BUSCA

Busca avançada      
FALE CONOSCO
Escreva para VEJA
Para anunciar
Abril SAC
ACESSO LIVRE
Conheça as seções e áreas de VEJA.com
com acesso liberado
REVISTAS
VEJA
Edição 2017

18 de julho de 2007
ver capa
NESTA EDIÇÃO
Índice
COLUNAS
Lya Luft
Millôr
André Petry
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
SEÇÕES
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA.com
Contexto
Holofote
Radar
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
Publicidade
 

Datas

 
Issei Kato/Reuters
Marcio Fernandes/AE
Jaqueline e Dodô: flagrados no teste antidoping

Suspensos: a jogadora de vôlei Jaqueline, da seleção brasileira, e o atacante Dodô, do Botafogo. Eles foram flagrados no teste antidoping por terem consumido moderadores de apetite, que são proibidos para atletas. No exame de Jaqueline, que alega apenas ter tomado cápsulas de chá verde contra celulite, foi constatada a presença da substância sibutramina. No de Dodô, a de femproporex. A jogadora foi cortada dos Jogos Pan-Americanos e ficará fora das quadras por sessenta dias. Dodô foi suspenso por trinta dias do Campeonato Brasileiro. Dia 9, Dodô, e dia 12, Jaqueline, ambos no Rio de Janeiro.

 
Marcello Casal Jr/ABR
Garotinhos: cassados por três anos

• os direitos políticos de Anthony Garotinho e Rosinha Matheus, ex-governadores do Rio, pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. Eles são acusados de abuso de poder. Na eleição de 2006, prometeram realizar obras em Sapucaia, no interior do Rio, se os moradores votassem nos candidatos que eles indicaram. O casal está impedido de disputar eleições até 2010. Seus advogados devem recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral, para anular a decisão. Dia 12, no Rio de Janeiro.  

Decretada: pela Justiça a prisão preventiva do presidente da empresa MSI, Kia Joorabchian, e do magnata russo Boris Berezovsky. Eles são acusados de usar um contrato com o Corinthians para lavar dinheiro sujo. Ao menos 32 milhões de dólares investidos no clube teriam origem em crimes financeiros cometidos na Rússia. O presidente do clube paulista, Alberto Dualib, também foi denunciado. Como Joorabchian e Berezovsky estão a milhares de quilômetros do Brasil, a vida continua doce para ambos. Dia 12, em São Paulo.  

Reprovados: no vestibular da Universidade de Brasília (UnB) os gêmeos Alan e Alex Teixeira da Cunha. Eles ganharam notoriedade depois que a UnB aceitou a inscrição de Alan no sistema de cotas raciais, mas rejeitou a de Alex. Diante da divulgação desse absurdo, a UnB admitiu o erro e considerou os dois negros. Nem assim eles passaram. Como se vê, ganhariam mais se tivessem estudado, em vez de se fiar no sistema que oficializou o racismo no Brasil. Dia 13, em Brasília.

Eleito: para a presidência do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) o arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno. É o primeiro brasileiro a ocupar o cargo desde dom Aloísio Lorscheider, em 1979. Dom Damasceno, de 70 anos, não deixará seu trabalho em Aparecida. Planeja ir a Bogotá, sede da Celam, a cada dois meses. No cargo, promete dar prioridade à juventude e à defesa ambiental. Dia 10, em Havana.  

Anunciada: a volta das transmissões da RCTV, emissora venezuelana fechada em maio pelo presidente Hugo Chávez. A partir desta segunda-feira, a rede transmitirá sua programação por cabo sob o nome de RCTV Internacional. Dia 11, em Caracas.

• pela Gerdau a compra da siderúrgica americana Chaparral Steel. Com a operação de 4,2 bilhões de dólares, a Gerdau passa a produzir mais aço nos Estados Unidos do que no Brasil. Também ganhou quatro posições no ranking dos maiores produtores mundiais de aço. Saltou do 14º para o 10º lugar. Dia 11, na Flórida.

Divulgação
Telescópio espanhol: o maior do mundo


Inaugurado:
o maior telescópio do mundo, que terá um espelho de 10,4 metros de diâmetro. O Gran Telescópio de Canárias fica em uma montanha na Ilha La Palma, no arquipélago espanhol das Canárias. Sua construção levou dez anos e custou 104 milhões de euros. Dia 13.

Lançada: a candidatura do francês Dominique Strauss-Kahn à sucessão do espanhol Rodrigo Rato na direção do Fundo Monetário Internacional. Socialista, Strauss-Kahn foi ministro da economia da França de 1997 a 1999. Dia 7, em Paris.

  VEJA | Veja São Paulo | Veja Rio | Expediente | Fale conosco | Anuncie | Newsletter |