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Rápidas
no gatilho
Fotos Fábio Heizenreder, João Ávila
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Elas estão chegando ao topo antes deles. As mulheres são
promovidas com menos idade e maior rapidez que os homens. É o que
concluiu o Grupo Catho, do setor de recursos humanos, ao avaliar a carreira
de 16.523 executivos. A ala feminina chega à presidência
das empresas com 40 anos. Já entre eles isso se dá aos 43
anos. Em funções como a de diretor, a diferença é
ainda maior: a promoção ocorre quatro anos mais cedo para
elas, ou seja, aos 36 anos. Por fim, aos 27 anos as moças já
são supervisoras. Seus colegas só atingem a mesma posição
com média de idade de 29 anos.
Agulhas
contra as marcas da acne
Para quem ficou com o rosto implacavelmente marcado pelas cicatrizes deixadas
pela acne, os consultórios dermatológicos oferecem um arsenal
de tratamentos. Entre as técnicas ensinadas no recente Congresso
Brasileiro de Cirurgia Dermatológica, no Rio, destacou-se a subcision,
que consiste no uso de uma agulha para elevar a pele no local, tornando-a
apta para um lixamento capaz de igualar o relevo do rosto, segundo o dermatologista
Sérgio Serpa. Também é possível utilizar minienxertos
de pedaços de pele retirados de trás da orelha para preencher
a região afetada. Se for uma cicatriz muito grande, pode-se retirar
o necessário por meio de um procedimento cirúrgico.
Gravidez e varizes: conselhos práticos
Para as mulheres que têm tendência a desenvolver varizes,
uma dilatação das veias, a gravidez pode ser um gatilho
que dispara o problema. O cirurgião vascular George Luccas e o
angiologista Ivanésio Merlo aconselham medidas práticas
e simples: quando ficar parada, movimentar os pés para cima e para
baixo; descansar com as pernas para o alto; usar meias elásticas
com indicação médica; fazer caminhadas diárias,
de pelo menos quarenta minutos, e evitar passar muito tempo em pé.
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PARA
CONTAR NO BAR: ZOOLÓGICO CORPORATIVO
O
combate ao stress no ambiente de trabalho ganhou um aliado exótico:
a presença dos animais de estimação circulando
entre mesas e computadores. A tendência vem do Kentucky (EUA),
onde foram detectadas 31 empresas que permitiam levar gatos e cachorros
durante o expediente. As opiniões estiveram longe do consenso.
A maioria dos funcionários achava que os animais ajudam a
encorajar a interação social e são bons para
os negócios, além de melhorar a satisfação
no trabalho. Mas uma minoria não via isso com bons olhos:
foram apontadas desvantagens, como barulho do latido, pêlo
nos móveis, a possibilidade de o animal urinar ou defecar
no carpete. Sem falar na preocupação de que alguns
clientes pudessem ser alérgicos ou ter medo dos bichos. E,
na sua firma, que animal você levaria para descontrair o ambiente?
Fotos Luis Gomes, Sérgio de
Divitiis, Renata Ursaia
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Sono
em companhia de valeriana e melissa
Fotos Pedro Rubens, Darcio Tutak
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Quem
tem problema de insônia conta agora com uma ajuda natural
na batalha contra as noites em claro: o remédio fitoterápico
Sonhare, do laboratório alemão Boehringer Ingelheim.
O medicamento é composto de extratos de duas plantas de origem
européia, a valeriana e a melissa. "Elas contêm uma
substância sedativa que reduz o stress", explica Sérgio
Tufik, diretor do Instituto do Sono da Universidade Federal de São
Paulo. Mesmo com o mecanismo de ação ainda não
muito claro, o Sonhare tem proporcionado bons resultados e pode
ser útil em casos de insônia mais leve. Segundo o laboratório
Boehringer Ingelheim, numa pesquisa que comparou o remédio
com placebo (substância inócua), 33% dos indivíduos
que se valeram do Sonhare obtiveram melhoras, contra apenas 9% das
pessoas do outro grupo. Em outro estudo, com 2.395 pessoas, os resultados
se mostraram positivos em 61,6% dos casos.
