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Cartas
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"Ronaldo
demonstra a cada dia maior amadurecimento, tanto profissional
quanto pessoal. VEJA nos deu um grande presente."
Eliana S. de Oliveira
Cajuru, SP
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Ronaldo
Adorei
a reportagem com esse menino brilhante que todos chamam de Fenômeno
("A intimidade de um fenômeno", 10 de dezembro). Uma pessoa
talentosa, de boa índole, que consegue enxergar ao seu redor,
pois com tanta grana e sendo reverenciado mundo afora poderia ser
arrogante como a maioria. Ronaldinho consegue atrair para si tudo
de bom e com certeza vai trilhar por anos um caminho só de
glória.
Rosângela Machado
São Paulo, SP
Há
alguns anos, quando li a reportagem de capa de VEJA com Ronaldinho,
senti grande satisfação em saber que nosso craque
era brasileiro e me orgulhava em dizer isso com a revista nas mãos.
Depois, li uma entrevista sua nas páginas amarelas e continuei
a admirar o craque. Hoje, lendo a nova reportagem de VEJA, continuo
dizendo que tenho grande admiração pelo Ronaldinho.
Com certeza, uma revista para ficar na galeria dos nossos arquivos.
Marcelo Teixeira
São Paulo, SP
Na
reportagem fica evidente que a crença em nós mesmos,
a persistência, o trabalho sério, eficiente e eficaz
associado ao apoio de pessoas-chave fazem com que derrubemos a grande
maioria das barreiras de nosso caminho no transcorrer da vida. Parabéns
ao craque Ronaldo, parabéns a todos aqueles que, junto com
ele, acreditaram em sua surpreendente e tão esperada recuperação
física e psicológica. Principalmente ao fisioterapeuta
Nilton Petrone, o Filé.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP
Na
mitologia, a Fênix era uma ave fabulosa que renascia das cinzas
após morrer queimada. Assim como a mitológica ave,
Ronaldo teve sua grande queda para depois se levantar e voar tão
alto.
Kazuaki Ishizaki
Hikari, Japão
Gostei
da abordagem sobre o Real Madrid e como ele sabe ganhar dinheiro
com sua marca. Comparei com o meu time, o Corinthians, dono da marca
mais vista do país e ao qual as empresas pagam uma mixaria,
uma esmola, para ter seu nome inscrito em camiseta tão famosa.
Não é à toa que meu ex-timão está
praticamente falido.
Laércio Zanini
Garça, SP
No
momento em que a edição 1 832 chega às bancas,
o fenômeno mais espetacular do futebol não se chama
Ronaldo. Chama-se Alex.
Letícia Carvalho
Belo Horizonte, MG
Arthur
Agatston
Queria
avisar o doutor Arthur Agatston de que a dieta dele é muito
fácil de ser seguida, quando você não tem uma
mãe cozinheira que faz o melhor bolo de milho que já
comi, te convida para jantar com uma polenta com molho de galinha
para italiano nenhum botar defeito, e ainda te recebe com pão
recém-saído do forno, feito especialmente para você.
Entre a minha mãe e o doutor Arthur, prefiro ficar mesmo
com minha barriguinha. Mesmo assim, obrigada, VEJA, pela excelente
entrevista ("Regime sem dor", 10 de dezembro).
Silvana Maschio
Passo Fundo, RS
O
PT e os radicais
A
incoerência não está em expulsar porque são
radicais ou indisciplinados. Ela está na pergunta: por que
não expulsaram antes? Antes de 2003, raramente se falava
do PT sem mencionar Lula e Heloísa Helena, entre outros,
porque eles queriam o completo oposto do que estava sendo feito.
Brigavam por tudo aquilo com que não concordavam. E gritavam
alto. Na minha opinião, o PT só está no governo
agora por ser "radical". Os radicais e os indisciplinados não
deveriam ser jogados no lixo pelo PT, pois representam o que o partido
já foi um dia: uma pedra no sapato do governo ("É
por isso que o PT não é o PMDB", 10 de dezembro).
Eduardo Alves Machado
Barretos, SP
O título
da reportagem "É por isso que o PT não é o
PMDB" (10 de dezembro) e a única menção no
texto ao PMDB sugerem que ele é o principal se não
o único partido brasileiro em que as regras não
são seguidas. A direção atual do partido tem
se esforçado para obter o máximo de unidade possível
em torno das bandeiras fundamentais, como o desenvolvimento com
inclusão social. Na verdade, sabemos todos, o PMDB abriga
divergências desde seu surgimento, justamente porque foi criado
como um movimento pela redemocratização do país,
reunindo políticos das mais variadas tendências. Aliás,
o PSDB e mesmo o PT têm suas origens no PMDB. A direção
do partido tem se manifestado a favor de uma reforma política
e partidária profunda, a fim de que o eleitorado tenha claramente
definidas as posições políticas postas à
sua escolha. Sem tal reforma, continuaremos assistindo ao que a
imprensa chama de "troca-troca partidário".
Ronaldo Paixão
Assessor de comunicação social do PMDB
Brasília, DF
Conjuntura
Brilhante
a matéria sobre os fatores limitantes do crescimento sustentável
da economia ("O que impede o crescimento", 10 de dezembro). VEJA
poderia levantar o que significaria para o Brasil viver com uma
carga tributária de 25% do PIB. Seria uma excelente lição
de administração pública.
Simon Podolsky Sala
Araraquara, SP
Para
que o Brasil volte a crescer é necessário que seja
aprovada a reforma tributária, mesmo que os resultados venham
a longo prazo, e que os juros caiam a patamares compatíveis
com o nosso PIB. Estabilidade econômica e credibilidade perante
os investidores nós já estamos conseguindo. Agora
temos de tirar o ônus desse feito das costas da nossa classe
média, que paga impostos altíssimos e convive com
juros exorbitantes.
