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Edição 1 709 - 18 de julho de 2001
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Sessão pancada

O violento e esquisito
Dragon Ball vira mania

Divulgação
Dragon Ball: do Japão, claro

Nos últimos tempos, o mundo dos desenhos animados trouxe uma boa e uma má notícia para os pais brasileiros. A boa: a garotada já está se cansando dos monstrengos do Pokémon. A notícia ruim: outra animação japonesa, com mais pancadaria e esquisitices, virou febre não só entre as crianças, mas também entre os adolescentes. Trata-se de Dragon Ball, uma série cujo mote são as artes marciais. Atração do Cartoon Network, o desenho é atualmente o mais assistido da TV paga, com audiência média de 9 pontos. Na televisão aberta, a Bandeirantes o exibe desde 1999, mas a Rede Globo comprou 120 capítulos e deverá levá-los ao ar em breve. Dragon Ball é uma verdadeira saga. Estreou no Japão em 1986 e levou dez anos para desenrolar-se em três fases – Dragon Ball, Dragon Ball Z e Dragon Ball GT. Assim como ocorreu no país de origem, o desenho passou despercebido ao estrear no Brasil. Aos poucos, sua trama mirabolante, que mistura alienígenas com dragões, foi caindo no gosto da garotada. A história em quadrinhos do Dragon Ball também virou campeã de vendas nas bancas. Mensalmente, 130.000 exemplares são vendidos, contra 120.000 da revista do Pokémon. O protagonista de Dragon Ball não solta raios como o velho Pikachu. Goku (esse, infelizmente, é seu nome) resolve tudo no braço. Ele já se tornou, é óbvio, personagem de videogames, brinquedos e outras bugigangas.

   
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