-presidente. Agora, quer ir para o Congresso. Tem dito que gostaria de ser suplente de senador. Ou seja, chega de intermediários.

 


Foto Raphael Falavigna

 


Foto Rodrigo/JC Imagem/AE

 
 
 
 
topovoltar