
estasemana
colunas
seções
arquivoVEJA
 |
 |
| (conteúdo
exclusivo para assinantes VEJA ou UOL) |
 |
Crie
seu grupo

|
|
Escolas de terror
Depois
do terrorismo étnico,
do
religioso, do independentista
e do
nacionalista, amadurece o
terror
que funciona como
o braço armado
de
nações criminosas
AFP

BUENOS
AIRES, ARGENTINA 1992
No dia 17 de março a Embaixada de Israel em Buenos Aires foi
atingida por um carro-bomba: 28 pessoas morreram e cerca de 100 ficaram
feridas |
Como idéia e prática, o terrorismo é quase tão
antigo quanto a guerra. O uso sistemático da violência imprevisível
e desmedida contra civis com objetivos políticos é registrado
há séculos. O historiador grego Xenofonte (431-350 a.C.)
descreve sua utilização na Antiguidade. Como toda tática
militar, o terrorismo evoluiu e se tornou mais mortífero, como
comprova o ataque da semana passada contra Washington e Nova York. Pode-se
dizer que esses atentados são fruto de um novo tipo de terrorismo.
A destruição das torres da metrópole símbolo
da riqueza americana exigiu uma ação de guerra planejada,
organizada e bem financiada. Por todas as complexidades envolvidas, dificilmente
poderia ter sido executada por grupelhos clandestinos, movidos apenas
por fanatismo cego ou pelo fervor revolucionário, esgueirando-se
de porão em porão. Os especialistas dizem que a operação
deve ter sido montada numa base física qualquer, protegida
da vigilância externa. Não é trabalho improvisado
de fugitivos em desespero de causa.
MOSCOU,
RÚSSIA 2000
No dia 8 de agosto uma bomba explodiu em uma estação
de metrô no centro de Moscou. O atentado, de autoria não
identificada, matou oito pessoas e deixou mais de cinqüenta feridos |
A revista
americana Foreign Affairs, respeitada publicação
especializada em análises internacionais, batizou há alguns
anos esse tipo de ação de terrorismo pós-moderno.
"A característica fundamental dessa modalidade de terror é
o fato de seus militantes não agirem por motivação
própria. Eles são o braço armado de um governo que
não se sente forte o bastante para declarar guerra aberta a outro",
escreveu Walter Laqueur na Foreign Affairs. O articulista lembra
que, diante da nova ameaça, passa para um segundo plano entre as
preocupações globais o terrorismo de inspiração
puramente nacionalista, como o do IRA, o exército de libertação
da Irlanda do Norte, ou o ETA, cujo objetivo declarado é obter
da Espanha a independência da província basca. "Nunca nos
perdoaremos pelo erro de tratar esses novos terroristas como indivíduos
loucos movidos somente por razões étnicas, religiosas ou
ideológicas. Não. Eles devem ser enfrentados como realmente
são, ou seja, soldados de forças especiais, ligados a exércitos
regulares, mantidos por governos de nações aparentemente
pacíficas", escreveu o ensaísta americano Caleb Carr em
outra publicação especializada, o World Policy Journal.
LÍBANO
1988
Guerrilheiros do PKK, o Partido dos Trabalhadores Curdos,
treinam em campo no Oriente Médio. Entre os atentados promovidos
pelo grupo estão explosões e seqüestros de turistas
em território turco |
O componente
religioso tem influência marcante na ousadia dos atos terroristas
mais recentes, especialmente os atentados suicidas praticados por extremistas
islâmicos. Mas o sacrifício em nome de Deus dá conta
de apenas parte do fenômeno. Sobre esse particular é bom
lembrar o que escreveu o melhor historiador contemporâneo das guerras,
o inglês John Keegan. Ele conta que em quase todos os conflitos,
em exércitos de quase todas as nações, os comandantes
nunca tiveram problemas em recrutar voluntários para missões
de altíssimo risco. É uma verdade óbvia, mas nem
sempre clara. Para ficar com um único exemplo, o ataque aéreo
sobre Tóquio, com o qual os americanos tentaram dar uma resposta
imediata ao ataque japonês a Pearl Harbor na II Guerra Mundial,
envolveu dezesseis aviões bombardeiros. Nenhum voltou a sua base.
Mesmo sabendo que a missão era sem volta um porta-aviões
americano lançou os bombardeiros perto da costa e retornou para
o mar alto , para cada piloto que efetivamente voou apareceram dez
dispostos a morrer. "Entre as várias facetas do terrorismo islâmico,
a existência de mártires é o fenômeno menos
interessante", disse Keegan. "Longe de ser a exceção, o
sujeito que entrega voluntariamente a vida por uma causa é a regra
em um grande número de situações bélicas."
AFP/US Navy

IÊMEN
2000
No dia 12 de outubro um bote de borracha cheio de explosivos foi jogado
contra o casco de um navio de guerra americano ancorado em um porto
no Iêmen. Dezessete marinheiros morreram |
É
preciso, no entanto, traçar uma linha de distinção
entre o que é missão de enorme risco e o que é suicídio
certo. Na missão perigosíssima, o soldado sabe que provavelmente
morrerá, mas tem uma porta aberta no imaginário para a salvação
na última hora. Acredita que, completada a tarefa, talvez encontre
um jeito de sobreviver, mesmo que isso seja muitíssimo improvável.
No ataque sobre Tóquio, alguns dos pilotos americanos nutriam a
esperança de descer em lugar ermo depois do ataque e, de alguma
forma, alcançar a China. No caso específico do terror islâmico,
o indivíduo parte para uma ação em que sua morte
é o passo inicial que desencadeará os resultados desejados.
Ele não quer evitar a morte, porque isso inviabilizaria a missão.
Segundo analistas, a motivação interior dos terroristas
também está ligada a tentações mundanas que
costumam passar despercebidas pelos que observam o fenômeno de longe:
eles também querem dinheiro, prestígio e reconhecimento
social. E isso se consegue em países que incentivam e dão
guarida a esses grupos. "Um fuzil automático tem em certas capitais
do mundo o mesmo efeito hipnótico sobre os jovens que um computador
pessoal ou um carro zero-quilômetro", diz Richard Betts, professor
de ciência política da Universidade Columbia, em Nova York.
É instigante a idéia de que os terroristas se lançam
nessa atividade também porque ela é material, social e espiritualmente
valorizada nas comunidades onde eles vivem. Do ponto de vista da Faixa
de Gaza, de Cabul e de outros centros depauperados do mundo islâmico,
ser recrutado para uma atividade terrorista é uma distinção
notável.
OKLAHOMA,
EUA 1995
No dia 19 de abril um carro-bomba explodiu em um prédio público
americano na cidade de Oklahoma, matando 168 pessoas e deixando mais
de 7000 feridos |
Outra questão
pouco compreendida é o apoio que os grupos de terror recebem. "Os
terroristas agem agora com tanta ousadia e eficiência porque suas
organizações são protegidas por uma rede de conexões
logísticas que correm pelas capitais de muitos países com
os quais os Estados Unidos mantêm relações aparentemente
normais", disse o professor Henry Kissinger, velha águia americana,
que foi ministro de diversos governos de seu país. "Certos atos
de violência coletiva acabam acontecendo por motivos bem mais simples
do que imaginamos: mata-se em muitos casos porque isso, por alguma razão,
se torna permitido e porque os meios repentinamente passam a estar ao
alcance", diz Jan Gross, autor de um livro recente intitulado Vizinhos.
A obra de Gross é focada no massacre de judeus por seus conterrâneos
poloneses ocorrido na cidade de Jedwabne, na Polônia em 1941. Ele
mostra que só o ódio ao próximo não explica
o desencadeamento físico, real, do terror assassino. Judeus e poloneses
viveram se odiando, mas em paz, durante décadas. Essa falsa paz
durou até a chegada das tropas nazistas à cidade. A infantaria
de Hitler deu ao ódio ancestral os meios e a certeza da impunidade
que os cidadãos de Jedwabne precisavam para dar início ao
extermínio dos vizinhos. Os terroristas pós-modernos estão
obtendo nas capitais dos países que os protegem esses mesmos ingredientes:
os meios para agir e a certeza da impunidade para planejar meticulosamente
seus atos criminosos.
