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Andre Dusek/AE![]() |
Campanha antecipada Carlos Ayres Britto, presidente do Tribunal Superior Eleitoral: "O presidente Lula já foi condenado por fazer campanha antecipada, nas eleições de 2006, quando o governo federal distribuiu cartilhas com fins eleitoreiros" |
O lulopetismo deu uma guinada radical com o posicionamento do
Brasil em favor de governos que o mundo democrático condena. Não
é surpresa. É coerente com a ideologia do PT: esquerda anticapitalista
e de oposição aos EUA, estejam eles certos ou errados ("Bandeiras
ideológicas", 10 de fevereiro).
Julio Maximo de Almeida
Goiânia, GO
Fiquei chocada com a real situação
do prédio da prefeitura do Rio de Janeiro ("Falta botar ordem na casa",
10 de fevereiro). Com o perdão do preconceito, se fosse de uma prefeitura
no Haiti, até daria para compreender. Mas na "Cidade Maravilhosa"
é inconcebível. Que providências urgentes de saneamento dessas
desordens e ilegalidades sejam tomadas, mas não por causa da Olimpíada
de 2016, e sim por uma questão de dignidade de um poder municipal.
Mônica
Delfraro David
Campinas, SP
Os
gatos que habitam as áreas externas da sede da prefeitura ("Piranhão")
são assistidos pela Sociedade Zoófila Educativa (Sozed) e por protetores
independentes. A prefeitura não tem nenhum gasto com os animais.
Maria
Gomes Ferreira
Rio
de Janeiro, RJ
A situação
no prédio é simplesmente um escárnio, mas me chamou a atenção
a situação dos gatos. Não poderiam ser alimentados ali, deveriam
ser levados para tratamento e encaminhados para adoção.
Fabricia
Braga
Por e-mail
Fiquei muito feliz em ler a entrevista com o presidente
do grupo Beiersdorf, o alemão Thomas-Bernd Quaas (Entrevista, 10 de fevereiro),
responsável pelo creme da latinha azul. Eu usei tanto esse creme que, graças
a ele, tenho uma pele maravilhosa aos quase 50 anos, sem nenhuma intervenção
nem Botox.
Solange Griebeler
Jaraguá
do Sul, SC
A
reportagem "Classe econômica com um pouco mais de conforto"
(Guia, 10 de fevereiro) menciona vários objetos que podem aumentar o conforto
do passageiro em longas viagens. Gostaria de cumprimentar VEJA pelas úteis
informações publicadas.
Liliane Morais
Por
e-mail
Gostei
muito da reportagem "Prestígio zero" (10 de fevereiro), sobre
o desinteresse dos bons alunos por licenciatura no ensino superior. Cursei uma
faculdade de letras por dois períodos e pude perceber que muitos
estudantes estavam ali por falta de opção, e não pelo amor
à licenciatura. Como a instituição era privada e o custo
do curso razoável, muitos estavam estudando para ter um diploma, e não
para exercer a profissão. Tive de trancar a matrícula por não
poder pagar o curso. Em muitas universidades públicas brasileiras,
percebemos pessoas optando por licenciatura apenas pela baixa concorrência,
tirando a oportunidade daqueles que não podem pagar uma faculdade particular
e amam essa profissão, como é o meu caso.
Bruno
Ricardo Gomes de Araújo
Rio de Janeiro, RJ
Sou
capelã escolar e estou acompanhando bem de perto o drama desses profissionais.
Eles chegam cheios de ideias e vontades, mas são massacrados pelo
desânimo dos demais, pela burocracia, pela falta de estrutura familiar e
pelo desprestígio dentro da própria família, devido aos baixos
salários. Até quando vamos contemplar a derrocada das escolas em
nosso país?
Maria Angelica Cordeiro Pileggi
Vinhedo,
SP
Sou professor da rede pública
de ensino desde 1999. Praticamente tudo o que tenho hoje, mesmo que pouco, devo
à minha carreira docente. Não me arrependo de haver optado pelas
salas de aula. É lamentável saber que uma minoria de vestibulandos
escolhe o magistério. É evidente que a remuneração
oferecida aos professores é a principal razão disso. Gosto do que
faço, mas, é claro, tenho a minha indignação. A pergunta
é: por que se paga tão pouco a uma pessoa que tem como missão
ensinar os outros?
Luiz Alexandre Machado
Franca,
SP
Estranha
a "reinauguração" da fábrica que vem ensaiando
há aproximadamente dez anos fazer chips mas da qual, até agora,
não se tem notícia de haver produzido um único sequer ("Os
desafios de Herr Nein", 10 de fevereiro). Como a fabricação
de chips é uma área tecnológica distante da compreensão
da maioria das pessoas, o assunto é terreno fértil para manipulações
demagógicas. Numa clara manifestação terceiro-mundista de
achar que europeu e estrangeiros em geral são mais sérios que os
executivos brasileiros, o governo federal aceitou cordialmente o "alemão"
na direção da empresa, e esse caso não é o único
do sistema de tecnologia nacional. Foram investidas dezenas de milhões
de reais em centros de pesquisa em semicondutores setor estratégico
e de fundamental importância para o país , mas os resultados
têm sido pífios. O atual governo desarticulou as pesquisas em microeletrônica
nas universidades que foram pioneiras nessa área, em especial as estaduais
paulistas. Como educador, pesquisador em microeletrônica e cidadão,
desejo que o empreendimento tenha sucesso. E que o Brasil tenha não uma,
mas várias "foundries". Mas vale o alerta: o alemão já
está preparando desculpas, ao afirmar que "três deram certo,
outra não", referindo-se às empresas que dirigiu.
