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Edição 2078

17 de setembro de 2008
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Especial VEJA 40 Anos — 112
40 propostas para o Brasil (capa) — 28
Stephen Kanitz — 19
Jovens evangélicos — 18
Diogo Mainardi — 17

40 propostas para o Brasil

O seminário "O Brasil que Queremos Ser" coloca VEJA na vanguarda da busca de caminhos para o verdadeiro progresso do país. As oito propostas do primeiro painel apontam a educação como o fundamento de qualquer ação voltada para o cumprimento das propostas dos demais painéis. Sem educação, um Brasil claudicante andará aos tropeços em parelha com os países mais atrasados do planeta ("Um dia muito especial", 10 de setembro).
Elizio Nilo Caliman
Brasília, DF

Feliz do país que tem uma imprensa livre. Feliz do Brasil, que tem uma revista como VEJA. Durmo mais tranqüilo sabendo que a equipe de VEJA está trabalhando, como se fosse a guardiã da democracia. Bravos à Editora Abril, a VEJA e a esse brilhante brasileiro Roberto Civita. A ele, o meu mais profundo respeito e admiração.
Fernando Luiz O. Resende
Por e-mail

VEJA dá exemplo de como se deve pensar globalmente e agir localmente. A cada dia se torna mais evidente que é através da participação dos diversos segmentos na formulação de idéias suprapartidárias que teremos a oportunidade de construir uma sociedade mais justa e fraterna.
Luiz Adriano Prezia Carneiro
São Bernardo do Campo, SP

Desejo expressar meu contentamento e minha gratidão à Editora Abril e, em especial, à redação de VEJA por terem realizado o evento "O Brasil que Queremos Ser". Como universitário, e cioso dos problemas que enfrentarei nos próximos quarenta anos de vida profissional, aprecio muito a realização de foros norteados pela pluralidade de idéias e pela honestidade intelectual, como esse mostrou ser.
Eduardo Salles de Souza Ribeiro
Campinas, SP

Roberto Setton

"O seminário "O Brasil que Queremos Ser" coloca VEJA na vanguarda da busca de caminhos para o verdadeiro progresso do Brasil."
Elizio Nilo Caliman
Brasília, DF

Resgatei a minha esperança de melhores tempos em razão da brilhante idéia de VEJA de reunir 500 eminentes cidadãos ligados às áreas de política, economia e cultura para participar do seminário "O Brasil que Queremos Ser". Esses especialistas falaram com propriedade sobre as formas de gerir o Brasil e, conseqüentemente, suprimir as barreiras que impedem a nação de alcançar o seu potencial pleno de progresso para as gerações futuras.
Nelson Santiago Filho
João Pessoa, PB

Muito interessante a reportagem. Trata-se de produto de pessoas preocupadas com o desenvolvimento do nosso país. Demonstra a preocupação deste importante meio de comunicação com nossa sociedade. O item 2 parece-me o mais importante. Ocorre que muitos pais com pouca ou nenhuma instrução também não valorizam o estudo dos filhos. Creio que seja também muito importante educar os pais com cursos profissionalizantes ou oferecer ensino universitário a distância para maiores de 30 anos.
Nilton Salgueiro
Educador
Por e-mail

Admirável a iniciativa de VEJA de promover amplo debate sobre "O Brasil que Queremos Ser", em comemoração aos seus quarenta anos. A responsabilidade na abordagem de temas da mais alta relevância para a sustentabilidade presente e futura reflete o espírito que sempre norteou a revista: antecipar os fatos como forma de impulsionar a mudança de comportamento da população.
João Crestana
Presidente do Secovi – SP
São Paulo, SP

Na proposta "Unificar as leis ambientais" não foi levado em consideração relatório apresentado ao Grupo de Trabalho de Consolidação das Leis Ambientais da Câmara dos Deputados. Em 9 de julho do corrente, esse colegiado aprovou por unanimidade relatório acerca do projeto de lei nº 679/2007, que sistematiza toda a legislação ambiental em vigor no país. A intenção foi reduzir o "emaranhado legal" citado, os conflitos judiciais na área, facilitar o acesso e aprimorar a legislação ambiental. O texto, que pode ser acessado no portal da Câmara, tem 480 artigos, unifica 33 decretos e leis, partes de outras sete normas e uma medida provisória. A matéria agora será enviada à Comissão de Constituição e Justiça, para ser analisada, e deverá entrar na pauta de votações do Plenário até o fim deste ano.
Ricardo Trípoli
Deputado federal
Vice-presidente da Comissão de Meio Ambiente
Brasília, DF

 

Especial VEJA 40 Anos

A edição especial VEJA 40 Anos (setembro de 2008) é para ser lida, relida e guardada. Ali, em cada página, vemos um pouco da história da nossa vida. A isenção e a qualidade editorial de VEJA garantiram essa trajetória bem-sucedida de quarenta anos. Agora, nós, leitores, continuamos contando com a visão crítica e independente de VEJA para acompanhar a evolução das quarenta propostas para o Brasil.
Luiz Lara
São Paulo, SP

Quando vi pela primeira vez esta linda revista (lembro-me como se fosse hoje), pensei: "Poxa, o Brasil tem revista igual à Time; estamos deixando de ser subdesenvolvidos!". Durante muito tempo andei com ela e com a Time debaixo do braço, só para me exibir, dizer que eu era culta. Tinha apenas 12 anos. Realmente VEJA me ajudou a ficar mais culta.
Cecilia Miklos Dale
São Paulo, SP