Alessandra Scalioni Brito
Por e-mail
Relações
exteriores
É
preocupante o sonho proletário de Lula e de sua assessoria
de alçar o país à condição de
primeiro dos piores em vez de último dos melhores ("Política
externa rodopiante", 10 de dezembro). Isso equivale a uma festa
promovida pelo melhor aluno entre os reprovados no vestibular.
Adalberto Alves de Matos
Barra do Garças, MT
O presidente
Lula comporta-se como um novo-rico, não tendo dimensão
do ridículo. Seria muito bom para ele uma terapia psicológica
para, ao menos, tentar diminuir seu complexo de inferioridade em
relação ao ex-presidente FHC e, ao mesmo tempo, acordá-lo
para a realidade. Chega de devaneios.
Antonio José Monteiro Rocha
Lagarto, SE
Roberto
Pompeu de Toledo
Roberto
Pompeu de Toledo mais uma vez se superou ("A santa e a senadora",
10 de dezembro). Com seu texto instigante e inteligente, comparou
a Maria Madalena da Bíblia com a senadora Heloísa
Helena. Realmente, a senadora tem suas convicções
políticas que devem ser respeitadas; no entanto, governar
é mais do que fazer oposição, é ter
coragem de mudar o que precisa ser mudado.
Helano Cid Timbó
Fortaleza, CE
Blairo
Maggi
Achei
excelente a reportagem "O trator no governo" (10 de dezembro), sobre
o governador Blairo Maggi, em que ficou evidenciada sua responsabilidade
pela coisa pública e pelo crescimento do Estado que governa.
A implantação do contrato de gestão junto ao
secretariado devia ser copiada pelos Estados que não têm
o mesmo sucesso em sua administração.
Carlos Wagner Souza Toscano
Manaus, AM
Cartas
Com
relação à nota "Lula e a segurança de
vôo" (10 de dezembro), o Centro de Comunicação
Social da Aeronáutica sente-se no dever de prestar os seguintes
esclarecimentos à opinião pública: a Força
Aérea Brasileira tem como um dos pilares fundamentais de
suas atividades a segurança de vôo. Tal característica
é demonstrada pelo profissionalismo com que são realizadas
as missões de transporte do excelentíssimo senhor
presidente da República. A preocupação de três
leitores com a segurança no transporte presidencial é
louvável, porém não é pertinente. A
mencionada mesa que aparece na foto é dobrável e não
fica naquela posição durante as operações
de pouso e decolagem, não interferindo em uma eventual situação
de emergência. A foto mostrada na reportagem foi tirada quando
a aeronave estava em vôo de cruzeiro, situação
em que a mesa desmontável pode ser aberta e utilizada pelos
passageiros sem comprometimento da segurança. Em altitude,
a saída de emergência não pode ser usada pela
pressurização da cabine, como em qualquer outro avião.
Caso haja alguma dúvida ou necessidade de maiores esclarecimentos,
o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
está à disposição da revista VEJA e
de seus leitores.
Centro de Comunicação Social da
Aeronáutica
Site: www.fab.mil.br
E-mail: imprensa@fab.mil.br
Brasília, DF
Que
me desculpe o leitor José de Sá Neto, de Salvador,
Bahia, mas Virgílio, nascido no ano 70 a.C., reprisou a história
do cavalo de Tróia contada por Homero (século IX a.C.)
em sua obra Odisséia, livro VIII ("Cavalo de Tróia",
10 de dezembro).
Gustavo Sassi
Rio de Janeiro, RJ
| CORRENTE
DO BEM |
Chegaram
à redação de VEJA na semana passada
184 mensagens dos leitores sobre o artigo "Deficientes
discriminados" (10 de dezembro), em que o colunista
Diogo Mainardi fala da dificuldade de encontrar uma escolinha
para seu filho, portador de deficiência. Cinqüenta
leitores de dezenove cidades escreveram para indicar uma
instituição que poderia acolher Tito, filho
de Mainardi. "Sou professora de uma escola especial e,
sensibilizada com o artigo, venho convidar Diogo para
morar em nossa cidade", escreveu Amelia Tochetto, de Porto
Alegre. Todas as sugestões foram repassadas ao
colunista e estão à disposição
dos leitores que tenham problema parecido no site de VEJA,
em que há também um fórum de leitores
discutindo o assunto.
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| AMIGOS
DO FÍGADO DO GANSO |
Marcondes
Aurélio Moser e André Grutzmacher, produtores
de foie gras, ficaram espantados com a reação
de alguns leitores que se manifestaram contra a forma
de produção dessa iguaria devido à
suspeita de que os gansos sofrem muito durante o processo
("Amigos
do ganso", Cartas, 3 de dezembro). "A preparação
do foie gras é a reprodução de um
processo natural, não envolve tortura animal e
o resultado é um alimento totalmente saudável",
explicaram em carta à redação. Moser
e Grutzmacher salientaram que na natureza o "fígado
gordo da ave é fruto de uma alimentação
acentuada com o objetivo de acumular reservas para o consumo
aumentado de energia durante o processo de migração".
Com a domesticação dessa ave, dizem, procurou-se
reproduzir o processo para promover a engorda do animal
e, conseqüentemente, de seu fígado. Depois
de explicar detalhadamente o método de criação
dos bichinhos, eles contam que "com essa alimentação
acentuada o animal inicialmente acumula gordura no corpo.
O acúmulo de gordura no fígado ocorre apenas
nos três últimos dias antes do abate", informam.
"Um animal doente jamais acumularia gordura no fígado,
pois seu metabolismo ficaria alterado e a digestão,
comprometida", esclarecem. Todos à mesa!
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