Cartas

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Stephen Kanitz
Sérgio Abranches
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 
"Não é o vermelho que está ficando cor-de-rosa. Nosso olho é que está acostumando."
Benjamin Azevedo
São Paulo, SP

 

PT

Gostaria de cumprimentar VEJA por essa reportagem de altíssimo nível ("Com vocês, o PT cor-de-rosa", 11 de outubro). Os leitores puderam perceber de forma clara e objetiva que o crescimento e a mudança do PT estão diretamente ligados ao amadurecimento do pensamento político dos brasileiros.
Maria Madalena Gonçalves Porangaba
madalenagp@bol.com.br

Eu e dezenas de colegas, também professores universitários e profissionais liberais, acabamos votando no PT meio desconfiados, esperando para ver se algumas idéias petistas, às quais somos totalmente contrários, vão ser repensadas.
Sergio L. Faria
Campinas, SP

Em minha cidade o povo aprendeu a votar e enterrou nas urnas as oligarquias emboloradas, dando aviso prévio à maioria dos vereadores do PPB e deixando o candidato desse partido à prefeitura em último lugar.
Luiz Alexandre Consani
Santa Cruz do Rio Pardo, SP
luizconsani@uol.com.br

No dia em que o PT for realmente um partido revolucionário, eu vou dormir Mário Annuza e acordar Paulo Zulu.
Mário Annuza

Rio de Janeiro, RJ

Finalmente e felizmente o PT está atingindo a maioridade e adquirindo juízo. Afinal de contas, trata-se do único partido político brasileiro nascido de um movimento organizado, dirigido e voltado genuinamente para o trabalhador, sem as demagogias observadas em outros partidos políticos.
Danilo Wagner
Ribeirão Preto, SP

Felizmente parece que o Partido dos Trabalhadores muda seu discurso, que durante muitos anos se baseou na simples revolta de seus militantes diante dos governos estabelecidos, sem apresentação de propostas. Nesta virada de século, o PT dá mostras de que não pretende ficar parado no tempo e assume uma posição mais participativa perante a sociedade brasileira.
Fabricio Augusto Souza Gomes
Rio de Janeiro, RJ

 

Roberto Pompeu de Toledo

Faço parte da legião de admiradores do jornalista Roberto Pompeu de Toledo, por suas idéias e seu texto claro e contundente. Porém, vejo-me forçado a fazer um reparo ao artigo em que cita meu nome (Ensaio, 4 de outubro). Ele apóia suas opiniões na seguinte afirmação atribuída a mim pelo jornal Folha de S.Paulo: "O problema desses esportes é que têm um adversário. É o que mata". O que realmente afirmei é que nosso maior problema é que em uma competição como essa os atletas brasileiros têm de enfrentar dois adversários: os outros atletas estrangeiros e, antes deles, a falta de estrutura do esporte no Brasil e nossas mazelas sociais. Ou seja, nossos adversários querem ganhar a medalha tanto quanto nós e, além da garra, eles têm uma infra-estrutura de que nossos atletas, infelizmente, não dispõem.
Roberto Shinyashiki
São Paulo, SP

 

Olimpíadas 2000

Lamentamos o infeliz comentário sobre o time de basquete lituano. Nossa tradição nesse esporte vem de longa data, quando em 1937 e 1939 fomos campeões europeus. Na época da ocupação russa, os jogadores lituanos brilharam nos times soviéticos, como pode ser verificado em seus arquivos sobre esporte, quando os nomes Sabonis, Marciulonis, Zukauskas, Ilgauskas Paulauskas e tantos outros se destacaram tanto que chegaram a ser contratados pela NBA. A Lituânia, depois da libertação soviética, conseguiu manter sua importância no cenário esportivo mundial, tanto que um dos mais famosos clubes lituanos de basquete, o Zalgiris, foi campeão mundial em 1996 (Buenos Aires) e campeão europeu em 1999. Nas Olimpíadas de Barcelona e Atlanta, o país conseguiu medalha de bronze ("Farra e vaia para o Dream Team", 27 de setembro).
Jonas Valavicius
Cônsul-geral honorário da República da Lituânia no Brasil
litucons@uol.com.br

 

Ambiente

Como gerente do Centro Nacional de Pesquisa para a Conservação dos Predadores Naturais e, portanto, a pessoa oficialmente responsável pelo manejo e conservação das onças-pintadas como espécie, vejo-me levado a justificar a posição assumida na reportagem "Está sobrando onça" (20 de setembro). Inicialmente, gostaria de enfatizar a expressão "responsável pelo manejo e conservação da onça-pintada como espécie", para diferenciar bem das pessoas que são as responsáveis pelo destino de indivíduos dessa espécie, que são os fazendeiros, empregados de fazendas e, de maneira geral, aqueles que dividem com as onças seu habitat. São essas pessoas que determinam ou que, pessoalmente, puxam o gatilho de uma arma ou envenenam a carcaça de um animal, o que vai causar a morte não apenas da onça, mas também de toda uma gama de outras espécies que vêm abaixo na cadeia alimentar. Entre esses dois extremos, situam-se indivíduos e instituições que de alguma forma são sensibilizados por esse tema, inclusive aqueles que são radicalmente contra a caça, acreditando que com isso estão realmente protegendo a onça. Se houvesse no Brasil um sistema extremamente eficiente de fiscalização para fazer com que a lei que protege a fauna fosse realmente implementada, talvez até ela contribuísse para a preservação. No entanto, não podemos nos esquecer de que a nova Lei de Crimes Ambientais permite o abate de animais "para proteger lavouras, pomares e rebanhos da ação predatória ou destruidora de animais, desde que autorizado pela autoridade competente". Como o Cenap/Ibama é oficialmente a autoridade competente, quero me assegurar de que esse recurso seja autorizado somente em última instância, depois de esgotadas todas as alternativas viáveis. Não pretendo de maneira alguma me propor a advogado da prática da caça, mas ela existe e vai continuar existindo no Brasil, legal ou ilegalmente, independentemente da vontade dos grupos anticaça.
Peter G. Crawshaw Jr.
Sorocaba, SP