Ao receber a edição especial VEJA 40 Anos, fui tomada pela emoção: revi a cena de meu pai entrando em casa com uma revista de capa vermelha. Era o número 1 dessa revista que passou a fazer parte de nossa vida. Ela me acompanhou na infância, na adolescência e na vida adulta. Meus filhos a consultaram em trabalhos escolares e a família toda a lê para manter-se informada. Sei que terá vida longa e meus netos e bisnetos terão a sorte de lê-la. Parabéns a toda a equipe de VEJA.
Kátia Azevedo
Natal, RN

Agradeço a gentileza do presente e a oportunidade de viajar por estes tão ricos quarenta anos. É a equipe de VEJA nos surpreendendo a cada nova edição. O aniversário é da revista, mas o presente foi nosso.
Esther Uzeda
São Paulo, SP

Manifesto a importância de VEJA na história da imprensa do país, ao tempo em que a cumprimento pelos quarenta anos de sua fundação e circulação. Todo e qualquer cidadão brasileiro, esteja ele vivendo no Brasil ou no exterior, que se considere informado, conhecedor do que se passa no Brasil e no mundo, é com certeza leitor desta revista, que se transformou no meio de comunicação escrito e semanal mais competente, independente e importante do país.
Bartolomeu Bueno
Desembargador
Vice-presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco
Vice-presidente da Associação Nacional de Desembargadores (Andes)
Recife, PE

A edição especial de aniversário (40 anos) está simplesmente fantástica. É como se encontrássemos sementes que foram preservadas durante tanto tempo para replantá-las no solo das mentes que não tiveram o privilégio de recebê-las naquele tempo. Continuem semeando a verdade a qualquer preço.
André L. Portes
Campo Mourão, PR

Concordar com VEJA ou discordar dela é prerrogativa do leitor. Eu já concordei muito e discordei uma centena de vezes. E prefiro que continue assim pelos próximos quarenta anos. Sem acordo. Mas com muita informação. Parabéns!
Antonio Carlos Salles
São Paulo, SP

 

Stephen Kanitz

No texto "O petróleo não será mais nosso" (10 de setembro), Stephen Kanitz explica o motivo do nosso fracasso como país: a total ausência de cérebros. Apesar de sermos privilegiados pela natureza, não conseguimos o desenvolvimento. O maior sinal de ignorância econômica, hoje, é trocar petróleo por dólares. Somos uma república de bananas.
José Ewerton Santos Filho
Ibitiara, BA

Interessantíssima a análise do articulista acerca do chamado petróleo do pré-sal. Na verdade, o que o governo quer fazer está aquém do que realmente deveria ser feito, que é reservar essa província petrolífera para futuras negociações.
Roberto Souza da Costa
Vitória, ES

Há muito não leio algo tão equivocado. A prevalecer tal enfoque, devemos parar de exportar quaisquer recursos não-renováveis, como minério de ferro e os produtos industrializados dele resultantes (aço, por exemplo). O ponto de vista apresentado é extremamente simplista para um assunto que requer um estudo mais aprofundado sobre o que e como fazer.
James Richard A. Cook
Rio de Janeiro, RJ

 

Jovens evangélicos

Linda a reportagem sobre os jovens evangélicos, que os mostra como pessoas normais, sem estereótipos, coerentes, que fizeram uma escolha, por sinal bastante inteligente, de não fumar, não beber e não consumir drogas.
Júlio Gulias
Por e-mail

Cumprimento VEJA pela reportagem "Eles são diferentes. E adoram isso" (10 de setembro). Tenho 18 anos, sou evangélica (Assembléia de Deus – Missões) e gostei muito do que li. A jornalista Juliana Linhares soube abordar de forma objetiva e profissionalmente imparcial um assunto que geralmente causa polêmica e confusão: religião.
Denise Evangelista
Solânea, PB

 

Diogo Mainardi

Quase nunca concordo plenamente com as opiniões de Diogo, mas, após ler o artigo "Um aborto é igual ao outro" (10 de setembro), só posso dizer: Diogo, você é o cara! Obrigada pela singeleza, pela inteligência e pelo carinho num assunto que anda perdido no meio de discussões puramente científicas. Ainda existe amor neste mundo.
Eliana Maria Palácio
Campo Grande, MS

Caro Mainardi, senti muita inveja da clareza e simplicidade com que você escreveu sobre o aborto. Em certa fase da minha vida eu também me sentia assim "palerma", como você se definiu. Sou mãe de cinco filhos e concordo que o aborto é mesmo "uma escolha puramente pessoal", seja para se preservar do sofrimento, seja para fugir de alguma responsabilidade. Em minha terceira gravidez, no segundo trimestre, tive rubéola. Por termos formação cristã, eu e meu marido decidimos pela vida. Mas tive medo, muito medo. Não fizemos nenhum tipo de teste para saber como chegaria nosso filho, Davi. Ele chegou perfeito. Entendi com clareza tudo o que você quis dizer, porque não foi algo "aprendido", foi algo "vivido".
Cristina Paiva Ferraz
Por e-mail

 

Guia

Na reportagem "Cadeiras para enfeitar e (às vezes) sentar" (10 de setembro), informei que o encosto deve iniciar-se na parte inferior da escápula, e não que "o encosto deve ficar no meio das costas – previne-se assim uma eventual lesão na escápula". Isso não existe. Não ocorre lesão na escápula por inadequações do encosto.
Gisele Mussi
São Paulo, SP

 

Para se corresponder com a redação de VEJA: as cartas para VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o número da cédula de identidade e o telefone do autor. Enviar para: Diretor de Redação, VEJA – Caixa Postal 11079 – CEP 05422-970 – São Paulo – SP;
Fax:
(11) 3037-5638; e-mail: veja@abril.com.br.

Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 



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