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Edição 2091

17 de dezembro de 2008
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Assuntos mais comentados
Nudez (capa) — 27
Nossa Senhora de Medjugorje — 17
Carlos Minc (Entrevista) — 16
J.R. Guzzo — 12
Paulinho da Força — 11

Nudez

"A nudez é linda. Muito ruim é a sua banalização nos meios de comunicação, como se ela fosse um cacho de bananas numa barraca de feira."
Cyro Cabral
São Paulo, SP

Sem dúvida, as emissoras de TV exploram abundantemente o caráter sensual em sua programação em busca de maiores audiências. Seria aceitável, se houvesse exibição parcimoniosa da nudez natural, deixando-a com caráter lascivo para as telas dos cinemas.
Valdomiro Nenevê
São José dos Pinhais, PR

O instinto sexual do homem moderno vem sofrendo mudanças diante da banalização da nudez da mulher, exposta em detalhes sob os mais variados ângulos. O homem passa a procurar satisfações inusitadas, novos gozos e prazeres, enveredando para alucinógenos, em busca do prazer sexual primitivo. Às vezes, vai atrás de satisfações anômalas, ofuscado pelas visões eróticas da nudez banalizada. Talvez os mandamentos do Alcorão, que cobrem a mulher da cabeça aos pés e até com a inadmissível e cruel burca, tenham fundamento. Para os seguidores do livro sagrado dos maometanos, o desejo de uma conjunção carnal nos moldes primitivos deve ser o objetivo para a perpetuação da espécie.
Joaquim P. Martins
João Pessoa, PB

Infelizmente, a nudez transformou-se em mais uma estratégia da mídia para ganhar ibope. É triste que muitas mulheres acreditem que o sucesso e a realização profissional se dão dessa forma, sujeitando-se a ficar seminuas em horários em que crianças ainda estão presentes. A falta de apoio por parte dos colegas de Pedro Cardoso decorre da máxima em que muitos atores estão firmados, que é: "Pagando bem, que mal tem?"
Marcos Mercer
Balneário Camboriú, SC

Sou a favor de usar a sexualidade principalmente em casos de protestos, pois é a única coisa que faz com que os brasileiros parem e prestem atenção!
Jaciano Souza da Silva
Guaxupé, MG

O problema da nudez é as mulheres se promoverem por esse meio, legitimando a condição de objeto a ser comprado e manipulado, completamente à mercê dos interesses masculinos.
Bruna Perussello
Curitiba, PR

Finalmente alguém do meio artístico resolveu vencer a hipocrisia que insiste em chamar de nu "artístico" a exploração comercial da intimidade, especialmente a das mulheres.
Vinicius da Silva
Rio de Janeiro, RJ

A pretexto de liberdade de expressão, o que se quer é vender produtos. Boa parte da área artística é particularmente hipócrita na defesa desse liberalismo, em nome do lamentável "é proibido proibir". Ela não gosta de aceitar nenhuma limitação à vontade de ganhar dinheiro.
Flávio Silva
Rio de Janeiro, RJ

 

Nossa Senhora de Medjugorje

Brilhante o trabalho que VEJA tem realizado, principalmente pela sua capacidade de suscitar questionamentos, tão necessários para quem busca aproximar-se da verdade. A boa informação ajuda-nos a refletir sobre a amplitude da realidade e a definir critérios de valorização do que é bonito, grandioso, belo, em contrapartida àquilo que é feio e mesquinho ("A virgem sob suspeita", 10 de dezembro).
Padre Vicente André de Oliveira
Missionário redentorista
Diretor da Academia Marial do Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida
Aparecida, SP

Gostamos de saber que VEJA traz informações importantes para nos ajudar a refletir sobre as coisas de Deus. Sou católico, tenho muita fé em Nossa Senhora, mas de vez em quando fico sabendo de "aparições" que não merecem credibilidade. A reportagem de Adriana Lopes nos auxilia a pensar sobre o que está acontecendo em Medjugorje.
Cácio de Jesus Silva
Monte Carmelo, MG

É até compreensível por que tantos crêem na aparição, pois isso é um sinal do desespero e do sofrimento que assolam o mundo. Além do mais, mesmo que no início fossem verdadeiras as aparições, sua continuidade e veracidade agora já devem estar prejudicadas. É sabido e certo que se estanca qualquer dom ou tráfico com coisas santas, sob qualquer forma, quando os tais "clarividentes" se põem a cobrar e insistem em lucrar com as palestras e aparições com hora marcada, pois está explicado: "Dai de graça o que de graça recebeste" (Mateus X-8). Se verdadeiros fossem, os seis "devotos" nada iriam querer em troca de relatar suas "visões".
Heliana Vicari Mieli
São Paulo, SP

Não está a "Virgem sob suspeita", mas, sim, aqueles que dizem receber a sua mensagem.
Edione Maria Krauss
Astorga, PR

 

Carlos Minc

É mesmo uma figura sui generis, com algo de folclórico, o carioca Carlos Minc (Entrevista, 10 de dezembro), há seis meses à frente do Ministério do Meio Ambiente do governo Lula. Minc possui a seu favor o fato de ser um ativista ambiental de carteirinha e não vir de nenhuma panelinha partidária, além de não ser produto do lobby xiita das ONGs. Por outro lado, contra ele pesa o apetite de gostar demais de aparecer e de falar na lata o que lhe vem à telha, o que nem sempre é sinônimo de boa política.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE   

Carlos Minc, o maluco beleza do meio ambiente nacional. Seus argumentos são adensados à clareza dos que pensam que preservação é um bicho-de-sete-cabeças. Bom ministro! Você me deixa doidão!!!
Jorge Lopes Marques
Cuiabá, MT

Ótima a entrevista com o excelente Carlos Minc. É a rara coincidência da pessoa certa no lugar certo.
Carlos Alberto Pires Rayol
Brasília, DF

Vivo na Amazônia. Gostaria que acabasse essa grilagem de terras que há por aqui. Os grileiros são todos de outras regiões e nós levamos a culpa de ser os devastadores. Até japoneses e peruanos possuem madeireiras aqui. Nós, nada. O Minc deveria enviar o Exército para cá. Precisamos de mais estradas. Fomos abandonados pelo governo federal. A cidade de Santarém, por exemplo, nas margens do Rio Tapajós, não tem água encanada. Isso é ridículo! Lula, seu PAC, para nós, é inútil.
Hudson Luis Viana Bezerra
Boa Vista, RR

As páginas amarelas de VEJA abrigaram o mais notório "pavão de colete" do atual governo, uma pessoa sedenta por aparecer, nada que o lulismo no poder não possa conter, depois de tanta demagogia, desmandos, escândalos, impunidades. O ministro do Meio Ambiente, que tanto gosta e precisa aparecer, poderia mandar cromar as (enormes) orelhas e colocar uma lâmpada vermelha na testa.
Emir Nunes Moreira
Curitiba, PR

 

J.R. Guzzo

Pertinente o assunto tratado por J.R. Guzzo sobre a obsessão dos tribunais superiores por prédios suntuosos e onerosos aos cofres da União. O mais grave é que esse tipo de obra se tornou banal, pois os tribunais regionais tendem a surfar na onda top de linha dos superiores ("Top de linha", 10 de dezembro). 
Nazareno Damião da Silva
Natal, RN

O artigo nos mostra que, além do custo da corrupção, nossos impostos bancam, também, algumas imoralidades "lícitas", como o luxo do Tribunal Regional Federal de Brasília.
Cássio Esashika Leone Porto
Presidente Prudente, SP

 

Paulinho da Força

Ao ver aquele bando de desocupados absolver Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, senti vergonha de ser brasileiro. Já está na hora de o governo acordar e passar um pente fino nessas ONGs, pois tem muita gente enriquecendo sem trabalhar.
Luiz Buzetti Filho
Paranaíba, MS

Está aí mais uma prova de que eles se protegem em qualquer situação. O Paulinho da Força foi absolvido. Ele realmente tem a força.
Ailton Dias Pereira
Ribeirão Preto, SP

Com uma freqüência espantosa e uma pontualidade britânica, VEJA publica, para nossa revolta e total impotência, os escândalos que vicejam nas terras do poder. Não consigo digerir a total impunidade com que membros dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário são agraciados. A blindagem é tão eficiente que nem as mais cabeludas falcatruas conseguem sequer arranhar a pintura.
Cedemir Antonio de Liori
São Paulo, SP

VEJA tem o direito de emitir suas opiniões sobre os diferentes fatos da vida política e social do país, como o caso que envolve o presidente da Força Sindical, o companheiro Paulo Pereira da Silva. Só não tem o direito de mentir, como o fez com a publicação de foto e legenda na edição 2090 ("Dia de deboche", 10 de dezembro), em que insinua que, devido ao fato de estar tomando uma cerveja, Paulinho estaria comemorando o resultado da votação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Para a informação dos editores, tal foto foi tirada às 11 horas, quando Paulinho participava da 5ª Marcha dos Trabalhadores a Brasília, sendo que é sabido que a reunião do Conselho de Ética só foi realizar-se na tarde do mesmo dia 3 de dezembro.
João Carlos Gonçalves (Juruna)
Secretário-geral da Força Sindical
São Paulo, SP

 

O Melhor do Brasil

Adorei a edição especial da VEJA (O Melhor do Brasil, dezembro de 2008). Um guia completo para conhecermos o melhor do nosso país. Estive na semana passada na Paraíba e visitei alguns pontos indicados. Obrigada por mais esse presente.
Melissa
Por e-mail

Estive em Salvador e pude fazer todo o roteiro proposto pelo especial O Melhor do Brasil. Foi maravilhoso.
Rita Bianchi Zuqui
Vila Velha, ES

 

Lula

Nunca antes na história deste país a liturgia do cargo de supremo mandatário da nação foi tão desprezada... Empregar expressões tão chulas e vulgares no exercício de tão importante cargo é desvalorizá-lo, rebaixá-lo, despi-lo da devida e necessária respeitabilidade! ("O vendaval se aproxima", 10 de dezembro)
Roberto Sylla Gomes Macedo
Por e-mail

Melhor seria se ele reduzisse suas aparições, suas grosserias e os impostos, o que certamente teria melhor impacto.
José Valter Junquer
Campinas, SP

 

Tragédia em Santa Catarina

Quando chegará a agilidade de ações por parte do governo? Parem de prometer, parem de atrasar a liberação de recursos. A situação dos catarinenses é delicada e extremamente difícil! ("A hora da solidariedade", 10 de dezembro)
Giles Balbinotti
Curitiba, PR

 

Presentes de Natal

Gostaria de deixar registrado que, apesar de ter formação em enologia, não sou enóloga. Enólogo é o profissional que produz vinhos, e esse não é meu ofício. Fui durante anos sommelière de restaurantes e hoje ensino a profissão em minha escola. Assim, o ideal é me chamar de sommelière.
Alexandra Corvo
São Paulo, SP

 

Holofote

Deparei com uma nota na coluna Holofote ("Rádios e piratas", 29 de setembro) que não condiz com a realidade dos fatos. Nessa nota, há a vinculação de meu nome ao Sistema de Radiodifusão Sertãozinho. Sou um homem da comunicação, antes mesmo de ingressar na vida pública, e afirmo que não tenho nenhuma ligação com essa empresa de comunicação.
José de Abreu
Ex-deputado paulista
Por e-mail

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 



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