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Mais café da manhã

Divulgação


A rede de supermercados inglesa Sainsbury entrevistou 1.000 consumidores e descobriu que 70% deles deixam de fazer pelo menos uma das refeições diárias. A mais desprezada é o café da manhã. Opção certa ou errada para o desempenho profissional? Erradíssima. "Isso provoca um rendimento mais baixo já no começo da jornada, pois não há nutrientes suficientes para o cérebro", explica a nutricionista biomolecular Sandra Regina Nogueira, de São Paulo. Em seguida, a tendência é aplacar a fome com um almoço farto, o que provoca sono à tarde.

 

Como ver as dores pelas costas

Chega ao Brasil, trazido pelo Instituto de Reabilitação da Coluna Vertebral (Ircol), do Rio de Janeiro, um método canadense de sucesso para aplacar as dores na coluna. Conhecido como Técnica de Hall, inclui alongamentos e condicionamento físico com aparelho. "Na maioria das vezes, o controle se dá em 24 horas", diz a fisioterapeuta Malu Guimarães, do Ircol. Depois de aprendidos, os exercícios podem ser feitos em casa.

 

Malhação: o bom efeito colateral

Antonio Milena


Você quer deixar a melhor das impressões num primeiro encontro? Se disser que é adepto do time que sua a camisa nas academias, tem grande chance de alcançar esse objetivo. É o que se pode concluir de uma pesquisa canadense com 627 pessoas, indagadas se as informações sobre os hábitos de exercícios físicos de um indivíduo influenciam a imagem que se forma dele. Para isso, pediu-se aos entrevistados que fizessem uma relação entre personalidade e atributos físicos das pessoas. Quem se exercitava foi considerado um trabalhador esforçado, mais confiante e dono de maior autocontrole. A turma dos sedentários foi definida como menos corajosa, pouco esperta, não muito feliz e anti-social, além de nada atrativa sexualmente.

 

Severidade sem resultado

Leo Caldas


O excesso de preocupação dos pais com o peso de suas filhas e as restrições severas na alimentação podem ter impacto negativo na auto-estima delas. O alerta vem de um estudo da Pennsylvania State University (EUA), com 197 garotas e seus pais entrevistados. "A adoção de atividades físicas e comidas saudáveis é melhor para as crianças não se sentirem discriminadas", afirma Mônica Duchesne, psicóloga do Rio de Janeiro.

 

Teste: você está pronto para ser promovido?

Confira depois de responder às perguntas elaboradas pela equipe da Lens & Minarelli, uma das principais consultorias de recolocação de executivos do país

Sim
Não
1) Você sente que pode fazer mais que o exigido pelo cargo atual?
2) Superou as metas estabelecidas para você no último ano?
3) Tem atuado como parceiro de seu chefe, antecipando-se às suas necessidades e substituindo-o nas ausências?
4) Tem sido bem avaliado pelo seu chefe?
5) Tem demonstrado interesse em ser promovido?
6) Tem sido convidado para novos projetos e responsabilidades?
7) Participa das reuniões e decisões pertinentes à sua área?
8) Tem facilidade para lidar e comunicar-se com os seus colaboradores?
9) Você é bem-aceito por seus colaboradores e colegas de trabalho?
10) Tem um projeto para sua carreira e sabe para onde quer ir?
11) Tem consciência de suas principais competências?
12) Conhece suas limitações e está empenhado em superá-las?
13) Cuida de seu marketing pessoal?
14) Participou de pelo menos um curso nos últimos seis meses?
15) Participou de pelo menos um congresso de sua área durante o último ano?
16) Tem visão global dos negócios da empresa?
17) Está atualizado quanto às novidades de sua área?
18) Está bem de saúde física e mental?
19) Tem mantido calma e atitude positiva diante das dificuldades que surgem em seu trabalho?
20) Consegue enxergar oportunidades em momentos de crise?

