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Cartas
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"Depois da catástrofe
causada pelo tsunami, foi comovente a solidariedade aos países
destruídos pelo fenômeno da natureza."
Kelli Ferreira Pedroso
Porto Alegre, RS
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Tsunami
Na tragédia surgem heróis
e ratos, gestos belos e tortos. Ninguém melhor que Victor
Hugo, em Os Miseráveis, para definir o homem: "Os
olhos do espírito não podem encontrar em nenhum lugar
nada mais ofuscante, nada mais tenebroso que o homem; não
poderão fixar-se em nada mais temível, mais complicado,
mais misterioso e mais infinito. Existe uma coisa que é maior
que o mar: o céu. Existe um espetáculo maior que o
céu: é o interior de uma alma" ("Tsunami de solidariedade",
12 de janeiro).
Pedro Paulo Fuchs de Araújo
São Paulo, SP
As razões que levam ricos e
famosos a tão nobre gesto de solidariedade seriam certamente
mais louváveis se acompanhadas da preocupação
com o "destino final" de tantos milhões de dólares.
Tragédias devem servir de alerta à nossa impotência,
e não de disfarçada consternação por
meio de aparição na mídia, enquanto homens,
em pleno "exercício de seus podres poderes" (como diz a música
do Caetano), não pensariam duas vezes para desviar o que
não lhes pertence (doações e dinheiro público)
em prejuízo da dor e tristeza alheias.
Mirna Machado
Atibaia, SP
Percebemos que a solidariedade mostrada
na reportagem é o que mais toca nosso coração.
Se o inferno quis nos dar uma amostra, o espírito humano
nos motivou o amor ao próximo sem a contaminação
da política, raça ou classe social.
Cleci Barbieri Menegat
Marau, RS
É extraordinário ver
a união dos países em solidariedade com as vítimas
dessa catástrofe na Ásia. Ao menos nesse período
as nações deixam de pensar em guerra para pensar nas
necessidades do próximo. Mas é deplorável ver
que, mesmo em meio às catástrofes, a corrupção
impede que boa parte das contribuições chegue aos
locais e às vítimas das tragédias.
Rogério Augusto Lima Guarneri
Ibaiti, PR
Cartas
O leitor Flávio Araújo,
que chama todos os laboratórios farmacêuticos de "exploradores
da humanidade" (Cartas, 12 de janeiro), demonstra preconceito e
total desconhecimento sobre o trabalho dessa indústria de
altíssimo risco, na busca de cura para as mais diversas enfermidades
e de melhor qualidade de vida para a população. O
trabalho incansável de pesquisa da indústria farmacêutica
permitiu, nas últimas décadas, que determinadas doenças
que traziam com seu diagnóstico uma sentença inexorável
de morte (entre elas a aids e alguns tipos de câncer) se transformassem
em doenças que se consegue tratar com grande melhora na qualidade
de vida dos pacientes. Um estudo feito pelo National Institutes
of Health, dos Estados Unidos, confirmou que, de 1990 a 2000, 93%
de todos os medicamentos registrados foram pesquisados e desenvolvidos
pelas indústrias farmacêuticas, que, apenas em 2002,
gastaram mais de 45 bilhões de dólares em pesquisa
e desenvolvimento.
Marcos Lobo de Freitas Levy
Presidente da Associação
Latino-Americana de Ética, Negócios e Economia
São Paulo, SP
Elhanan Helpman
Espero que o presidente Lula e toda
a sua equipe tenham lido as Amarelas da semana passada (12 de janeiro),
nas quais Helpman fala que a camada mais pobre deve continuar procurando
emprego e estudando, e não criar dependência de "esmolas"
governamentais. Isso já vem sendo dito há muito tempo,
mas o PT não ouve a população e não
enxerga o que ocorre no país. Basta ler o artigo maravilhoso
de Tales Alvarenga ("Gorda gente brasileira", 12 de janeiro), mostrando
que o IBGE encontrou um país diferente, com muito mais gordos
do que famintos, mas o PT insiste, com números tirados de
uma cartola, que a maioria passa fome. Chega de demagogia. É
hora de encarar a realidade e trabalhar com competência.
Luiz Cláudio Zabatiero
Campinas, SP
Carga tributária
A reportagem "O ilusionismo tributário
da receita" (12 de janeiro) retrata o engodo do governo Lula e toda
a sua administração, bem como a total inépcia
do governo. Guardemos esses fatos para uma futura avaliação
nas urnas.
Carlos Alberto Kowalski
Blumenau, SC
Em janeiro de 1996, o salário
mínimo era de 100 reais e o limite de isenção
do imposto de renda, de 900 reais. Portanto, o trabalhador que ganhava
até nove salários mínimos era isento e não
pagava imposto de renda. Com a esperteza de manter congelada a tabela
do imposto de renda retido na fonte, os governos FHC/LULA vão
confiscando o salário dos trabalhadores. Hoje quem ganha
acima de quatro salários já está sendo confiscado.
É com essa mágica que trabalhadores isentos do IR
passam a ser tributados; trabalhadores que pagavam 15% de IR passam
a ser descontados em 27,5%, a título de IR. Não se
trata de incompetência, falta de honestidade ou ingenuidade.
É simplesmente a preferência pelo imposto fácil
e preguiçoso, aumentado por mera omissão de correção
da tabela.
Edson Ribeiro
Belo Horizonte, MG
Atualmente, a variação
cambial, de maneira geral, tem o tratamento de receita financeira,
e como tal está sujeita ao Imposto sobre a Renda das Pessoas
Jurídicas (IRPJ), à Contribuição Social
sobre o Lucro Líquido (CSLL), à Contribuição
para o Programa de Integração Social (PIS) e à
Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social
(Cofins) embora no caso dessas duas últimas, a partir
do Decreto nº 5164, a alíquota aplicada seja
zero. Como primeira conclusão, temos que a variação
cambial do investimento brasileiro no exterior já está
sujeita ao IRPJ e à CSLL. A alteração de tratamento,
determinada pelo Artigo 9 da MP 232, vem corrigir o posicionamento
equivocado da Receita Federal, pois não é adequado
que a variação cambial do investimento brasileiro
no exterior seja tratada como receita financeira, mas tem a mesma
natureza do investimento (assim já o disse a Comissão
de Valores Mobiliários (CVM), órgão responsável
pela orientação contábil, em 1996). Sendo assim,
outra conclusão é que essa nova regra serve simplesmente
para adequar a natureza da variação cambial do investimento
brasileiro no exterior, sem causar aumento da carga tributária,
pelo simples motivo de que hoje já há incidência
de IRPJ e CSLL sobre esse valor. O foco da discussão, portanto,
é outro: a regra, trazida pela MP 2 158-35 (de 2001), que
determina a incidência de IRPJ e CSLL sobre o resultado auferido
no exterior, mesmo antes de ele ser disponibilizado ao beneficiário
brasileiro.
Edison C. Fernandes
Advogado e professor de direito tributário
da Universidade Presbiteriana Mackenzie
São Paulo, SP
Presidência da Câmara
O PT está dando ao Brasil um
clássico exemplo de "democracia de mão única"
no processo eleitoral para a presidência da Câmara Federal
("Por que eles querem presidir a Câmara", 12 de janeiro).
Processo aberto e democrático, mas que, pela imposição
do nome do deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), tem se tornado
um desrespeito a Minas. A cúpula do PT está atropelando
Minas Gerais e dando uma rasteira no deputado federal Virgílio
Guimarães (PT-MG), um dos fundadores do partido, que agora
sofre até ameaça de expulsão, por se colocar
como opção ao cargo.
José Milton
Vice-líder do governo na Assembléia
Legislativa
Belo Horizonte, MG
Roberto Civita
Caro amigo Roberto Civita, recebi
com alegria os votos para 2005, tão bem colocados na Carta
do Editor da primeira edição do ano da revista VEJA
(5 de janeiro). De maneira direta e didática, o texto indica
o caminho indispensável que o país tem de seguir para
não viver de alegrias econômicas episódicas,
o que só será conquistado com governos que respeitem
a trilogia "competência, disciplina e persistência"
e que, efetivamente, reconheçam que saúde, habitação
e educação são os pilares essenciais do crescimento
humano sustentado.
Romeu Chap Chap
Presidente do Sindicato das Empresas de
Compra, Venda, Locação e Administração
de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo
(Secovi-SP)
São Paulo, SP
Lya Luft
Intérprete da alma e do
sentimento humanos. São as palavras para tentar qualificar
a profunda sensibilidade da escritora Lya Luft em seu artigo "Pessoal
e intransferível" (Ponto de vista, 12 de janeiro). Somente
quem já viveu uma perda no mesmo grau e na mesma circunstância
pode com maior propriedade avaliar e sentir a profundidade do texto.
José Luiz Saraiva
Santos, SP
Já senti tão de
perto essa dor da orfandade. Dor que seca, pune, espada na alma
viva. Parece sal na garganta. Essa pungência só os
grandes escritores conseguem transmitir. Parabéns, Lya!
Eunice Mendes
São Paulo, SP
Pessoal e intransferível,
sim. Mas, sobretudo, tocante e realista. Sensacional!
Arié Amitay
Rio de Janeiro, RJ
Tales Alvarenga
Excelentes e lúcidos os textos
de Tales Alvarenga ("Gorda gente brasileira", 12 de janeiro) e Roberto
Pompeu de Toledo, na edição de 12 de janeiro. No Brasil
há pobreza (e muita...), mas não necessariamente fome.
