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Edição 2056

16 de abril de 2008
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Cartas

"Será que a sociedade se habituará a conviver com fatos tão lamentáveis como os que temos visto nos últimos anos? Esperamos que não."
Álvaro Farias Galassi
Campo Grande, MS

 

Maldade contra crianças

Foi com um misto de tristeza e revolta que li, com a ajuda de meus pais, a reportagem "Quando o mal triunfa" (9 de abril), sobre as atrocidades que têm sido cometidas contra as crianças. Por que tanta fúria contra nós, se só propiciamos alegria e felicidade? Por que tanta violência, se somos seres indefesos, símbolos da paz? Por que tanta humilhação, se retratamos a candura, a inocência e a ingenuidade?
Lauá Costa Azevedo Jacundá, 8 anos
Guará II, DF

Tenho um filho de 4 meses e quanto mais olho para ele menos entendo como um ser humano pode fazer mal a uma criança, um ser inocente, com um coração tão puro, que tanto nos ensina e nos traz alegria. Parabéns a VEJA pela reportagem de capa tão majestosa.
Kélvia Ap. Bersácula Cruz de Abreu
Cachoeiro de Itapemirim, ES

Antigamente ensinávamos aos nossos filhos que eles tinham de tomar cuidado com os estranhos até que eles se tornassem conhecidos. Atualmente temos de ensinar que os conhecidos podem, em algum momento, se tornar estranhos.
Marly Aparecida de Lima
São Paulo, SP

Tenho 18 anos e mais uma vez VEJA me surpreendeu, agora com a reportagem "Quando o mal triunfa". É cada vez mais triste ver o mundo dominado por pessoas insanas, que fazem da tortura um ato para extravasar raivas, ou até mesmo "educar". Isso deveria ser considerado crime inafiançável. Crianças vítimas desse tormento levam para sempre na mente os maus-tratos a que foram submetidas.
José Mendes Mesquita Neto
Teresina, PI

Sou professora de puericultura/pediatria e atendo vítimas de violência. Em recente pesquisa no Ambulatório de Pediatria Comportamental do Hospital das Clínicas do Recife constatamos que o primeiro diagnóstico foi: "alterações das relações familiares"; o segundo, "violência familiar por uso de álcool". Outras revelações: falta de paciência, gritos e dar "lapadas com cipó de goiabeira" são o cotidiano de muitas famílias para castigar os filhos ou relacionar-se com eles, inclusive adolescentes. É possível que, com essa tragédia, o país desperte para a necessidade contínua de que todos os segmentos da sociedade, e não apenas os profissionais, estejam alerta para combater esta verdadeira doença que é mundial: a violência familiar. Parabéns pela escolha da capa e pela importante reportagem.
Betinha Cordeiro Fernandes
Pediatra responsável pelo Ambulatório de Pediatria do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Recife, PE

A reportagem sobre o mal do ser humano nos leva a questionar muitas coisas. Aqui em Curitiba, na quinta-feira 3, o filho de um amigo meu foi espancado por um grupo de skinheads. Sofreu desmaio e terá de passar por cirurgias para reparação do rosto. Motivo: ele tem o cabelo tingido de vermelho e, para os skinheads, parece um punk; logo, merece violência. Isso ocorreu numa praça central, por volta das 22 horas. A humanidade está desesperadamente enferma. Quem poderá nos curar? Creio que somente o amor de Deus.
Marcel Taques Pilatti
Curitiba, PR

Há séculos o homem vive na crença de que os problemas do mal da humanidade terminem. Aqui estamos, na primeira década do século XXI, engasgados com tanta crueldade.
Solange Griebeler
Jaraguá do Sul, SC

 

Governadores

Gostaria de externar quanto fico feliz com essas notícias sobre política e administração pública. Mas principalmente parabenizar VEJA pela iniciativa de dar destaque ao que se faz de bom neste país. Se valorizarmos os administradores públicos que retribuem a confiança da população com bons serviços, estaremos incentivando-os a continuar e estimulando outros a fazer o mesmo. Excelente notícia. Parabéns. ("Seis homens, um destino", 9 de abril.)
Edson C. Leite
Olinda, PE

A credibilidade, o respeito e a excelência da gestão pública passam pelo trabalho de administradores que, como o governador José Roberto Arruda, investem na melhoria da qualidade de vida da comunidade do Distrito Federal. Parabenizamos a revista VEJA por mostrar ao povo brasileiro que ainda existem políticos sérios, competentes e comprometidos com a transparência de suas ações e em transformar o Brasil num país cidadão.
Elizabet Garcia Campos
Presidente do Instituto Brasileiro de Qualidade de Vida (IBQV)
Brasília, DF

Muito oportuna a reportagem "Seis homens, um destino". Por Minas Gerais, posso afirmar que o governador do estado, Aécio Neves, apresentou em seus dois mandatos um novo modelo de administração, com resultados visíveis em todo o país. Tendo o governo como parceiro, conseguimos desenvolver grandes projetos sociais, que reduziram a criminalidade em Minas e devolveram a dignidade a grande parte da população. Todos colhem os frutos: a economia cresceu, temos mais emprego, renda, educação e segurança.
Roberto Alfeu
Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH)