AP/Khalil Senosi

NAIRÓBI,
QUÊNIA 1998
No dia 7 de agosto um carro-bomba pôs abaixo o prédio
de quatro andares da Embaixada dos Estados Unidos no Quênia.
O atentado matou mais de 100 pessoas e feriu cerca de 1 000 |
KHOBAR,
ARÁBIA
SAUDITA 1996
Dezenove americanos morreram e outros 400 foram feridos, no dia 25
de junho, em atentado com caminhão-bomba no alojamento militar
americano em Khobar, Arábia Saudita |
O surgimento
do terrorista de Estado, financiado, protegido e guiado por governos,
é algo novo. Mortalmente novo. Em apenas um dia, 11 de setembro,
numa única cidade, Nova York, mais cidadãos americanos morreram
em mãos de inimigos do que soldados americanos na Guerra do Golfo.
São ações de açougueiros que, fora de alguns
círculos obtusos, não atraem simpatia para a causa defendida
pelo terror. Esse é um aparente paradoxo do terrorismo: quanto
mais mortífera e bem-sucedida sua ação, mais ela
reverte contra os interesses dos defensores da causa que motivou a ação
criminosa. Certamente, o dia 11 de setembro será lembrado como
aquele em que o terrorismo cruzou uma linha divisória, foi longe
demais, e nunca mais um ato dessa natureza será encarado com a
mesma complacência do passado. Foi para o terrorismo e para a causa
dos terroristas igualmente um dia trágico, insensato. A historiadora
americana Barbara Tuchman dedicou um livro à tentativa de explicar
por que ao longo da história governos e grupos freqüentemente
perseguem "políticas contrárias a seus próprios interesses".
Ela deu a essa obra o título significativo de A Marcha da Insensatez.
Barbara Tuchman mostra que governantes, em geral despreparados para os
desafios que a realidade lhes joga no colo, se deixam enredar por suas
máquinas de guerra, compromissos políticos, influências
religiosas ou ideológicas. Eles simplesmente perdem a razão.
E se perdem. Assistem a seu país e seus planos de governo serem
arrastados para o lixo da história por ambições desmedidas
de parentes e altos funcionários. Desafiam inimigos poderosos e,
freqüentemente, se metem em guerras impossíveis de ser lutadas
quanto mais vencidas. Enfiam seu povo em armadilhas históricas
que resultam em miséria e sofrimento.
NOVA
YORK, EUA 1993
No dia 26 de fevereiro uma bomba detonada no subsolo de uma das torres
do World Trade Center matou seis pessoas e feriu mais de 1 000 |
Por que,
então, mesmo trazendo dentro de si o germe da própria destruição,
o terrorismo não morre? Ao contrário, se aprimora, se refina
e parece a cada dia mais ousado? Porque, como as drogas pesadas no cérebro
dos usuários, o terrorismo proporciona uma euforia política
inicial a seus autores e simpatizantes difícil de ser vencida.
Esse efeito teatral esteve na base das ações terroristas
que abalaram o mundo há 100 anos, quando do surgimento do anarquismo
como força política na Europa. Para os anarquistas, o ato
terrorista em si era uma vitória. Em 1894, os anarquistas mataram
o presidente francês Sadi Carnot. Alguns anos mais tarde esfaquearam
fatalmente a imperatriz Elizabeth, da Áustria, e mataram o primeiro-ministro
espanhol, Antonio Cánovas. Umberto I, rei da Itália, e William
McKinley, presidente dos Estados Unidos, foram as vítimas seguintes
dos anarquistas. O terrorismo, pela primeira vez, apareceu na pauta dos
governantes como seu problema mais sério. De Dostoievski a Henry
James, escritores registravam a ação dos assassinos políticos.
