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Guia
Salve
a sua pele
Photodisc
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O Instituto
Nacional de Câncer (Inca) calcula que 80 000 casos de câncer
de pele terão surgido neste ano no Brasil. No próximo
dia 22, dermatologistas em todo o país farão exames
em quem se interessar (endereços pelo telefone 0800 701-1611).
Em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foram elaboradas
uma lista de conselhos e uma tabela para a escolha do protetor solar
adequado.
Quem
joga futebol deve usar protetor o que raramente se faz, apesar
da grande exposição ao sol.
À
menor suspeita, procure um dermatologista. A maior parte dos casos
é facilmente curável com diagnóstico precoce.
Autobronzeadores
cremes que provocam oxidação na superfície
da pele, escurecendo-a são uma opção
mais segura que o bronzeamento solar. Mas não dispensam o
uso de protetor na praia.
Quem
usa filtros com fator alto, como 50, tende a negligenciar reaplicações.
Ao longo do dia, é preciso manter uma camada sobre a pele.
Na
escolha de cosméticos, como bases, batons e produtos para
os cabelos, dê preferência àqueles com protetor
solar na fórmula.
Saúde
BOA
NOTÍCIA
Pílula
contra o medo
Cientistas
da Escola de Medicina da Universidade Emory, em New Orleans, nos
Estados Unidos, descobriram que uma droga usada contra a tuberculose
pode ajudar no tratamento de fobias. Vinte e sete pessoas foram
testadas em duas sessões que simulavam um elevador de vidro
que subia. Antes de cada sessão, dez receberam placebo (pílula
inócua) e as demais tomaram a droga. Estas últimas
apresentaram resultados muito melhores na segunda sessão.
O motivo seria a melhora na transmissão de uma proteína
ao cérebro.
MÁ
NOTÍCIA
Tratamento dobrado
O
uso combinado de duas drogas que evitam complicações
em infartados o que, acreditava-se até agora, era
benéfico ao paciente não aumenta a chance de
sobrevivência, segundo um estudo patrocinado por laboratórios
farmacêuticos e apresentado em um congresso em Orlando, no
Estado americano da Flórida. Os medicamentos, conhecidos
nos EUA como Retavase e ReoPro, ajudam a restabelecer o fluxo de
sangue, combatendo coágulos. Mas, quando administrados juntos,
o risco de hemorragias aumentou, sem ganho em eficiência.
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