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Bolso
Compra na rede
Os
cuidados no comércio pela internet
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Os
programas
normalmente
avisam quando a
conexão é segura |
| Ilustração
de Weigand |
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Os
números que envolvem a internet são sempre gigantescos.
O comércio eletrônico é dos mais assustadores. No ano
passado foram feitos em todo o mundo 10 milhões de
compras pela rede de computadores. Para este ano, a
estimativa fala em 17 milhões um aumento de 70%.
E deve dobrar em três anos, de acordo com estudos de
empresas de consultoria. No Brasil, os dados do comércio
eletrônico ainda carecem de estatísticas confiáveis. O
certo é que o número de lojas virtuais vem aumentando e
os consumidores têm cada vez menos receio de fazer
compras pelo computador. Quem ainda resiste à idéia
costuma dizer que o problema é o medo de informar o
número do cartão de crédito pela rede sem ter a
certeza de que ele chegará com segurança à outra ponta
da linha. "O comércio pela internet é
seguro", diz Carlos Alberto Viceconti, diretor da
Cryptosystems, uma firma especializada em sistemas de
segurança para transmissão de dados. "As
informações viajam embaralhadas pela rede e, ainda que
alguém consiga interceptá-las, precisaria de muitas
horas de trabalho para decodificá-las."
Sistemas de segurança Apesar das garantias das
próprias lojas virtuais e dos especialistas, as transações pela internet
só devem ser feitas se houver uma conexão segura. Isso significa que os
dados viajarão criptografados pela rede. Ou seja, serão embaralhados no
computador do cliente e só desembaralhados na própria loja. Os dois programas
de navegação pela rede mais utilizados, o Netscape Navigator e o Internet
Explorer, costumam avisar quando o usuário entra ou sai de uma conexão
segura. Se não surgir na tela um aviso de que o site oferece tal segurança,
é preciso observar se aparece na barra inferior da tela a imagem de um
pequeno cadeado fechado (no caso de versões mais antigas do Netscape Navigator,
o símbolo é uma chave dourada). Outra maneira de checar se a transação
é segura é observar a linha que mostra o endereço da página da internet.
Em vez do tradicional http://, deve aparecer https://. Se nem o cadeado
nem https:// aparecer, é mais prudente não efetuar a compra.
Custo e benefício A vantagem que as lojas virtuais
brasileiras oferecem é a comodidade. No quesito preços, elas não são uma
alternativa vantajosa. Quem levar em conta que o cliente de uma livraria
ou de uma loja de discos virtual ainda precisa pagar pelo frete da mercadoria
verá que o preço final sairá mais alto do que na frente do balcão. O frete
de um livro ou CD, numa postagem expressa de São Paulo ou do Rio de Janeiro,
onde está sediada a maioria das lojas, para o Recife, por exemplo, fica
em torno de 14 reais.
Para
usar
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| Foto: Paulo Marcos |
O seguro da casa
A viagem de férias, quando a casa ficará vazia,
é uma razão a mais para fazer um seguro
residencial. Algumas companhias estão
oferecendo, além da proteção normal contra
roubo e incêndio, alguns serviços que tornam
suas apólices mais atraentes. A Itaú, por
exemplo, ajuda a encontrar os orçamentos mais em
conta para os serviços de pintura e de reparos
na rede hidráulica. A AGF paga serviços de
segurança e de limpeza em algumas condições
especiais.
Celular para viagem
Algumas
empresas oferecem a quem vai viajar para o
exterior a possibilidade de sair do Brasil com um
telefone celular habilitado para funcionar no
país de destino. A Gradiente, que já dispunha
do serviço para os Estados Unidos (por uma
diária de 6 dólares, mais o custo das
ligações), agora atende também as pessoas que
vão para a Europa. O preço da diária é de
7,50 dólares, pagos na volta. Um convênio
oferece descontos no preço do serviço da
Gradiente aos passageiros da Varig.
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| Foto: Raul Junior |
Computador de mão
Quem não entende de computador
e pretende ter ou dar de presente o aparelho do momento
é o Palm III, da 3Com, a sensação deste Natal nos Estados Unidos.
Ele é pouco maior que uma agenda eletrônica e, com um modem especial,
permite acesso ao correio eletrônico. Custa cerca de 600 reais.
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