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Cartas
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"Religião e fé, quanto mais, melhor.
Principalmente para nossos jovens, que
estão com tanta oferta de coisas ruins."
Rosangela Barollo Sforcin
São Paulo, SP |
Evangélicos
Magnífica a reportagem
acerca dos pastores da nova geração. De fato, hoje
a palavra de Deus vem sendo proclamada de forma empolgante por intermédio
de ministros à altura dos tempos modernos. Se o mundo secular
está em constante transformação, o mesmo se
pode dizer dos pastores modernos. Por meio de uma linguagem simples,
porém profunda, do Evangelho cristão, esses homens
de Deus têm atraído milhares de pessoas a viver uma
experiência maravilhosa ao lado de Jesus Cristo. Em nome do
povo evangélico do Brasil, agradeço a VEJA por essa
interessantíssima matéria ("Os novos pastores", 12
de julho).
Vanessa Oliveira
Salvador, BA
É incrível como
VEJA capta e consegue traduzir corretamente a essência dos
problemas e mudanças sociais brasileiros. Um exemplo é
a reportagem de capa da última edição, excelente
e oportuna porque traduz uma realidade incontestável: a movimentação
do povo buscando sair da mesmice, procurando se aproximar de Deus,
numa fé palpável, prática, de resultados, na
tentativa de minimizar as insatisfações humanas. Creio
que o único caminho para o ser humano é aproximar-se
de Deus, diante de tanto desamor no mundo atual.
Pedro Ronaldo Pereira
Florianópolis, SC
O pastor é show, mas quem
fez o "gol" mais uma vez foi VEJA, que "coloriu" sua capa e, finalmente,
com seu tradicional show de imparcialidade e de informação
procedente, vê e reconhece em suas páginas a "fé
que mais cresce no Brasil". VEJA deu a ela justo, devido e merecido
destaque. Para mim, ser evangélica hoje é a mais contundente
forma de crescer em Cristo Jesus. Obrigada, VEJA!
Annette Akel Porfírio
São Paulo, SP
Já era hora de mostrar
o motivo pelo qual tantas pessoas se tornam protestantes: uma mudança
interna que se reflete qualitativamente na vida do indivíduo
e na dos que o rodeiam. Entretanto, saliento que a essência
não está em ser ou não evangélico, e
sim na fonte onde se buscam os ensinamentos.
Luís C. Barros
Porto Alegre, RS
Gostaria de salientar a importante
matéria de VEJA. Mas a revista tem se esquecido de mencionar
a Igreja do Evangelho Quadrangular, que possui mais de 40.000 pastores
em todo o Brasil, com aproximadamente 10.000 templos e mais de 100.000
congregações e pontos de pregação. E,
segundo o IBGE, temos mais de 2 milhões de membros. A capa
de VEJA da edição 1 758 (3 de julho de 2002) mostrou
foto de nosso evento em Minas Gerais, e fotos internas revelam mais
de 100.000 pessoas na Praça do Papa. Nosso líder no
Brasil é o reverendo Mario de Oliveira.
Reverendo Celso Nascimento
Secretário-geral de comunicação Igreja do Evangelho
Quadrangular
Por e-mail
Sou pastor há sete anos
de uma igreja neopentecostal no interior de Pernambuco. Cito semanalmente
os artigos desta revista como ilustrações de meus
sermões no Templo da Igreja Maranata Ministério
Surubim. Quando li trechos da reportagem, ouviram-se gritos de glória,
aleluia e aplausos. Enfim, uma publicação que nos
trata sem concessões, mas também sem preconceitos.
Pastor Geraldo Magela
Surubim, PE
Parabéns pela reportagem.
A explosão evangélica no Brasil não é
resultado do ministério do "pastor show", mas fruto do ministério
de milhares de pastores humildes do interior, que vivem com simplicidade
a fé evangélica.
Reverendo Leonardo Sahium
Igreja Presbiteriana da Gávea
Rio de Janeiro, RJ
O falso milagre e a falsa promessa
do céu na terra têm nas romarias e nos templos a maior
demonstração de alienação e analfabetismo
espiritual do povo brasileiro. Católicos romanos e neo-evangélicos
reinterpretam a Bíblia, quando não a ignoram,
para dar ênfase aos próprios projetos institucionais
e personalistas. Numa inversão da palavra de João
Batista "Importa que ele cresça e eu diminua", estamos assistindo
ao sumiço de Jesus e ao destaque dos papas, pastores e apóstolos.
