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Cartas
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"Não gostei da capa de VEJA.
Collor e PC Farias, hoje, seriam encaminhados a um Tribunal
de Pequenas Causas."
Marcel van Hattem
Dois Irmãos, RS |
Governo Lula
Indignação. Essa
foi minha reação ao ver VEJA igualar a situação
do atual presidente à do "caçador de marajás"
impedido. Todos sabemos que Lula não é igual a Collor,
e sim muito pior. Collor não montou um partido político
que em vinte anos de oposição defendeu uma imagem
de ética e transparência para chegar ao poder e frustrar
as "esperanças" de milhões de brasileiros ("As cores
da crise", 10 de agosto).
José Roberto Cordebello Júnior
Ribeirão Preto, SP
Presidente Lula, nasci em São
Paulo e fui criado em São Bernardo do Campo. Lembro-me de
que, aos meus 14 anos, já trabalhando em uma metalúrgica
da cidade, numa das greves que conduziu, o senhor me passou a mão
na cabeça e disse que eu deveria ir para casa, pois meu patrão,
como muitos outros, estava nos roubando. Mesmo assim não
deixei de trabalhar nem um dia. Hoje, aos 42 anos e pai de três
filhos, creio que quem deve ir para casa é o senhor.
José Roberto Delgado Rubira
Vinhedo, SP
A revista VEJA cometeu uma atitude
mesquinha e perversa contra o presidente mais popular e honesto
que o Brasil já teve ao compará-lo ao ex-presidente
Collor.
Mauro Rodrigues Uchoa
Brasília, DF
Elegemos em 2002 o primeiro "operário"
para ocupar o posto-mor do Brasil, sob a bandeira da ética,
da transparência, da moralidade e, principalmente, da esperança.
E o que vemos? O mesmo que vimos no governo Collor: corrupção,
falta de ética, falta de respeito aos valores pregados.
Pedro Choairy
Brasília, DF
Aqui em casa todos lemos VEJA,
inclusive meu filho de 15 anos e os gêmeos de 11, que já
pedem explicações sobre a crise. Com VEJA estamos
muito bem informados sobre tudo o que está acontecendo. E
as pessoas que não têm acesso à revista? Essas
são as facilmente manipuladas pelo Lulla, pois nem sabem
direito o que acontece.
Mônica A. Campesan Galego
São Bernardo do Campo, SP
Mais uma vez o governo está
atolado no lamaçal da tradicional corrupção
política brasileira e a cada dia aparecem novos fatos que
estão tirando a máscara da ética e da moral
usada por aqueles que eram a "esperança" de um povo. A era
Collor passou e conseguimos tirar uma única lição:
a impunidade impera em nosso país, dando respaldo para que
a história se repita.
Douglas Linares Flinto
Diretor-presidente do Instituto Brasileiro de Ética
nos Negócios
www.eticanosnegócios.org.br
Campinas, SP
Sempre acreditei na imparcialidade
da revista, porém a predominância de colunas e crônicas
desfavoráveis ao governo Lula se contradiz com a imparcialidade
e a opinião de um leitor que, juntamente com 52.793.363 votos,
ou seja, 61,27% do eleitorado brasileiro, elegeu este governo.
Antônio César Jordão Chagas
João Pessoa, PB
Cercado de denúncias contra
os seus principais homens de confiança, o presidente opta
pela demagogia populista do olho-no-olho com o cidadão. Pisou
na bola de novo. Por isso, presidente, aqui vai um humilde conselho:
levante o traseiro da cadeira logo, sacuda a poeira e dê a
volta por cima. Não queremos viver o pesadelo Collor outra
vez.
Gustavo Henrique de Brito Alves Freire
Recife, PE
A reportagem "100 fatos" (10
de agosto) mais os gráficos do Especial de VEJA on-line servem-me
de mapa e cronograma extremamente didáticos para entender
a avalanche de lama torpe, indigna e ridícula plagiando
Nabuco, conforme citado na mesma edição que
escorre da rampa do Planalto.
Marcos Vasconcelos
Recife, PE
Com a capa da semana passada,
VEJA mostra claramente de que lado está. Em franca e aberta
campanha para derrubar um presidente eleito pela maioria do povo
brasileiro. Quanta irresponsabilidade! Vamos ver a posição
da revista nos próximos cinco anos de governo Lula.
Rubens Godinho
Genebra, Suíça
Em qualquer país decente,
essa classe de escândalo já teria derrubado o mais
poderoso dos presidentes ou primeiros-ministros.