Luiz
Carlos Kretly
Por e-mail
Há
mais de uma década a Organização Mundial de Saúde
(OMS) definiu que os transtornos mentais e de comportamento são resultantes
da interação de fatores biológicos, psicológicos e
sociais. Em 28 de junho de 1995 e 27 de junho de 2001, VEJA nos elucidou bastante
sobre o assunto com entrevistas antológicas com o psiquiatra carioca Jorge
Alberto Costa e Silva, que durante seis anos dirigiu a divisão de saúde
mental, comportamento e toxicomanias da OMS. Por meio delas tomamos conhecimento
da realidade dessa área em todo o mundo. Já na edição
2 151, lemos a atualíssima "A depressão em preto e branco"
(10 de fevereiro), pautada pelo lançamento do livro do psicólogo
americano Irving Kirsch, que, depois de quinze anos de estudos, questiona o efeito
dos antidepressivos. Como psiquiatra, fico com a opinião da OMS, que aconselha
que o tratamento de depressão seja sempre acompanhado por equipes multiprofissionais,
com psiquiatra, psicólogo e assistente social. Afinal, na gênese
da patologia há fatores que recomendam a intervenção de todos
eles. Mais do que qualquer interesse que possa estar em jogo, o que importa é
ajudar as pessoas a parar de sofrer.
José E. Aiex Neto
Médico
psiquiatra
Foz do Iguaçu, PR
Não
podemos subestimar o benefício dos antidepressivos. Uma melhora de aproximadamente
50% num paciente com depressão pode ser muito significativa (levando-se
em conta se ocorre ou não o efeito placebo, que é difícil
de medir). Imaginem percorrer uma distância que originalmente demandaria
seis horas e que após a construção de uma autoestrada pudesse
ser feita em três. A boa medicina não prescreve só remédio,
orienta ações de qualidade de vida, como atividade social, física,
intelectual e alimentação saudável, entre outras, que ajudam
a encurtar o caminho da depressão para uma vida emocional mais próxima
do normal.
Carlos Alberto da Silva de Jesus
Neurologista
e membro titular da Academia Brasileira de Neurologia
São
Paulo, SP
Mau gosto
não se discute. Programas como Big Brother Brasil, Turma do Didi, Domingão do Faustão, Xuxa e Viver a Vida são
apelativos, grosseiros, ofensivos, preconceituosos, perniciosos, com evidente
intenção de desmerecer os valores da família e enaltecer
o cinismo, a devassidão dos costumes... e ficaram fora do "arco"
da reportagem ("Mau gosto não se discute", 10 de fevereiro).
Sergio
Cides
Por e-mail
Gostaria de informar que não existe a designação
de calibre ou arma de uso exclusivo das Forças Armadas, o que existe são
armas e munições de uso restrito. Assim, calibres como o 9 milímetros,
usado pelo Exército, não são exclusivos, e sim restritos,
uma vez que, por exemplo, a Polícia Federal também o utiliza. O
calibre 44-40 não é de uso restrito, conforme o Decreto nº
3665, de 20 de novembro de 2000. Segundo o artigo 16, são de uso restrito
armas dos calibres .22-250, .223 Remington, .243 Winchester e .270. Segundo o
artigo 17, são de uso permitido as armas dos calibres .22 LR, .32-20, .38-40
e .44-40. A arma longa mostrada na reportagem não é uma Winchester,
embora se assemelhe muito. Trata-se de uma carabina Puma, de fabricação
nacional da marca Rossi. A não existência de armas de calibre restrito
em poder do MST não reduz a gravidade da situação, que demonstra
mais uma vez a índole criminosa dessa verdadeira quadrilha. Lembre-se ainda
que, em 2005, esse movimento, juntamente com o governo federal, apoiou o desarmamento
(dos honestos). Fica cada vez mais claro o motivo: atuar com facilidade, reduzindo
o risco de reações aos seus ataques ("União para o crime",
3 de fevereiro).
Bene Barbosa
Presidente
do Movimento Viva Brasil
www.mvb.org.br
Realmente é chocante ver a que ponto o
ser humano pode chegar. Um pai acorrentar o filho como um objeto, para que
ele não seja roubado, é sinal de que as coisas não andam
bem ("Os meninos perdidos da China", 10 de fevereiro). A imagem é
suficiente para nos conscientizarmos do que está acontecendo. É
certo que o governo deve implantar algumas restrições ao aumento
da população, para que as coisas não virem um caos. É
melhor que as pessoas entendam o porquê da política do filho
único, em vez de desesperá-las com a imposição de
ter um único filho, que para elas deve nascer homem. Um bom governo não
deve controlar seu povo como seres irracionais, mas sim como indivíduos
livres e conscientes.
Marco Nakagava
Brasília,
DF
Correções: ao contrário
do que informou a nota "Rei eterno, porém moderno" (Gente, 10
de fevereiro), a cabeleireira carioca Adriana Carlos é amiga de Mércia
Lages, mulher do maestro Eduardo Lages, que trabalha com Roberto Carlos.
A foto da página 69, na reportagem "Por que chove tanto"
(10 de fevereiro), sobre a enchente de 1970, não é da Marginal do
Rio Tietê, mas da região do Parque Dom Pedro II. n Roger Federer
não é o recordista de títulos em Wimbledon: o tenista americano
Pete Sampras tem sete títulos, contra seis do suíço (SobeDesce,
10 de fevereiro).
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