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Home  »  Revistas  »  Edição 2130 / 16 de setembro de 2009


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Leitor

Assuntos mais comentados
José Alencar - 47
Alcoolismo (capa) - 32
Petróleo - 27
Falta papel na ilha de Fidel - 11
CPI para o caso MST - 10

 

Alcoolismo

"Abençoada a reportagem, pois chega num momento delicado de minha comunicação com meu filho, que não consegue ver que está entre os bebedores de risco. VEJA, como sempre, me ajudando a resolver os problemas da minha família e de todas as famílias brasileiras."
Maristela Barbosa
Maceió, AL

Lailson Santos
A família como vítima
Newiton de Moura Silva: "Comecei a beber aos 12 anos. Aos 15, meus pais me internaram pela primeira vez. Mas, naquela fase, eu não queria me tratar. Só agora tenho vontade de voltar a estudar, começar a trabalhar, melhorar a relação com minha família. Eu já magoei demais minha mãe"


A reportagem "A boia da prevenção" (9 de setembro) traz um dado aterrorizante para o país: temos cerca de 12 milhões de homens e 5 milhões de mulheres alcoólatras. Além disso, 30 milhões de brasileiros podem ser considerados abusadores do álcool. Enquanto VEJA nos traz uma perspectiva alvissareira para o enfrentamento do problema, por meio da prevenção, a política nacional sobre o álcool, criada pelo presidente Lula com o Decreto nº 6117, de 22 de maio de 2007, até hoje não saiu do papel. Tomara que os burocratas da Secretaria Nacional Antidrogas, encarregada de desenvolver tal política, leiam a revista e assimilem a mensagem nela contida: prevenir o alcoolismo é salvar muitas vidas e evitar muito sofrimento.
José Elias Aiex Neto
Médico psiquiatra
Foz do Iguaçu, PR

A irretocável "A boia da prevenção" foi uma das melhores reportagens que li nos últimos tempos. Precisa, completa, didática e, sobretudo, pertinente. Mostrou experiências relacionadas ao álcool, às angústias, aos arrependimentos e às motivações para a superação. Apontou estatísticas, o funcionamento do organismo humano e os malefícios causados pela bebida alcoólica. Em minha atividade profissional, já presenciei dezenas de casamentos destruídos pelo álcool. E o pior: o sofrimento dos filhos.
Fernanda Hesketh
Advogada
São Paulo

Tive um cunhado alcoólatra. Bebia todas e ficava superengraçado. A turma do copo então pagava mais uma rodada, garantindo assim horas de diversão. O que essa turma não sabia é que ele só era engraçado numa roda de bar. Quando chegava bêbado em casa, batia no pai, na mãe e quebrava tudo. Quando vinha a ressaca, trancava-se no quarto e, por vergonha, não saía de lá por três dias. Claro, perdeu o emprego. A bebida acaba com a dignidade, o respeito e o amor-próprio. Acaba com a família.
Nádia Segatto
Diadema, SP 

Surpreendente a reportagem. Totalmente inovadora e, sobretudo, assustadora a abordagem sobre os bebedores de risco. A prevenção ainda é o melhor remédio, como bem destaca a matéria. Acho que ninguém havia pensado nisso, pois, historicamente, a  preocupação sempre foi com quem já tinha o problema.
José Zulmar Lopes
São Paulo, SP

Essa doença, que infelizmente atinge toda a família, é pior quando a doente é a mulher, que deveria ser o alicerce do lar. Minha mãe, hoje com 78 anos, é alcoólatra desde os 40. A família desistiu de querer ajudá-la, já que ela sempre se negou a reconhecer o problema. Nós, os filhos, felizmente pudemos contar com a ajuda de um pai amoroso e extremamente presente em meio ao caos que foi a nossa adolescência, cheia de brigas e garrafas de pinga. Nós nos consideramos sobreviventes.
Sônia Nascimento
São Paulo, SP

 

José Alencar

Senti-me profundamente tocada pela entrevista do vice-presidente José Alencar ("Estou preparado para a morte", 9 de setembro). É incrível como podemos torcer e sofrer por uma pessoa que nem conhecemos. O senhor José Alencar tem enorme carisma e é uma pessoa generosa, porque consegue transmitir com seu sofrimento uma segurança enorme em tudo o que diz.
Gabrielle Bezerra Couto
São Luís, MA

A entrevista com José Alencar nos remete a um assunto que em pleno século XXI ainda é considerado tabu: a morte. De forma clara, lúcida e realista, o vice-presidente aborda temas evitados até mesmo por aqueles que gozam de perfeita saúde.
Antonio Mariz Maia
João Pessoa, PB