Armando Bispo da Cruz
Fortaleza, CE
Parlamentares investigados
Parabéns pela reportagem
"Museu vivo do Código Penal" (12 de junho), sobre os nossos
parlamentares que estão sob suspeita. Mais parece um museu
dos horrores, pois eles, que devem cuidar dos interesses dos brasileiros,
acabam só cuidando dos deles. E o resto? O pior é
que essas pessoas vão entrar na nossa casa, quando tiver
início a propaganda política gratuita, e muitas serão
reeleitas, para desespero nosso. Bem que VEJA poderia distribuir
essa matéria para que fosse colocada em cada seção
eleitoral, e, aí, vendo o rosto do candidato, ninguém
votaria. Pena que a memória do brasileiro, para as eleições,
seja curta.
Gilson Brun
Curitiba, PR
Ao publicar o nome e a foto dos
parlamentares suspeitos, VEJA está prestando um serviço
de utilidade pública à nação brasileira.
Que nossa memória permaneça viva até outubro,
para que possamos excluí-los da vida pública brasileira.
Ninguém agüenta mais!
Ronnie Adriani Moreira Ribeiro
Rio de Janeiro, RJ
Com relação à
matéria "Museu vivo do Código Penal" (12 de junho),
esclareço que o processo do qual sou vítima se originou
de denúncia eleitoral sobre patrocínio esportivo absolutamente
legal, feito por estatais de Minas Gerais, em 1998. Membros do Ministério
Público não souberam diferenciar patrocínio
de publicidade, conforme a Lei nº 8666/93 (Lei de Licitação).
Além disso, não consideraram os níveis de responsabilidade.
Lamento ainda que o título e a chamada da matéria
não estejam de acordo com seu conteúdo. Tratar denúncias
no âmbito eleitoral como se fossem sentenças é
confundir a opinião pública.
Eduardo Azeredo
Senador (PSDB-MG)
Brasília, DF
Na campanha política de
2000, correligionários do então prefeito de Nova Serrana,
inconformados com o resultado do pleito, apresentaram denúncias
que se mostraram infundadas. Nessas denúncias, que envolveram
o candidato eleito, que foi absolvido em todas as instâncias,
meu nome também foi citado, o que motivou a abertura de inquérito.
O próprio Ministério Público Federal, comprovada
a inexistência da prática de crime de qualquer natureza
por parte deste parlamentar, requereu o arquivamento dos autos.
Jaime Martins
Deputado (PL-MG)
Brasília, DF
O deputado federal Antonio Carlos
Pannunzio (PSDB-SP) é frontalmente contrário à
utilização da imunidade parlamentar como forma de
proteger deputados federais ou senadores envolvidos em crimes que
não guardam relação com a função
parlamentar. Tanto é assim que se destacou como um dos principais
líderes do processo que resultou na aprovação,
em 2001, da Emenda Constitucional nº 35, que acabou com a exigência
de "licença prévia" de qualquer das Casas do Congresso
Nacional para que deputados federais ou senadores possam ser processados
criminalmente.
Bernadete de Aquino
Assessoria de imprensa: Ricardo Viveiros Oficina de Comunicação
Sorocaba, SP
A bem da verdade dos fatos e
no exercício do direito de resposta, esclarecemos ser indevida
a inclusão do nome do deputado Inocêncio Oliveira (PMDB-PE),
primeiro-secretário da Câmara dos Deputados, na lista
publicada pela revista VEJA sobre os parlamentares investigados
pelo Ministério Público Federal. Acatando voto da
relatora Ellen Gracie, o Supremo Tribunal Federal absolveu, por
9 votos a 1, o deputado Inocêncio Oliveira no processo que
havia sido movido pelo procurador-geral da República, Cláudio
Fonteles, ficando portanto inocentado da acusação
de explorar trabalho degradante em fazenda que lhe pertenceu e que
foi vendida em 2002, no município de Gonçalves Dias
(MA). O voto contrário, vencido, foi do ministro Joaquim
Barbosa. Agradecemos a publicação deste esclarecimento,
por um dever de justiça.
José Adalberto Ribeiro
Assessoria de imprensa do deputado Inocêncio Oliveira
Recife, PE
Correios
Em face da matéria "De
volta ao início?" (12 de julho), tenho a esclarecer que não
indiquei ninguém para os Correios, não articulei nomes
nem tive conhecimento antecipado do assunto.
José Sarney
Senador (PMDB-AP)
Brasília, DF
Presos
A foto publicada sob o título
"Confinados como animais" (12 de julho) foi chocante. Desonra nossa
civilização.
Sônia Fonseca
Presidente do Fórum Nacional de Proteção e
Defesa Animal
São Paulo, SP
Que meu bom Deus me perdoe, mas
realmente é o que merecem, pois foram eles próprios
que destruíram. Portanto, que sejam responsáveis pelos
seus atos e sofram as conseqüências.