Ótima a reportagem sobre os governadores. Em relação ao governador do Espírito Santo, Paulo Hartung, não é novidade para nós, capixabas, seu alto índice de aprovação. Apesar da pouca idade (50 anos), ele já está na vida pública há mais de trinta anos. Foi presidente do DCE na época de faculdade, deputado estadual, federal, senador, prefeito de Vitória e, agora, governador. Nunca teve seu nome associado a nada errado; ao contrário, sempre combateu a corrupção que durante muito tempo devastou nosso estado. Paulo Hartung é exemplo para outros políticos e será um presente para o nosso país se for escolhido vice-presidente na chapa do PSDB.
Renato Ribeiro Machado
Vitória, ES

Vejo com muito ceticismo essas avaliações, pois as propaladas boas administrações não se refletem no cotidiano dos cidadãos comuns. O pequeno comércio que minha irmã possui na cidade mineira de Uberaba já foi assaltado inúmeras vezes e a violência por lá não mostra sinais de arrefecimento. A sensação de insegurança e a ineficiência dos aparatos de segurança pública naquela cidade são desanimadoras, embora, como afirma VEJA, Minas seja o estado que mais investe em segurança pública e haja uma queda nos índices de criminalidade. A cidade de Brasília e seu entorno crescem de forma caótica, com amontoados de construções desordenadas em áreas com fartos incentivos oficiais. É um espetáculo deprimente circular por lugares como Riacho Fundo! O governo local é frouxo com aqueles que invadem áreas públicas e, em vez de demolir as inúmeras construções irregulares, trata de engendrar leis para beneficiar os fora-da-lei. É desnecessário tecer comentários sobre a situação da saúde pública no Rio de Janeiro, onde a inépcia do estado está ceifando a vida de dezenas de pessoas. Mas, pudera, a eficiente administração de seu governador reduziu em 54% o gasto, entre outros, com a saúde. Se esses são os nossos melhores governadores, o que nos reservará o futuro?
Leonildo Libério Alves Silva
Campo Grande, MS

 

Dossiê dos gastos corporativos

Temos de admitir que a ignorância está presente até nos mais altos escalões da administração pública. Na reportagem "Só falta o autor" (9 de abril), de Alexandre Oltramari, está clara e transparente a responsabilidade pela autoria do "dossiê" com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. A ministra Dilma Rousseff, em mais uma demonstração de arrogância e prepotência, esqueceu de considerar a competência de seus assessores. Não há enigma, não há chantagem política, muito menos funcionário infiltrado pela oposição. Cara ministra, como funcionária pública, vossa excelência é responsável por seus atos, palavras e omissões. Minha culpa, minha culpa, minha máxima culpa.
Carlos Alberto Lima
Florianópolis, SC

Será que estamos diante de um novo Golbery de saia petista? O PT aprendeu bem as lições da ditadura. Tende a fazer tudo igual ou pior que antes! Quebraram há muito o cristal petista.
Rogério Gonçalves
Fortaleza, CE

Constantemente se afirma, e eu concordo, que a maior característica deste governo é o sistemático rebaixamento das instituições. Por ser sistemático, ele se repete nos cacoetes. Lançam agora a Polícia Federal em uma apuração direcionada sobre o dossiê, que avilta a independência da autoridade policial. E para iludir a quem, ministro da Justiça? Caso a PF se limite a indicar o autor do vazamento, perderá de modo irrecuperável (pelo menos a curto prazo) a credibilidade, identificando-se com aquilo que Tarso Genro preconizou: uma "staatpolizei". A partir de então, qual será o valor da PF diante da população a qual serve?
Nélio C. Santana
Santa Maria, RS

 

Lula em campanha

Parabenizo a revista pela reportagem "O plano A e o B" (9 de abril), abordando os planos presidenciais de sufocar a democracia brasileira. Em um governo que faz de tudo para abafar as falcatruas e passar a mão na cabeça dos poucos políticos que sofreram com as conseqüências de seus atos ilegais, não é de admirar que haja luta pelo poder e tiros para todos os lados. E agora era só o que faltava: ex-presidentes com cargo vitalício no Senado.
Marcos César Carvalho
São Paulo, SP

Não acredito! Criar o cargo de senador vitalício para ex-presidentes da República a partir do Sarney! Cá pra nós: o Brasil não é um país sério.
Wilson José Rodrigues Gomes
Goiânia, GO

 

Mauro Dutra

ONGs, uma doença crônica que já virou moda, são criadas com uma facilidade incrível neste país. Existem no Brasil 300 000 ONGs, e grande parte delas não apresenta documentação regular. O nome diz Organização Não-Governamental, mas elas recebem dinheiro do governo. E muitas delas dão sumiço a esse dinheiro, como fez Mauro Dutra, o amigo do Lula, que criou a ONG Ágora para capacitar pobres para o mercado de trabalho ("Dinheiro devolvido", 9 de abril). Até o momento a ONG não capacitou ninguém.
Luiz Buzetti Filho
Paranaíba, MS

 

