PUBLICIDADE

Home  »  Revistas  »  Edição 2139 / 18 de novembro de 2009


Índice    Seções    Panorama    Brasil    Internacional    Geral    Guia    Artes e Espetáculos    Tecnologia    ver capa

Tecnologia

Vida digital
Celulares
Computadores
TVs
3D
Câmeras
E-readers
Saúde
Panorama

Holofote


Felipe Patury

Uma bomba H para as operadoras

Sergio Zacchi/Folha Imagem


A Vivo, a Claro e a TIM tentam convencer o governo a alterar as regras do leilão da banda H, uma faixa de banda larga de celular que será vendida no início de 2010. Pelo modelo atual, só poderá participar do pregão, estimado em 2 bilhões de reais, quem não tem concessões de celulares. Desenhadas para aumentar a competição, as normas atuais beneficiam a francesa Vivendi, a japonesa DoCoMo e a Nextel, que só opera em rádio. Em conversas com o governo, o presidente da Vivo, Roberto Lima, alegou que a legislação foi criada quando ainda não estava clara a necessidade de ter escala para operar nesse mercado. Os executivos da Claro e da TIM endossam o discurso.

 

PP com Dilma?

Rejane Carneiro/Folha Imagem


A adesão do PP à candidatura presidencial da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, será bem mais difícil do que imagina o Palácio do Planalto. Uma pesquisa interna do partido mostra que apenas um terço de seus diretórios apoia a petista. Uma parcela idêntica pretende aderir ao candidato do PSDB. O outro terço se diz indefinido. A agremiação também está dividida sobre um dos seus principais postos, o de líder da bancada na Câmara. Há três candidatos declarados para o cargo: Ciro Nogueira (PI), conhecido como chefe do baixo clero, João Pizzolatti (SC), ligado aos mensaleiros, e o alagoano Benedito de Lira. Dilmista, o atual líder Mário Negromonte (BA) corre por fora com o apoio do governo.

 

Voltará banqueiro

Divulgação


O banco de investimentos americano Astor busca um sócio brasileiro para formar um consórcio para a compra da empreiteira coreana Daewoo, que pertence ao mesmo grupo da montadora. Tem quatro candidatos em vista, entre fundos de investimento e empresas que já atuam no ramo de construção. A seleção para o negócio, que pode alcançar 2,5 bilhões de dólares, está a cargo de Arnon de Mello, sócio do banco e primogênito do senador Fernando Collor (PTB-AL). Seu escolhido se associará a uma empreiteira americana, outra asiática e a um fundo soberano árabe. Há cinco anos nos Estados Unidos, Arnon pretende abrir, no início do próximo ano, uma filial do Astor no Rio de Janeiro. Ele próprio tocará o banco.

 

Injeção só para ricos

Germano Luders


O presidente da Moksha8, Mario Grieco, pediu à Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorização para importar um antiviral injetável que seria eficaz em casos graves da gripe A. Trata-se do peramivir, que nem sequer foi aprovado pela Food and Drug Administration, a agência dos Estados Unidos que autoriza a comercialização de remédios. Ainda assim, seu uso foi liberado naquele país em caráter emergencial. Lá, o tratamento, feito com dez doses de peramivir por cinco dias, custa cerca de 1 000 dólares. Aqui, pode chegar ao dobro.

 

Com reportagem de Renata Betti

O aprendiz da aviação particular

Airplane.net


São tão múltiplas suas atividades que Roberto Justus passou a analisar a possibilidade de comprar um jatinho. O publicitário, apresentador e cantor já tem um modelo em vista. Ou melhor, em voo. Há pouco mais de um mês, ele alugou o Citation 7 do ex-senador Gilberto Miranda, um aparelho seminovo de oito lugares, com apenas 2.000 horas de uso, que está avaliado entre 6 milhões e 10 milhões de dólares. Justus testará o avião até março. Se aprovar, comprará metade dele e passará a dividi-lo com Miranda. Até agora, sua avaliação é positiva. Graças a ele, Justus tem conseguido cumprir sua agenda atribulada. "Não há como alguém não gostar da aviação particular", diz Miranda, seu provável futuro sócio.

 
EDIÇÃO DA SEMANA
ACERVO DIGITAL
PUBLICIDADE
OFERTAS



Copyright © Editora Abril S.A. - Todos os direitos reservados