BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2039

19 de dezembro de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Lya Luft
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Maílson da Nobrega
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Holofote
Contexto
Radar
Veja essa
Gente
Datas
Auto-retrato
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Gente

Imigrante nada padrão

Andre Schiliró


A mineira CAMILA ALVES, 24 anos, é o retrato – lindíssimo – da saga da imigração. Nos Estados Unidos há sete anos, começou dando duro como diarista e garçonete. Depois, tornou-se modelo. E, claro, atualmente namora o gatíssimo ator Matthew McConaughey. À lista de atividades, soma agora sua estréia como empresária da noite – junto com três sócios, reinaugura em São Paulo a filial da boate nova-iorquina Lotus. Eles entram com o dinheiro; ela, com a vivência acumulada. "Viajei o mundo todo. Levo tudo o que aprendi de atendimento de clientes", diz. "Fui convidada porque as pessoas vêem a capacidade que eu tenho. Não é porque sou a namorada de fulano de tal." O fulano de tal não deve vir para a festa.

 

Ponto na guerra das "anes"

Rafael Campos/Contigo

Na alegria e na tristeza (leia-se Presídio Ary Franco) ela ficou ao lado do marido, o pagodeiro Belo ("Deus quis que eu passasse por isso"). Mesmo assim VIVIANE ARAÚJO, 32 anos, perdeu para Gracyanne Barbosa, 25, não só o aconchego dos braços de Belo quanto o posto de rainha da bateria da Mangueira. Na semana passada, Viviane sentiu gostinho de revanche: o mestre da bateria Ivo Meirelles, que agenciou a troca e ainda insinuou que ela fazia "programa", foi indiciado por difamação e afastado. "Prestei queixa porque não podia ficar quieta com tamanho desaforo", diz. Viviane superou o trauma, fez lipo e vai ser rainha da bateria do Salgueiro. Já na Mangueira persiste o baixo-astral: antes de Meirelles, demitiu-se o presidente, Percival Pires, presente em homenagem ao traficante Fernandinho Beira-Mar.

 

De confundir até o príncipe

Famosa na Inglaterra, onde estreou na década de 50 na forma de quadrinhos e depois virou uma série de filmes, a escola St. Trinian para meninas e suas endiabradas alunas e professoras voltam neste mês ao cinema com uma novidade: RUPERT EVERETT, 48 anos, assumidérrimo, no papel da diretora Camilla Fritton, uma senhora incrivelmente parecida com a CAMILLA do príncipe Charles. Everett, que no filme usa seios postiços, lingerie cor-de-rosa, peruca e muita maquiagem, e tem um caso com o ministro que quer fechar a escola, vivido por Colin Firth, admite ter se inspirado na futura rainha consorte. "Camilla é fantástica. Tem senso de humor, gosta de beber, de fumar. É o tipo de garota que eu admiro", elogia.

 

Uma coisa ou outra

Roberto Setton


Christian Pior
, o entendido em moda do programa Pânico, já melhorou muito a vida de seu outro eu, o ator Evandro Santo. "Comprei meu primeiro jeans Diesel. Fui a uma ponta de estoque, porque minha humildade mineira não me deixa entrar na loja", define-se. Suas idéias sobre as festas de fim de ano podem acabar com muitos dilemas. Ou casamentos. Aqui vão elas:

Réveillon – Tem que usar peça íntima vermelha, para atrair paixão. E esqueça o branco. Branco engorda, encarde, mancha. A praia fica parecendo um centro de umbanda. Põe um prata, um dourado.

Simpatia – Tem que fazer. Mas uma simpatia chique, né? Não adianta jogar rosas mixurucas para Iemanjá, joga orquídeas. Ficar empurrando bobagem para a santa é igual àquele povo que põe nota de 1 real para o Buda. O Buda não vai nem olhar para essa pessoa.

Viagem – Tem que ser com gente que você gosta. No Natal você tolera gente de quem não gosta, mas réveillon não dá para passar com o marido que você detesta ou com a sogra que tem vontade de esfaquear. Aí, não tem calcinha que dê jeito. O ano vai ser ruim.

Conselho para 2008 – Ou você tem vergonha na cara ou você é feliz. As duas coisas não andam juntas.

 

Viva a neo-oligarquia

Harold Cunningham/Wireimage/Getty Images

As gracinhas à esquerda e à direita – em termos puramente espaciais – nem se lembram dos tempos do comunismo, quando as russas agregadas ao poder eram figuras apagadas. Na nova era, mulheres e filhas de políticos e bilionários são celebridades nacionais. Existe até um neologismo, "oligarquetes", para designar as beldades eslavas que pontificam no mundo das artes, atual depositário preferencial de seus rublos, ou simplesmente fazem pose. E as gracinhas? São as irmãs ANASTASIA, 20, e KSENIA VIRGANSKAIA, 28, nada menos que netas de Mikhail Gorbachev. Ricas, bem vestidas e viajadas, as duas trabalham juntas: são editoras de uma revista feminina. E torcem os narizinhos para a fama. "Ditar moda nunca foi meu objetivo na vida", desdenha Anastasia.

 

Editado por Lizia Bydlowski
Colaboraram Bel Moherdaui, Silvia Rogar e Suzana Villaverde




 

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |