PUBLICIDADE

Home  »  Revistas  »  Edição 2148 / 20 de janeiro de 2010


Índice    Seções    Panorama    Brasil    Internacional    Geral    Guia    Artes e Espetáculos    ver capa

Leitor

Assuntos mais comentados
Programa Nacional de Direitos Humanos
Sérgio Guerra (Entrevista)
O MST destrói a floresta
Rafale X Gripen
Segredos da memória (capa)

Segredos da memória

"VEJA mostrou de forma clara e instigante as novas descobertas
das neurociências sobre o funcionamento da memória."

Márcio Candiani
Belo Horizonte, MG

Eric Mcnatt/Contour by Getty Images
Mais um século de pesquisa
Eric Kandel, prêmio Nobel de Medicina: "Se a ciência do cérebro fosse uma estrada de 100 quilômetros, eu diria que estamos entre os quilômetros 10 e 20. Estamos a 100 anos de chegar ao fim da estrada, quando o funcionamento do cérebro será totalmente conhecido"

 

Meu muito obrigada a VEJA e parabéns ao editor Diogo Schelp pela excelente reportagem "A conquista da memória" (13 de janeiro). Bem mais esclarecedora e didática que a maioria dos livros que tratam do assunto. Com certeza, essa edição de VEJA será material de estudo obrigatório para muitos professores, estudantes, médicos e psicólogos.
Sonia Maria Piva Amaro
São José do Rio Preto, SP

A reportagem dissecou o estágio atual em que se encontra a ciência a respeito dos mecanismos ligados à formação da memória. De especial importância o quadro "Mitos e verdades", para reafirmar conceitos corretos e desautorizar outros. Seria prudente apenas lembrar que muitas vezes o que as pessoas classificam como um "problema de memória" é uma dificuldade de concentração. Tal situação faz parte de quadros psiquiátricos, principalmente dos estados ansiosos e depressivos. Parabéns à revista pela contribuição que dá, mais uma vez, às ciências do comportamento.
José E.A. Neto
Foz do Iguaçu, PR

Será fantástico ter uma pílula para o esquecimento de coisas trágicas como estupro e tortura. A psicanálise, a psicologia e áreas afins trabalham esses traumas usando medicação e análise porque hoje não existe alternativa para aliviar essas pessoas. Com a pílula do esquecimento, tudo mudará de figura.
Mônica Delfraro David
Campinas, SP

O melhor da (boa) memória é poder ter a capacidade de processar, selecionar e ordenar as nossas lembranças. É poder, também, esquecer.
Helaine P. Aires Rodrigues
Brasília, DF

É impressionante ver que até os mais jovens estão sofrendo com problemas de memória. O quadro "Mitos e verdades" mostrou como as pessoas ainda se prendem a lendas e acabam sem saber nada sobre o assunto.
Elias Vitor da Silva Júnior
Jandaia do Sul, PR

Afinal, que vantagem uma pessoa teria se pudesse apagar uma experiência traumática do seu passado? Seria possível isolar uma única experiência e apagá-la da memória, assim como extraímos um dente cariado e mantemos os demais que estão bons? E, se alguém pudesse mesmo optar por apagar todas as lembranças que o incomodassem, como isso afetaria a sua evolução, a sua maturidade ou a sua malícia em lidar com as dificuldades?
Renato Alves Nunes
Tupã, SP

 

Direitos humanos

Nunca na história deste país um governo atentou tanto contra a democracia e a liberdade que ela proporciona. O governo está enveredando por caminhos perigosos. Esse Decreto dos Direitos Humanos assinado pelo presidente Lula é uma verdadeira aberração, um atentado contra o direito sagrado de propriedade, além de uma tentativa de revogar a Lei da Anistia ("Coisa de maluco", 13 de janeiro).
Raimundo Soares de Sousa Filho
Goiânia, GO

A trajetória de operários, estudantes, profissionais liberais, camponeses, guerrilheiros, ladrões e assassinos que se engajaram em organizações de esquerda para combater o regime militar foi uma opção dos que contrariavam os anseios da população brasileira. O desejo de implantar o falido regime comunista, incutido no jovem Paulo Vannuchi, ainda hoje povoa a mente do velho e inconformado secretário dos Direitos Humanos.
Carlos Alberto Lima
Florianópolis, SC

Criar uma legislação que dá o direito de invadir a casa alheia, para depois "negociar" a desocupação, é tão preocupante quanto dar asilo político ao autor de vários homicídios por pura identidade política. Onde fica aquela balança que deveria ser o símbolo da Justiça?
Valdevino L. de Castro
Taubaté, SP

Acorda, Brasil! Nós não precisamos passar pela autocracia comunista para entender como ela termina. O mundo já teve muito dessas experiências e todas acabaram do mesmo jeito: miséria, sofrimento, desesperança e (pasmem) desrespeito aos direitos humanos.
Julio Maximo de Almeida
Goiânia, GO

Um ex-terrorista elaborando normas sobre direitos humanos equivale a um pedófilo revisando o Estatuto da Criança e do Adolescente. Só mesmo na cabeça desses petistas aloprados!
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Sérgio Guerra

Brilhante a entrevista com o senador Sérgio Guerra (Amarelas, 13 de janeiro). Especialmente quando afirma que Dilma Rousseff não tem currículo nem o que dizer ou mostrar. Faltou dizer que ela mentiu com relação aos seus títulos acadêmicos e ao afirmar que não haveria mais apagões, que as obras do PAC estão sendo realizadas dentro do previsto, inclusive quanto ao seu custo. Mas, como dizer a verdade não é o forte deste (des)governo, tudo está dentro do esperado. Parabéns a VEJA pela entrevista e por mostrar que podemos mudar neste ano "tudo isso que está aí".
Beatriz Coutinho
Cruzeiro, SP

Sem sombra de dúvida, o uso da máquina do governo para promover a candidatura de Dilma Rousseff é explícito. Como mulher, desejaria, sim, que as saias subissem a rampa do Planalto e moralizassem a farra do dinheiro público. Uma vez que as calças, meias e cuecas escondem o dinheiro de forma espúria no tão secular mundo político masculino, as fendas de uma saia podem esconder a salvação da pátria.
Cláudia Regina Moraes Bastos Rivas
Ibiúna, SP

MST

Se algum dia o MST foi um movimento de luta pela reforma agrária e pela justiça social, hoje seus integrantes mostram que os objetivos do grupo são bem diferentes do que os que prega. Em vez de se apropriarem da terra para nela produzir, os sem-terra encontraram na devastação de florestas, através da extração ilegal da madeira, um caminho mais lucrativo ("Predadores da floresta", 13 de janeiro).
Ana Carolina Guimarães Lopes
Montes Claros, MG

O MST até que começou com alguma simpatia da população. No entanto, depois que passou a ser comandado por bandidos, realizando todo tipo de contravenção, o movimento começou a ser visto tal qual as Farc. Se o PT vencer as eleições de 2010, esse banditismo poderá se tornar incontrolável, já que conta com o apoio incondicional do partido.
José Everardo A. de Sousa
Fortaleza, CE

Corinthians

Chamar a Fazendinha de mirrada? Por que menosprezar nosso estádio quando se deveria exaltar o fato de 5.000 torcedores comparecerem a uma apresentação em plena segunda-feira (Veja Essa, 13 de janeiro)?
Eduardo Scarpinelli
São Paulo, SP

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. - Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP; Fax: (11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

EDIÇÃO DA SEMANA
ACERVO DIGITAL
PUBLICIDADE
OFERTAS



Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados