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Turismo
Na
Europa, com lulu
Para quem não sabe: hotéis de luxo
aceitam, sim, bichinhos de estimação.
E os enchem de agrados
Maison de La France
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| Salão
do Crillon,
de Paris:
luxo também
presente
nas acomodações
para
totós |
Pessoas
que viajam e não agüentam ficar longe de seu animal
de estimação têm à mão uma solução
cara, mas amplamente difundida: hospedar-se em hotéis cinco-estrelas,
palácios de mordomias que, em sua maioria, não só
deixam o dono ficar com seu bichinho no quarto como recebem a ambos
como reis. Quanto mais luxo, mais os bichos são bem tratados.
No começo do mês, o Trianon Palace (diárias:
340 a 470 dólares o casal), de Versalhes, anunciou que a
partir de outubro, por preço ainda não fixado, oferecerá
um "pacote" para cães, que consistirá de acomodação
de primeira (cesto e cobertor de grife), serviço de quarto
e uma caixinha de, digamos, cosméticos lenços
umedecidos, xampu, perfume etc. Na mesma linha, a Starwood Hotels
and Resorts, empresa americana dona dos Sheraton, Westin (a rede
do Trianon) e W, anunciou em agosto que todos os hotéis desses
nomes nos Estados Unidos e no Canadá passariam a aceitar
hóspedes acompanhados de cães de estimação,
com direito a agrados variados. Nos cinco W de Nova York, os lulus
podem desfrutar de massagem de uma hora (125 dólares) com
terapeuta especializada em animais. "Donos de cachorros são
um nicho de mercado muito mal servido pela indústria de turismo",
justifica o comunicado anunciando o novo serviço.
Divulgação
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Xico Buny
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Perfume
especial: mimo do Trianon para hóspedes caninos
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Caminhas
especiais, serviço de quarto com três ou quatro opções
de "pratos" e funcionários para sair com o cachorro (sim,
cães são privilegiados nesse tipo de acomodação)
são mordomias oferecidas por quase todos os hotéis
de luxo, sobretudo em Paris, a meca dos hóspedes caninos
abonados. No Crillon (870 dólares o quarto, 1.000
dólares a suíte), um veterinário bilíngüe
atende a chamados. No Lancaster (890 dólares a suíte
mais simples), lulu dorme em uma cama assinada pelo designer Philippe
Plein, de aço e penas (artificiais), que pode ser comprada
ao fim da estada pela quantia de 1.100
dólares. No Water Club, resort chique (diárias de
210 a 270 dólares) em San José, na Costa Rica, o cãozinho,
ao chegar, assina uma ficha de hóspede com a patinha lambuzada
de açúcar colorido, que ele pode lamber depois. A
diária canina de 48 dólares inclui acomodação
e brinquedinhos; serviço de quarto em comedor de prata e
babá (15 dólares a hora) são extras. Em São
Paulo, o Unique não só aceita, como tem prazer em
acomodar bichinhos. "Em geral, eles são muito comportados
e não perturbam ninguém", atesta a gerente de hospedagem,
Soraya Karrer. Na medida do possível, o hotel atende a pedidos
especiais. "Recentemente, recebemos um cãozinho acostumado
em casa a frango cozido na água e sal e desfiado. Mandamos
fazer todos os dias, no almoço e no jantar", conta. O Copacabana
Palace, do Rio de Janeiro, e o Emiliano, de São Paulo, também
acomodam animais pequenos Gisele Bündchen já
ficou em ambos com sua yorkshire, "Vida".
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