O grande equívoco dos líderes do governo foi confundir
esses dois conceitos. Mas ainda dá tempo para o presidente
Lula mudar o slogan para "Pobreza Zero", sem programas paternalistas
e priorizando a educação básica, que é
capaz de gerar indivíduos com capacidade de produtividade,
como brilhantemente afirmou o professor Helpman (Páginas
Amarelas). Só resta saber se resultados no longo prazo interessam
ao "governo do marketing".
Márcia Regina Vitolo
Porto Alegre, RS
Lamento a forma desrespeitosa como
a coluna do senhor Tales Alvarenga se refere a minha pessoa. A informação
de que nosso país tem hoje cerca de 77 milhões de
pessoas em situação de insegurança alimentar,
ou seja, que não comem o mínimo necessário
de quilocalorias por dia recomendados pela FAO não saiu da
minha cabeça. São dados que constam da mesma publicação
do IBGE a Pesquisa de Orçamentos Familiares, tabela
8 que divulgou a existência dos 3,8 milhões
de magérrimos e dos 38,8 milhões de obesos que tanto
alarde vem causando. O colunista acerta apenas ao dizer que fiquei
frustrado. Mas não pelos dados, já que a tendência
à obesidade é similar à encontrada desde a
primeira pesquisa do IBGE sobre o assunto, em 1974. Mas pela forma
ideologizada com que tema tão importante como o da segurança
alimentar vem sendo tratado no país.
José Graziano da Silva
Assessor especial da Presidência
da República
Brasília, DF
Diogo Mainardi
Jorge Furtado ele, ou furtados nós?
Sim, todos os "excluídos" das benesses do poder. A ditadura
tinha, pelo menos, uma virtude. A coragem para afrontar e a cara-de-pau
para defender eram genuínas. Na democracia tudo é
mais fácil. É charmoso e rentável ser de esquerda.
Para os adesistas, basta retocar a biografia e balançar a
bandeirola estrelada ("O Amaral Neto do petismo", 12 de janeiro).
Odilon Abreu
Porto Alegre, RS
Jorge Furtado, como cidadão
e como cineasta, possui conceito de pessoa honrada, profissional
qualificado e idealista. Equivocado, pois, está o colunista
ao identificá-lo como "O Amaral Neto do petismo", uma comparação
envenenada pelo espírito revanchista ou difamatório.
Ney Santos Arruda
Lajeado, RS
A coluna de Diogo Mainardi é
sempre de uma riqueza incalculável. Nesta semana, quando
faz um paralelo entre a atuação do Amoral Nato (Amaral
Neto) no tempo da Revolução e o Jorge Furtado, foi
um pouco infeliz, pois o Amaral Neto era mais comedido e os governos
da Revolução cuidavam melhor do dinheiro público
do que o atual. Essa turma do PT está com uma sede muito
grande. De tanto ir ao pote, vão findar com indigestão.
Hieronides Araújo Fernandes
Natal, RN
Se pudesse, nomearia o senhor
Diogo Mainardi ombudsman dos políticos brasileiros. É
pena que a maioria dos eleitores brasileiros não tem acesso
às suas sábias e contundentes críticas. Se
tivesse, político safado seria banido da vida pública.
Celso Benini
Brasília, DF
André Petry
Parabéns a André Petry
por traduzir o libelo de indignação de milhões
de brasileiros contra a "arma assassina viva" que é o cão
pit bull ("Mordida da estupidez", 12 de janeiro). Que suas palavras
sirvam para tirar da letargia nossos parlamentares e outras autoridades,
e que algo seja feito para coibir a ação desses animais,
que amedrontam, ferem e matam inocentes.
Cícero Marques Costa
Ceres, GO
É, no mínimo, estarrecedor
que as autoridades brasileiras fechem os olhos para os corriqueiros
ataques sofridos pela população, em especial as crianças,
por parte de cães de raças ferozes. Apenas no decorrer
de um dia da publicação da edição 1.887
de VEJA, mais uma criança foi atacada por um pit bull na
cidade de São Paulo. O lobby dos criadores de animais parece
ser mais forte do que os direitos dos seres humanos.
Eduardo Moreira Peres
São Paulo, SP
Solidarizo-me profundamente com os
familiares das vítimas da fatalidade ocorrida com os pit
bulls, mas, partindo da opinião de que todas as raças
ferozes tenham de ser eliminadas, como o colunista defende, o que
fazer com os seres que estupram, assassinam, fazem de nós
vítimas da maior crueldade e ainda são mantidos com
o dinheiro de nossos impostos na cadeia? Devem ser eliminados? Não
está na hora de criar leis que punam também os donos
desses animais?
Davis Glaucio Quinelato
Vice-presidente da Associação para o Meio Ambiente
e Defesa dos Animais "Anjos da Natureza"
Catanduva, SP
Especial Saúde Verão
Parabéns pela edição
especial Saúde Verão (dezembro de 2004), em
particular pelas reportagens que tratam da atividade física.
