
DEPOIS DO BAR, UMA GALERIA
Frederic Jean
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A
viúva do ex-ministro Serjão, Wilma Motta,
não quer mais saber de problemas. Cansada de cuidar sozinha
do bar O Paulistano, em São Paulo, decidiu vendê-lo.
A principal reclamação de Wilma era o fato de os
outros sócios não estarem se preocupando muito com
o estabelecimento. Mas a viúva já tem vários
planos para os próximos meses. Primeiro, vai dedicar-se
à elaboração do Prêmio Sérgio
Motta de Cultura. Depois, quer entregar-se a uma paixão
há muito tempo esquecida: a arte. Wilma pretende abrir
uma galeria.
SEM DINHEIRO PARA O ALUGUEL
O
diretor da Polícia Federal Agílio Monteiro Filho
esteve na última sexta-feira na cidade de Bauru, interior
de São Paulo. Apesar das especulações, a
viagem não teve relação com a busca ao juiz
Nicolau. O diretor foi resolver outro assunto: inaugurar a nova
sede da PF na cidade. Semanas antes, policiais da corporação
tinham sido despejados do prédio anterior por falta de
pagamento. É de perguntar como a instituição
quer prender Lalau, uma operação que exige recursos
financeiros, se não consegue sequer pagar um aluguel.
TURISTAS INGLESES NO BRASIL
Orlando Brito
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Sempre se falou que o número de turistas no Brasil é
baixo porque o país não faz campanhas no exterior.
O embaixador na Inglaterra, o ex-porta-voz da Presidência
Sérgio Amaral, tomou uma atitude que pode ajudar
a reverter essa situação. Com recursos da embaixada,
da Embratur e do BNDES, o diplomata abriu em Londres um escritório
de fomento ao turismo brasileiro. Parece estar dando certo. Em
apenas cinco meses, mais de 150 agências de viagem procuraram
o escritório para pedir informações sobre
como trabalhar no Brasil.
O QUE VEM DEPOIS DE ESTEVÃO?
Sergio Dutti
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Partiu do deputado federal Miro Teixeira, do Rio de Janeiro,
uma iniciativa que pode dar novo impulso às investigações
sobre as irregularidades na construção do TRT paulista.
Na semana passada, Miro propôs à subcomissão
do Senado o rastreamento completo dos recursos públicos desviados
da obra. Isso significa acompanhar até o fim todas as movimentações
financeiras feitas com a verba destinada ao prédio. O trabalho
sobre o caminho que o dinheiro percorreu tinha parado nas contas
do ex-senador Luiz Estevão.
Editado
por Maurício Lima. Colaboraram: Juliana Lopes
e João Luiz Guimarães