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Cartas
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"É
estarrecedor saber que há um número grande de paulistanos
dispostos a votar nele nas próximas eleições!"
Luiz M. Leitão da Cunha
São Paulo, SP
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Paulo
Maluf
VEJA
mais uma vez contribui para a moralização da administração
pública brasileira. Cabe-nos agora exigir uma apuração
rigorosa e a punição exemplar para esse usurpador
dos cofres públicos ("345 milhões de dólares...",
12 de maio).
Claudinei Paulino
Goiânia, GO
Não
é que esperássemos que Maluf tivesse a consciência
de um Raskolnikov protagonista da grande obra Crime e
Castigo, de Dostoievski , mas negar veementemente a culpa
após os fatos apresentados por VEJA é muita desfaçatez.
Um pouco de pejo e remorso não lhe fariam mal e o livrariam
de um castigo ainda maior, quando for prestar contas ao Senhor.
Carlos Eduardo Pompeu
Limeira, SP
Quando
milhões de brasileiros estão imexíveis abaixo
da linha de pobreza, gatunagens como essa, e tantas outras, não
permitem que o Estado resgate essas pessoas do cortiço desumano
em que se encontram.
Mauro Xavier Biazi
Guarapuava, PR
Para
mim, o importante é que Maluf fez muito por São Paulo
e pelo Brasil. Ele foi desonesto em algum momento? Ora, que atire
a primeira pedra o político que nunca cometeu algum deslize.
Maluf faz, e isso é o que importa, pois a maioria dos políticos
rouba e nada faz. Meu apoio irrestrito e incondicional ao doutor
Paulo Salim Maluf, meu patrício. Tenho certeza de que ele
irá provar sua inocência.
Mário Annuza
Rio de Janeiro, RJ
É
indizível a sensação de impotência e
perplexidade que invade a imaginação do povo brasileiro
diante das informações contidas na matéria.
Que o Ministério Público vá fundo nas investigações,
pois somente assim teremos a esperança (certeza é
difícil) de que a impunidade não imperará em
mais um caso escabroso de desvio de verbas públicas.
José Dimas da Silva Fonseca
Pouso Alegre, MG
O
cinismo de Maluf é inacreditável. Depois de terem
sido rastreadas e comprovadas as suas contas na Suíça,
ele continua negando a existência delas e desafiando o Ministério
Público. A Justiça tem uma oportunidade histórica,
punindo Maluf exemplarmente, de provar que não haverá
mais a impunidade dos grandes no país.
Jaime Leitão
Rio Claro, SP
Gostaria
de dizer ao senhor Maluf: fique tranqüilo, pois em 504 anos
de história não conseguimos colocar alguém
como o senhor na cadeia.
José Francisco de Paula
Belo Horizonte, MG
O
desenvolvimento de um país depende de sua política
séria, de uma economia estabilizada e principalmente de um
povo consciente. O Brasil verde-amarelo possui uma política
cinza. A poluição de líderes egocêntricos
como Paulo Maluf dificulta a sobrevivência do povo numa sociedade
capitalista. A falta de seriedade constante dos políticos
deste país é deprimente. A economia de um Estado jamais
se solidificará com a corrupção. É notório
e incessante o ataque aos cofres públicos. O roubo indireto
do bolso do brasileiro precisa acabar para que possamos progredir.
Carlos Willian Lara de Azevedo
Sapucaia, RJ
Robert
Redford
Fiquei
emocionada com as palavras do encantador Robert Redford (Amarelas,
12 de maio). Senti-me comovida, pois já sou uma cinqüentona
e muitas vezes vivo situações constrangedoras devido
à minha idade. Quero enfatizar as palavras desse homem: "A
obsessão com a juventude é um aspecto triste da nossa
cultura". A degeneração física e mental existe,
e acontece na nossa vida naturalmente. Por que não aceitá-la?
Ana Lúcia Santos de Faria
Belo Horizonte, MG
A
entrevista com Robert Redford é uma luz no fim do túnel.
