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CARRO
NOVO
Marcelo Spatafora/Sergio Chvaicer/Way of light/Marcos
de Bari/divulgação

Imagem
faz
diferença
A roupa do Renault Clio é nova. Só a roupa
Divulgação
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É antiga a prática de alterar o visual de um carro
e relançá-lo acompanhado de uma fanfarra de adjetivos.
Mas poucos deixam de se sentir admirados ao volante de um veículo
com lanternas "atuais", grade dianteira "remodelada", linhas "redefinidas"
as evidências de que é novo, último tipo.
O Renault Clio se repetia desde 1999. Agora, a fábrica deu-lhe
as mesmas feições adotadas no modelo europeu no ano
passado e foi radical quanto à importância do que se
vê do lado de fora. Por dentro, continua igualzinho. Para
o bem, mantém a boa distribuição do espaço
interno e a esperteza no tráfego urbano. Carece, porém,
de alguns porta-objetos e traz uma novidade que parece curiosa no
primeiro momento, torna-se chatinha depois de um tempo e pode acabar
sendo irritante: o pisca do sinal de mudança de direção
é acompanhado de um bip eletrônico que soa como um
rolamento mal lubrificado. Vantagem extra é que os preços
não mudam com a troca de linhas de 17 990 reais (hatch
1.0 básico, pela internet) a 32 390 (sedã 1.6, completo).

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Colaborou
Miguel Vieliczko
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