Eduardo Oliveira
Vigo, Espanha
Praticamente todos os candidatos
gastam mais do que declaram e ficam com "dívidas de campanha".
Normalmente nessa parte do negócio o candidato não
se mete, pois não entende e detesta esse tipo de assunto.
Um assessor é quem trata disso e depois leva toda a culpa.
Parece que alguns dos que são eleitos pagam as contas com
dinheiro dos partidos, proveniente de Valérios da vida. E
os que não são eleitos? Como somos burros, não
conseguimos entender esse tipo de matemática financeira!
José N.C. Gindri
Carmelo, Uruguai
Triste e infeliz Brasil, onde
povo e governantes dançam o balé das desilusões,
esperando o próximo Carnaval, que parece só ter Quarta-Feira
de Cinzas.
Margaretha Bunskoek
Delft, Holanda
Não pensem vocês
que os estrangeiros só esperam para ver nosso país
desabar. Tem gente aqui interessada em abrir negócios, investir,
criar empregos, mas, como eu, começa a temer pelo futuro
do Brasil.
Carla Benghi
Montreal, Canadá
Caixa dois existe e sempre vai
existir, por longas gerações. E, se vasculharmos,
é melhor eximir o político que não usa esse
meio do que ficar apontando a grande maioria.
Silvio Hisashi Imafuku
Nara, Japão
James Shikwati
Ótimo saber que há
cabeças assim, lúcidas, dentro da própria África.
Aqui na Europa as pessoas ainda são bastante alienadas quanto
a essa "falsa" ajuda aos africanos. Que isso sirva também
para vermos como lidamos com nossos pobres aí no Brasil.
Investir na educação ainda é o melhor caminho
(Amarelas, 10 de agosto).
Tiziano Borgonovo
Bournemouth, Inglaterra
Correta a posição
de James Shikwati sobre os malefícios da ajuda externa para
o desenvolvimento africano, mas ele está 35 anos atrasado,
pelo menos. Desde os anos 1960, logo após a independência
dos países africanos, o economista britânico (de origem
húngara) Peter Bauer alertava para os efeitos deletérios
da ajuda ocidental. Aliás, desde antes da independência.
Em livros como West African Trade (1954) e The Economics
of Underdeveloped Countries (1957), Bauer enfatizava a necessidade
de estimular os mercados e o empreendedorismo, em lugar do planejamento
estatal, como preconiza nessa mesma época Gunnar Myrdal (que,
aliás, previu o sucesso da América Latina e a continuidade
da miséria ancestral na Ásia). Mas foi em Dissent
on Development (1971) e sobretudo em Equality, the Third
World and Economic Delusion (1981) que Peter Bauer consolidou
seus ensinamentos sobre a importância da liberdade econômica
como fundamento do progresso social. Ele continuou condenando qualquer
tipo de ajuda externa, contestando portanto toda a prática
ocidental nesse terreno. Três décadas e bilhões
de dólares "jogados" na África depois, quem tem razão?
Paulo Roberto de Almeida
Brasília, DF
É a melhor entrevista
dos últimos meses. Deveria ser publicada em primeiro lugar
nos jornais dos EUA e da Europa (sem a última pergunta e
sua resposta, porque se referem somente ao Brasil). Somos europeus,
morando no Brasil desde 2000.
Willy & Rita Juon
Ilhéus, BA
Televisão
Muito boa a reportagem "É
melhor desafinar" (10 de agosto), sobre o programa Fama.
Essa nova edição é um fiasco. Aliás,
de todas as edições, a única boa foi o Fama
3. Faltou a revista citar a dupla Cídia e Dan, do Fama
3, que estão descobrindo o sucesso, com CD gravado e
DVD já nas lojas. Assim como Hugo e Tiago, essa dupla promete,
ainda mais pelo fato de ter no CD músicas da autoria dos
próprios cantores. Assim como Hugo e Tiago, Cídia
e Dan estão nas novelas da Globo, em Como uma Onda
e Alma Gêmea.
Adriana F. Granado
São Paulo, SP
Lya Luft
Quando o "cheiro de pizza", alimentado
por termos como blindagem, acordão e governabilidade, começava
a me impregnar, eis que leio o magnífico e emocionante artigo
de Lya Luft ("A República do rabo preso", Ponto de vista,
10 de agosto) para lembrar-me e, espero, a outros milhares de leitores
que pertenço à maioria honrada, honesta e trabalhadora
da população. Esta, sim, a verdadeira elite do nosso
país.
Marcio Gomes da Silva
Recife, PE
Nunca li, em 56 anos de vida,
um texto com tão elevado poder analítico, esclarecedor
e crítico. Ápice de elegância intelectual.
Américo Marques
Por e-mail
Diogo Mainardi
Que bom que o deputado Janene
confiou em Diogo Mainardi. Que bom que Mainardi o passou para trás.
O deputado Janene deve estar se sentindo mal. Geralmente são
os políticos que passam as pessoas para trás, e não
o contrário ("Confie em mim", 10 de agosto).
Rafael de Sousa Barbosa
Montes Claros, MG
Foi com um misto de espanto e
satisfação íntima que li o artigo de Diogo
Mainardi. Espanto natural na medida em que o articulista profere
a célebre frase que dá nome ao seu artigo "Confie
em mim" e publica seu diálogo com o deputado José
Janene. A pergunta é inevitável: como fica o sigilo
da fonte? Ao que parece, Diogo Mainardi o jogou na "lata de lixo".
Marcus Rômulo Maia de Mello
Maceió, AL
Na atual crise política
brasileira, em que denúncias voam por todo lado e CPIs negociam
na surdina o jogo do abafa, parece que Diogo Mainardi jogou para
o alto sua reputação jornalística para prestar
um serviço ao país, ignorando o pedido de confidencialidade
da fonte.
Mauricio Marcal
Tóquio, Japão
Carmen bin Laden
Excelente a entrevista com Carmen
bin Laden (Amarelas, 3 de agosto), a cunhada de Osama bin Laden,
que mostra a triste realidade das mulheres que vivem sob a égide
do Islã. Elas não têm direito algum e vivem
como "objeto" do marido. É triste saber que uma religião
como o Islã, que era tão evoluída no passado,
tenha parado no tempo e com isso venha tolhendo as liberdades individuais,
principalmente das mulheres.
João Alberto Fernandes
Ribeirão Preto, SP
As colocações feitas
pela senhora Carmen bin Laden, que, apesar de ter segundo
as leis islâmicas o direito de abdicar do nome de família
do marido, não o fez, certamente para preservar a força
de uma "marca", refletem mais os preconceitos da cultura saudita
que propriamente os direitos da mulher como esposa e mãe
no Islã.
Carlos Peixoto
Parnamirim, RN
Claudio de Moura Castro
De certa forma, o senhor Claudio
de Moura Castro tem razão. Às vezes o aluno aprende
mais com quem não é professor. Também podemos
aprender mais de economia com um contabilista do que com um economista,
tudo depende do comprometimento e do profissionalismo de quem trabalha
("Educação baseada em evidência", 3 de agosto).
Antonia Lúcia de Souza, pedagoga
Ji-Paraná, RO
Albert Einstein
No próximo dia 6 de setembro
será aberta ao público de São Paulo a exposição
Albert Einstein: o Personagem do Século, para homenagear
os 100 anos do annus mirabilis de Einstein e da teoria da
relatividade. A exposição foi criada com base no acervo
da Universidade Hebraica de Jerusalém e é uma realização
da Sociedade Brasileira dos Amigos da Universidade Hebraica de Jerusalém,
com o apoio cultural da Calina Projetos. Maiores informações
no site http://www.calina.com.br/projetos/albert_einstein.htm.
Morris Dayan, presidente da Sociedade Brasileira dos Amigos
da Universidade Hebraica de Jerusalém, e Luiz Calina,
diretor da Calina Projetos Culturais e Sociais
São Paulo, SP
Polícia Federal
Na reportagem "A lavanderia do
PT" (23 de julho), VEJA qualifica de "letargia policial" a atuação
da PF no caso da investigação do Banco Rural. O fato
é que o inquérito do Banestado foi desmembrado em
137 outros, para investigações específicas.
A Vara Federal de Foz declinou a competência para a Justiça
Federal em Belo Horizonte, por iniciativa do Ministério Público
Federal. Após dois anos de discussão de qual seria
o juízo competente, os autos retornaram à Polícia
Federal para início das investigações, o que
aconteceu somente no fim do ano passado. A PF desde então
tem trabalhado no caso, em conjunto com o MPF. Esse não é
um procedimento rápido, em virtude da complexidade e da natureza
das ações necessárias para produzir provas.
