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Home  »  Revistas  »  Edição 2169 / 16 de junho de 2010


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Leitor

Assuntos mais comentados
Ação israelense contra a flotilha
Artigo de Lya Luft
Hebe Camargo e o câncer
Os aloprados e a tentativa de espionagem
Sindicalistas em campanha por Dilma

 

Ancestrais de Charles Miller e Luis Fabiano

"Excelente reportagem sobre hereditariedade! Espero que Luis Fabiano evoque seus antepassados na África, seja artilheiro da Copa de 2010 e ajude a trazer para a sua terra natal a taça mais cobiçada do planeta."
Fabrício Sousa
Campinas, SP

Parabéns pela reportagem "Unidos pelo futebol... e pelo DNA" (9 de junho). Sempre discuti com aqueles que insistem em discriminar os outros com base na cor da pele. Com essa reportagem brilhante de VEJA, baseada em fatos científicos, não preciso mais discutir com ninguém: vou apenas indicar sua leitura.
Bruno da Carvalho Alves
Repórter fotográfico e economista
São Paulo, SP

A poucos dias da Copa do Mundo na África do Sul, VEJA "mapeou" a importância da carga genética no desenvolvimento de uma atividade esportiva sem, contudo, desvalorizar o trabalho e o ambiente favorável na formação desses craques. Parabéns.
Elyeser D’Oliveira Costa dos Santos
Curitiba, PR

Li com grande interesse a reportagem sobre o ancestral comum de Charles Miller e Luis Fabiano. Imagino que daqui a alguns anos será possível fazer um estudo evolutivo de uma cidade com grande diversidade cultural. Certamente, o resultado mostraria que, em determinada época, os antepassados da população vieram de um mesmo lugar, separando-se pelo planeta ao longo da história. Entre as seleções dos 32 países participantes, temos jogadores de diversas regiões do mundo, que voltam ao continente onde os seus antepassados em comum iniciaram o caminho pela evolução do Homo sapiens.
Pedro Augusto Gonçalves de Freitas
São Paulo, SP

Ótima reportagem sobre o mapeamento das migrações humanas com base no DNA. Apenas gostaria de atentar para o fato de que os judeus vitimados no holocausto foram 6 milhões, e não 5 milhões, como VEJA informou.
Roberto Schaffer
São Paulo, SP

 

 

Homem-gol brasileiro
Luis Fabiano quer brilhar com a seleção brasileira no continente onde nasceu o ancestral da humanidade

Paulo Vitale

 

Centrais sindicais em campanha por Dilma

Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força Sindical, sempre promovendo eventos sindicais com o dinheiro dos trouxas ("Ao contribuinte, a conta", 9 de junho). Fez festa com os sindicalistas para desviar a atenção de seus rolos, tentando desmoralizar outros candidatos honestos e apoiando um dos governos mais corruptos deste país.
Luiz Buzetti
Paranaíba, MS

A promiscuidade entre o governo e o sindicalismo é mais uma faceta da farra que Lula faz com o dinheiro público. O que se observa, além dessa nefasta simbiose, é a proliferação de sindicatos sem representatividade alguma, com a finalidade única de saquear o bolso do trabalhador por meio das taxas obrigatórias de contribuição. Sem dúvida, querem transformar o Brasil numa república sindicalista – já não bastasse a grande quantidade de ex-dirigentes sindicalistas que hoje se beneficiam de polpudos salários no governo do PT.
Ludinei Picelli
Londrina, PR

 

Ação israelense contra a flotilha

Apesar de concordar com a conclusão da reportagem "Uma mão suja a outra" (9 de junho), fico chocado com a onda de protestos anti-Israel que se espalha com cada vez mais vigor e virulência, a ponto de influenciar decisões da ONU. Aquele conflito só terá chance de caminhar para um acordo se, como diz o dito popular, "alguém piscar". Como, aparentemente, ali ninguém está disposto a "piscar" para o outro lado, é provável que um acordo só aconteça depois de uma grande tragédia não deixar pedra sobre pedra.
Etienne Douat
Joinville, SC

Concordo plenamente com o artigo "O maior inimigo de Israel" (9 de junho), de Gustavo Ioschpe. Israel deveria ter lançado mão de outros métodos para impedir a chegada do comboio. A perda de vidas é inaceitável, mais ainda quando se trata de civis. É lamentável a decisão do governo de Israel de manter o bloqueio a Gaza e rejeitar a apuração dos fatos. Somente uma investigação internacional imparcial, com a participação de representantes de Israel, pode averiguar se os manifestantes levavam armas e se tinham ou não ligação com grupos terroristas. É fundamental que fatos como esse não mais se repitam. Essa crítica não deve, contudo, ser confundida com qualquer tolerância ao terror. O apoio a grupos que lutam pela destruição do estado de Israel é incompatível com a paz e a democracia.
Henry I. Sobel
Rabino emérito
Congregação Israelita Paulista
São Paulo, SP

