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Carta ao leitor
O remédio da informação
Claudio Rossi
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| Paula, Karina e Anna Paula: conversas com
as maiores autoridades médicas do Brasil e do mundo |
Uma
quantidade significativa das reportagens especiais de VEJA é
dedicada a assuntos de medicina e saúde. Trata-se de uma
área em que as descobertas se sucedem num ritmo cada vez
mais vertiginoso e que, como é evidente, está diretamente
ligada ao cotidiano de nossos leitores. VEJA foi a primeira publicação
brasileira a noticiar o lançamento mundial do Viagra, o remédio
que trata a impotência masculina e causou profundas transformações
de comportamento. Mais recentemente, a revista registrou em uma
reportagem de capa a mudança no paradigma de diagnóstico,
prevenção e tratamento de infartos.
Para
produzir suas reportagens nessa área, VEJA se vale da consulta
freqüente às maiores autoridades médicas do Brasil,
dos Estados Unidos e da Europa. Não apenas para ter informações
mais acuradas e filtrar o que realmente é vital, como para
inteirar-se de descobertas que ainda não chegaram às
páginas dos jornais, nem mesmo à internet. Nesta edição,
a revista publica uma reportagem sobre as estatinas, os remédios
mais vendidos do mundo. Originalmente sintetizadas para baixar os
índices de colesterol, elas vêm demonstrando ser eficazes
também no tratamento de Alzheimer, osteoporose, esclerose
múltipla e até alguns tipos de câncer. A novidade
mais recente sobre as estatinas é que elas passaram a ser
indicadas para diabéticos. A notícia foi colhida pela
repórter Anna Paula Buchalla, durante o Congresso da Associação
Americana de Diabetes, realizado em Orlando, na Flórida,
que reuniu os principais especialistas na doença. A partir
dela, a editora Karina Pastore e a repórter Paula Neiva foram
acionadas para fazer uma reportagem mais abrangente a respeito desses
remédios que por sua eficácia e simplicidade de ação
estão revolucionando diversos tratamentos médicos.
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