Embora se reconheça que o treinamento da flexibilidade por
meio de exercícios de alongamento efetivamente aumente a
amplitude do movimento, contribuindo para a qualidade de vida, vários
estudos publicados nos últimos dez anos têm demonstrado
que, ao contrário do que aponta o senso comum, o alongamento
estático pré e pós-exercício não
traz benefícios ao praticante. Na melhor das hipóteses,
essa prática é inócua. Há pesquisas,
no entanto, que mostram que o alongamento pré-exercício
pode aumentar o risco de lesões musculares e prejudicar o
desempenho em atividades intensas e que o alongamento pós-exercício
não reduz a intensidade da dor tardia ("dor do dia seguinte"),
demonstrando na verdade potencial para causar lesões em músculos
já fatigados. Flexibilidade é uma capacidade importante,
que deve ser desenvolvida em aulas especificamente programadas para
esse fim.
Nelio Alfano Moura
Professor de educação
física e treinador olímpico
de atletismo
São Paulo, SP
Auxílio-doença
Na qualidade de presidente da Associação
Nacional dos Médicos Peritos da Previdência Social
(ANMP), gostaria de comentar o quadro "Nova bomba na Previdência"
(12 de janeiro). Muitas explicações podem existir
para o que o Ipea classificou de "estonteante" crescimento dos benefícios
por incapacidade verificado nos últimos anos. O fator previdenciário,
artifício criado para manter os trabalhadores em atividade
mais tempo, certamente contribuiu. O desemprego e a baixa renda
de segurados autônomos também levam ao INSS pessoas
que, em outras condições socioeconômicas, não
alegariam incapacidade por doenças com as quais convivem.
Há os que dizem que a cidadania e a informação
levam mais pessoas a buscar seus direitos, inclusive os previdenciários.
É provável que todos esses fatores sejam relevantes,
mas não dispomos de elementos que permitam fazer afirmações
seguras. Falta ao INSS uma diretoria de perícias médicas
que monitore e controle os desvios na concessão e manutenção
de benefícios por incapacidade.
Eduardo Henrique Rodrigues de Almeida
Diretor-presidente da ANMP
Brasília, DF
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O CÂNTICO DOS
ANJOS
Alguns
leitores se encantaram com a capa da edição
de VEJA de 15 de dezembro, em que anjos tocam para o
menino Jesus, que dorme no colo de Maria. "Eu gostaria
muito de saber qual o autor do quadro que aparece na
capa", escreveram Marcelo Celestini e Simone Maluf.
A obra que despertou tanto interesse é a tela
O Cântico dos Anjos, pintada em 1881 por
Adolphe William Bouguereau (1825-1905), artista francês
que morreu há quase um século. A foto
do quadro foi fornecida pela agência Getty Images
(
11 3167-6877).
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OS PERGAMINHOS DO MAR
MORTO
O
leitor Luiz Calina, diretor de uma empresa de projetos
culturais e sociais em São Paulo, achou excelente
a reportagem de capa sobre Jesus na edição
1.884 e escreveu à redação: "VEJA
mencionou com muita propriedade a possível relação
entre os essênios e Jesus e a importância
dos pergaminhos do Mar Morto para a compreensão
de um período tão importante da história".
Em sua mensagem, ele aproveitou para informar que fragmentos
originais dos pergaminhos estão, pela primeira
vez, na América Latina. A exposição
Pergaminhos do Mar Morto: um Legado para a Humanidade
foi visitada por mais de 150 000 pessoas no Rio de Janeiro
e está em cartaz em São Paulo, na Estação
Pinacoteca, até 27 de fevereiro. Segundo Calina,
que ajuda a realizar a exposição no Brasil,
além dos pergaminhos, outros 77 objetos de mais
de 2.000 anos ilustram o cotidiano do povo essênio.
Outras informações sobre o evento podem
ser obtidas no site www.marmorto.com.br.
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COM O GRÊMIO ONDE
ELE ESTIVER
A
seção Desce (15 de dezembro) informou
que o Grêmio estreará na segunda divisão
do Campeonato Brasileiro de Futebol em 2005. O leitor
Marcelo Zeni, de Xaxim, em Santa Catarina, corrigiu:
"O time já sofreu o descenso em 1991. Jogou na
segunda divisão em 1992, classificando-se em
11º lugar, e subiu para a Série A de 1993
por meio de uma 'virada de mesa' dos cartolas do futebol
brasileiro". Os torcedores do tradicional tricolor gaúcho
acostumados a cantar o hino que diz "com o Grêmio
onde o Grêmio estiver!" terão realmente
de acompanhar, pela segunda vez, a luta da equipe na
Segundona.
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