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Gente
Na Bahia, faça como os baianos
Transformar o governo Chávez num reality show, converter o programa nuclear iraniano para a produção de perfumes, ser vice-president... não, a secretária de estado americana CONDOLEEZZA RICE já jurou que não quer nenhum cargo eletivo, por isso nem adianta especular sobre os três pedidos que fez quando amarrou uma fitinha do Bonfim no pulso. Nas dezoito intensas horas que passou na Bahia, ela usou vestido rodado com estampas de trevo e até deu uma sambadinha esta, a convite de CARLINHOS BROWN, enquanto GILBERTO GIL cantava músicas da terra. Sempre impecavelmente composta e preocupada com a própria imagem, sua versão de relaxamento incluiu pegar no dedinho de Brown, num inesperado gesto de intimidade.
O romance de Suas Excelências
O mais apaixonado debate que mobiliza a Câmara dos Deputados no momento é o namoro da gaúcha MANUELA DÁVILA, 26 anos, do PCdoB, com o paulista JOSÉ EDUARDO CARDOZO, 48, do PT. O romance vem desde o começo do ano, pelo menos, e nas últimas semanas eles têm sido vistos juntos um olharzinho aqui, um sorrisinho ali em festas e no plenário. Cardozo, separado há dois anos, uma filha de 15, e Manuela, sozinha há oito meses, ainda não assumiram abertamente porque ele tem "questões familiares" a resolver. Num lugar onde só se pensa naquilo, o líder do PCdoB na Câmara, Renildo Calheiros, glosa: "Não basta o PT tomar os nossos cargos, agora toma também as nossas deputadas".
O desfile das sarkozettes Um jantar oficial
no Palácio do Eliseu, um longo roxo colado ao corpo (sem
vestígio de roupa de baixo) e pronto: as relações
internacionais da França estremeceram. Que mulher, em
sã consciência, vai querer estar na mesma noite
de gala que CARLA BRUNI,
a incomparável primeira-dama do presidente Nicolas
Sarkozy? Nem o saltinho baixo, para não ofuscar o marido,
importou.
Noveleira, com muito orgulho
Que tal fazer uma superprodução como 10 000 a.C.? Difícil. Passei seis meses indo de um país para outro. Primeiro morri de frio nas montanhas da Nova Zelândia e depois morri de calor no Deserto da Namíbia, com uma equipe de 500 pessoas que eu não conhecia. Mas minha mãe me acompanhou e acabou virando a mãe de todo mundo.
Ela sempre viaja junto? Sempre, a pedido meu. Sou nova, sou mulher e nem sempre é fácil me impor. Com minha mãe por perto, não me obrigam a trabalhar demais ou a fazer cenas muito perigosas. Além disso, ela cuida de mim e faz meus pratos prediletos.
Carreira ou faculdade? É um dilema. Há dois anos entrei na Universidade Columbia, em Nova York, e tranquei a matrícula. Por outro lado, estou naquele ponto da carreira em que, se me afastar, corro o risco de ser esquecida, e não quero que isso aconteça.
Quem fala português em casa? Só eu e minha mãe. Meu pai é gringo, não fala nada. Mas minha casa é brasileira: minha avó está sempre lá, vemos novela todo dia. Nos Estados Unidos, espera-se que você saia de casa quando faz 18 anos, mas isso não é para mim. Eu me sinto brasileira. Editado por Lizia
Bydlowski.
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