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Edição 1 782 - 18 de dezembro de 2002
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"A capa da edição 1 781
é uma metáfora genial.
A história se repete.
Parabéns ao criador.
Vocês são 'excessivos'
(Fernando Pessoa)!"
Flavio Saraiva
Mogi das Cruzes, SP

Lula vai a César

VEJA vai a César. A capa, por si só, é uma exclamação. E competência é a palavra que melhor exprime a reportagem "O Brasil decide seu futuro no império" (11 de dezembro). Fascinante é a visão objetiva, esperançosa e histórica que a revista sempre consegue transmitir.
Leila Brauner Alves
São Lourenço do Sul, RS

Magnífico o título de capa da revista VEJA ("Lula vai a César", 11 de dezembro). Bush está para César tanto quanto os EUA estão para o Império Romano. A história sempre deu provas de que a arrogância e a onipotência são os ingredientes adequados para a falência.
Valter José Rehbein Rosa
Caxias do Sul, RS

Na verdade, Lula foi a Nero.
Marco Santana
Santos, SP

Nenhum dos doze césares merece ser comparado ao presidente Bush.
Amancio Barker
São Paulo, SP

Sou americano e achei o artigo sobre a visita de Lula aos EUA bem pesquisado e bem-feito. Embora não concorde com toda a política internacional dos EUA, principalmente na área empresarial e na área militar, ainda seria melhor para Lula fazer amizade com nosso presidente para estabelecer um bom relacionamento político, que pode ajudar seu plano de governo. Bush não é um César, é um caubói com uma pistola bem quente! Mas todo caubói gosta de um bom papo e um bom churrasco. Então, se Lula jogar bem as cartas, acho que Bush pode ficar a seu lado. Boa sorte, Lula!
Steven Byrd
Belo Horizonte, MG

O Brasil diante dos EUA está naquela situação em que se correr o bicho pega e se ficar o bicho come. E agora, Lula?
Jorge Wagner
Ribeirão Preto, SP

A capa da semana expressa com perfeição o que se passa na cabeça de Baby Bush. Alguém na Casa Branca só precisa lembrar a ele que Roma também caiu.
João Emiliano de Araújo Pereira
Salvador, BA

 

Sérgio Abranches

Excelente o artigo do cientista político Sérgio Abranches sobre a presidência do Banco Central, publicado na edição 1 781 de VEJA (Em foco, 11 de dezembro). A opinião do articulista sobre o pré-requisito básico para a escolha do novo presidente do Banco Central ("Alguém que desfrutasse mais a confiança do governo que do mercado talvez tivesse maior poder e autonomia para conduzir uma política até mais ortodoxa") é de tal forma seminal que deveria ser considerada pelo presidente eleito para, fiel a seu ideário, mudar as relações entre os setores econômicos do país.
Luiz Victor N. Magalhães
Cotia, SP

 

José Pastore

Excelente a entrevista com o sociólogo José Pastore (Amarelas, 11 de dezembro). Como empresário, fico estarrecido como nossos legisladores mantêm inalteradas as relações trabalhistas, tão arcaicas, inibidoras de ofertas de empregos e geradoras de conflitos, que na maioria das vezes favorecem apenas advogados inescrupulosos, com perdas para empregados e empregadores.
Osvaldo Scofield Souza Filho

Salvador, BA

Perfeito o sociólogo José Pastore. Enquanto tivermos no Brasil essa idéia de que somente com legislação é que o patrão cumpre seus compromissos com os trabalhadores, ficaremos com escassez de emprego e o número de empregados sem registro e sem contribuir para a Previdência aumentará.
Décio Sardá

Florianópolis, SC

O mais interessante é que se trata de informalidade sem falar na brutalidade da carga tributária. Aliás, a única menção do senhor Pastore a impostos é para duvidar da honestidade dos empresários quando dizem que não podem pagá-los. Obviamente, empresários querem lucros – e não há nada de mal nisso. Se o imposto fosse pago e retornasse sob qualquer forma – segurança pública, geração de mercados no exterior, boas ruas ou educação de qualidade –, pode ser que alguém se dispusesse a reduzir suas pretensões de lucro.
Carlos Eduardo Souza Lopes
Cottage Grove, Wisconsin, EUA

