Edição 1854 . 19 de maio de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Lya Luft
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 

"É estarrecedor saber que há um número grande de paulistanos dispostos a votar nele nas próximas eleições!"
Luiz M. Leitão da Cunha
São Paulo, SP

Paulo Maluf

VEJA mais uma vez contribui para a moralização da administração pública brasileira. Cabe-nos agora exigir uma apuração rigorosa e a punição exemplar para esse usurpador dos cofres públicos ("345 milhões de dólares...", 12 de maio).
Claudinei Paulino
Goiânia, GO

Não é que esperássemos que Maluf tivesse a consciência de um Raskolnikov – protagonista da grande obra Crime e Castigo, de Dostoievski –, mas negar veementemente a culpa após os fatos apresentados por VEJA é muita desfaçatez. Um pouco de pejo e remorso não lhe fariam mal e o livrariam de um castigo ainda maior, quando for prestar contas ao Senhor.
Carlos Eduardo Pompeu
Limeira, SP

Quando milhões de brasileiros estão imexíveis abaixo da linha de pobreza, gatunagens como essa, e tantas outras, não permitem que o Estado resgate essas pessoas do cortiço desumano em que se encontram.
Mauro Xavier Biazi
Guarapuava, PR

Para mim, o importante é que Maluf fez muito por São Paulo e pelo Brasil. Ele foi desonesto em algum momento? Ora, que atire a primeira pedra o político que nunca cometeu algum deslize. Maluf faz, e isso é o que importa, pois a maioria dos políticos rouba e nada faz. Meu apoio irrestrito e incondicional ao doutor Paulo Salim Maluf, meu patrício. Tenho certeza de que ele irá provar sua inocência.
Mário Annuza
Rio de Janeiro, RJ

É indizível a sensação de impotência e perplexidade que invade a imaginação do povo brasileiro diante das informações contidas na matéria. Que o Ministério Público vá fundo nas investigações, pois somente assim teremos a esperança (certeza é difícil) de que a impunidade não imperará em mais um caso escabroso de desvio de verbas públicas.
José Dimas da Silva Fonseca
Pouso Alegre, MG

O cinismo de Maluf é inacreditável. Depois de terem sido rastreadas e comprovadas as suas contas na Suíça, ele continua negando a existência delas e desafiando o Ministério Público. A Justiça tem uma oportunidade histórica, punindo Maluf exemplarmente, de provar que não haverá mais a impunidade dos grandes no país.
Jaime Leitão
Rio Claro, SP

Gostaria de dizer ao senhor Maluf: fique tranqüilo, pois em 504 anos de história não conseguimos colocar alguém como o senhor na cadeia.
José Francisco de Paula
Belo Horizonte, MG

O desenvolvimento de um país depende de sua política séria, de uma economia estabilizada e principalmente de um povo consciente. O Brasil verde-amarelo possui uma política cinza. A poluição de líderes egocêntricos como Paulo Maluf dificulta a sobrevivência do povo numa sociedade capitalista. A falta de seriedade constante dos políticos deste país é deprimente. A economia de um Estado jamais se solidificará com a corrupção. É notório e incessante o ataque aos cofres públicos. O roubo indireto do bolso do brasileiro precisa acabar para que possamos progredir.
Carlos Willian Lara de Azevedo
Sapucaia, RJ

 

Robert Redford

Fiquei emocionada com as palavras do encantador Robert Redford (Amarelas, 12 de maio). Senti-me comovida, pois já sou uma cinqüentona e muitas vezes vivo situações constrangedoras devido à minha idade. Quero enfatizar as palavras desse homem: "A obsessão com a juventude é um aspecto triste da nossa cultura". A degeneração física e mental existe, e acontece na nossa vida naturalmente. Por que não aceitá-la?
Ana Lúcia Santos de Faria
Belo Horizonte, MG

A entrevista com Robert Redford é uma luz no fim do túnel. A impressão que se tem é que todos os americanos pensam e agem como o "Sr. Bush da Guerra", já que sua aprovação, como demonstram pesquisas recentes, é bastante alta. Espero que mais americanos sejam como Robert Redford, inteligentes e nobres nas palavras e empreendedores em suas ações. Sua preocupação com o futuro do planeta e com a liberdade de expressão é bem-vinda.
Clodoaldo Moreira
Marília, SP

 

Stephen Kanitz

Brilhante o artigo "Procuro um avalista" (Ponto de vista, 12 de maio). Pura realidade. Quando avalizamos uma pessoa, estamos a meio caminho de perder sua amizade e nosso dinheiro. Todo banco tem sua seguradora. Acredito que seria muito interessante se o Banco Central determinasse aos bancos comerciais que o cliente poderia optar por fazer um "seguro de risco". Em caso de inadimplência, o banco tomaria todas as providências para cobrar o empréstimo. Caso o patrimônio do devedor não seja suficiente para saldar o débito, aí, sim, o seguro seria utilizado para cobrir o saldo remanescente.
Fernando V. Abreu
Belo Horizonte, MG

 

Gustavo Franco

O artigo "Favela e informalidade" (Em foco, 12 de maio), de Gustavo Franco, além de oportuno, coloca sem meias verdades o dedo na ferida: a favelização das empresas no Brasil, fruto da altíssima carga tributária e da concorrência desleal que ela provoca. De fato, enfrentar esse problema é um desafio semelhante ao enfrentamento do galope inflacionário que empobreceu o país por anos a fio.
Emerson Kapaz
Presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial
São Paulo, SP

 

Holofote

Com relação à nota publicada na edição desta semana de VEJA ("Mais espaço para crianças", Holofote, 12 de maio), informamos que o Projeto "Meu Guri", da Força Sindical, teve sua viabilização utilizando também recursos públicos provenientes do governo do Estado de São Paulo (a fundo perdido, no valor de 100.000 reais, repassados através desta secretaria) e também do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES (valor informado de 200.000 reais).
Engenheiro Ademir Villatoro
Dirigente do Núcleo de Programas Estaduais Secretaria de Economia e Planejamento
São Paulo, SP

 

Radar

Foi com grande satisfação e orgulho que lemos na seção Radar ("Brasileira na OMS", 12 de maio) a notícia da nomeação da nutricionista Dra. Denise Coitinho como diretora de Nutrição da OMS. Aqui no Observatório de Políticas de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília, que ela coordena, temos convicção de que quem deve ser cumprimentada é a OMS, por escolha tão acertada. A UnB abre mão de uma grande pesquisadora para que o mundo a aproveite.
Muriel Gubert e Janine Coutinho
Brasília, DF

 

Veja essa

Estonteante a beleza da atriz Carolina Ferraz na foto estampada na página 38 da edição 1853 de VEJA (Veja essa, 12 de maio). Por favor, dêem a ela meus parabéns por ter deixado de fumar. Se ela já era bonita, agora vai ficar mais ainda.
Benedito José do Espírito Santo
Por e-mail

 

Kaká

Parabéns, VEJA, pela reportagem "O príncipe de Milão" (12 de maio), sobre o jogador Kaká, que é um bom exemplo para muitos evangélicos. Mesmo com todo o sucesso que está fazendo, e milionário, continua simples e não tem vergonha de dizer ao mundo que é de Jesus. Gostei também da pureza do seu namoro e da declaração de amor à namorada.
Alan Anderson Chaves Ramos
Campina Grande, PB

Muito boa a reportagem sobre o Kaká. Neste mundo de violência, jovens como esse rapaz apresentam vitórias dando um bom testemunho de que Deus é fiel, e não o roubo, as drogas, a prostituição.
José Carlos de Lima Muniz
Manaus, AM

 

Iraque

Tortura não é novidade para os americanos. O mundo todo sabe que o comportamento do Exército americano na Guerra do Vietnã foi tão terrível, se não pior, quanto no Iraque ("Vergonha nacional", 12 de maio). A novidade nesta guerra é o avanço de algumas tecnologias cada vez mais populares, como as câmeras digitais e a internet, que permitem a amadores tirar fotos e divulgá-las com facilidade e agilidade. Isso explica a péssima qualidade das fotografias divulgadas. Além de as fontes terem aumentado em número, a velocidade da informação também aumentou, potencializando o impacto causado por essas cenas de tortura. Ou seja, o que está chocando a opinião pública é algo que sempre aconteceu, mas não era divulgado dessa forma.
Fábio Petzhold Dias
São Paulo, SP

Confesso que não conhecia esse lado barbaramente criminoso e sádico de torturadores de indefesos prisioneiros dos americanos. É evidente que todas as pessoas que direta ou indiretamente contribuíram para tal inominável delito (dirigidos ou dirigentes) devem ser afastadas de suas posições e levadas a uma das penitenciárias dos Estados Unidos.
José Rubens Medeiros
Conselheiro Lafaiete, MG

 

Prefeituras

Sobre a reportagem de capa "Pragas urbanas – desperdício, desvio e corrupção" (28 de abril), esclareço que o porcentual de 20% por mim mencionado ao autor da reportagem não se refere, como constou, ao total de desvio de verbas públicas no Estado do Rio Grande do Sul, tratando-se de índice estimado que pode ser apurado por meio de auditorias especiais ou operacionais, abrangendo todos os atos de uma administração.
Luiz Carlos Ziomkowski
Procurador de Justiça/RS
Porto Alegre, RS

 

Andréa Salgado

Seu acidente a muitos sensibilizou, mas certamente ficaria banalizado se não fosse o estado de pasmo em que permanecemos diante de seus depoimentos públicos. Vimos você, singela, fazendo uso de uma lucidez espantosa, com extrema consciência, remindo sua alma. Bravo! Não tenho pena de você. Tenho orgulho. Sob sua ótica, muitos podem se descobrir em diferentes estados de alienação, atuando na vida pessoal ou em nossa sociedade. Como somos carentes de pessoas como você neste país. Quem dera o Brasil tivesse sua cara, Andréa (Amarelas, 5 de maio)!
Leonardo Ayres Cordeiro
Lagoa Santa, MG

 

Cláudio de Moura Castro

Parabéns pelo artigo "Cadê a velhinha da licitação?" (28 de abril). Concordo que é quase impossível operar a máquina pública no Brasil, quando o foco é o interesse público. O mais lamentável, quando se constrói a máquina pública com as cores dos partidos políticos, e não com as do interesse público, não é a ineficiência, mas a elevada corrupção. Esteve certo o senhor quando adotou, em suas experiências administrativas, a continuidade. O ideal, no entanto, seria que isso não dependesse tão-somente das convicções do administrador público, mas que fosse uma convicção da lei. Uma das tarefas em que pretendo me ocupar na Câmara dos Deputados será essa de revisão da estrutura administrativa dos governos.
Deputada Denise Frossard
Brasília, DF

 

Roberto Pompeu de Toledo

O senhor Pompeu colocou em pauta a questão do usuário de drogas e conseqüentemente seu contributo para o aumento da violência ("A cheirada, a tragada e o sangue", Ensaio, 28 de abril). Durante um certo período também pensava assim. Porém, depois de conhecer um pouco a realidade dos europeus (que segundo estatísticas são os maiores consumidores de drogas do mundo depois dos EUA), e não tendo aqui nada que se compare à violência brasileira, creio que não seja o consumidor final o grande problema. A falta de uma política social coerente e principalmente o sistema policial brasileiro apontam para essa equação favorável à violência.
Francisca Darci A. Sousa
Roma, Itália

 

Massacre de garimpeiros

O que vivemos agora é o resultado de longos anos de ausência de uma política indigenista clara, objetiva e dinâmica. A Funai tem de ser reestruturada, readequada à realidade nacional. Necessita de apoio do governo federal para enfrentar no campo os conflitos que engendram a configuração de quadros muito diversificados quanto ao grau de aculturação e convivência dessas populações com a sociedade envolvente. A ausência de programas efetivos de etnodesenvolvimento cede lugar ao dinheiro fácil que degrada e degenera ("Sem fé, lei ou rei", 28 de abril).
Lídia Meirelles, antropóloga
Uberlândia, MG

 

Diogo Mainardi

Na edição 1.853 ("Quero entrevistar o Lula", 12 de maio), o senhor Diogo Mainardi, como de costume, apresentou-nos de forma cômica e irreverente sua vontade de entrevistar o presidente. Fico a imaginar o que acontecerá se essa entrevista chegar a se realizar. Pobre Lula, que terá de suportar os devaneios comuns ao senhor Mainardi. Ou será pobre Mainardi, que a cada questionamento feito ao presidente terá como resposta um daqueles discursos sempre "supereloqüentes" do nosso Lula? Pensando bem, sugiro ao senhor Mainardi que não continue com essa idéia de entrevistar Lula, Gilberto Carvalho ou George Bush. Continue entrevistando a si próprio e nos deixando por vezes às gargalhadas, outras indignados com sua originalidade e, aí sim, eloqüência. Parabéns ao senhor Mainardi.
Nara Barcellos Peletti
Balneário Camboriú, SC

Troque a foto que ilustra sua coluna. Uma foto no estilo Dioguinho Paz e Amor talvez o ajude a conseguir uma entrevista com o presidente.
Murilo Salmito Noleto
Teresina, PI

O empresário Antonio Ermírio tentou, várias vezes, uma audiência com Lula e não conseguiu; está até hoje esperando! Experimente fantasiar-se de índio ou de sem-terra, aí é mais fácil...
Carlos Gomes Llanos
Pelotas, RS

Diogo Mainardi é a crème de la crème da revista VEJA. Brilhante! Se ele conseguir a entrevista com Lula, peça-lhe para perguntar quando é que ele (Lula) vai começar a governar o país!
Claudia Gregori
Londres, Inglaterra

No artigo "Bom é ser improdutivo" (21 de abril), o senhor Diogo Mainardi escreveu equivocadamente Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação como Fundef. Esclarecemos que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) é uma autarquia do MEC responsável pela captação do salário-educação, cujo recurso é aplicado em programas voltados ao ensino fundamental público. Fundef significa Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Valorização do Magistério.
Assessoria de comunicação social do FNDE
Brasília, DF

 

Arte

Interessante e propícia à reflexão a matéria "Rosa-choque" (12 de maio), em que se narra a aquisição por um milionário anônimo de uma tela de Picasso por 104,1 milhões de dólares. Acredito que esse milionário faria muito mais negócio se, em vez de comprar a obra para expô-la em sua sala ou no escritório, deixasse-a para ser adquirida por um museu, onde ele e milhares de pessoas pudessem admirá-la. Quanto à fortuna gasta na aquisição, fica a sugestão de criar uma fundação para ajudar os mais necessitados com ênfase no ensino de artes. Assim ele faria muito mais pelo mundo das artes do que com a simples compra milionária de uma tela. Possibilitaria a criação de obras artísticas em lugar de tornar privadas as poucas existentes.
João Alberto Fernandes
Santa Rita do Passa Quatro, SP

 

Livros

Foi com muita alegria que eu e todos os demais membros dessa maravilhosa família lemos as valiosas informações contidas na excelente reportagem "Família e mundo" (28 de abril). A seriedade costumeira com que são abordados os temas é motivo de orgulho para todos os brasileiros que têm o privilégio de ler VEJA. Sendo assim, não poupo palavras para agradecer à equipe envolvida, bem como ao professor Bolívar Lamounier.
Fernanda Claudia Lamounier
Moji das Cruzes, SP

 

Antidepressivos

Segundo projeções da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão será a segunda causa médica de incapacitação na população mundial no ano de 2020. Nesse sentido, buscam-se tratamentos mais rápidos, eficazes e com menos efeitos colaterais. Todo novo antidepressivo lançado no mercado traz para milhões de pessoas que sofrem de depressão a esperança de melhora e cura dessa doença crônica, recorrente e incapacitante. Entretanto, temos de examinar os dados com a devida cautela: o lançamento da duloxetina traz ao mercado um antidepressivo com tolerabilidade semelhante à dos antidepressivos da era pós-Prozac e com o início da ação um pouco mais rápido. A revolução no tratamento e a utilização de antidepressivos de ação mais rápida (horas ou dias) e com eficácia muito superior à dos atuais virão somente a partir do desenvolvimento de novas drogas baseadas nas pesquisas recentes sobre a genética e as bases moleculares da depressão ("Prozac foi só o começo", 12 de maio).
Beny Lafer
Professor do departamento de psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP
São Paulo, SP

 

Voz

Parabéns à revista VEJA por trazer uma novidade como essa ("Plástica de voz", 5 de maio). Eu, como maestrina do Coral da Organização Feminina Wizo, de São Paulo, há muitos anos trabalho com vozes femininas de todas as faixas etárias, principalmente da terceira idade, e pratico o chamado "Botox natural". Quem as ouve não percebe que se trata de um coral composto, na maioria, de senhoras que, se não cantassem regularmente e de forma orientada, teriam a voz envelhecida. A sonoridade do coral, que já gravou seu terceiro CD, assemelha-se a vozes jovens pelo exercício que o músculo das cordas vocais realiza continuamente. Numa analogia, é uma espécie de "musculação" que fazemos com elas para estar sempre firmes e jovens. Estamos agora formando um coral misto. Um pequeno exemplo do som do coral está na abertura do site da Wizo-SP.
Sima Halpern
Maestrina do Coral da Wizo-SP
www.wizosp.org.br

 

 
HUMOR DO BBB4


A reportagem "Animações brasucas" (5 de maio), sobre desenhos animados que enriquecem programas da televisão brasileira, citou o caso do Big Brother Brasil 4, que usou esse recurso para recontar histórias engraçadas narradas pelos participantes do programa global. O cartunista Maurício Ricardo, radicado em Uberlândia, interior de Minas Gerais, é o autor das animações humorísticas que apareceram no programa. Seu site (www.charges.com.br) é sucesso entre os internautas por seu humor sobre o cotidiano.

 

FÉRIAS VIVAS

Dezenas de leitores se comoveram com a história da professora Andréa Salgado (Amarelas, 5 de maio), que há seis meses teve as pernas decepadas pelas pás do motor de uma lancha que se chocou com o banana boat em que ela passeava. Uma dica da leitora Silvia Basile, coordenadora executiva da Associação Férias Vivas – "uma instituição que luta para minimizar a ocorrência de acidentes no turismo e no lazer" –, na capital paulista, pode ajudar muita gente a evitar acidentes como o que vitimou Andréa. "Nossa ONG nasceu a partir de uma situação semelhante, e acreditamos que matérias como essa sirvam para alertar os leitores com relação ao descaso geral, tanto do poder público quanto dos fornecedores desses serviços no país." No site http://www.feriasvivas.org.br/, o leitor poderá ler relatos de acidentes com turistas, aprender como evitá-los e conhecer mais sobre o projeto.

 

ALÔ, COMANDANTE!

O quadro da reportagem "Velhos amigos, novos inimigos" (12 de maio), que relatou o trote que o presidente cubano Fidel Castro levou de uma rádio de Miami, despertou a curiosidade dos leitores. Segue o endereço da internet em que é possível ouvir o diálogo destemperado do ex-revolucionário com os radialistas gozadores: http://www.adioscuba.com/Humor/030619Caiste.aspx.

 
 
 
 
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