|
|
Cartas
 |
"Ainda
bem que a Brasilha é uma fantasia. Senão
seria inundada pela maré alta das contradições
e hipocrisias."
Guilherme
Moscat de Oliveira
Goiânia, GO |
Governo
Bastante
oportuna a reportagem sobre "A praga do fisiologismo" (10 de setembro),
mas tenho a certeza de que já vi esse filme. Estamos cansados
de ouvir promessas que nunca são cumpridas, políticos
criticando políticos e nosso Brasil escorrendo pelos ralos.
Lourdes Bernadette de Oliveira
Belo Horizonte, MG
Persegue-me
a dúvida: como ainda incutir em minhas filhas confiança
nesta nação? Ensinando que os fins não justificam
os meios. Que sempre haverá pessoas realmente comprometidas
com o que prometeram fazer, que honram suas promessas. E que, para
os políticos que não têm vergonha na cara, resta
a renovação sagrada promovida pelas urnas, já
nas próximas eleições.
Fátima Memória de Andrade
Fortaleza, CE
Achei
que houve certo exagero na avaliação das nomeações
efetuadas pelo Partido dos Trabalhadores, pois é só
observar que nos países de Primeiro Mundo o mesmo fenômeno
ocorre. O que deve haver sempre é maior transparência
e discussão nos critérios e no número de nomeações.
Paulo Gustavo de Araújo Paiva
Especialista em Políticas Públicas e Gestão
Governamental
Brasília, DF
Votei
em Lula no segundo turno e tinha esperança concreta de que
ele e o PT pudessem mudar o estado de coisas no Brasil. Depois de
oito meses de governo, o que vemos? Um total desacerto nessas áreas
fundamentais, vide o Fome Zero, que não decola, e o que fizeram
com o Inca e com os técnicos da Câmara Técnica
de Medicamentos.
Igor Azevedo Tostes
Castro, PR
Seja
no governo federal, num governo estadual, em municípios,
associações de bairro, condomínios ou repúblicas
de estudantes, onde o PT ocupa cargos majoritários tudo vira
cabide de empregos para seus partidários e afiliados, sem
nenhum critério técnico. Louvam-se algumas raríssimas
exceções.
Johnson Franklim Ramos Pimentel
Ribeirão Preto, SP
Gostaria
de cumprimentá-los pela bela capa da edição
1 819. Além da beleza estética, ela conseguiu passar
a sensação que o povo brasileiro tem de que os políticos
em sua grande maioria vivem em uma ilha da fantasia, em outro país,
ou melhor, em outro planeta, sem fome, sem violência e sem
desemprego.
Vera Lúcia Batista Braga
Belo Horizonte, MG
Parabéns
pela capa da edição 1 819. A imagem me arrepiou. A
matéria me preocupou.
Heloisa Tiburtius
Curitiba, PR
Carolina
Larriera
Incrível
a entrevista com Carolina Larriera ("Uma história de amor",
Amarelas, 10 de setembro). Ela deu um exemplo de força e
coragem, mostrando que, mesmo com a morte de todos os nossos sonhos,
ainda assim fomos presenteados com a vida e devemos continuar a
buscar nossa felicidade. Obrigada, VEJA, pela brilhante entrevista.
Vocês sempre me surpreendem!
Silvana Maschio
Passo Fundo, RS
As
palavras de Carolina Larriera não deixam dúvidas de
que ela figurava entre as tantas virtudes do diplomata Sérgio
Vieira de Mello. Suas convicções e sensibilidade constituíam
qualidades em comum com a personalidade do notável embaixador
da ONU, ambos dedicados à paz e aos direitos humanos. Lamento
profundamente a trágica morte de Viera de Mello e o fim abrupto
desse amor que certamente tinha muito a oferecer ao Brasil e ao
mundo.
Hugo Lins Coelho
Recife, PE
Belíssima
a entrevista com a mulher de Sérgio Vieira de Mello. Como
disse Heloisa Seixas em seu belíssimo conto Irmandade,
ela, e apenas ela, carrega o triunfo maior, que nunca irá
abandoná-la: a memória da paixão.
Cristina Fontoura
Rio de Janeiro, RJ
Claudio
de Moura Castro
Itabirito
existe mesmo ou é "pegadinha"? Essa cidade é o exemplo
que devemos seguir. Já passou a hora de a população
enxergar que nosso país só começará
a caminhar quando a sociedade se unir. Se ficarmos esperando que
nossos governantes resolvam tudo só porque pagamos regularmente
nossos impostos, o país jamais sairá do "buraco" ("Itabirito
não tem Fome Zero", Ponto de vista, 10 de setembro).
Orlando Casassola Neto
Araçatuba, SP
Nascido
em Itabirito, morando no Rio há mais de cinqüenta anos,
visito sempre minha cidade, onde tenho parentes. Acompanho tudo
o que lá acontece. Claudio de Moura Castro, com sua acuidade
habitual, fez um retrato fiel daquela comunidade. É um exemplo
a ser seguido.
Alyrio Cavallieri
Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
Rio de Janeiro, RJ
Parabéns
a toda a sociedade de Itabirito por manter vivas tantas organizações
voluntárias, independentemente do poder público. Que
essa prática sirva de exemplo aos milhares de municípios
tão carentes de calor humano. Orgulho-me de ser mineira!
Caroline Xavier Oliveira de Siqueira
Contagem, MG
Cartas
É
por essas e outras que sou assinante de VEJA. Na seção
Cartas (10 de setembro) há o boxe "A jornada de 'Q'" explicando
o engano ocorrido em uma matéria da semana anterior, na qual
houve uma troca do nome dos filmes em que o ator John De Lancie
teria participado. Um assunto que, à primeira vista, não
parece ter tanta importância mostra que a revista sabe dar
o braço a torcer e reconhecer que também comete enganos,
conferindo, como conseqüência, mais credibilidade à
publicação.
Cláudio Ferreira Rocha
Belo Horizonte, MG
Concordo
com a leitora Flávia Xavier Quirino (Cartas, 10 de setembro)
quanto às críticas que fez a partir da reportagem
"A riqueza dos aiatolás" (3 de setembro). Incluo nas convergências
ideológicas (entre os aiatolás milionários
e os "porcos capitalistas" do Ocidente) o esquerdismo decadente
que de posse do Estado pratica a "nomenklatura", repartindo o butim
público entre a camaradagem militante. Se não leu,
aprecie A Revolução dos Bichos, de George Orwell.
Junior Teixeira da Silva
Porto Alegre, RS
Provão
É
com pesar que recebemos as notícias sobre o Paideia ("O fim
do Provão", 10 de setembro). Infelizmente, o relatório
(proposta?) reforça a idéia de que vivemos em um país
onde as ideologias se sobrepõem à lógica, onde
os interesses se sobrepõem à postura ética
e à busca efetiva da melhoria de qualidade. Em se tratando
de educação, isso denota incoerência e falta
de compromisso com a evolução e melhoria do ensino.
Pergunto: estaremos retrocedendo em benefício de quem? A
quem interessa efetivamente o fim do Provão? Certamente seria
injusto incluirmos na lista de interessados as instituições
federais de ensino superior, as quais, apesar das dificuldades e
deficiências estruturais a que estão submetidas, vêm
apresentando os melhores resultados. Esperamos que a lógica
e a imparcialidade permeiem as ações do ministro Cristovam
Buarque.
Eleonice de F. Dal Magro
Cacoal, RO
Se
aprovar o Relatório Paideia, relativo ao fim do Provão,
o ministro Cristovam Buarque marcará indelével mancha
em seu currículo. E estará provando que o Ministério
da Educação funcionaria melhor sem ministro algum:
bastaria um robô chancelador das boas idéias do ex-ministro
Paulo Renato Souza, com a vantagem de ser insensível às
lamúrias corporativistas.
Antonio Lemes Petrucci
São Paulo, SP
O ministro
da Educação e sua comissão de "especialistas"
parecem ter cedido ao lobby dos donos de universidades particulares
que vêm se notabilizando pelo perfil caça-níquel.
