| Fale conosco |
| Ajuda |
| Mapa do site |
![]() |
|
Crie seu grupo |
Bicampeã no Oscar da internet
O novo Em dia A seção Em dia ganha cara nova a partir desta semana. Assim, ficou mais fácil saber o que aconteceu com histórias e personagens que foram capas de VEJA, como a descoberta de água na Lua e o processo contra o ex-deputado Sérgio Naya, do edifício Palace II. O objetivo do novo desenho é proporcionar uma navegação mais rápida, prática e agradável. Confira o resultado.
A Rádio VEJA desta semana traz uma reportagem sobre os truques usados pelos melhores palestrantes do momento. A fisioterapeuta Leila Navarro, uma das profissionais mais requisitadas do país, conta que o humor e a originalidade são fundamentais na hora de enfrentar o público. Em outra reportagem, o professor Mário Sérgio Cortella, do Departamento de Teologia e Ciência da Religião da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, analisa o fenômeno da debandada de fiéis das igrejas.
Romance de detalhes
Bebês de laboratório O fórum de debates de VEJA on-line perguntou se qualquer recurso é válido na luta para ter um bebê. Algumas opiniões:
"Impedir
que uma mulher gere o próprio filho é lutar contra sua natureza.
Qualquer recurso é válido para que os casais sintam a felicidade
de ter seu bebê." "Um
filho é resultado de um ato de amor, seja na forma de uma relação
sexual, seja por meio de adoção. Não existe amor
dentro de um laboratório, apenas o dos médicos pelo dinheiro.
Com a quantia que se gasta para ter um filho artificialmente é
possível adotar e criar duas crianças e ainda ajudar um
orfanato!" "Não
concordo que alguém seja julgado ou criticado por querer demais
um filho e que, para isso, esteja disposto a pagar qualquer preço
e se submeter a todo tipo de tratamento para transformar o sonho em realidade." "Sou
completamente contra soluções extremas, principalmente no
que diz respeito à utilização de material genético
de uma pessoa desconhecida na geração de um filho. É
antiético." "Quem
conhece as frustrações de tentar ter naturalmente um filho
entende o uso de tantos métodos científicos. A contradição
é que, se há uma busca por embriões congelados desconhecidos,
por que não adotar crianças abandonadas?"
|
|
|