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Home  »  Revistas  »  Edição 2139 / 18 de novembro de 2009


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Vocações (capa) - 39
Especial Brasília 50 Anos - 26
Políticos transgressores - 20
Bruno Senna (Amarelas) - 14
O Muro de Berlim - 11

 

Vocação

"É muito importante colocar esse tipo de recurso à disposição dos jovens, para que eles tenham mais clareza em relação às suas opções e encontrem o melhor caminho. Acredito muito no autoconhecimento como premissa básica para o desenvolvimento humano."
Fábio Di Giacomo
Santos, SP

No Especial Vocação (11 de novembro), VEJA proporcionou um banho de informações e cultura concernentes à escolha de uma profissão, por meio de uma explicação mais ampla do conceito de vocação. Ao mesmo tempo, mostrou que não adianta o país decolar se seus cidadãos não estiverem preparados.
Luiz Claudio Carvalho
São Paulo, SP

Como educador, cumprimento VEJA pelo excelente Especial sobre vocação. De forma clara e didática, a reportagem aborda a aptidão, a vocação e o empreendedorismo, tão discutidos em salas de aula. Formamos nossos alunos para o mercado de trabalho, e a escolha da profissão é um passo muito sério na vida do ser humano. As carreiras mais competitivas (direito, engenharia, medicina) foram muito bem estruturadas nessa reportagem, resultando numa verdadeira aula para a escolha da profissão.
Ruvin Ber José Singal
São Paulo, SP

Interessante esse teste desenvolvido pela pedagoga Maria da Luz Calegari, publicado no especial de VEJA, diferente de todos os outros já apresentados. Fiquei feliz ao constatar, uma vez mais, a escolha certa feita por mim há trinta anos. Sou professora (aposentada) e me considero na ativa, em busca de novos desafios e, quem sabe, de uma segunda profissão – uma lista delas apareceu diante de meus olhos, algumas surpreendentes.
Maria Perpétua Roque da Silva
Professora
São Paulo, SP

É valiosa a colaboração de Maria da Luz Calegari ao jovem que ainda não sabe que rumo profissional tomar, para que, baseado em sua biografia, encontre nesta etapa da vida a resposta à frequente pergunta ouvida desde a infância: "O que você vai ser quando crescer?".
Ana Claudia Bosworth, Consultora em recursos humanos
São Paulo, SP

Parabéns pelo Especial Vocação, sobre as carreiras profissionais. O material deverá ajudar milhares de jovens a pensar e repensar a carreira na qual poderão ter sucesso. Uma ironia é que, juntamente com esse número, VEJA nos brinda com uma edição especial sobre Brasília, seus idealizadores e seus executores, Lucio Costa e Oscar Niemeyer, responsáveis pelo Plano Diretor e pelos edifícios que fizeram daquela cidade um marco na história da arquitetura e urbanismo. Brasília e tantos outros projetos urbanísticos são prova indiscutível de que a profissão de arquiteto é uma das poucas que podem determinar em profundidade a qualidade de vida de uma comunidade, atingindo milhões de pessoas. Apesar disso, arquitetura e urbanismo não foi incluída entre as doze profissões mais procuradas, pois ocupa somente a 16ª posição entre as vinte cujos salários foram pesquisados. Sendo assim, continuaremos vivendo sem esperança na megalópole cujo destino é ditado tão somente pelo interesse do mercado imobiliário.
Osmar Valentim
Vargem Grande Paulista, SP

Nasce uma vocação
Alessandra Negrini, que deixou as ciências sociais para ser atriz: "Quando li o texto de Weber sobre o desencantamento do mundo, imediatamente pensei: o que eu quero é encantar!"
Rafael Moraes/CPDOC JB

Edição especial Brasília 50 Anos

Foi com curiosidade que adquiri, em banca, o exemplar especial de VEJA Brasília 50 Anos. Não fazia ideia do registro histórico contido em tal obra. Chamo de obra, sim, pois os relatos nos fazem viajar no tempo, transportando-nos como na reportagem escrita por Ronaldo Costa Couto, com JK fazendo discurso na carroceria de um caminhão, ou arranjando um voo para "sondar" Israel Pinheiro para o grande desafio de gerenciar sua ideia. O que falar então das fotos: são magníficas! Os movimentos políticos e estratégicos, a moda, a cultura, a valentia e objetividade que JK conseguiu plantar no coração, na alma, nos braços e nas pernas de cada um que esteve com ele, como o senhor Afonso Heliodoro. Enfim, uma lição para todos os brasileiros que a equipe de VEJA nos proporcionou.
Gladys Haluch
Curitiba, PR

