Edição 1 649 -17/5/2000

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Todos na rede

Os fóruns da internet estão criando no mundo inteiro um novo conceito de comunidade. São os e-groups, expressão inglesa usada para designar grupos de pessoas que se reúnem num endereço eletrônico para trocar opiniões sobre tema de interesse comum. VEJA on-line mantém diariamente pelo menos dois fóruns de discussão abertos aos seus leitores. Na semana passada, um deles, sobre o MST, teve 1 386 participantes. Algumas opiniões:

"O Brasil não pode permitir que meia dúzia de extremistas utilize uma causa nobre que não é sua, a da reforma agrária, para provocar o caos, a baderna e a desordem."
Denilson D. L. de Paula - Blumenau, SC
ddlp@zaz.com.br

"Fora FHC! Fora FMI!"
Henrique Sant'Anna - São Leopoldo, RS

"O MST está certo. Cabe ao governo cumprir a Constituição e implantar a reforma agrária rapidamente."
Adriano da Costa Valadão - Ponta Grossa, PR
avaladão@uepg.br

"Ou o governo usa o rigor da lei agora ou terá de travar uma guerra suja no futuro. Se a segunda hipótese vingar, o MST terá conseguido solapar a democracia. E todos nós pagaremos o pato, tendo de suportar de novo a milicada."
Celso Lungaretti - São Paulo, SP
lungaretti@uol.com.br

 

Lembrete

Se você mora em São Paulo ou viaja com freqüência para a maior cidade brasileira, visite o novo site de Veja São Paulo. Agora, a Vejinha virtual tem novidades diárias, com os destaques da programação cultural e um completo roteiro de restaurantes, bares e serviços. O endereço é: www.vejinha.com.br.

 

O reencontro na internet

Trinta anos atrás, a jornalista Celina Romeu e a professora Leone Leão Cunha eram colegas de faculdade e trabalhavam juntas em Fortaleza. Depois, Celina mudou-se para o Rio de Janeiro e Leone para Buenos Aires, onde viveu muitos anos antes de retornar a Fortaleza. Passaram uma década sem ter notícias uma da outra. Reencontraram-se há duas semanas, no site de VEJA, ao participar de um fórum de debates sobre a corrupção no Brasil. "Levei um choque quando li a mensagem e vi o nome de minha amiga", conta Leone. "A internet é um mundo maravilhoso", afirma Celina.

 

Selmy Yassuda

José Leomar

contenidos@barsa.com.br

leoneleao@uol.com.br

 

Ê, fumacê

Um fórum de debates de VEJA on-line perguntou aos leitores se o cigarro deveria receber o mesmo tratamento legal dado às drogas mais pesadas. Nove entre dez participantes afirmaram que sim. Veja algumas opiniões:

"O acesso dos jovens ao cigarro deveria ser mais controlado. Sou médica e, mesmo sabendo dos riscos à saúde, fumo desde os 16 anos."
Fernanda Valdez - Crato, CE
valdez@baydejbc.com.br

"É um absurdo que os não-fumantes sejam prejudicados por uma minoria mal-educada de viciados."
Agma Traina - Pittsburgh, USA
agma@cs.cmu.edu

"O cigarro é muito pior que uma droga: além de levar os fumantes à dependência, afeta pessoas que não fumam."
Eduardo Jenner Cabral Xavier - Natal, RN
eduardojenner@uol.com.br

 

Editado por Laurentino Gomes
(lgomes@vjlistas.veja.com.br)