A Polícia Federal trabalha sempre de forma impessoal e não
aceita a acusação de defender interesses diversos
de sua missão legal de investigar.
Bruno Ramos Craesmeyer
Assessoria de comunicação social da Polícia
Federal
Brasília, DF
Assédio moral
O presidente da Associação
dos Magistrados da Justiça do Trabalho de Minas Gerais, sendo
magistrado, tentou fazer uso dessa condição para passar
a impressão de ter autoridade e conhecimento do que seria
um esclarecimento sobre o caso de assédio moral contra o
servidor Wagner Pereira Prado da Silva, no âmbito do TRT-MG.
Nisso cometeu vários erros e emitiu opiniões, tirou
conclusões e afirmou o que não corresponde aos fatos
já julgados e indiscutíveis. Um magistrado que não
foi juiz no processo não tem autoridade para emitir novo
juízo de valor sobre o que já decidiu seu próprio
tribunal, por unanimidade, mantida a decisão no TST.
Laerti Simões
Por e-mail
Kaiser
Em relação à
nota "Copo meio vazio", publicada na coluna Holofote (10 de agosto),
a Kaiser esclarece que o aumento de preços mencionado na
nota teve o objetivo único de recuperar a rentabilidade das
marcas da Kaiser, que tiveram suas margens de lucratividade elevadas
no último trimestre. Em um ano de gestão na Kaiser,
Fernando Tigre reduziu perdas operacionais, eliminou dívidas,
recuperou rentabilidade, estabilizou o market share e preparou a
empresa para retomar o crescimento, fundamentado na eficiência
de sua rede de distribuição e em um forte investimento
de marketing. Acreditamos que este esclarecimento se faz necessário
em respeito aos consumidores brasileiros.
Paulo Macedo
Diretor de assuntos corporativos e comunicação Cervejarias
Kaiser Brasil S.A.
Transplante de órgãos
É lamentável que com uma fila
de 60.000 pessoas aguardando um transplante ("Perda e angústia",
3 de agosto) 24% dos órgãos liberados para tal fim
sejam perdidos por falta de infra-estrutura e transporte. Nós,
aqui no Paraná, estamos dando andamento a uma campanha de
conscientização do nosso meio sobre a importância
"física e espiritual" das doações. Elaboramos
uma cartilha de orientação, distribuímos cartazes
e folders recolhidos nas secretarias municipal e estadual de Saúde
e temos promovido palestras, tudo para aumentar ainda mais o número
dos doadores espíritas, que, segundo pesquisa com 1 081 pessoas,
já são 60,5% dos doadores, mais que o dobro do público
em geral.
Wilson Czerski
Associação de Divulgadores do Espiritismo do Paraná
Curitiba, PR
Cartas
Que grata surpresa VEJA me proporcionou! Ao
abrir minha revista preferida, logo na seção Cartas
(10 de agosto), dei de cara com uma charge maravilhosa de conterrâneos
meus (Vascoli), de Passos, minha cidade querida. Agradeço
a VEJA por dar esse espaço a pessoas tão talentosas
como são os "Vascoli" e pelo prazer proporcionado a todos
por verem o trabalho tão bom que eles fazem.
Eliana de Pádua Queiroz
São João del Rei, MG
Especial II Guerra Mundial
VEJA se destaca incrivelmente mais uma vez!
A visão da revista sobre a II Guerra Mundial não poderia
ficar melhor, rica em claras animações e indescritíveis
matérias e imagens. VEJA conseguiu expor ainda mais a insensatez
de uma guerra inescusável como todas as outras
e também a falta de escrúpulos de pessoas motivadas
por orgulho exacerbado (Especial II Guerra Mundial, www.veja.com.br).
Helena Ivanfy
Curitiba, PR
CORREÇÕES: A tecnologia utilizada
pela Vivo é a CDMA, e não CAMA, como informou a reportagem
"O embaixador da corrupção" (10 de agosto).
A denúncia de sobrepreço em contratos da empresa
Skymaster Airlines foi feita num relatório parcial da Controladoria-Geral
da União e não do TCU ("100 fatos", 10 de agosto).
A Disneylândia fica na Califórnia; Disney World
é o parque localizado na Flórida ("Como se fosse cinema",
10 de agosto).
No filme Mesa do Diabo, no qual Steve McQueen contracena
com o grande Edward G. Robinson, o astro desafia uma lenda da mesa
de pôquer, e não da sinuca (VEJA Recomenda,
10 de agosto).
