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| "Muito
relaxante viver no campo. Lembra o arcadismo, em
que pensamentos bucólicos fervilhavam na cabeça
dos poetas. Se formos um pouco mais civilizados, quem sabe essa utopia se torne uma realidade." Percy Thomas Jack jack@elogica.com.br |
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Como um dos
milhares de paulistanos que sonham com uma vida mais
tranqüila, mudei-me, juntamente com minha família, para
São José do Rio Preto há um ano e quatro meses em
busca de qualidade de vida. Muito embora a vida no
interior seja mais tranqüila, menos estressante e de
baixo custo, o mercado de trabalho é restrito, ganha-se
menos e enfrentam-se, indiscutivelmente, o bairrismo e o
preconceito. Não me arrependo da opção que fiz, mas
acho importante frisar que nem tudo são flores ("A
boa vida no interior", 11 de março).
Elaine Ferreira
Roberto
São José do Rio Preto, SP
A capa de VEJA de
11 de março é perfeita, as cores, o bordado, o
equilíbrio. No caso, beleza não põe mesa, põe
qualidade.
Clei Everton de
Moraes
cleimoraes@al.rs.gov.br
Quero comunicar uma
falha cometida na página 72 da edição passada de VEJA,
em que se referiram à dupla Chitãozinho e Xororó como
Xitãozinho e Chororó.
Gisele Garcia
Santo André, SP
Cumprimento Lula
por sua coragem de expor detalhes tão marcantes de sua
vida e também o felicito por ter, acima de tudo, essa
força enorme de provocar mudanças em si mesmo e em
nosso país. Ânimo, sempre ("Entre o ser e o não
ser", 11 de março).
Jailce Batista
de Souza
Belo Horizonte, MG
Li algumas
críticas de vários países sobre o álbum de Madonna e
o que me surpreendeu foi que apenas VEJA criticou tão
intensamente o trabalho. No The New York Times, na
revista Vanity Fair, na Spin, na própria Rolling
Stone, e em muitos outros periódicos, o álbum foi
extremamente elogiado. VEJA é uma revista que influencia
a opinião pública, e uma crítica como essa pode
destruir a vendagem de um ótimo álbum.
Márcia Bina
binajose@unetsul.com.br
Detestáveis as
colocações deste homem (Entrevista, 11 de março). Um
homem que afirma que "os Estados Unidos devem ser
uma espécie de polícia global", associa Eric
Hobsbawm ao stalinismo e ainda considera os gênios Pablo
Picasso e Paul Cézanne fraudes não deveria ser
denominado intelectual, tampouco historiador.
Fernando Ramos
Nova Friburgo, RJ
A respeito da
reportagem sobre o Hospital de Base de São José do Rio
Preto ("O SUS que funciona", 11 de março),
causa-me indignação a explicação do sucesso do
hospital: "administração eficiente", como se
isso fosse uma utopia que jamais será conseguida nos
outros hospitais que atendem pelo SUS. Façamos todos um
apelo a FHC para nomear ministro da Saúde o responsável
pela bela administração do Hospital de Base para que
possa ensinar a "fórmula mágica" do bom
atendimento médico no Brasil usando recursos públicos.
Leandro Motta
São Paulo, SP
Foi publicado que a
cidade de São Gabriel do Oeste, onde morava Francisco
Costa Carvalho, acusado de violentar e mutilar a dona de
casa Adileuza, fica no Estado de Mato Grosso. Na verdade,
a cidade se encontra no Estado de Mato Grosso do Sul
("Toma lá, dá cá", 11 de março).
Rodrigo
Guimarães de Araújo
Campo Grande, MS
Não é verdade que
o ainda deputado Sérgio Naya tenha me dado uma surra de
cinto depois que o Jornal de Brasília, sob minha
direção, publicou reportagem insinuando que ele tinha
envolvimento com o tráfico de drogas ("O vilão do
desabamento da Barra", 4 de março). O que Naya
contou é mentira. A verdade: o Jornal de Brasília
publicou reportagem revelando que o jornalista Mário
Eugênio, pouco antes de ser morto por policiais de
Brasília, estava investigando o envolvimento de Naya e
seus aviões no tráfico de ouro e pedras preciosas para
os Estados Unidos. Depois da reportagem, Naya me
encontrou no aeroporto e ordenou a seus três seguranças
que me agredissem. Recebi socos e pontapés, mas escapei
da covardia.
Oliveira Bastos
Brasília, DF
Esclareço que
durante o governo Collor não exerci nenhuma função e
muito menos obtive algum tipo de vantagem que desse ao
referido jornalista qualquer argumento para me enquadrar
em ações tidas como desairosas ou desabonadoras. Fui
terceiro avalista de uma nota promissória brasileira
para fundos de campanha, em 1989, que já foi
integralmente quitada. O referido assunto foi arquivado
pelo Supremo Tribunal Federal, depois de devidamente
julgado ("A esplanada dos escândalos", 11 de
março).
Paulo Octávio
Alves Pereira
Brasília, DF
Sobre a trillha sonora do filme Central
do Brasil ("A taça que faltava", 4 de março), é imperioso
lembrar que a composição, orquestração e realização da gravação foram
realizadas a quatro mãos com meu parceiro Antonio Pinto. Foi ele quem
me convidou para tal empreitada.
Jaques Morelenbaum
jmorel@uol.com.br
CORREÇÃO:
A
foto que aparece no índice da edição 1.537 (11 de
março) é de Poços de Caldas e não de Ilhéus, como
foi publicado.
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