Para quem conhece a iniciativa privada é difícil concordar com a visão acadêmica do sociólogo José Pastore. Dá a impressão de que 60% das firmas são miseráveis. Empresa que não pode sequer pagar salário, ou seja, remunerar o fator humano necessário, a rigor não poderia existir mesmo. É assim no capitalismo. É correto dizer que teoricamente os benefícios trabalhistas praticamente dobram o custo das contratações, mas é bom não esquecer que boa parte é remuneração indireta que complementa o salário. E não deve ser porque os salários sejam altos que precisem de complementação.
Paulo Seródio
São Paulo, SP

 

Itamar Franco

Seja no pé direito seja no esquerdo, um presidente da República sempre terá um calo chamado Itamar Franco ("Corte gastos, Itamar", 11 de dezembro).
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT

 

Stephen Kanitz

Além de estudar em suas faculdades e escolas, os alunos do Brasil deveriam ler VEJA e os artigos do doutor Stephen Kanitz. Dessa forma teriam noção do caminho a seguir na escolha de sua profissão. Eu já escolhi a minha ("Escolhendo uma profissão", Ponto de vista, 11 de dezembro).
Márcio Maurino Ferreira
Lages, SC

Louvável o ponto de vista de Stephen Kanitz. Acho que todos os colégios deveriam debater com seus alunos que estão ingressando no 2º grau este ponto de vista, pois só assim poderíamos reverter a infelicidade de inúmeras pessoas que profissionalmente se projetam apenas nos anseios dos pais.
Ricardo Gitirana Rodrigues
Recife, PE

 

Diogo Mainardi

Mainardi, em "Lula me diverte" (11 de dezembro), é cruel, maravilhoso, verdadeiro.
Zilda Klecz
Santo André, SP

Caro Diogo Mainardi, você se divertir não é nada. O pior é que o Lula se diverte, pois quem nunca comeu melado quando come se lambuza.
Lucia Saraiva
Rio de Janeiro, RJ

 

Radar

Na coluna Radar (11 de dezembro) foi divulgado que o Instituto Brasileiro de Siderurgia doou 1 milhão de reais à campanha do candidato José Serra, o que seria proibido por lei. A bem da verdade, o IBS fez contribuições de igual valor (1 milhão de reais) para as duas campanhas, com respaldo na legislação vigente, conforme pareceres jurídicos em nosso poder, já que foram recursos de suas associadas (empresas privadas), e no fato de que o IBS não recebe recursos públicos.
Marco Polo de
Mello Lopes
Vice-presidente
executivo
Rio de Janeiro, RJ

 

Israel

O objetivo das células terroristas palestinas é atingir o maior número de cidadãos israelenses que moram aqui, tanto adultos quanto crianças, sem diferenciação de camada social, econômica ou religiosa. É por isso que os ataques são feitos em ônibus ou restaurantes freqüentados por gente local. E isso em contraste com os países mencionados na reportagem "Com medo de ir para Israel" (11 de dezembro), como Bali, onde foram atingidos turistas em um centro de diversões para estrangeiros, ou nas pirâmides de Luxor, no Egito, onde foram atingidos seis turistas japoneses. Esses, sim, foram ataques planejados contra locais distintamente turísticos.
Suzan Klagesbrun
Diretora de marketing Ministério de Turismo de Israel
Jerusalém, Israel

 