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"LULA ESTÁ UM
POUCO PERDIDO"
Jefferson Bernardes/Preview.com
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O movimento estudantil está dividido diante da
crise. Enquanto a UNE defende mobilizações
"contra a corrupção e a favor do presidente
da República", alguns estudantes, como os que
se manifestaram na Faculdade de Direito do Largo São
Francisco, em São Paulo, na semana passada, já
ensaiam o coro "Fora, Lula". Na edição
passada, VEJA publicou foto da estudante do ensino médio
Hannah Beineke, 16 anos, que participou de uma manifestação
em Porto Alegre contra a corrupção no
governo. Aqui, ela diz o que pensa sobre Lula, o PT
e o papel dos estudantes na crise
VEJA POR QUE VOCE
FOI À MANIFESTAÇÃO?
HANNAH Para protestar contra a corrupção.
E mostrar que alguns jovens estão acompanhando
o que vem acontecendo.
VEJA QUAL A SUA
OPINIÃO SOBRE O PAPEL DE LULA NA CRISE?
HANNAH Por enquanto, acho que ele não
estava envolvido. Acho que o seu erro foi confiar nas
pessoas erradas. Meus pais sempre foram petistas. Estamos
tristes com o PT, mas ainda acredito no Lula.
VEJA POR QUE VOCÊS
ESTÃO TRISTES COM O PT?
HANNAH Eles estão se mostrando
um partido igual aos outros. Acho que pensaram que a
Presidência era uma coisa, chegaram lá
e era completamente diferente, bem mais difícil.
Até o próprio Lula. Acho que ele está
um pouco perdido.
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ATAQUE DE MODÉSTIA
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| A reportagem de VEJA: revelação
no dia 2 de julho |
Na retrospectiva "100 fatos"
(10 de agosto), que alinha os acontecimentos que marcam
o atual escândalo do mensalão, foi dito,
em relação ao dia 3 de julho, que a reportagem
do jornal Folha de S.Paulo mostrara "que pelo
menos cinco fundos de pensão ligados a estatais
têm contratos com a Globalprev Consultores Associados,
de dois ex-sócios do ministro da Comunicação
e Gestão Estratégica, Luiz Gushiken".
Na verdade, a reportagem "Ação entre velhos
amigos", do repórter Ronaldo França, publicada
na edição de VEJA que circulou no sábado
2 de julho, é que trouxe à tona o assunto
com exclusividade.
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OS ADULTOS
E O VIDEOGAME
A reportagem "Idade
não é documento" (3 de agosto) mostrou
que os adultos que cresceram brincando com videogames
estão retomando o divertimento. A leitora Maria
Teresa Prata, do Rio de Janeiro, confirma: "Tenho um
site de dicas de jogos bastante visitado e posso garantir
que meus 'usuários' e 'amigos virtuais' são
na maioria adultos". E não são só
homens adultos, diz ela: "As mulheres estão cada
vez mais entrando nesse mercado, pois os jogos estão
mais inteligentes e instigantes. Quando os homens descobrem
que sou 'mulher' e que não sou tão 'jovem'
assim, o espanto por parte deles é muito grande.
Mas me dão a maior força, gostam muito
de meu trabalho e me incentivam bastante". Quem quiser
dicas de jogos ou apenas conhecer o trabalho de Maria
Teresa pode acessar seu site: http://www.pratasdicas.com.br/.
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HARRISON FORD
ERA REPLICANTE
Alguns leitores comentaram
o quadro "Ser ou não ser" da seção
Cinema (3 de agosto), que fala da natureza replicante
(andróide) de Rick Deckard, o personagem de Harrison
Ford no filme Blade Runner. "VEJA cometeu um
engano ao afirmar que o personagem vivido por Harrison
Ford descobre no fim do filme ser um replicante. Em
nenhum momento a fita afirma ou sugere tal situação",
escreveu Mário Celso Gonçalves. "Na verdade,
a mulher por quem ele se apaixona (Sean Young) é
que é uma andróide", escreveu Simone Goldman
Batistic Ribeiro, de Marília, São Paulo,
idéia compartilhada por Antônio Werneck,
do Rio. Embora essa polêmica seja antiga, Ridley
Scott, o diretor do filme, já esclareceu esse
ponto. No documentário On the Edge of Blade
Runner, realizado em 2000 e exibido no Channel 4
da Inglaterra, Scott confirmou: "Ele é um replicante".
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