A impressão que se tem é que todos os americanos pensam
e agem como o "Sr. Bush da Guerra", já que sua aprovação,
como demonstram pesquisas recentes, é bastante alta. Espero
que mais americanos sejam como Robert Redford, inteligentes e nobres
nas palavras e empreendedores em suas ações. Sua preocupação
com o futuro do planeta e com a liberdade de expressão é
bem-vinda.
Clodoaldo Moreira
Marília, SP
Stephen
Kanitz
Brilhante
o artigo "Procuro um avalista" (Ponto de vista, 12 de maio). Pura
realidade. Quando avalizamos uma pessoa, estamos a meio caminho
de perder sua amizade e nosso dinheiro. Todo banco tem sua seguradora.
Acredito que seria muito interessante se o Banco Central determinasse
aos bancos comerciais que o cliente poderia optar por fazer um "seguro
de risco". Em caso de inadimplência, o banco tomaria todas
as providências para cobrar o empréstimo. Caso o patrimônio
do devedor não seja suficiente para saldar o débito,
aí, sim, o seguro seria utilizado para cobrir o saldo remanescente.
Fernando V. Abreu
Belo Horizonte, MG
Gustavo
Franco
O
artigo "Favela e informalidade" (Em foco, 12 de maio), de Gustavo
Franco, além de oportuno, coloca sem meias verdades o dedo
na ferida: a favelização das empresas no Brasil, fruto
da altíssima carga tributária e da concorrência
desleal que ela provoca. De fato, enfrentar esse problema é
um desafio semelhante ao enfrentamento do galope inflacionário
que empobreceu o país por anos a fio.
Emerson Kapaz
Presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial
São Paulo, SP
Holofote
Com
relação à nota publicada na edição
desta semana de VEJA ("Mais espaço para crianças",
Holofote, 12 de maio), informamos que o Projeto "Meu Guri", da Força
Sindical, teve sua viabilização utilizando também
recursos públicos provenientes do governo do Estado de São
Paulo (a fundo perdido, no valor de 100.000
reais, repassados através desta secretaria) e também
do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES
(valor informado de 200.000 reais).
Engenheiro Ademir Villatoro
Dirigente do Núcleo de Programas Estaduais Secretaria de
Economia e Planejamento
São Paulo, SP
Radar
Foi
com grande satisfação e orgulho que lemos na seção
Radar ("Brasileira na OMS", 12 de maio) a notícia da nomeação
da nutricionista Dra. Denise Coitinho como diretora de Nutrição
da OMS. Aqui no Observatório de Políticas de Segurança
Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília,
que ela coordena, temos convicção de que quem deve
ser cumprimentada é a OMS, por escolha tão acertada.
A UnB abre mão de uma grande pesquisadora para que o mundo
a aproveite.
Muriel Gubert e Janine
Coutinho
Brasília, DF
Veja
essa
Estonteante
a beleza da atriz Carolina Ferraz na foto estampada na página
38 da edição 1853 de VEJA (Veja essa, 12 de maio).
Por favor, dêem a ela meus parabéns por ter deixado
de fumar. Se ela já era bonita, agora vai ficar mais ainda.
Benedito José do Espírito Santo
Por e-mail
Kaká
Parabéns,
VEJA, pela reportagem "O príncipe de Milão" (12 de
maio), sobre o jogador Kaká, que é um bom exemplo
para muitos evangélicos. Mesmo com todo o sucesso que está
fazendo, e milionário, continua simples e não tem
vergonha de dizer ao mundo que é de Jesus. Gostei também
da pureza do seu namoro e da declaração de amor à
namorada.
Alan Anderson Chaves Ramos
Campina Grande, PB
Muito
boa a reportagem sobre o Kaká. Neste mundo de violência,
jovens como esse rapaz apresentam vitórias dando um bom testemunho
de que Deus é fiel, e não o roubo, as drogas, a prostituição.
José Carlos de Lima Muniz
Manaus, AM
Iraque
Tortura
não é novidade para os americanos. O mundo todo sabe
que o comportamento do Exército americano na Guerra do Vietnã
foi tão terrível, se não pior, quanto no Iraque
("Vergonha nacional", 12 de maio). A novidade nesta guerra é
o avanço de algumas tecnologias cada vez mais populares,
como as câmeras digitais e a internet, que permitem a amadores
tirar fotos e divulgá-las com facilidade e agilidade. Isso
explica a péssima qualidade das fotografias divulgadas. Além
de as fontes terem aumentado em número, a velocidade da informação
também aumentou, potencializando o impacto causado por essas
cenas de tortura. Ou seja, o que está chocando a opinião
pública é algo que sempre aconteceu, mas não
era divulgado dessa forma.
Fábio Petzhold Dias
São Paulo, SP
Confesso
que não conhecia esse lado barbaramente criminoso e sádico
de torturadores de indefesos prisioneiros dos americanos. É
evidente que todas as pessoas que direta ou indiretamente contribuíram
para tal inominável delito (dirigidos ou dirigentes) devem
ser afastadas de suas posições e levadas a uma das
penitenciárias dos Estados Unidos.
José Rubens Medeiros
Conselheiro Lafaiete, MG
Prefeituras
Sobre
a reportagem de capa "Pragas urbanas desperdício,
desvio e corrupção" (28 de abril), esclareço
que o porcentual de 20% por mim mencionado ao autor da reportagem
não se refere, como constou, ao total de desvio de verbas
públicas no Estado do Rio Grande do Sul, tratando-se de índice
estimado que pode ser apurado por meio de auditorias especiais ou
operacionais, abrangendo todos os atos de uma administração.
Luiz Carlos Ziomkowski
Procurador de Justiça/RS
Porto Alegre, RS
Andréa
Salgado
Seu
acidente a muitos sensibilizou, mas certamente ficaria banalizado
se não fosse o estado de pasmo em que permanecemos diante
de seus depoimentos públicos. Vimos você, singela,
fazendo uso de uma lucidez espantosa, com extrema consciência,
remindo sua alma. Bravo! Não tenho pena de você. Tenho
orgulho. Sob sua ótica, muitos podem se descobrir em diferentes
estados de alienação, atuando na vida pessoal ou em
nossa sociedade. Como somos carentes de pessoas como você
neste país. Quem dera o Brasil tivesse sua cara, Andréa
(Amarelas, 5 de maio)!
Leonardo Ayres Cordeiro
Lagoa Santa, MG
Cláudio
de Moura Castro
Parabéns
pelo artigo "Cadê a velhinha da licitação?"
(28 de abril). Concordo que é quase impossível operar
a máquina pública no Brasil, quando o foco é
o interesse público. O mais lamentável, quando se
constrói a máquina pública com as cores dos
partidos políticos, e não com as do interesse público,
não é a ineficiência, mas a elevada corrupção.
Esteve certo o senhor quando adotou, em suas experiências
administrativas, a continuidade. O ideal, no entanto, seria que
isso não dependesse tão-somente das convicções
do administrador público, mas que fosse uma convicção
da lei. Uma das tarefas em que pretendo me ocupar na Câmara
dos Deputados será essa de revisão da estrutura administrativa
dos governos.
Deputada Denise Frossard
Brasília, DF
Roberto
Pompeu de Toledo
O
senhor Pompeu colocou em pauta a questão do usuário
de drogas e conseqüentemente seu contributo para o aumento
da violência ("A cheirada, a tragada e o sangue", Ensaio,
28 de abril). Durante um certo período também pensava
assim. Porém, depois de conhecer um pouco a realidade dos
europeus (que segundo estatísticas são os maiores
consumidores de drogas do mundo depois dos EUA), e não tendo
aqui nada que se compare à violência brasileira, creio
que não seja o consumidor final o grande problema. A falta
de uma política social coerente e principalmente o sistema
policial brasileiro apontam para essa equação favorável
à violência.
Francisca Darci A. Sousa
Roma, Itália
Massacre
de garimpeiros
O
que vivemos agora é o resultado de longos anos de ausência
de uma política indigenista clara, objetiva e dinâmica.
A Funai tem de ser reestruturada, readequada à realidade
nacional. Necessita de apoio do governo federal para enfrentar no
campo os conflitos que engendram a configuração de
quadros muito diversificados quanto ao grau de aculturação
e convivência dessas populações com a sociedade
envolvente. A ausência de programas efetivos de etnodesenvolvimento
cede lugar ao dinheiro fácil que degrada e degenera ("Sem
fé, lei ou rei", 28 de abril).
Lídia Meirelles, antropóloga
Uberlândia, MG
Diogo
Mainardi
Na
edição 1.853 ("Quero entrevistar
o Lula", 12 de maio), o senhor Diogo Mainardi, como de costume,
apresentou-nos de forma cômica e irreverente sua vontade de
entrevistar o presidente. Fico a imaginar o que acontecerá
se essa entrevista chegar a se realizar. Pobre Lula, que terá
de suportar os devaneios comuns ao senhor Mainardi. Ou será
pobre Mainardi, que a cada questionamento feito ao presidente terá
como resposta um daqueles discursos sempre "supereloqüentes"
do nosso Lula? Pensando bem, sugiro ao senhor Mainardi que não
continue com essa idéia de entrevistar Lula, Gilberto Carvalho
ou George Bush. Continue entrevistando a si próprio e nos
deixando por vezes às gargalhadas, outras indignados com
sua originalidade e, aí sim, eloqüência. Parabéns
ao senhor Mainardi.
Nara Barcellos Peletti
Balneário Camboriú, SC
Troque
a foto que ilustra sua coluna. Uma foto no estilo Dioguinho Paz
e Amor talvez o ajude a conseguir uma entrevista com o presidente.
Murilo Salmito Noleto
Teresina, PI
O
empresário Antonio Ermírio tentou, várias vezes,
uma audiência com Lula e não conseguiu; está
até hoje esperando! Experimente fantasiar-se de índio
ou de sem-terra, aí é mais fácil...
Carlos Gomes Llanos
Pelotas, RS
Diogo
Mainardi é a crème de la crème da revista
VEJA. Brilhante! Se ele conseguir a entrevista com Lula, peça-lhe
para perguntar quando é que ele (Lula) vai começar
a governar o país!
Claudia Gregori
Londres, Inglaterra
No
artigo "Bom é ser improdutivo" (21 de abril), o senhor Diogo
Mainardi escreveu equivocadamente Fundo Nacional de Desenvolvimento
da Educação como Fundef. Esclarecemos que o Fundo
Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é
uma autarquia do MEC responsável pela captação
do salário-educação, cujo recurso é
aplicado em programas voltados ao ensino fundamental público.
Fundef significa Fundo de Manutenção e Desenvolvimento
do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério.
Assessoria de comunicação social
do FNDE
Brasília, DF
Arte
Interessante
e propícia à reflexão a matéria "Rosa-choque"
(12 de maio), em que se narra a aquisição por um milionário
anônimo de uma tela de Picasso por 104,1 milhões de
dólares. Acredito que esse milionário faria muito
mais negócio se, em vez de comprar a obra para expô-la
em sua sala ou no escritório, deixasse-a para ser adquirida
por um museu, onde ele e milhares de pessoas pudessem admirá-la.
Quanto à fortuna gasta na aquisição, fica a
sugestão de criar uma fundação para ajudar
os mais necessitados com ênfase no ensino de artes. Assim
ele faria muito mais pelo mundo das artes do que com a simples compra
milionária de uma tela. Possibilitaria a criação
de obras artísticas em lugar de tornar privadas as poucas
existentes.
João Alberto Fernandes
Santa Rita do Passa Quatro, SP
Livros
Foi
com muita alegria que eu e todos os demais membros dessa maravilhosa
família lemos as valiosas informações contidas
na excelente reportagem "Família e mundo" (28 de abril).
A seriedade costumeira com que são abordados os temas é
motivo de orgulho para todos os brasileiros que têm o privilégio
de ler VEJA. Sendo assim, não poupo palavras para agradecer
à equipe envolvida, bem como ao professor Bolívar
Lamounier.
Fernanda Claudia Lamounier
Moji das Cruzes, SP
Antidepressivos
Segundo
projeções da Organização Mundial da
Saúde (OMS), a depressão será a segunda causa
médica de incapacitação na população
mundial no ano de 2020. Nesse sentido, buscam-se tratamentos mais
rápidos, eficazes e com menos efeitos colaterais. Todo novo
antidepressivo lançado no mercado traz para milhões
de pessoas que sofrem de depressão a esperança de
melhora e cura dessa doença crônica, recorrente e incapacitante.
Entretanto, temos de examinar os dados com a devida cautela: o lançamento
da duloxetina traz ao mercado um antidepressivo com tolerabilidade
semelhante à dos antidepressivos da era pós-Prozac
e com o início da ação um pouco mais rápido.
A revolução no tratamento e a utilização
de antidepressivos de ação mais rápida (horas
ou dias) e com eficácia muito superior à dos atuais
virão somente a partir do desenvolvimento de novas drogas
baseadas nas pesquisas recentes sobre a genética e as bases
moleculares da depressão ("Prozac foi só o começo",
12 de maio).
Beny Lafer
Professor do departamento de psiquiatria da Faculdade de Medicina
da USP
São Paulo, SP
Voz
Parabéns
à revista VEJA por trazer uma novidade como essa ("Plástica
de voz", 5 de maio). Eu, como maestrina do Coral da Organização
Feminina Wizo, de São Paulo, há muitos anos trabalho
com vozes femininas de todas as faixas etárias, principalmente
da terceira idade, e pratico o chamado "Botox natural". Quem as
ouve não percebe que se trata de um coral composto, na maioria,
de senhoras que, se não cantassem regularmente e de forma
orientada, teriam a voz envelhecida. A sonoridade do coral, que
já gravou seu terceiro CD, assemelha-se a vozes jovens pelo
exercício que o músculo das cordas vocais realiza
continuamente. Numa analogia, é uma espécie de "musculação"
que fazemos com elas para estar sempre firmes e jovens. Estamos
agora formando um coral misto. Um pequeno exemplo do som do coral
está na abertura do site da Wizo-SP.
Sima Halpern
Maestrina do Coral da Wizo-SP
www.wizosp.org.br
| HUMOR
DO BBB4 |
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A
reportagem "Animações brasucas" (5 de
maio), sobre desenhos animados que enriquecem programas
da televisão brasileira, citou o caso do Big
Brother Brasil 4, que usou esse recurso para recontar
histórias engraçadas narradas pelos participantes
do programa global. O cartunista Maurício Ricardo,
radicado em Uberlândia, interior de Minas Gerais,
é o autor das animações humorísticas
que apareceram no programa. Seu site (www.charges.com.br)
é sucesso entre os internautas por seu humor
sobre o cotidiano.
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| FÉRIAS
VIVAS |
Dezenas
de leitores se comoveram com a história da professora
Andréa Salgado (Amarelas, 5 de maio), que há
seis meses teve as pernas decepadas pelas pás
do motor de uma lancha que se chocou com o banana boat
em que ela passeava. Uma dica da leitora Silvia Basile,
coordenadora executiva da Associação Férias
Vivas "uma instituição que luta
para minimizar a ocorrência de acidentes no turismo
e no lazer" , na capital paulista, pode ajudar
muita gente a evitar acidentes como o que vitimou Andréa.
"Nossa ONG nasceu a partir de uma situação
semelhante, e acreditamos que matérias como essa
sirvam para alertar os leitores com relação
ao descaso geral, tanto do poder público quanto
dos fornecedores desses serviços no país."
No site http://www.feriasvivas.org.br/,
o leitor poderá ler relatos de acidentes com
turistas, aprender como evitá-los e conhecer
mais sobre o projeto.
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| ALÔ,
COMANDANTE! |
O
quadro da reportagem "Velhos amigos, novos inimigos"
(12 de maio), que relatou o trote que o presidente cubano
Fidel Castro levou de uma rádio de Miami, despertou
a curiosidade dos leitores. Segue o endereço
da internet em que é possível ouvir o
diálogo destemperado do ex-revolucionário
com os radialistas gozadores: http://www.adioscuba.com/Humor/030619Caiste.aspx.
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