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Edição 1 790 - 19 de fevereiro de 2003
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SAÚDE

BOA NOTÍCIA

Mais do que beleza

O Botox, largamente utilizado para esconder rugas faciais, pode ser usado com outra finalidade. A substância tem sido testada com sucesso no tratamento da hiperidrose, doença caracterizada pelo excesso de suor. Um estudo realizado por médicos do Departamento de Dermatologia da Universidade Ludwig Maximilian, na Alemanha, comprovou que, além de reduzir o suor, a toxina botulínica ainda é capaz de diminuir o odor característico da sudorese. De acordo com os cientistas, a toxina botulínica age contra os microrganismos encontrados sobre a pele. A pesquisa foi publicada no jornal médico americano Archives of Dermatology.

 

MÁ NOTÍCIA

Flagelo na Amazônia

Embora a Amazônia não padeça do flagelo da seca como o Nordeste, a região enfrenta problemas sociais muito semelhantes, segundo estudo do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Pesquisadores analisaram o padrão alimentar de 1 113 crianças da Amazônia. A conclusão foi que os níveis de desnutrição da região são parecidos com os do Nordeste – 20,5% das crianças sofrem de desnutrição crônica. Ao completarem 5 anos, as crianças têm uma estatura entre 10 e 12,5 centímetros menor que o mínimo considerado normal para a idade. O déficit na altura dos jovens que se alistam no serviço militar é de 25 centímetros.

 
 


CARRO NOVO

Marcelo Spatafora/Sergio Chvaicer/Way of light/Marcos de Bari/divulgação

Imagem faz diferença

A roupa do Renault Clio é nova. Só a roupa

Divulgação


É antiga a prática de alterar o visual de um carro e relançá-lo acompanhado de uma fanfarra de adjetivos. Mas poucos deixam de se sentir admirados ao volante de um veículo com lanternas "atuais", grade dianteira "remodelada", linhas "redefinidas" – as evidências de que é novo, último tipo. O Renault Clio se repetia desde 1999. Agora, a fábrica deu-lhe as mesmas feições adotadas no modelo europeu no ano passado e foi radical quanto à importância do que se vê do lado de fora. Por dentro, continua igualzinho. Para o bem, mantém a boa distribuição do espaço interno e a esperteza no tráfego urbano. Carece, porém, de alguns porta-objetos e traz uma novidade que parece curiosa no primeiro momento, torna-se chatinha depois de um tempo e pode acabar sendo irritante: o pisca do sinal de mudança de direção é acompanhado de um bip eletrônico que soa como um rolamento mal lubrificado. Vantagem extra é que os preços não mudam com a troca de linhas – de 17 990 reais (hatch 1.0 básico, pela internet) a 32 390 (sedã 1.6, completo).

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Colaborou Miguel Vieliczko

   
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