Ao ler VEJA Especial Brasília 50 Anos fiquei extasiada com a qualidade da pesquisa realizada. Documentos da época e os projetos que concorreram foram o que mais me chamou atenção. Porém, o mais impressionante foi a determinação de um homem: JK. Tenho 51 anos e durante a minha infância acompanhei, através das revistas da época, a evolução dessa linda cidade, que tive o prazer de conhecer aos 15, como presente de aniversário. Nunca mais vi nada igual em termos de modernidade. Parabéns mais uma vez! VEJA sempre surpreendendo!
Isabel Alice Guimarães Ubarana
Natal, RN

MA-RA-VI-LHO-SA! Acessei também o conteúdo on-line da edição especial e fiquei ainda com um gostinho de quero mais... Homenagem mais do que justa aos desbravadores pioneiros, que, apesar das dificuldades, fizeram a história da capital do Brasil.
Ana Cláudia Ferreira Martins
Rio de Janeiro, RJ

Fiquei emocionada pelo lindo presente que recebemos hoje com a edição especial de VEJA. Maravilhosa edição dos 50 anos de Brasília de JK, que serão comemorados em 2010. Melhor presente receberíamos com a mudança de governo, nas próximas eleições.
Isa Maria Borba
Por e-mail

Políticos transgressores

A reportagem "A ética dos incomuns" (11 de novembro) é bastante oportuna e nos mostra a triste realidade da política brasileira. Estamos longe de utilizar a clássica definição de política como a arte ou a ciência da organização, direção e administração de nações ou estados. Nossa definição estaria mais para a arte de administrar conchavos, falcatruas, atos de corrupção ou, ainda, a aplicação do ditado "Em terra de Murici cada um cuida de si". 
Didio Pereira de Campos
Rio de Janeiro, RJ

É muito triste viver em um país onde há dois pesos e duas medidas. Os políticos se autodenominam cidadãos incomuns – vejam bem que ironia, são mesmo, mas no péssimo sentido. Nós, os "comuns mortais", pagamos nossos impostos, diga-se de passagem, extremamente abusivos, sem retorno algum em nosso benefício. Suamos a camisa trabalhando duro em dois ou três empregos para cumprir nossas obrigações familiares e com a Receita Federal e para manter os poderosos incomuns, cujos salários e benefícios são uma afronta ao povo brasileiro, recebendo mensalão e trabalhando (quando isso acontece) quatro dias por semana.
Gisele Maria Giovinazzo
São José do Rio Preto, SP

Infelizmente, cada vez mais fica a impressão de que caráter, integridade, honestidade e retidão são atributos que pertencem única e exclusivamente ao homem do povo, ao homem "comum".
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso
Bauru, SP

Ao contrário do que VEJA afirma, não "testei protótipo de fraude em Minas". Rea-firmo que o ministro-relator da denúncia apresentada contra mim usou, em sua argumentação de acusação, um xerox forjado de um recibo de incrível valor, que nunca existiu e nunca apareceu no seu original. E esse não é o único argumento de origem espúria. Várias outras afirmações usadas para me atribuir culpa são também oriundas de um conhecido lobista processado por estelionato e falsificação, por mim e por outras pessoas físicas e jurídicas; além de ilações e suposições diversas. Os mineiros de bem, de todos os partidos, atestam a lisura de toda a minha vida pública. Confio em uma análise técnica do STF ("A ética dos incomuns", 11 de novembro).
Senador Eduardo Azeredo
Brasília, DF

 