Total de respostas "SIM"

 

 

RESULTADO

Se respondeu "sim" a 16 ou mais questões, parabéns: você está pronto para ser promovido

Se respondeu "sim" entre 10 e 15 vezes, é provável que permaneça mais algum tempo em seu cargo

Se os seus "sim" estão abaixo de 10, você corre o risco de perder o cargo atual

 

Fica direito, menino, agora no computador

Liane Neves


O conteúdo dos sites visitados não pode ser a única preocupação dos pais quando os filhos usam o computador. Só agora se começa a tomar consciência de que os problemas ergonômicos que atingem os adultos também ameaçam as crianças, como a postura inadequada na cadeira e a longa exposição ao monitor, de acordo com as fisioterapeutas Célia Cunha e Lilian Cristina Vieira Albano, de São Paulo. Para evitar que os filhos venham a ter no futuro tendinite, escoliose e alterações posturais, devem ser tomados os seguintes cuidados:

Regular a altura da cadeira para que os pés da criança fiquem apoiados no chão.

Manter os joelhos em ângulo de 90 graus, sempre abaixo dos quadris.

Apoiar as partes superior e inferior das costas na cadeira.

Posicionar o monitor exatamente em frente da criança e na altura dos olhos, para evitar desvios do pescoço.

Colocar o mouse a uma distância que permita manter o cotovelo apoiado no braço da cadeira.

Evitar exposição excessiva, fazendo intervalos de hora em hora.

 

BOA NOTÍCIA

Apoio aos vigilantes

O governo americano divulgou um relatório, na semana passada, que incentiva orientações alimentares como as dos Vigilantes do Peso, consideradas nutricionalmente adequadas e com bons resultados no controle do colesterol ruim e dos níveis de glicose no sangue. Programas como esse recomendam que as gorduras se restrinjam a não mais que 30% das calorias, limitam as proteínas a cerca de 20% do total da dieta e incentivam o consumo de frutas, vegetais e carboidratos complexos, que ajudam a aplacar a fome com poucas calorias.

 

MÁ NOTÍCIA

Cortina de fumaça

Divulgação


Fumantes de charuto e cachimbo costumam alegar, a favor de sua saúde, que não têm o hábito de tragá-los. O argumento é uma ilusão, segundo um estudo da Temple University School of Dentistry com 705 pessoas. Ambos são tão perigosos como o cigarro comum quanto ao risco de causar periodontite (infecção na estrutura que fica em volta dos dentes). "O fumo provoca a queda das defesas da boca", explica Euloir Passanezi, da Faculdade de Odontologia da USP em Bauru.

 

A tentação dos cifrões

Uma proposta salarial aparentemente muito sedutora para mudar de emprego pode resultar em perdas no fim das contas. O consultor Doraílson Andrade, da filial brasileira do Hay Group, uma das maiores firmas de recursos humanos do mundo, ensina como avaliar a oferta.

Faça comparações de valores anuais, não mensais. Multiplique o salário por treze e inclua todos os benefícios, como refeição subsidiada, plano de saúde, auxílio-combustível, carro, previdência privada, bônus ou participação nos lucros.

Com a inflação controlada, um acréscimo entre 10% e 20% já é significativo e pode justificar a aceitação da proposta, se as empresas oferecem perspectivas profissionais equivalentes.

Quando o convite vem do concorrente direto da empresa em que você trabalha, deve-se esperar uma proposta mais ousada, com perspectiva de ganhar pelo menos 30% a mais.

Se for perguntado sobre quanto você ganha atualmente, responda com franqueza. Pode-se até "arredondar", mas sem exagero. Quem contrata sabe a remuneração praticada no mercado.

Não conte com as promessas feitas no recrutamento, do tipo "isso é o que podemos pagar agora, mas em seis meses a coisa vai melhorar". Tome a decisão com base no que existe de concreto. Se a promessa se tornar real no futuro, será lucro.

 

Colaboraram Fábio Oliveira, Maurício Oliveira
e Fernanda Colavitti
e-mail:
parausar@abril.com.br

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