Edição 1918 . 17 de agosto de 2005

Índice
Stephen Kanitz
Millôr
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Auto-retrato
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Holofote

Felipe Patury

AGORA, ELE VAI PAGAR

Ricardo Benichio


Demorou quatro anos para que a Justiça considerasse o empresário Paulo Roberto de Andrade responsável pelas fraudes cometidas contra os 33.000 credores das Fazendas Boi Gordo. A empresa, que fechou em 2001, vendia cotas de rebanhos de gado e prometia retornos de 40% ao ano. Como a rentabilidade do setor é bem menor, Andrade deu o cano na clientela. A decisão judicial permite que seus bens sejam usados para cobrir as dívidas de 1,1 bilhão de reais.

 

DO NÚMERO DE VALÉRIO

Riy Baron/Folha Imagem


Uma lei sancionada há um ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode ajudar a resolver a vida de Marcos Valério na Receita Federal. Suas empresas foram autuadas por recolher PIS e Cofins apenas pela receita líquida, e não pela bruta. Mas o problema de Valério se encaixa como uma luva no artigo 13 da Lei nº 10925, segundo o qual as agências de publicidade só precisam pagar imposto sobre a receita líquida. O secretário da Receita, Jorge Rachid, diz que o dispositivo não beneficiará Valério. A conferir.

 

COMO ELE GOSTA DE BINGO...

Dida Sampaio/AE


A CPI dos Bingos deveria investigar o que ocorreu durante o governo do petista Cristovam Buarque no Distrito Federal. Foi nessa época que Waldomiro Diniz começou a operar em favor dos bingos. Ele escreveu o decreto que legalizou esse jogo em Brasília. A medida leva a assinatura de Mário Tinoco, subsecretário da Fazenda de Cristovam. Quando Benedita da Silva assumiu o governo do Rio de Janeiro, nomeou Tinoco seu secretário de Fazenda. Waldomiro passou a chefiar a Loterj – condição em que foi gravado pedindo propina etc.

 

DISPUTA PELA REDE FLAG

Tasso Marcelo/AE


Duas multinacionais européias do setor de combustíveis consultaram a Agência Nacional de Petróleo, dirigida por Haroldo Lima, sobre a possibilidade de entrar no mercado nacional. Ambas estão interessadas em adquirir a rede Flag, sediada em Bauru, no interior de São Paulo. A Flag tem sessenta postos na região mais próspera do interior do estado e fatura cerca de 200 milhões de reais por ano. Uma distribuidora nacional do setor de combustíveis também disputa os postos da rede.

 

Com reportagem de Camila Antunes,
Fábio Portela, Francisco Mendes e Heloisa Joly

 
 
 
 
topovoltar