Quando ouvi a notícia pelo rádio, de manhã, a primeira coisa que pensei foi: é provocação travestida de missão humanitária. Gente lúcida sabe muito bem as reais intenções dos mentores desse tipo de ação. Portanto, acho que o articulista Gustavo Ioschpe não tem o direito de falar em nome de todos quando afirma que Israel "criou vergonha entre seus apoiadores".
Jury George Hirschfeldt
Rio de Janeiro, RJ

Apreciei muito o artigo de Gustavo Ioschpe sobre Israel e a situação do Oriente Médio. Sou descendente de árabes, amigo do povo judeu e considero excelentes essas opiniões lúcidas e equilibradas, equidistantes dos radicalismos em conflito. Fronteiras certas e reconhecidas do estado hebreu, formação do estado palestino em Gaza e na Cisjordânia e cessão de uma parte de Jerusalém pelos envolvidos são requisitos indispensáveis. Já é hora de findar-se o pesadelo da guerra sem fim, em favor de uma paz duradoura.
Luiz Felipe da Silva Haddad
Niterói, RJ

 

Hebe Camargo e o câncer

O testemunho da apresentadora Hebe Camargo ("O câncer não é um monstro", 9 de junho) não só serve como um alento a pacientes portadores de câncer como ajuda os médicos oncologistas, pois cria um exemplo real e maravilhoso para que se desmistifique o câncer – uma doença tratável, e não uma sentença de morte.
Jean Fabrício de Lima Pereira
Médico oncologista clínico
Hospital Napoleão Laureano
João Pessoa, PB

Assim como o diamante, o amor pela vida da apresentadora Hebe Camargo é eterno. Parabéns pela entrevista.
Sergio Emiliano
Campo Maior, PI

Realmente, o câncer não é um monstro – se você o descobrir logo no início, se não for tão agressivo e se você tiver condições de pagar os melhores tratamentos para não depender do Sistema Único de Saúde (SUS), no qual sempre há máquinas de radioterapia quebradas ou inutilizadas por falta de profissionais que as operem. Para a grande maioria das pessoas, o câncer é um monstro, sim. Fico feliz pela Hebe, por ter conseguido vencê-lo.
Cláudia Rosa
Campo Grande, MS

Pena que nós, reles mortais, não tenhamos a sorte de Hebe ou de José Alencar. Perdi há poucos dias uma irmã, internada no interior do Rio de Janeiro. O diagnóstico era similar, mas lá não havia os medicamentos necessários. O primeiro exame só foi realizado vinte dias após a internação. Dependemos do SUS, e, para a gente, o câncer, ou qualquer outra doença crítica, é um monstro.
Dirce Vinha
Andradina, SP

 

Artigo de Lya Luft

Sábias e tocantes as palavras de Lya Luft ("Os enigmas da adição", 9 de junho). Tenho um irmão alcoólatra e sei quão difícil é para uma família lidar com alguém que padece de tal vício, principalmente pelo fato de o álcool ser uma droga lícita e altamente disseminada na sociedade – isso sem falar da avalanche mercadológica a que somos submetidos diariamente para consumi-la.
Sílvio Carlos da Cunha Neto
Varginha, MG

Lya Luft, com clareza, simplicidade e sensatez, fala de algo tão complexo e doloroso quanto a droga. Das drogas lícitas, inclusive. Fumei por longos anos, mas estou há dezoito meses longe do cigarro e tenho a certeza de que jamais voltarei a ele. Primeiramente, foi uma decisão firme, precedida de um profundo diálogo entre minha alma e meu cérebro. Depois da decisão, compensei meu coração com prazeres – sem, contudo, transformá-los em novos vícios. A vida sem o cigarro ficou mais cheia de vida: mais intensa e prazerosa. Bastou-me tão somente coragem.
Maria de Fátima Salgueiro
Belo Horizonte, MG

 

