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Segredos da memória"VEJA mostrou de forma
clara e instigante as novas descobertas
Meu
muito obrigada a VEJA e parabéns ao editor Diogo Schelp pela excelente
reportagem "A conquista da memória" (13 de janeiro). Bem mais
esclarecedora e didática que a maioria dos livros que tratam do assunto.
Com certeza, essa edição de VEJA será material de estudo
obrigatório para muitos professores, estudantes, médicos e psicólogos. A reportagem dissecou
o estágio atual em que se encontra a ciência a respeito dos mecanismos
ligados à formação da memória. De especial importância
o quadro "Mitos e verdades", para reafirmar conceitos corretos e desautorizar
outros. Seria prudente apenas lembrar que muitas vezes o que as pessoas classificam
como um "problema de memória" é uma dificuldade de concentração.
Tal situação faz parte de quadros psiquiátricos, principalmente
dos estados ansiosos e depressivos. Parabéns à revista pela contribuição
que dá, mais uma vez, às ciências do comportamento. Será
fantástico ter uma pílula para o esquecimento de coisas trágicas
como estupro e tortura. A psicanálise, a psicologia e áreas afins
trabalham esses traumas usando medicação e análise porque
hoje não existe alternativa para aliviar essas pessoas. Com a pílula
do esquecimento, tudo mudará de figura. O
melhor da (boa) memória é poder ter a capacidade de processar, selecionar
e ordenar as nossas lembranças. É poder, também, esquecer. É
impressionante ver que até os mais jovens estão sofrendo com problemas
de memória. O quadro "Mitos e verdades" mostrou como as pessoas
ainda se prendem a lendas e acabam sem saber nada sobre o assunto. Afinal,
que vantagem uma pessoa teria se pudesse apagar uma experiência traumática
do seu passado? Seria possível isolar uma única experiência
e apagá-la da memória, assim como extraímos um dente cariado
e mantemos os demais que estão bons? E, se alguém pudesse mesmo
optar por apagar todas as lembranças que o incomodassem, como isso afetaria
a sua evolução, a sua maturidade ou a sua malícia em lidar
com as dificuldades?
Direitos humanosNunca
na história deste país um governo atentou tanto contra a democracia
e a liberdade que ela proporciona. O governo está enveredando por caminhos
perigosos. Esse Decreto dos Direitos Humanos assinado pelo presidente Lula é
uma verdadeira aberração, um atentado contra o direito sagrado de
propriedade, além de uma tentativa de revogar a Lei da Anistia ("Coisa
de maluco", 13 de janeiro). A
trajetória de operários, estudantes, profissionais liberais, camponeses,
guerrilheiros, ladrões e assassinos que se engajaram em organizações
de esquerda para combater o regime militar foi uma opção dos
que contrariavam os anseios da população brasileira. O desejo de
implantar o falido regime comunista, incutido no jovem Paulo Vannuchi, ainda hoje
povoa a mente do velho e inconformado secretário dos Direitos Humanos. Criar
uma legislação que dá o direito de invadir a casa alheia,
para depois "negociar" a desocupação, é tão
preocupante quanto dar asilo político ao autor de vários homicídios
por pura identidade política. Onde fica aquela balança que deveria
ser o símbolo da Justiça? Acorda, Brasil! Nós não
precisamos passar pela autocracia comunista para entender como ela termina. O
mundo já teve muito dessas experiências e todas acabaram do mesmo
jeito: miséria, sofrimento, desesperança e (pasmem) desrespeito
aos direitos humanos. Um ex-terrorista elaborando normas
sobre direitos humanos equivale a um pedófilo revisando o Estatuto da Criança
e do Adolescente. Só mesmo na cabeça desses petistas aloprados!
Sérgio GuerraBrilhante a entrevista com o senador Sérgio Guerra
(Amarelas, 13 de janeiro). Especialmente quando afirma que Dilma Rousseff não
tem currículo nem o que dizer ou mostrar. Faltou dizer que ela mentiu com
relação aos seus títulos acadêmicos e ao afirmar que
não haveria mais apagões, que as obras do PAC estão sendo
realizadas dentro do previsto, inclusive quanto ao seu custo. Mas, como dizer
a verdade não é o forte deste (des)governo, tudo está dentro
do esperado. Parabéns a VEJA pela entrevista e por mostrar que podemos
mudar neste ano "tudo isso que está aí". Sem
sombra de dúvida, o uso da máquina do governo para promover a candidatura
de Dilma Rousseff é explícito. Como mulher, desejaria, sim, que
as saias subissem a rampa do Planalto e moralizassem a farra do dinheiro público.
Uma vez que as calças, meias e cuecas escondem o dinheiro de forma espúria
no tão secular mundo político masculino, as fendas de uma saia podem
esconder a salvação da pátria. MSTSe
algum dia o MST foi um movimento de luta pela reforma agrária e pela justiça
social, hoje seus integrantes mostram que os objetivos do grupo são bem
diferentes do que os que prega. Em vez de se apropriarem da terra para nela produzir,
os sem-terra encontraram na devastação de florestas, através
da extração ilegal da madeira, um caminho mais lucrativo ("Predadores
da floresta", 13 de janeiro). O
MST até que começou com alguma simpatia da população.
No entanto, depois que passou a ser comandado por bandidos, realizando todo tipo
de contravenção, o movimento começou a ser visto tal qual
as Farc. Se o PT vencer as eleições de 2010, esse banditismo poderá
se tornar incontrolável, já que conta com o apoio incondicional
do partido. CorinthiansChamar
a Fazendinha de mirrada? Por que menosprezar nosso estádio quando se deveria
exaltar o fato de 5.000 torcedores comparecerem a uma apresentação
em plena segunda-feira (Veja Essa, 13 de janeiro)?
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