No decorrer do século XX, o terrorismo foi combatido de todas as
formas e sempre conseguiu ressurgir metamorfoseado. Os comunistas inventaram
o terrorismo de Estado, a criação de formidáveis
máquinas de financiamento e treinamento de assassinos politicamente
motivados. No auge da Guerra Fria, Cuba exportava terroristas e tecnologias
de assassinato de oponentes para a América Latina. Os americanos,
por intermédio da CIA, faziam o mesmo. A arena política
foi transformada em um palco de ousadias miúdas, já que
os arsenais nucleares de lado a lado impediam um confronto direto das
duas potências.

JERUSALÉM,
ISRAEL 1946
Menachem Begin liderou ataques terroristas, como o do hotel King David,
em Jerusalém, para expulsar os ingleses de Israel, elegeu-se
primeiro-ministro e foi Nobel da Paz |
Por ter sido
tratado como um subproduto da Guerra Fria, reação inevitável
de grupos submetidos a invasores cruéis, o terrorismo nunca foi
enfrentado com toda a força que sua virulência exige. A comunidade
internacional sempre empurrou a questão com a barriga. Mesmo diante
de evidências assustadoras da ousadia sem fim do terror, o adiamento
sempre venceu. Gastaram-se centenas de reuniões na ONU simplesmente
para definir o que era terrorismo. Foram momentos memoráveis da
demagogia inerente aos fóruns de discussão da comunidade
internacional. Em 1972, nas Olimpíadas de Munique, quando onze
atletas israelenses foram mortos num atentado terrorista, o então
secretário-geral das Nações Unidas, o austríaco
Kurt Waldheim, tentou levar a ONU a uma ação mais decidida
contra o terror. Fracassou. Foi derrotado por argumentos dos árabes
segundo os quais os movimentos tachados de terroristas apenas lutavam
a favor de direitos fundamentais, como liberdade e independência,
e contra o racismo e o colonialismo. Venceu a tese de que mais importante
que o combate à violência terrorista seria a erradicação
de suas causas que seriam a injustiça, a exploração,
a desigualdade. Em um célebre discurso na ONU em 1974, o líder
palestino Yasser Arafat defendeu a tese de que um povo que luta pela própria
independência tem o direito de apelar para atos terroristas. Foi
muito aplaudido. Impecável na teoria, o discurso de Arafat e o
apoio que ele recebeu abriram a porta a abusos de toda ordem. Em dez anos
o número de grupos terroristas de expressão mundial multiplicou-se
por cinco. Chegaram a ser 55 em 1978. Quantos deles lutavam contra invasores
ou pela independência do país? Uma meia dúzia, especialmente
na África. Os demais apenas aproveitaram a onda favorável.
TÓQUIO,
JAPÃO 1995
Na manhã do dia 20 de março o gás letal sarin
foi lançado em cinco trens do metrô de Tóquio.
O atentado matou doze pessoas e deixou outras 5 500 intoxicadas |
A Organização
para a Libertação da Palestina (OLP), de Arafat, hoje oficialmente
convertida em um organismo que abomina o terrorismo, foi no passado uma
incubadora de entidades terroristas. A OLP foi a primeira a treinar outras
organizações terroristas e a organizar cursos periódicos
de terrorismo e guerrilha urbana em seus campos de refugiados no Líbano
e na Jordânia. Por seis semanas de curso, cada participante pagava
até 10.000 dólares. No auge de
sua atividade, a OLP chegou a arrecadar com suas aulas cerca de 600 milhões
de dólares anuais. O terrorismo deve, em parte, sua trajetória
de sucessos no decorrer do século XX ao fato de muitos países
que então sofreram sua ação terem lançado
mão dele no passado. O caso de Israel é emblemático.
Os judeus tiveram de lutar pela independência, mesmo depois que
a ONU criou ali o Estado de Israel. O terrorismo era moeda comum. O inimigo?
