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Ilustração sobre foto de Paulo Jares


MUDANÇA NO CURRÍCULO

Raul Junior


O mercado de consultorias no país é tão competitivo que os profissionais vivem comparando seus currículos. Recentemente, alguns concorrentes começaram a desconfiar de algumas das referências do professor Luiz Marins, um dos nomes mais bem pagos do ramo. Entre outras coisas, ele dizia ter feito um curso de pós-graduação na London School of Economics. Ao saber da movimentação, Marins resolveu antecipar-se e tirou essas informações do currículo. Agora, constam dali apenas coisas que ele pode confirmar.

 

MÉTODO NÃO RRRECOMENDADO

Sérgio Sade

O médico mineiro Randas Vilela Batista ficou famoso como o inventor do procedimento que retira um pedaço do coração para recuperar a eficiência do órgão. Segundo informações de Paulo Brofman, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular, a técnica caiu em desuso nos últimos tempos. Passados quatro anos da operação, apenas 25% dos pacientes sobrevivem. Na Inglaterra e nos Estados Unidos ninguém mais utiliza o método Randas. E, no Brasil, só se recorre a ele em casos extremos.

 

NOVA VERSÃO TUCANA

Egberto Nogueira


Num depoimento publicado recentemente no livro Histórias do Poder, da General Motors, o presidente Fernando Henrique Cardoso deu uma nova versão para aquela velha história segundo a qual Mário Covas teria impedido o PSDB de embarcar no governo Collor. Para FHC, que ficou com a fama de ser favorável à adesão, quem fez força para que os tucanos assumissem um ministério collorido foi o ex-correligionário Ciro Gomes, hoje no PPS. Ciro se recusa a comentar o assunto.

 

A MULTIPLICAÇÃO DAS PENAS ALTERNATIVAS

Liane Neves

Até o fim do mês, o Rio Grande do Sul, governado por Olívio Dutra, e outros nove Estados vão implementar programas de penas alternativas. Por esse método, os condenados não ficam confinados. Em vez disso, prestam serviço à comunidade. Com as novas adesões, deve subir para quinze o número de Estados que utilizam a idéia. Ele custa 95% menos que manter o preso encarcerado e apresenta um índice de regeneração cinco vezes maior que o do sistema convencional.

 

Editado por Sérgio Ruiz Luz. Colaboraram Silvio Ferraz,
Joana Calmon, Lia Abbud, Ricardo Mendonça,
Vanessa Guerreiro e Tatiana Chiari

 

 

   
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