Gripe
sob controle
Marcio Capovilla
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Uma freada nas complicações causadas pela gripe. É
o que garante o Tamiflu, o antiviral do laboratório Roche
que reduz a duração do mal quando tomado no início
do problema, segundo pesquisa apresentada no começo do mês
num congresso científico em Amsterdã. O medicamento
foi capaz de diminuir em 56% as internações hospitalares
provocadas pela doença. O trabalho analisou 3.044 pacientes
com idade entre 1 e 97 anos.
Cirurgia
nos olhos com mais precisão
Eduardo Pozella
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Já
desembarcou no Brasil uma das mais modernas tecnologias para tratamento
dos olhos, um superatualizado equipamento de laser empregado em
cirurgias para a correção de problemas como miopia,
astigmatismo e hipermetropia. É o Ladarvision 4000, cujos
avanços tecnológicos levam a chancela da Nasa, a agência
espacial americana. "Durante a aplicação do laser,
o aparelho registra a posição do olho 4.000 vezes
por segundo", diz o oftalmologista Mauro Campos, da Universidade
Federal de São Paulo. Ou seja, dez vezes mais que outras
máquinas, o que garante maior precisão cirúrgica.
O equipamento já está instalado em São Paulo
e Porto Alegre e brevemente também será encontrado
em Natal, Salvador e São José do Rio Preto (SP).
BOA
NOTÍCIA
Gerência
do corpo
Quem
tem plano de saúde aprende melhor a lidar com as doenças,
mostra um estudo do Instituto para Saúde e Envelhecimento
da Universidade da Califórnia. Aqueles que não contam
com esse tipo de assistência têm conhecimento limitado
do estado do próprio corpo, não usam bem os remédios
e raramente adotam cuidados preventivos contra doenças. Foram
acompanhadas pessoas entre 23 e 97 anos de idade com problemas de
diabetes, asma, hipertensão e doenças cardíacas.
MÁ
NOTÍCIA
Sexo
& câncer
Estar
exposto a doenças sexualmente transmissíveis aumenta
o risco de desenvolver câncer na próstata em homens
de meia-idade. Esse é o resultado de um levantamento da Universidade
de Illinois e do Fred Hutchinson Cancer Research, em Seattle (EUA),
com 1.456 homens entre 40 e 64 anos. Indivíduos com cerca
de trinta parceiras ou mais, sobretudo com registro de doenças
sexuais desse tipo, apresentaram risco dobrado para o câncer
em comparação com aqueles de vida sexual menos ativa.
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Luto
adolescente
Luiz Roberto Pereira
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A ser divulgado nesta semana, um estudo do Instituto Paulista de
Adolescência mostrou que as questões ligadas à
morte estão muito presentes na vida do adolescente e do jovem
brasileiro. Foram entrevistados 1.393 deles, entre 12 e 20 anos
de idade, em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. De
acordo com o coordenador, o pediatra e terapeuta Eugênio Chipkevitch,
é comum que eles reajam com frieza à situação,
o que não significa que não estejam sofrendo. "O melhor
a fazer é falar sobre o assunto, sem cobranças nem
acusações de insensibilidade", adverte. A seguir,
algumas de suas orientações aos familiares:
Não é aconselhável esconder os sentimentos
e agir como se nada tivesse acontecido. A dor e o sofrimento fazem
parte do processo e devem ser encarados com firmeza.
É comum que o adolescente se sinta culpado por uma eventual
briga passada com a pessoa falecida. Para reverter isso, o conselho
é ressaltar todos os momentos bons que o jovem teve com essa
pessoa.
É o adolescente quem deve decidir se a perda justifica um
afastamento das atividades rotineiras, como escola e cursos. Uma
semana é tempo suficiente.
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Coordenado
por Fábio de Oliveira.
Colaboraram Alexandra Martins
e Fernanda Colavitti
e-mail: parausar@abril.com.br
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