Edmilson Vitorino
São Caetano do Sul, SP
Copa de 2006
Em todas as instituições
sérias, os profissionais precisam gerar resultados para continuar
ocupando o cargo. Inexplicavelmente, na seleção brasileira
de Parreira aconteceu o contrário, ou seja, os jogadores
foram escalados com base no que realizaram em seus clubes (ou num
passado muito remoto) e não necessitaram fazer nada além
disso em campo para continuar como titulares ("6 razões (certas)
para odiar a seleção", 12 de julho).
Wiliam Tabchoury
Piracicaba, SP
Nosso futebol foi o reflexo do
que ocorre em nosso país: líderes que não sabem
liderar, pouca responsabilidade, apadrinhamento, falta de comprometimento,
descaso com nossos recursos financeiros, humanos e naturais e, acima
de tudo, desrespeito pelo povo. Essa só poderia mesmo ser
a nossa seleção!
Fabricio Fornari
Porto Alegre, RS
Roberto Pompeu de Toledo
De tudo o que se escreveu sobre
o fiasco da Copa de 2006, nada foi tão real, transparente
e inteligente como as palavras de Roberto Pompeu de Toledo ("Recomendações
para a Copa de 2010", Ensaio, 12 de julho). Aliás, esse artigo
deveria ser amplamente divulgado e também servir de cartilha
para os pretensos técnicos e jogadores brasileiros da Copa
de 2010.
Rosangela R. Alves
Florianópolis, SC
Após a desclassificação
do Brasil na Copa do Mundo, pela França, ouvi muitas teses
ou teorias, mas nada comparado com a originalidade e o discernimento
do artigo de Roberto Pompeu de Toledo. São recomendações
para 2010, contudo servem para explicar a desclassificação
prematura do Brasil. Como se fala na língua do futebol: Roberto,
foi show de bola!
Dimas Rotava
Carlos Barbosa, RS
Roberto Pompeu de Toledo, com
o peso de sua opinião, fez a recomendação irrefutável
para que o Brasil venha a ter, na Copa de 2010, o sucesso que não
teve nesta nem na de 1998.
Pedro Luís de Campos Vergueiro
São Paulo, SP
Lya Luft
Na edição de 12
de julho, Lya Luft opina sobre "A conquista da velhice", tema oportuno
diante da transição demográfica que vivemos.
O Brasil é um país jovem, mas grisalho. É verdade
que devemos evitar a gerontocracia e os preconceitos relacionados
ao envelhecimento. Concordo que tornar o idoso uma caricatura de
um jovem é um grande erro. Contudo, envelhecer bem vai além
do desejo de quem envelhece. Infelizmente, o envelhecimento aumenta
as nossas vulnerabilidades biológicas, ambientais, sociais
e econômicas. O envelhecimento ativo é apoiado em três
pilares: participação, segurança e saúde.
Portanto, "a conquista da velhice" envolve esforços de toda
a sociedade para mudar paradigmas. É um grande desafio que
temos de enfrentar. Ensinar os jovens a envelhecer seria um bom
começo para termos mais idosos como Mafalda Verissimo.
Mauricio Wajngarten
Professor livre-docente em cardiologia da Faculdade de Medicina
da USP
e diretor da Unidade Clínica de Cardiogeriatria do Incor,
Hospital das Clínicas, FMUSP
São Paulo, SP
Norah Vincent
Ao ler a entrevista com Norah
Vincent (Amarelas, 12 de julho), tive a impressão de que
os homens vivem num mundo em que, a todo instante, têm de
provar ser algo que na verdade não são. E isso é
assustador, do ponto de vista feminino. Deixo aqui a minha solidariedade
à ala masculina. Homens... é permitido chorar!
Danielle C. de Oliveira
Recife, PE
Veja essa
Gostaria de cumprimentá-los
por inserir na seção Veja essa (12 de julho) a posição
da modelo, apresentadora e atriz Fernanda Lima sobre nós,
brasileiros. Precisamos mudar nossa atitude. Queremos, e podemos,
ter um Brasil melhor!
Rodrigo Aguiar
Por e-mail
BMG
A propósito de matéria
da edição 1.964, esclarecemos que o BMG tem uma rede
de 20.000 agentes bancários, atua com crédito consignado
desde 1998 e é líder do segmento desde 1999. O TCU
afirma no seu relatório que o desempenho do banco se explica
porque "a taxa de juros era bem competitiva, o que justificaria
a alavancagem desse negócio", e "os resultados do banco continuaram
a ser expressivos mesmo depois da entrada de outras instituições
financeiras nesse mercado". O TCU não aponta os problemas
registrados quando da assinatura do primeiro convênio entre
o BMG e o INSS como determinantes para o lucro nas operações.