Os ingleses. Os pais fundadores de Israel, como o ex-primeiro-ministro
Menachem Begin, ganhador do Prêmio Nobel da Paz, envolveram-se em
bem-sucedidas atividades terroristas. A explosão do quartel-general
das tropas inglesas no hotel King David, em Jerusalém, em 1946,
foi o ato mais ousado do terror dos israelenses. A cena do hotel com as
janelas despedaçadas chocou a opinião pública inglesa.
Mais algumas semanas e as tropas de sua majestade abandonariam a Palestina.
Os próprios americanos reconhecem hoje que muitas de suas ações
na Guerra do Vietnã nos anos 60 e 70 só podem ser descritas
como atos de terrorismo. A mais abominável delas talvez tenha sido
a chamada Operação Phoenix, hoje abertamente admitida pelos
americanos como um erro histórico. A operação levou
ao assassinato de altos dirigentes sul-vietnamitas favoráveis à
convivência pacífica com o Norte comunista. Justamente para
poderem valer-se de expedientes condenáveis, os Estados Unidos
nunca declararam guerra oficialmente ao Vietnã do Norte. Hoje,
a natureza do terrorismo mudou. "O terrorismo é um teatro", disse
a VEJA Brian Jenkins, estudioso do fenômeno da violência política
da Universidade Saint Andrews, da Escócia. Na semana passada, ele
escolheu seu palco mais disputado, Nova York, a cidade mais cosmopolita
do mundo e a menos americana dos Estados Unidos. Terrorismo sem palco
não existe, já que, por mais devastador, o impacto de suas
bombas e tiros não tem o poder de derrubar governos e regimes.
Espera-se que, ao ter atingido seu mais ambicioso alvo na semana passada,
essa forma odiosa de assassinato coletivo tenha também encontrado
seu caminho para a extinção.
|
As
faces do
horror
Os
homens abaixo são protagonistas das peças mais marcantes
no teatro do terror. Não seguem um padrão de comportamento.
Há os que agem sozinhos e os que participam de grupos movidos
por ideais religiosos ou políticos. Há também
mercenários e psicopatas
Warner Bros
 |
"Nosso
principal objetivo é construir uma Irlanda livre. Para
isso, o caminho não deve ser fácil nem difícil,
mas inspirador e exultante."
Michael
Collins, o idealista e fundador do IRA, grupo terrorista
irlandês |
"Sou
paquistanês por nascimento e palestino por opção.
Minha meta é clara: a destruição de Israel."
Ramzi Yousef, mentor do primeiro
atentado ao World Trade Center, em 1993, que teve seis mortos.
Foi condenado a 240 anos de prisão |
Reuters
 |
"Faria
tudo de novo, e melhor."
Illich Ramírez Sánchez, o maior
terrorista de todos os tempos, que ganhou o apelido de Carlos, o
Chacal. Aos 49 anos, cumpre prisão perpétua em presídio na França
"Vamos
provocar um desastre que vai fazer o terremoto de Kobe parecer tão
suave quanto uma mosca pousando."
Shoko Asahara, guru
japonês, acusado de jogar o gás letal sarin no metrô
de Tóquio, matando doze pessoas
"Um
homem armado é um cidadão. Um desarmado é um
súdito."
Timothy
McVeigh, americano, autor do atentado
que explodiu um prédio em Oklahoma e matou 168 pessoas. Sua
sentença de morte foi cumprida neste ano
"Peres
e Rabin são serpentes. Se cortarmos a cabeça deles,
a serpente perderá seu caminho. O Estado será salvo
se alguém eliminar esses homens."
Yigal
Amir, assassino do primeiro-ministro de
Israel Yitzhak Rabin
"Vou
matar e fazer algum esforço para não ser preso. Assim
poderei matar outra vez."
Theodore
Kaczynski, o Unabomber, professor americano
que durante anos mandou bombas para várias pessoas nos EUA
|

Veja também |
|
|
|
|
|
 |
|
 |

|
 |