Edição 1829 . 19 de novembro de 2003

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Guia

Salve a sua pele


Photodisc

Tabela de tempo de exposição ao sol

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) calcula que 80 000 casos de câncer de pele terão surgido neste ano no Brasil. No próximo dia 22, dermatologistas em todo o país farão exames em quem se interessar (endereços pelo telefone 0800 701-1611). Em parceria com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, foram elaboradas uma lista de conselhos e uma tabela para a escolha do protetor solar adequado.

Quem joga futebol deve usar protetor – o que raramente se faz, apesar da grande exposição ao sol.

À menor suspeita, procure um dermatologista. A maior parte dos casos é facilmente curável com diagnóstico precoce.

Autobronzeadores – cremes que provocam oxidação na superfície da pele, escurecendo-a – são uma opção mais segura que o bronzeamento solar. Mas não dispensam o uso de protetor na praia.

Quem usa filtros com fator alto, como 50, tende a negligenciar reaplicações. Ao longo do dia, é preciso manter uma camada sobre a pele.

Na escolha de cosméticos, como bases, batons e produtos para os cabelos, dê preferência àqueles com protetor solar na fórmula.

 

Saúde

BOA NOTÍCIA
Pílula contra o medo

Cientistas da Escola de Medicina da Universidade Emory, em New Orleans, nos Estados Unidos, descobriram que uma droga usada contra a tuberculose pode ajudar no tratamento de fobias. Vinte e sete pessoas foram testadas em duas sessões que simulavam um elevador de vidro que subia. Antes de cada sessão, dez receberam placebo (pílula inócua) e as demais tomaram a droga. Estas últimas apresentaram resultados muito melhores na segunda sessão. O motivo seria a melhora na transmissão de uma proteína ao cérebro.

 

MÁ NOTÍCIA
Tratamento dobrado

O uso combinado de duas drogas que evitam complicações em infartados – o que, acreditava-se até agora, era benéfico ao paciente – não aumenta a chance de sobrevivência, segundo um estudo patrocinado por laboratórios farmacêuticos e apresentado em um congresso em Orlando, no Estado americano da Flórida. Os medicamentos, conhecidos nos EUA como Retavase e ReoPro, ajudam a restabelecer o fluxo de sangue, combatendo coágulos. Mas, quando administrados juntos, o risco de hemorragias aumentou, sem ganho em eficiência.

 
 
 
 
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