Sentindo-se imensamente prejudicadas pela revelação
pública, trazida pelo Provão, da deficiência
da maioria de seus formandos, essas instituições adorariam
negar à sociedade o direito de conhecer a qualidade dos profissionais
que estão preparando. E não falo só de universidades
de aluguel arranjadas em saletas improvisadas, que nem sequer deveriam
estar funcionando; falo também, e principalmente, das grandes
"universidades empresas", que derramam por ano no mercado dezenas
de milhares de alunos pseudograduados, com diplomas conquistados
mais pela força do dinheiro que pelo estudo.
Hugo Silva
São Luís, MA
O eventual
fim do Provão poderá ser um dos golpes mais covardes
que o governo petista pode desferir contra a educação
brasileira. Se o ministro da Educação ceder ao peleguismo
de entidades como a UNE, histórica crítica deste e
de qualquer outro modelo de avaliação que exponha
ineficiências, o débito imediato será do governo,
enquanto o futuro será dos nossos filhos e netos. Senhor
Cristovam Buarque, sua indicação para o cargo foi
cercada de comemorações. Não permita que um
ato como esse desestruture ainda mais o já combalido sistema
educacional de nosso país e nos suscite ainda mais dúvidas
quanto à real competência dos quadros petistas no governo.
Ivo Antônio Reinert Prim
Tubarão, SC
Sou
estudante de engenharia mecânica da Universidade Estadual
de Santa Catarina, que fica ao lado de uma faculdade particular
em que os estudantes são contra o Provão. Sempre acompanho
os protestos que os alunos promovem. Mas me pergunto: o que o ministro
Cristovam Buarque quer com isso? Eu vejo o Provão como uma
forma de avaliação muito boa, porque estimula a melhoria
dos cursos superiores. É um efeito bola de neve que traz
melhorias ao ensino superior brasileiro em geral. Penso que a proposta
do ministro só vem favorecer universidades particulares que
se preocupam com a mensalidade que o universitário paga,
e não com a qualidade do ensino.
Lucas Selonke Klaas
Joinville, SC
Pena
de morte
É
muito triste que, num país como os EUA, desenvolvido, de
Primeiro Mundo e democrático, ainda perdure a pena de morte,
uma sentença cruel que não dá chance de desculpa
a possíveis inocentes. É infantil acreditar que se
pode condenar uma pessoa à morte e ficar com a consciência
limpa. A esperança ainda não morreu ("A morte revogada",
10 de setembro).
George Nunes Bueno
Vitória, ES
Zona
Franca de Manaus
Em
relação à reportagem "Já que está,
deixa ficar" (3 de setembro), gostaria de acrescentar alguns dados
que, se não esclarecidos, alteram o entendimento do texto.
A Zona Franca de Manaus também "exporta" e "importa" para
o mercado interno, o que muda os cálculos de superávit
e déficit apresentados. Se nas relações com
os mercados estrangeiros importamos 7,6 bilhões de reais
e exportamos 2,98 bilhões, no mercado interno "exportamos"
23,4 bilhões e "importamos" 6,8 bilhões em insumos
de outros Estados. Dessa forma, aquilo que seria um déficit
de 4,62 bilhões de reais transforma-se num superávit
de 11,98 bilhões, o que comprova ainda mais o poder de geração
de divisas e empregos de nosso pólo industrial.
José Nasser
Presidente da Federação das Indústrias do Estado
da Amazonas (Fieam)
Manaus, AM
Namoro
Tenho
17 anos e achei muito oportuna a reportagem "Pode ou não
pode? Depende" (10 de setembro). Concordo com os pais que preservam
seu lar, não permitindo o pernoite dos pares amorosos de
seus filhos. De certa forma, a liberação desvirtua
princípios que não devem ser violados de jeito nenhum.
A questão não é ser careta. O ponto crucial
é não deixar que o casamento tradicional e o respeito
dentro da família se extingam.
Gabriela Luz
Picos, PI
Tenho
o costume de assaltar a geladeira da casa da minha namorada há
anos. Encaro isso como uma demonstração de que estou
à vontade na casa dela, como se realmente fosse a minha casa.
Aqui em casa vale a mesma regra. Ela fica à vontade para
pegar o que quiser. Essa liberdade se estende a amigos também.
Danilo Lacerda, 20 anos
Campinas, SP
Casa
de família não é motel e nem toda família,
mesmo de classe média, possui quarto de hóspedes.
Em nome de uma pretensa liberdade, passamos a achar que tudo é
permitido, ao contrário da postura de nossos pais? Não
será outro gênero de hipocrisia?
Marcos Adriano Rodrigues da Silva
Olinda, PE
Quanto
mais rápido as pessoas passarem a encarar com naturalidade
a questão da sexualidade humana, menos conflitos existirão
em nossa sociedade. Opor-se a algo tão natural, saudável
e necessário para uma boa qualidade de vida é nadar
contra a correnteza. Sim, os jovens podem e devem com naturalidade
e responsabilidade ter contatos sexuais com seus parceiros
em suas casas. Exceto nos casos em que os pais não estão
ainda, infelizmente, esclarecidos e preparados o suficiente para
isso.
Edson F. Nascimento
Ribeirão Preto, SP
Diogo
Mainardi
Muito
interessante o artigo "O novo coronelismo" (10 de setembro). Realmente
são uma vergonha os fatos descritos por ele. A seca no Nordeste,
dependendo de pessoas como o senhor ministro, não acabará.
Continuará sendo usada para angariar votos e trazer sofrimento
para milhares de sertanejos.
Carlos Alberto Ferreira dos Santos
Aracaju, SE
De
fato, é o que se percebe no Ceará: a volta do coronelismo
travestido de político neo-liberal, muito bem representado
pela figura enganadora de Ciro Gomes, que se utiliza da facilidade
de se comunicar com a massa para praticar sua política de
coronel.
Helena Santos
Fortaleza, CE
Hotel
Fasano
Em
relação à reportagem "O mais caro e mais chique"
(10 de setembro), é no mínimo vergonhoso ver que o
BNDES investiu 20 milhões de reais para gerar pouco menos
de 200 empregos (mais de 100.000 reais
por posto de trabalho). Por melhor investimento financeiro que possa
ser, o dinheiro público deveria ser usado com mais responsabilidade
social, principalmente em uma cidade onde o desemprego bate na casa
dos 20%. Será que um dia os pequenos empresários do
país poderão também contar com ajuda tão
generosa?
Guilherme Spina
São Paulo, SP
Dinheiro
eletrônico
Com
referência à reportagem "Os exterminadores do cheque"
(10 de setembro), gostaríamos de esclarecer que a MasterCard
International Incorporated, bem como seu escritório de representação
no Brasil, a MasterCard Brasil S/C Ltda., não é administradora
de cartões de crédito ou de débito. Ela é
o que no mercado se denomina "bandeira", detentora internacional
das marcas MasterCard. Dessa maneira, ela apenas licencia o uso
de suas marcas aos emissores ou às administradoras de cartões
em vários países do mundo.
Murilo Barbosa
Vice-presidente de marketing da MasterCard Brasil.
Por e-mail
Reformas
Gostaríamos
de cumprimentar a revista VEJA pela excelente reportagem de capa
da edição 1 818 ("Para tirar a fera da sala", 3 de
setembro). VEJA conseguiu inteligentemente retratar e identificar
com muita propriedade, de uma forma sintética e objetiva,
o que a sociedade brasileira pensa a respeito da carga tributária
brasileira. Queremos cumprimentá-los pela excelente matéria,
torcendo para que dêem continuidade nesse trabalho, porquanto
pactuamos os mesmos objetivos no sentido de simplificar e tornar
mais justo e competitivo o sistema tributário brasileiro.
Osvaldo Trisotto
Presidente da Associação Brasileira dos Pagadores
de Impostos
Blumenau, SC
Ambiente
Mencionar
possíveis responsáveis pela destruição
do ambiente marinho em geral me parece muito fácil, quando
na verdade, se fôssemos apontar o dedo para alguém,
o grupo seria bem maior que o citado na reportagem. Há uma
grande dificuldade no Brasil de juntar pessoas e órgãos
responsáveis com aqueles que hoje vivem do turismo e da pesca
para que se desenvolva um planejamento sustentável, como
é feito no mundo inteiro. Os que deveriam estar unidos brigam
entre si e nada resolvem. Um problema comum hoje em dia tem sido
considerar mergulhadores como inimigos, quando na verdade o turismo
subaquático é grande instrumento de educação
ambiental. Faltam metas, regras, legislação e fiscalização
para proteger o ambiente marinho ("A rapina dos corais", 3 de setembro).
Paula Guino
Imbassaí, BA
Maurício
Corrêa
VEJA
mais uma vez se superou ao entrevistar o presidente do STF (Amarelas,
3 de setembro), que foi porta-voz de grande parcela dos que votaram
em Lula para mudar o país e se sentem traídos pelo
seu comportamento e pelo da cúpula do PT. Tal qual Collor,
Jânio e outros, o presidente, em vez de governar e ser reconhecido
pelas mudanças que prometeu, promove-se pela mídia,
em todos os palanques armados no país e fora dele. Deslumbra-se
com o poder, tal qual um garoto com seu novo videogame através
do qual se julga um herói, capaz de lutas mirabolantes e
outras peripécias.
Celso Lordello Duarte
Limeira, SP
Veja
essa
Sobre
a declaração de Abram Szajman de que teria vergonha
de cobrar juros de 190% ao ano, acho que ele, como dono dos vales-refeição
VR, é que deveria ter vergonha de cobrar dos donos de restaurantes
304,89% ao ano. Chegamos a esse número levando em conta que,
após a entrega dos vales-refeição, levamos
quinze dias para receber o reembolso, do qual ainda é descontada
uma taxa de 6% (Veja essa, 3 de setembro).
Victor Duailibi
Por e-mail
35
anos de VEJA
Parabéns
a VEJA pelos 35 anos marcados pela ética, seriedade e profissionalismo.
Ela é fruto de uma árvore de raízes profundas
e ramos extensos, plantada pelo ideal de seu fundador, Victor Civita.
Walter dos Reis Calçado
Goiânia, GO
Onze
de setembro de 2003, um dia especial. Nós, da Jovem Pan,
também estamos comemorando os 35 anos da revista VEJA. Parabéns,
sucesso e um forte abraço a todos.
Equipe Jovem Pan/Rádio Jovem Pan
Departamento de Comunicação Social
São Paulo, SP
A revista
VEJA, publicação semanal do Grupo Abril, está
completando 35 anos de circulação ininterrupta. Desde
11 de setembro de 1968, exatamente três meses antes da edição
do Ato Institucional número 5, data em que pela primeira
vez chegou às bancas de todo o Brasil, a revista passou por
diversas mudanças gráficas e editoriais, constituindo-se
ao longo dos anos num dos principais veículos de comunicação
do país, sobretudo pelo jornalismo isento e imparcial que
realiza.
Deputado federal Luiz Bittencourt
Brasília, DF
CORREÇÕES:
Na reportagem "A
praga do fisiologismo" (10 de setembro), VEJA citou um
militante do PT de Nova Friburgo que depois de estar aposentado
há nove anos foi alçado ao comando de uma diretoria
financeira da Petrobras. Na verdade, ele foi nomeado para a diretoria
de Exploração e Produção da empresa.
O nome da pasta que Benedita da Silva dirige é
Ministério da Assistência Social, e não da Assistência
e Promoção Social ("A praga do fisiologismo", 10 de
setembro). O jogador Kaká tem 21 anos e assinou
contrato com a Adidas, em 2001, aos 18 anos ("Jovem
e milionário", 10 de setembro). O
nome da seita à qual Anísio Ferreira pertenceria é
o Lineamento Universal Superior e não "Meninos de Altamira".
