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Sessão
pancada
O violento e esquisito
Dragon
Ball vira mania
Divulgação
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| Dragon
Ball: do Japão, claro |
Nos
últimos tempos, o mundo dos desenhos animados trouxe uma boa e
uma má notícia para os pais brasileiros. A boa: a garotada
já está se cansando dos monstrengos do Pokémon.
A notícia ruim: outra animação japonesa, com mais
pancadaria e esquisitices, virou febre não só entre as crianças,
mas também entre os adolescentes. Trata-se de Dragon Ball,
uma série cujo mote são as artes marciais. Atração
do Cartoon Network, o desenho é atualmente o mais assistido da
TV paga, com audiência média de 9 pontos. Na televisão
aberta, a Bandeirantes o exibe desde 1999, mas a Rede Globo comprou 120
capítulos e deverá levá-los ao ar em breve. Dragon
Ball é uma verdadeira saga. Estreou no Japão em 1986
e levou dez anos para desenrolar-se em três fases Dragon Ball,
Dragon Ball Z e Dragon Ball GT. Assim como ocorreu no país
de origem, o desenho passou despercebido ao estrear no Brasil. Aos poucos,
sua trama mirabolante, que mistura alienígenas com dragões,
foi caindo no gosto da garotada. A história em quadrinhos do Dragon
Ball também virou campeã de vendas nas bancas. Mensalmente,
130.000 exemplares são vendidos, contra 120.000 da revista do Pokémon.
O protagonista de Dragon Ball não solta raios como o velho
Pikachu. Goku (esse, infelizmente, é seu nome) resolve tudo no
braço. Ele já se tornou, é óbvio, personagem
de videogames, brinquedos e outras bugigangas.
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