Os aloprados e a tentativa de espionagem

Mais uma vez mostra-se aos eleitores o modo de operar das campanhas petistas ("Era para levantar tudo, inclusive coisas pessoais", 9 de junho). Os operadores do esquema estão perfeitamente identificados pelo executor contratado, que não aceitou a missão; o financiamento, como manda a tradição, seria com dinheiro público, que enriqueceu um prestador de serviços do governo Lula; e o beneficiado seria a candidata petista, que, ao estilo do seu criador, não sabia de nada.
Abel Pires Rodrigues
Rio de Janeiro, RJ

Em cada ano eleitoral, deparamos com a quadrilha do PT fabricando dossiês falsos para tentar alcançar seus objetivos. Passando por cima da lei e tentando destruir a reputação alheia. Cada vez mais o PT me convence de que ele precisa estar longe do poder.
Rufino Argolo
Salvador, BA

 

Diplomacia brasileira

Instigante a reportagem "A cruzada do Itamaraty" (9 de junho), sobre a abertura de 68 novas embaixadas e consulados pelo presidente Lula. O assunto, que em princípio provocaria discussões sobre a real necessidade de o Brasil estar representado em países de pouco significado econômico, começa a evidenciar uma das mais perversas faces de nossa política clientelista e retrógrada. A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado aprovou por unanimidade a indicação de um ex-deputado capixaba (José Carlos da Fonseca Júnior) reprovado nas urnas e condenado por envolvimento na "máfia dos sanguessugas". Ele ficará à frente da embaixada em Mianmar, na Ásia.
Edmar Moreira Camata
Vila Velha, ES

 

Radar

Com relação à nota "Petrobras, paixão por eleição" (Radar, 9 de junho), a Petrobras esclarece que o aumento de anúncios da companhia na mídia em 2010 se deve à contratação de pacotes publicitários relacionados à Copa do Mundo. Os anúncios foram publicados em revistas e exibidos na TV Bandeirantes. Também em 2010 foram veiculados anúncios relativos aos Jogos Olímpicos de Inverno. Portanto, não existe nenhuma relação entre investimentos em publicidade da Petrobras e o ano eleitoral.
Ricardo de Souza
Gerência de imprensa
Petrobras – Petróleo Brasileiro S.A.
Rio de Janeiro, RJ

 

Gripe

A equinácea é um medicamento fitoterápico registrado na Anvisa e, de acordo com a Instrução Normativa 05/2008, é "indicado como preventivo e coadjuvante na terapia de resfriados e infecções do trato respiratório e urinário". A produção de medicamentos fitoterápicos segue normas empregadas na indústria farmacêutica, é fundamentada em pesquisas clínicas e toxicológicas e tem sua qualidade assegurada por meio de tecnologias analíticas avançadas ("O que ajuda (ou não) a resistir à estação da gripe", Guia, 2 de junho).
Elzo Velani
Presidente do conselho diretivo da Associação Brasileira das Empresas do Setor Fitoterápico, Suplemento Alimentar e de Promoção da Saúde (Abifisa)
Curitiba, PR

 

Diversão

Em nome de SeaWorld Parks & Entertainment, o grupo que hoje administra dez parques nos Estados Unidos, sendo três deles em Orlando, eu gostaria de informar que, ao contrário do que foi publicado na reportagem "No reino de Harry Potter" (9 de junho), o parque Aquatica não pertence ao complexo Walt Disney World Parks & Resorts. Ele faz parte do portfólio da SeaWorld Parks & Entertainment, que não possui nenhum vínculo com os produtos e marcas Disney.
Marjori Schroeder
Gerente de relações públicas no Brasil SeaWorld Parks & Entertainment
São Paulo, SP

Guia da Copa da África do Sul

Nós, filhos do saudoso Mauro Ramos de Oliveira, ficamos indignados com a citação "roubou a vaga de titular e a braçadeira de capitão do amigo Bellini" (Guia da Copa de 2010, 2 de junho). Ele conquistou a vaga em campo, ao ser titular em todas as partidas amistosas pré-Copa de 1962. Quanto ao senhor Hideraldo Luiz Bellini, ele e nosso pai não eram apenas amigos – eram como irmãos. Ainda hoje, quando existe algum impedimento de uma das famílias para representá-los em determinado evento, fazemos questão de suprir essa ausência.
Mauro Jr., Sylvia e
Marcos Ramos de Oliveira
São Paulo, SP

 

Correção: Na reportagem "Unidos pelo futebol... e pelo DNA" (9 de junho), o correto é: as variações genéticas que tendem a produzir pele clara só se firmaram como mutações vantajosas para os grupos humanos que foram povoar as latitudes mais altas, e não as mais baixas.

 

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