Seu julgamento ocorreu em Belém, e não em Altamira
(Datas,
10 de setembro). Welington Landim não é
o prefeito do município de Brejo Santo, no Ceará.
Ele exerceu o cargo entre 1989 e 1992 ("O
novo coronelismo", Diogo Mainardi, 10 de setembro).
| A
terra na Bíblia |
Pelo
menos vinte leitores escreveram para comentar o artigo
"A
forja do futuro" (27 de agosto), em que Diogo
Mainardi atribuiu à Bíblia a informação
de que "a Terra é chata e ocupa o centro do universo".
"Uma esclarecedora menção bíblica
sobre o formato da Terra está no livro do profeta
Isaías (40:22)", escreveu o deputado federal Reinaldo
Santos e Silva, conhecido como Pastor Reinaldo (PTB-RS),
que, como os demais leitores, citou o trecho: "E Ele,
o que está assentado sobre o círculo da
Terra...". O deputado cita ainda outra passagem: "Quando
Ele preparava os céus, aí estava eu; quando
traçava um círculo sobre a face do
abismo..." (Provérbios 8:27). Diogo poderia citar
dezenas de passagens bíblicas que se prestariam
à interpretação de que a Terra é
chata. O leitor Fabiano Melo Quirino, de Maceió,
Alagoas, lembra uma delas: "O movimento aparente do Sol,
descrito em Eclesiastes (1:5) e mal interpretado pela
Igreja, deu origem à crença de que a Terra
era o centro do universo, fazendo de Galileu, portanto,
alvo da Inquisição. Definitivamente, a Igreja
de Roma sempre foi péssima intérprete e
falsa representante da Bíblia, causadora
de equívocos". "O fato de religiosos do passado
terem defendido essa idéia errada deve-se justamente
à falta de conhecimento do Livro Sagrado", acredita
Pedro Brandão, de Guarapari, Espírito Santo.
|
|
| Edição
especial Jovens |
A
deputada federal e professora Raquel Teixeira (PSDB-GO),
ex-secretária de Educação do Estado
de Goiás, pronunciou discurso na sessão
de 4 de setembro da Câmara dos Deputados pelo aniversário
de fundação da União Brasileira dos
Estudantes (UNE). Na ocasião, ela aproveitou para
cumprimentar a revista VEJA pela publicação
da edição especial
Jovens (julho de 2003) e pedir à
Casa um voto de louvor à Editora Abril. Disse a
deputada: "Desejo cumprimentar a equipe de profissionais
responsável pela edição desse belíssimo
trabalho jornalístico e solicito que seja enviada
à Editora Abril, na pessoa de seu presidente, Roberto
Civita, uma cópia desse pronunciamento, acompanhada
de um voto de louvor da Câmara dos Deputados por
mais esse serviço de informação de
indiscutível oportunidade e qualidade prestado
à sociedade brasileira, especialmente aos jovens,
aos pais, aos educadores e a quantos de alguma forma se
empenham na concepção e implementação
de políticas públicas para a juventude".
Todos os assinantes de VEJA receberam gratuitamente a
edição especial Jovens, que ainda
pode ser adquirida sob encomenda nas bancas de jornais.
|
|
| Sucesso
no transplante |
Jarbas Oliveira
 |
A reportagem "Um
gesto que pode salvar" (20 de agosto), que
falava da falta de doadores que "deixa por um fio a vida
de mais de 50 000 brasileiros que esperam por um transplante",
contou o drama de Francisco Jacinto da Costa, funcionário
do Banco do Brasil que aguardava um novo fígado.
Na semana passada, Morgana Jales da Costa, sobrinha de
Francisco, escreveu de Natal para dar uma boa notícia:
"Gostaria de comunicar que o transplante foi realizado
com muito sucesso. Agradecemos à família
do doador por esse gesto de amor ao próximo, à
equipe médica, incansável e dedicada, e
a todos que se solidarizaram conosco".
|
|
|