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Edição 1 773 - 16 de outubro de 2002
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Os homens votaram na loira

 
Ottmar Paraschin/Revista Vip
Ellen, a mais sexy: quando não está assim, ela se dedica aos estudos

Um tanto sumida desde a comoção inicial da Casa dos Artistas, Ellen Rocche, 23 anos, retorna aos holofotes graças às lembranças indeléveis deixadas por suas curvas. Puxando pela memória, os leitores da revista VIP escolheram a loira de cinturinha de Barbie e pernas de pin-up como a mais sexy das mulheres. Foi uma escalada e tanto: na eleição do ano passado, ela ficou em 13º lugar. "Estou com o ego nas nuvens", rejubila-se a loira, outra vez em forma, depois de ter engordado 4 quilos durante o reality show. O que anda fazendo atualmente? "Estou estudando inglês, francês e teatro, e apresentando eventos", lista. Aviso aos marmanjos: além de dedicada aos estudos, ela continua comprometidíssima. Foi o namoradão, aliás, quem fez as fotos da VIP.

 

Abaixo o imperialismo

Rodrigo Lobo/JC Imagem/Lumiar
Adams, no Recife: discurso contra Bush, "o pior presidente"


De cabelo azul e branco, roupa de palhaço e brincos em forma de garfo, o misto de médico e comediante Patch Adams, interpretado por Robin Williams no filme O Amor é Contagioso, foi a estrela de um congresso de enfermeiros no Recife. "Minha função é alegrar as pessoas. Quando elas me vêem assim, dão risada", disse. Apesar do visual hilário, o médico americano se arriscou em assuntos mais densos. Durante o congresso, criticou os Estados Unidos, pediu desculpas ao Brasil pelos "anos de dominação econômica", discursou sobre desigualdade social e torpedeou George W. Bush – "o pior presidente que meu país já teve".

 

Arroz-de-festa, a Luana? Que absurdo!

Fred Pontes
Polanski, com Luana: ele saiu, ela ficou


Atenção: a foto aí do lado não significa absolutamente nada. O diretor polonês Roman Polanski, notório apreciador de beldades, mal prestou atenção em Luana Piovani, convidada pelos organizadores da estréia do filme O Pianista a acompanhá-lo no trajeto do hotel onde se hospedava até o cinema. Ao contrário, quando as luzes se apagaram, o escoladíssimo Polanski foi fazer uma boquinha num restaurante próximo e só voltou para os créditos finais. Será que a Luana, campeã de comparecimento a festas de famosos, pegou uma caroninha no polaco? "Arroz-de-festa é a vovozinha", investe a bela. "Tive a oportunidade de conhecer Polanski e jamais deixaria de fazê-lo, pois sou fã do talento dele."

 

A importância de não ser Marisol

Manoel Martins
Bárbara, como Cecília: sem choradeira


Depois de abusar das lágrimas e da boa vontade do telespectador no papel-título do indescritível dramalhão mexicano Marisol, no SBT, a ex-Casa dos Artistas Bárbara Paz está se redimindo. Sua atuação como a jovem e romântica Cecília, na peça A Importância de Ser Fiel, de Oscar Wilde, em cartaz em São Paulo, tem recebido elogios da crítica. "Não conhecia o trabalho da Bárbara, e foi uma surpresa muito agradável", diz Dalton Vigh, seu par em cena. "A Marisol é muito sofrida. A Cecília é mais leve, nunca passou pelas dificuldades da vida", compara Bárbara. E declara: "Chega de chorar". O público agradece.

 

O queridinho dos gramados

Mario Rodrigues
Kaká: cartas, bichinhos de pelúcia e assédio das meninas até na seção eleitoral


A Copa do Mundo é uma memória cada vez mais distante, mas o encantamento das meninas com Kaká, 20 anos, não dá o menor sinal de arrefecer. Até na fila de votação o jogador foi assediado. "Desde que voltei da Copa, não fui mais ao cinema", suspira ele, que calcula receber cinqüenta cartas de fãs por semana. Sem falar nos presentes. "Bicho de pelúcia, tenho todos os animais que se possa imaginar", contabiliza. De dois programas, porém, as admiradoras não vão privá-lo de jeito nenhum. Um é o culto na Igreja Renascer em Cristo. Outro, sair com Sophia Alckmin, filha do governador de São Paulo. "Somos amigos e elas ainda vão nos ver juntos muitas vezes", desafia o galã.

 

Editado por Lízia Bydlowski. Colaboraram Adriana
Negreiros, Bel Moherdaui e Silvia Rogar


 
 
   
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