 

Escolas católicas

Com relação à reportagem "Colégios vazios" (4 de outubro), gostaria de retificar uma informação sobre a Fundação L'Hermitage. A L'Hermitage não assumiu a direção de 68 colégios católicos. Assessoramos 61 desses estabelecimentos e dirigimos sete deles.
Sebastião Venâncio de Castro
Superintendente Belo Horizonte, MG

 

Claudio de Moura Castro

Nestes últimos anos de trabalho já presenciei a demissão de alguns "práticos" que só tinham experiência (por vezes muita) para levar para a sala de aula, sem títulos nem artigos publicados. Eu mesmo seria um forte candidato, não tivesse buscado rápido uma titulação cujo foco do trabalho acabou perdido, em virtude de ter-se transformado num processo de "tirada de brevê". Infelizmente as escolas têm perdido muito conhecimento nesse processo de promoção de conceitos que, confesso, desarticula tanto o nível dos cursos quanto o dos ambientes de pesquisa (Ponto de vista, 4 de outubro).
George Leal Jamil
gljamil@brfree.com.br

 

Patrimônio

Na reportagem "Tinindo de velhos" (11 de outubro), a instituição pública federal responsável pelo trabalho de preservação dos bens tombados que criou e desenvolveu o projeto, incumbindo-se também da coordenação técnica de toda a obra de restauração e mantendo ali uma técnica em expediente diário, é o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que, desde que foi criado, em 1937, luta para preservar a memória nacional e já tem sob sua guarda cerca de 14.000 sítios históricos.
Luciano Ramos
Chefe do gabinete da presidência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
luciano@iphan.gov.br

 

Medicina

Parabenizamos o jornalista Ricardo Galhardo pela reportagem "Aborto químico" (11 de outubro), sobre a questão das drogas utilizadas em abortamentos. Desejamos esclarecer apenas que a droga Misoprostol (Cytotec) diminuiu substancialmente as infecções maternas causadas por abortamentos. Ela poderá, sim, em raras situações não controladas pelo médico, promover hemorragias.
Thomaz Gollop
Diretor do Instituto de Medicina Fetal de São Paulo
São Paulo, SP

 

Oriente Médio

A retomada do conflito entre israelenses e palestinos sempre provoca reações de repúdio e revolta. As fotos de uma criança de 12 anos e seu pai sendo baleados são de uma tristeza sem fim. Os verdadeiros combatentes, no auge de sua covardia, escondem-se por trás de inocentes civis, sempre as maiores vítimas ("Sangue na Terra Santa", 11 de outubro.
Juvenal Francisco de Souza Filho
juvenal.filho@uol.com.br

 

Crime

Lendo a reportagem "Fácil de matar" (11 de outubro), sobre como é simples matar mulher no Brasil, fico feliz, mesmo sendo homem, de morar há quase dez anos em Nova York e poder andar sem medo a qualquer hora nas ruas desta cidade. Mas, ao mesmo tempo, temo não só pelas mulheres e pelos homens de minha família como por todos os que moram no Brasil.
Luiz Lima
Nova York, EUA

O Brasil tornou-se terra de ninguém, onde os bandidos fazem o que querem, e nós nos tornamos reféns de toda essa violência e barbárie. Não vai demorar muito tempo para ficarmos todos trancados em casa, comprando, estudando e trabalhando pela internet por puro medo de sair, e não por simples comodidade.
Alessandra Ferracioli
Brasília, DF

 

Marlene Mattos

Admirável vencedora, Marlene Mattos deveria editar um livro ou manual sobre como ser vitoriosa para auxiliar aqueles que não querem ser "coitadinhos" ("Marlene S/A", 11 de outubro).
Viviane Vilela
Passos, MG

Uma máquina de projetar e disciplinar pessoas com potencial no mundo artístico, essa maranhense reúne artifícios que conciliam o lado pessoal e o profissional dos artistas na indústria do sucesso.
Natália Garay
Maringá, PR

 

Família

Eu e meu marido somos brasileiros, casados há 21 anos, temos três filhas biológicas. Entramos no fórum de São Paulo, em março deste ano, para pedir a adoção de uma ou duas crianças. Passamos por toda a burocracia, entrevistas e fomos aprovados. Até hoje o máximo que recebemos foi um telefonema. Acredito que existam no Brasil vários casais como nós, dispostos a acolher essas crianças. O que parece faltar é agilidade do poder público para realizar o processo. Conhecemos várias histórias de crianças que são abandonadas ainda bebês e só conseguem os papéis para adoção quando já estão grandes ("Desprezo materno", 11 de outubro).
Sandra Paganini Martins e Sérgio Dias Martins
São Paulo, SP

CORREÇÕES: Na foto da página 37 da última edição de VEJA, o candidato do PT à prefeitura do Recife, João Paulo, está à esquerda e não à direita, como foi publicado. O nome correto da doença descrita na reportagem "O bebê salvou a irmã" (11 de outubro) é anemia de Fanconi.

 

 

 

 

 

 

 





Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco