A UNICAMP EM BRASÍLIA
Divulgação
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O reitor Carlos Henrique de Brito Cruz fez as contas e chegou à
conclusão de que na última década dezesseis professores
da Universidade Estadual de Campinas migraram para os altos escalões
de Brasília. Sete deles deixaram a vida acadêmica recentemente
para integrar o governo Lula. Antes, outros nove professores haviam trocado
as salas de aula na Unicamp para ocupar cargos no governo Fernando Henrique
Cardoso. Nenhum deles até hoje voltou à universidade.
COMO NOS TEMPOS DO ANTECESSOR
Sergio Dutti
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Ao tomar posse, o ministro Cristóvam Buarque, da Educação,
anunciou em suas primeiras entrevistas que faria mudanças significativas
no Provão. Semanas mais tarde, sem o mesmo estardalhaço,
o ministro acabou adotando uma nova orientação. Ficou-se
sabendo que o exame de avaliação dos universitários
recém-formados será realizado em junho sem nenhuma alteração
relevante. Prevaleceu o bom senso. Vingou o modelo inventado por seu antecessor,
Paulo Renato Souza.
O PINTOR VENDE ATÉ LOUÇAS
Antonio Milena
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O artista plástico Romero Britto quer repetir uma experiência
exitosa. Nos Estados Unidos, ganhou um bom dinheiro criando desenhos para
grandes marcas. Seu traço estampou garrafas da vodca Absolut e
latas da Pepsi. No Brasil, Romero quer assinar alguns contratos desse
tipo já pintou sandálias para a Grendene e embalagens
do panetone Bauducco. O mais recente deles foi firmado com a fábrica
de louça Vista Alegre, do Rio Grande do Sul.
NO ALVO DOS PIRATAS
Divulgação
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A pirataria chegou a um nível tal que ataca até campanhas
beneficentes. Símbolo do combate ao câncer de mama, as camisetas
com círculos azuis, usadas por celebridades como a atriz Glória
Pires, estão sendo copiadas. A original custa 25 reais. As
falsas saem por 5 reais. Com base em dados da Polícia Federal,
o Instituto Brasileiro de Combate ao Câncer estima que nos últimos
dois anos tenha deixado de ganhar 500.000 reais.
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