O Muro de Berlim

O que permanece do Muro de Berlim são sequelas da maior praga que se abateu sobre a humanidade e ainda hoje nos ronda ("A revolução que salvou o mundo", 11 de novembro). Quando acenam com o paraíso na terra distribuindo as riquezas que nunca produziram, eles apenas sucateiam o sistema produtivo, semeando miséria e sofrimento. Para sustentar o insustentável, revogam a natureza humana por decreto, semeiam a desconfiança e a discórdia, dividem, mutilam o sentido das palavras, reescrevem a história. Sufocam o espírito das pessoas minando sua iniciativa e autonomia para formar uma legião de dependentes. É fácil perceber que a cura para esse mal é um processo longo e difícil, sem garantias de sucesso. Devemos ficar alerta. Afinal, sempre pagamos o preço dessa aventura, pois, mesmo quando não logram êxito, eles apresentam a fatura ao contribuinte na forma de uma orgia de "reparações" políticas, enquanto preparam uma nova investida.
Antonio Cavalcanti da Matta Ribeiro
Guarulhos, SP

Caso Geisy Arruda

A mulher, historicamente, sempre foi vista como a caudatária de todos os males do mundo. Isso não é novidade. A novidade está em saber que uma universidade, no século XXI, ainda apresenta, estimula e legitima esse comportamento, como ocorreu na Uniban com a aluna Geisy Arruda (VEJA.com e Blogosfera, 11 de novembro), um episódio que evidenciou que aquela instituição ministra trevas, e não luzes, aos seus alunos.
Humberto Milhomem
Professor
Goiânia, GO

Césio 137

Não existe núcleo radioativo num aparelho de raio X. O que ocorreu em Goiânia foi o desmonte, com destruição, por pessoas que não eram as proprietárias, sem autorização delas e despreparadas, da blindagem de um irradiador contendo césio 137, destinado ao tratamento de câncer, instalado num hospital desativado. Com certeza, a descrição apresentada no artigo de Claudio Moura Castro (28 de outubro) não seria aceita pelo Pisa.
Rodolpho Nitzsche Kreter.
Resende, RJ 

 

J.R. Guzzo

Guzzo conseguiu mostrar, com rara felicidade, a postura histérica e equivocada com que, em geral, vem sendo tratada a questão ambiental. Com certeza, para o Brasil, o principal problema ambiental ainda está no lixo e no esgoto na porta do cidadão. Quanto ao aquecimento global, foi bem lembrado que fazia 74 anos que não nevava em Londres num mês de outubro. Na verdade, não sabemos sequer se o aquecimento global existe, já que a temperatura média está caindo há nove anos e a diminuição da cobertura polar é devida muito mais a mudanças pontuais nas correntes marinhas do que à influência da temperatura média do planeta ("Fim do mundo", 11 de novembro).
José Roberto de Amorim
Lagoa Santa, MG

 

Obesidade e preconceito

Parabéns pela reportagem "A vida muito acima da média" (11 de novembro)! De fato, os contrastes, a genética, a bioquímica, o comportamento, o hábito, a relação com o alimento, o papel dos nutrientes e a atividade física, e não apenas um fator, deveriam ser levados em consideração na gênese e no tratamento da obesidade. As facilidades do mundo atual, com suas porções big, extra e mega, bem como a pressão por um padrão de beleza magro, criaram um controvertido duelo diário, no qual a alimentação saudável passou a ser encarada como dieta e quem se afasta muito do padrão fica à margem. Atitudes com impacto na sociedade, como essa reportagem, são fundamentais.
Isolda Prado de N. Nogueira Maduro
Diretoria da Associação Brasileira de Nutrologia
Por e-mail

 

Bruno Senna

A herança de um gênio ultrapassa gerações. Bruno Senna traz em si o destemido propósito do tio. Já experimenta com talento e ousadia pistas, curvas e caminhos aonde leva a responsabilidade de viver e, quem sabe, superar desafios. A figura do tio permanece no brilho de seu olhar penetrante ("Senna não é meu ídolo", 11 de novembro).
José Ribamar Pinheiro Filho
Brasília, DF

É lamentável que um novato, mesmo antes de estrear na Fórmula 1, já declare achar normal um piloto permitir a ultrapassagem do colega de equipe se este estiver mais bem colocado no campeonato. Bruno Senna começa na Fórmula Um com o pé no freio.
Wilmar Uchoa de Araújo
João Pessoa, PB

 

Caras & Bocas

Bem oportuna a reportagem sobre Caras & Bocas ("A diva das 7", 11 de novembro). A novela merece todos os elogios. Foi a melhor trama deste ano na TV, mas infelizmente não vai ter nenhum reconhecimento nas premiações no ano que vem, por se tratar de uma comédia. Só as chamadas novelas "sérias", como a monótona Viver a Vida, são valorizadas. Rir é melhor do que chorar, mas para a crítica e parte do público a comédia é um gênero menor, e por isso Caras & Bocas não terá o reconhecimento que merece.
Jales Pinheiro do Amaral
Gurupi, TO

 

Veja Essa

Infeliz a declaração do governador do Paraná, Roberto Requião, acerca do câncer de mama masculino, e mais infeliz ainda a nota de rodapé da seção Veja Essa (4 de novembro) sobre o assunto, que, erroneamente, induz o leitor a crer que tal patologia no homem se deve apenas ao abuso de injeções de hormônios femininos. Sou médico, e minha monografia de conclusão de curso foi justamente sobre o acometimento dessa neoplasia na população masculina, que é de desconhecimento tanto de parte da classe médica quanto da população como um todo. Tal malignidade, em muito menor proporção que nas mulheres, pode ocorrer nos homens sem que esses tenham recorrido a nenhum tratamento com hormônios. Isso é mais um preconceito que deve ser extinto, assim como aquele antigo que dizia que aids era só coisa de homossexual.
Doutor Alexandre Wilson Silvestre Lopes
Santa Inês, MA

 

Apocalipse em 2012

Excelente a reportagem "O fim do mundo em 2012" (4 de novembro), de André Petry. Como astrônomo, permita-me, contudo, discordar quando ele diz que tempestade solar "também acontece e em nada nos afeta". Importa lembrar que a tempestade solar de 1859 eletrificou cabos de transmissão e provocou incêndios nas oficinas de telégrafos. A Academia Nacional de Ciências dos EUA já alertou para a possibilidade de que em 2012/13, no pico da atividade solar, ocorra uma tempestade semelhante à de 1859, o que poderia acarretar prejuízos de 1 a 2 bilhões de dólares, danificando satélites, provocando blecautes em centrais elétricas, tal como já ocorreu em Quebec, Canadá, e até colocando em risco a vida dos astronautas da Estação Espacial Internacional. Algumas dessas radiações, altamente energéticas (X e gama), poderão atingir nosso planeta, causando inegáveis malefícios aos seres viventes. Em 28 de outubro de 2003, tivemos muita sorte quando uma gigantesca explosão irrompeu no bordo solar. Mesmo assim, vários satélites foram danificados, inclusive a sonda Mars Odyssey, que está ao redor de Marte. A sonda japonesa Nozomi foi atingida e a equipe da Estação Espacial Internacional se viu obrigada a refugiar-se das radiações no módulo de serviço Zvesda. Foi a maior explosão desde 1940. E o que dizer sobre maio de 1999, quando o satélite Galaxi foi atingido, deixando 40 milhões de usuários sem televisão, além de ter bloqueado contas bancárias?
Nelson Travnik
Astrônomo
Campinas, SP

 

IPI

Sobre a iniciativa do governo federal de manter a redução do IPI dos eletrodomésticos de maneira a estimular a eficiência daqueles que gastam menos energia, acredito que, pela sua transitoriedade, não trará nenhum benefício concreto na diminuição dos impactos ambientais. Levando em conta a forma e duração da medida, a impressão que me passa é que ela teve a causa ambiental apenas como pano de fundo politicamente correto. O que realmente se faz necessário são políticas de governo que, de modo permanente, possam estimular atividades eficientes e sintonizadas com a sustentabilidade de nosso planeta ("Linha branca mais leve", 4 de novembro).
Fernando Régis Azevedo Viana
Maceió, AL

Correção: a Lua leva 27,32 dias para dar uma volta completa na Terra, e não 29,53 dias, como informou a reportagem "Os dez dias que sumiram" (4 de novembro). O período de 29,53 dias corresponde a uma lunação, que é o tempo decorrido entre duas luas novas consecutivas.

 

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