Aplaudo de pé nosso vice-presidente, José Alencar. Um exemplo ímpar de força, coragem e dignidade. Um batalhador que nos inspira na maneira como enfrenta as adversidades da vida.
Suely Otani
Mogi das Cruzes, SP

Cada vez que leio uma reportagem sobre o vice-presidente José Alencar, mais o admiro. É uma pessoa iluminada, que aceita os percalços da vida com muita humildade, coragem e resignação. É um exemplo de vida, de perseverança, de fé e de otimismo.
Maria Teresa Gonçalves Lourenço
Piracicaba, SP

Petróleo

Belíssima a foto que abre a reportagem "O Brasil é a quinta potência" (9 de setembro). Ilustra perfeitamente os atos de Lula para a disputa sucessória: Dilma, menina dos olhos do presidente, ao lado de José Sarney, peça-chave para que haja eficiência na campanha da ministra.
Luiz Paulo de Souza Pinto
Curitiba, PR

Depois de ficar dois anos sem dar satisfação à sociedade do que estava sendo planejado a respeito do assunto, o presidente Lula, mais preocupado em eleger a ministra Dilma Rousseff, exige que projetos de tal envergadura sejam aprovados a toque de caixa, o que é um verdadeiro acinte.
Humberto Viana Guimarães
Salvador, BA

Parabéns pela didática reportagem sobre o pré-sal. Mostrou com clareza que o assunto, por representar grande avanço para nossa economia e para o país, deve ser tratado com responsabilidade. Uma pena que mais uma vez o senhor Lula e sua choldra se utilizem de algo tão importante para satisfazer ambições eleitorais, impondo ao país o retrocesso do monopólio.
Luciano César de Toledo
Cesário Lange, SP

Não se espantem se ouvirem de Lula: "O petróleo é meu!".
Pedro Sergio Ronco
Ribeirão Bonito, SP

Lya Luft

Por força da profissão de médica, ao contrário do que relata a escritora Lya Luft, que nunca vira uma criancinha morta ("Quando morre uma criança", 9 de setembro), já presenciei inúmeras dessas situações dolorosas em todas as classes sociais. Em muitas ocasiões, pude reanimar vidas. Em várias outras, acompanhei, impotente e solidária, a perda de recém-nascidos a adolescentes e de muitos deles me lembrei ao ler o relato sensível de Lya. Apenas uma situação se compara à dor de perder um filho por uma doença, ou a ultrapassa: a morte violenta. Morte por vezes anunciada pelo descaso, que empurra os jovens para as drogas e para desatinos comportamentais. Espero que as palavras da escritora ecoem com a imensa força de sua sensibilidade, multiplicando o alerta.
Betinha Cordeiro Fernandes
Pediatra e hebiatra
Recife, PE

Belíssimo o texto "Quando morre uma criança", pois por meio dele pude ver meu desejo verbalizado: alertar os pais das obrigações para com os filhos. Como professora, sinto-me angustiada em sala de aula ao deparar com seres que não recebem atenção nem amor dos pais. O resultado disso são jovens com poucos objetivos e quase nenhum compromisso para com a vida. Ao lado dela, pergunto também: onde estão os pais?
Márcia Gurgel 
Por e-mail

Cuba

Achei fantástica a reportagem sobre a utilização pelos cubanos das publicações comunistas como papel higiênico ("Até que enfim serviram para algo", 9 de setembro). Cuba é um estado que se vangloria tanto da medicina avançada e desenvolvida, mas nem sequer dá ao povo as condições mínimas de higiene e saúde. 
Astrid Daguer Abdalla
Santos, SP

Mas como? Então falta papel higiênico no perfeito paraíso socialista da devoção do PT, de Zé Dirceu, de Lula, de Franklin Martins, de Ziraldo, de Marilena Chauí, de Walter Pomar, de João Pedro Stedile, de Luis Fernando Verissimo?
Paulo Boccato
São Carlos, SP

Quer dizer que está faltando papel sanitário em Cuba? E os defensores de Fidel Castro no Brasil, não têm nada a declarar? Faltar papel higiênico é o cúmulo de todos os absurdos.
Gilton Silvério
Volta Redonda, RJ

Tratado Brasil-França

Para que submarinos? O inimigo não está fora. Ele mora aqui mesmo, dentro do país, e se chama corrupção, falta de ética, falta de amor à pátria, falta de educação e saúde, falta de civismo, falta de exemplo e de cumprimento das leis ("O fim de uma batalha aérea", 9 de setembro).
Dino H. Poletto
Por e-mail

 

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