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Home  »  Revistas  »  Edição 2130 / 16 de setembro de 2009


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Gente


Editado por Lizia Bydlowski
Colaborou Juliana Linhares

 

Robert Galbraith/Reuters


De volta ao palco

Com 6 bilhões de dólares, até que daria para ele comprar um jeans novo. Mas STEVE JOBS, 54, sabe que imagem é metade do negócio. Com um câncer de pâncreas e um transplante de fígado no histórico médico, ele reapareceu no palco da Apple com o figurino habitual. Mas, para variar, contou a verdade sobre seu estado de saúde. Magérrimo e com voz rouca, admitiu o transplante, feito em maio, no Tennessee – onde se instalou provisoriamente por causa da fila menor. "Espero que todos possam ter a mesma generosidade; que todos se tornem doadores", agradeceu. Depois, comentou: "Ainda tenho de engordar uns 20 quilos. Estou comendo feito louco". Se der certo, quem sabe ele muda de jeans...




Zhenia da ginástica

Ela tem todas as qualidades da escola russa: é ágil, atlética e artística. E, naturalmente, voa. Em matéria de bola, fita, corda ou arco – sem falar em beleza –, no momento ninguém quer disputar com EVGENIA KANAEVA, 19 anos. Ouro na Olimpíada de Pequim, até sexta-feira ela tinha vencido todas as seis competições de que participara no mundial de ginástica rítmica em Mie, no Japão, que acaba no domingo. Com 1,68 metro e impossíveis 42 quilos, Zhenia, como é chamada, desafia os limites da flexibilidade (e da gravidade: reparem que o saiote, com armação interna, nunca se dobra) com muito, muito treino. "Não relaxo nunca. Trabalho duro, o tempo todo", declara. Aplausos, por favor.

Koji Sasahara/AP

 

Joel Ryan/AP

Beleza italiana

A cada tapete vermelho, lá vem ele com namorada nova. Aos 48 anos de convicta solteirice, mas não naquele sentido, o ator GEORGE CLOONEY parece combinar o smoking com a gata. A do momento é a italiana ELISABETTA CANALIS, 31, par constante há dois meses e que a seu lado compareceu, esplendorosa num vestido Cavalli cor de petróleo antes do pré-sal, ao Festival de Veneza. Elisabetta é bem conhecida na Itália ("Eli, Eli", gritava a plebe) – enfeita programas de TV e já fez ponta em filmes, digamos, picantes. Com Clooney, amplia o leque de companhias famosas, quase todo ele tomado até então por esportistas: de seu currículo constam o piloto de motocicletas Valentino Rossi e o atacante brasileiro Reginaldo, do Parma.


Será que ele vai acender agora?

Reprodução
 

Como todo mundo, e especialmente alguém em sua posição, o ministro do Meio Ambiente, CARLOS MINC, 57, é contra queimar as florestas. Quanto a outras coisas, bem, basta conferir no YouTube. Minc credita ao ritmo envolvente da música de fundo – e a uma certa "maresia ambiental" – o show que deu na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, onde passou o feriadão. Chamado ao palco do grupo de reggae Tribo de Jah, o ministro agarrou o microfone – "mincrofone", dizem os intrigantes – e invocou o exemplo argentino na descriminalização da maconha. "A música ia entrando, eu ia falando entre um compasso e outro, foi tudo muito leve", explica. "Defendo a causa há muitos anos e não estou sozinho nessa: só no governo Lula há oito ministros a favor da legalização." Deve ser a maresia.

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