Durante 38 dias, entre setembro e outubro de 2004, quando estiveram
apenas a CEF e o BMG no mercado, o BMG obteve receita bruta de 43
milhões de reais, que corresponde a 4,58% do total de 937
milhões de reais no ano. De outubro de 2003 a setembro de
2004, 35 bancos pagadores de benefício podiam atuar no mercado
e não o fizeram. A autorização, em agosto de
2004, para que bancos não pagadores de benefícios
pudessem oferecer crédito consignado a aposentados não
foi exclusiva para o BMG. Os empréstimos a empresas ligadas
ao senhor Marcos Valério somam 29 milhões de reais,
houve pagamento de juros e taxas e a execução ocorreu
quando foi verificada a inadimplência. O valor de 41 milhões
de reais apontado por VEJA foi obtido somando-se o empréstimo
original e o refinanciamento para amortizá-lo.
Márcio Araújo
Banco BMG S.A.
Belo Horizonte, MG
Energia
Em relação à
nota intitulada "Multa milionária", publicada na coluna Radar
da edição 1.964 (12 de julho), a Eletrobrás
informa que interpôs, no dia 10 de julho, recurso administrativo
e pedido de reconsideração junto à Agência
Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A empresa assegura
que a gestão da conta de consumo de combustível (CCC)
tem sido feita de acordo com as determinações legais
e com a diligência e a seriedade que caracterizam todas as
ações da companhia.
Carla Castelo Branco
Chefe da assessoria de imprensa da Eletrobrás
Rio de Janeiro, RJ
Louis Vuitton
Somos uma das empresas que fazem
parte do grupo LVMH e o representam no Brasil. A Louis Vuitton no
Brasil tem operação autônoma e contamos com
diretoria própria, independente do grupo, comandada por Frédéric
Morelle, CEO Louis Vuitton para a América Latina e África
do Sul. No Brasil desde 1989, a Louis Vuitton tem como política
mundial jamais divulgar sua performance, mas gostaríamos
de dividir com a revista nossa satisfação com o mercado
brasileiro ("Miserê na primeira classe", Holofote, 12 de julho).
Patrícia Romano
Relações-públicas
Louis Vuitton Brasil
Veja.com
Eu gostaria de parabenizar a
página da revista VEJA intitulada Veja.com, com seus resumos
claros e objetivos do que podemos encontrar na internet. Parabéns!
Caroline Pontini Martins
Linhares, ES
CORREÇÕES:
Diversamente do que foi publicado (Holofote, 12 de julho), Evelyse
Britto é diretora da divisão de cosméticos
e perfumes do grupo LVMH. A queda de faturamento relatada refere-se
a essa unidade do grupo.
A empresa de contêineres Maersk Line é uma divisão
da A.P. Moller Maersk Group, de origem dinamarquesa, e não
holandesa (Holofote, 12 de julho).
O nome do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Marco Aurélio
Mello, foi grafado de forma errada na coluna de André Petry
(12 de julho).
A Congregação Cristã no Brasil não exige
curso de teologia para formação de seu ministério
("Como se forma um pregador", 12 de julho).
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COTAS RACIAIS
Paulo H. Carvalho/AE
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| Yvonne e José Carlos com Aldo
Rebelo e Renan Calheiros: não às cotas |
A foto que ilustra a reportagem
"Convite ao ódio racial" (12 de julho) mostra
o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo,
e o presidente do Senado, Renan Calheiros, recebendo
uma carta pública assinada por intelectuais que
se posicionaram contra as cotas raciais nas universidades,
e não o manifesto a favor delas. Quem faz a entrega
da carta é Yvonne Maggie, titular de antropologia
do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da
Universidade Federal do Rio de Janeiro, e José
Carlos Miranda, líder do Movimento Negro Socialista.
"Tenho me dedicado a tentar convencer as pessoas do
disparate, para o Brasil, que as cotas raciais representam",
diz Yvonne.
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O MEIO AMBIENTE AGRADECE
A nota "A calculadora ambiental"
(5 de julho), sobre o software que mede a contribuição
de cada pessoa para o aumento do efeito estufa, despertou
o interesse dos leitores Márcia Dornellas, de
São Carlos (SP), e Manoel Pacheco do Nascimento
Filho, de Curitiba (PR). Desenvolvido pela ONG Iniciativa
Verde, o software não só avalia a participação
individual no aquecimento global como indica o número
de árvores que devem ser plantadas para minimizar
os danos causados ao meio ambiente. Para colaborar com
a reconstituição da biodiversidade brasileira,
a ONG também relaciona em sua página algumas
espécies nativas e ensina como plantá-las.
Os dados estão disponíveis no site www.iniciativaverde.com.br.
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