Especial Investimento

Em VEJA Especial Investimento (dezembro de 2002), na reportagem "Não deixe o Leão esmagar seus ganhos", em "Autônomos e profissionais liberais podem abrir empresa ou fazer o livro-caixa", chamo a atenção para dois itens citados como deduções: as despesas de locomoção e transporte, salvo no caso de representante comercial autônomo, quando correrem por conta deste, não são dedutíveis; a compra de equipamentos não é dedutível. Devemos aqui fazer uma distinção entre despesas e aplicação de capital: no que concerne à aquisição de bens indispensáveis ao exercício da atividade profissional, deve-se identificar quando se trata de despesa, para distingui-la da aplicação de capital, tendo em vista que a primeira é dedutível integralmente quando paga no ano-calendário.
Valdedi Gomes dos Santos
Goiânia, GO

 

Inflação

Na página 41 da edição 1 780 ("Ele voltou", 4 de dezembro), foi publicada uma informação sobre o índice conhecido nacionalmente por IGP-M, calculado e divulgado por essa instituição, que não reflete a realidade. VEJA informa que a coleta dos preços ao consumidor é feita apenas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Na realidade, aferimos os preços ao consumidor em doze municípios de capitais: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Belém, Recife, Salvador, Fortaleza, Porto Alegre, Florianópolis, Goiânia, Curitiba e Distrito Federal.
Rubens Mário Alberto Wachholz
Divisão de Gestão de Dados – Ibre/FGV
Rio de Janeiro, RJ

 

Tecnologia

Em relação à reportagem "Natal high-tech" (4 de dezembro), publicada por essa conceituada revista, informamos que o preço correto do celular 388 da Motorola é de 1.899 reais. O valor de 1.399 reais passado à repórter na verdade se refere a outro produto. Lamentamos o mal-entendido.
Flávia Guarnieri
Motorola do Brasil
São Paulo, SP

 

CORREÇÕES: O ex-embaixador Anthony Harrington, citado na reportagem "O Brasil decide seu futuro no império" (11 de dezembro), preside atualmente a consultoria Stonebridge International LLC, com sede em Washington. A foto publicada na reportagem "O desafio de formar um ministério" (11 de dezembro), entre as págs. 54 e 55 da edição 1 781, foi creditada erradamente. A foto é de Iugo Koyama.


 

A PIRÂMIDE DE QUÉOPS

Martinelli
Pedro Martinelli

Na reportagem "Com medo de ir para Israel" (11 de dezembro), a foto que aparece como sendo da pirâmide de Quéops (A Grande Pirâmide) é, na verdade, uma construção menor, uma das pirâmides-satélites dedicadas às mulheres de Quéops. A verdadeira pirâmide de Quéops é a que está na foto acima, à direita.

 

O POTSDAMER PLATZ

Na reportagem "A obra de 1,5 bi de reais" (11 de dezembro) sobre a Cidade das Artes e das Ciências – uma bilionária atração turística em Valencia, na Espanha –, uma imagem do complexo Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche, na antiga Berlim Ocidental, foi identificada como sendo do Potsdamer Platz, praça da velha Berlim Oriental. Uma dúzia de leitores notou o erro. Renato Salles Amaral, da capital paulista, apresentou características dos dois complexos: "O Kaiser Wilhelm Gedächtniskirche compreende a catedral berlinense de 1895 bombardeada em 1943 e assim mantida, uma capela octagonal e um monumento em memória ao imperador, construídos na década de 60 pelo arquiteto Eiermann. A Potsdamer Platz é palco de uma grande revolução arquitetônica e urbanística na questão da reurbanização de áreas degradadas de metrópoles. Localizada ao lado do Portão de Brandenburgo, essa praça arrasada durante a guerra está sendo reconstruída a partir do plano do famoso arquiteto genovês Renzo Piano e contém projetos de Richard Rogers e Arata Isozaki. Hoje, a Potsdamer Platz abriga a sede da empresa Daimler-Benz, o Sony Center, um cinema Imax 3D, escritórios, hotéis, shopping centers e até um cassino, mas não possui nenhuma igreja". Em sites como o http://www.potsdamer-platz.net/ e o http://www.sonycenter.de/ há mais informações sobre a Potsdamer Platz.



 
 
   
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