Madeleine Albright

Na entrevista de Madeleine Albright a VEJA (Amarelas, 9 de abril), impressionaram-me sua coragem, lucidez e a avaliação sobre Fernando Henrique Cardoso e Lula. O destaque dado pela professora Madeleine a FHC mostra bem o valor desse brasileiro que os atuais donos do poder – PT e aliados – insistem em jogar no limbo!
Edivelton Tadeu Mendes
São Paulo, SP

A entrevista com a senhora Madeleine Albright dá o tom exato da arrogância consciente do americano. Ao mesmo tempo que reconhece que seu país não pode ter carta-branca para fazer no mundo tudo o que achar certo, não perde a pose. Considera os Estados Unidos indispensáveis e faz questão de se posicionar sobre política internacional como se fosse a voz da razão. Não é americana, mas adotou seus vícios.
Osny Martins
Joinville, SC

 

Insegurança nas escolas

A reportagem "Medo na escola" (9 de abril) aborda um tema freqüente na vida da maior parte dos jovens brasileiros. O mundo tornou-se excessivamente perigoso e a violência se faz presente em todos os lugares. As escolas, que deveriam ser seguras e tranqüilas, passaram de locais de aprendizagem para cenário de temor constante. A violência internalizou-se em cada pessoa e está fazendo com que inocentes sofram. Tornou-se comum ouvirmos que uma criança foi atingida por uma bala perdida perto do colégio em que estudava ou que houve um assassinato dentro da própria escola. Além disso, é trágico que a segurança tenha se transformado em critério de escolha; os pais deveriam escolher as instituições em que seus filhos estudam pela qualidade do ensino, e não pela segurança que elas oferecem. É, portanto, indispensável que o combate à violência seja feito de forma eficaz. Pois a paz, almejada por muitos brasileiros, pode se concretizar apenas com a construção diária da segurança da população.
Géssica Lafetá Rabelo, 15 anos
Montes Claros, MG

A questão da insegurança dentro das instituições de ensino foi abordada de maneira brilhante por Camila Pereira. Em contrapartida, o problema não se restringe às escolas públicas. Presencio regularmente consumo de drogas, furtos e agressões físicas dentro do colégio no qual estudo, localizado no bairro do Itaim Bibi, cuja mensalidade supera os 1 500 reais. Resta a educadores e pais a dificílima tarefa de mostrar ao jovem a desonestidade que nos rodeia e as razões para resistir à tentação das drogas.
Tales Terribili
São Paulo, SP

A reportagem "Medo na escola" reflete o amargor da realidade da violência escolar, que se banalizou de tal forma, vulgarizou-se a tal ordem que notícias de agressão a professores chamam a atenção da população apenas quando a gravidade do ocorrido extrapola os muros da escola. Urge tomar medidas que possam dar tranqüilidade aos pais, alunos e professores. Para que isso aconteça, eles precisam ser ouvidos e suas queixas e sugestões têm de atingir os mandatários educacionais do estado. A escola pública não pode ser mera caixa de ressonância de uma sociedade marcada pela violência. Deve ser paradigma de mudança social, primeiro e indispensável passo em direção a um futuro promissor.
Palmiro Mennucci
Presidente do Centro do Professorado Paulista (CPP)
São Paulo, SP

 

Colombiano refugiado no Brasil

Sobre a reportagem "Fugindo do terrorismo" (13 de fevereiro), o refugiado Luis Eduardo Rey Garzon não sofreu perseguição por parte das Farc, mas de outros grupos armados irregulares que compõem o triste cenário do conflito interno na Colômbia, uma das maiores crises humanitárias da atualidade.
Luiz Fernando Godinho
Oficial de Informação Pública do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) no Brasil
Brasília, DF

 

Governadores 2

Parabenizo VEJA pela reportagem sobre as boas surpresas da atual safra de governadores e pela abordagem do tema gestão, que é oportuno e necessário ao sucesso dos estados. Nesse sentido, gostaria de destacar o estado de Santa Catarina, que, apesar de não estar contemplado na matéria, tem sobressaído na aplicação de uma gestão profissionalizada e que se reflete nos resultados e bons indicadores que o estado vem apresentando. Por exemplo: crescimento recorde da arrecadação, redução de despesas e alto índice de investimentos feitos com recursos próprios.
Sérgio Rodrigues Alves
Secretário da Fazenda de Santa Catarina
Florianópolis, SC

 

Roberto Pompeu de Toledo

O Ensaio "Direto do laboratório das idéias nefastas" (9 de abril), de Roberto Pompeu de Toledo, aprofundou significativamente o assunto "desejo de estar no poder no Brasil". O mais grave de tudo é a falta de seriedade com que os nossos políticos conduzem os assuntos republicanos. A maior preocupação deles é com sua perpetuação no poder. A democracia brasileira é tão frágil!
José Elias Aiex Neto
Foz do Iguaçu, PR

 

André Petry

Parabéns pelo artigo "Zombando de nós" (9 de abril), no qual o jornalista André Petry enfoca a vergonha de comportamento e a lama que habita no coração da Casa Civil do país. A ministra Dilma Dossiê e sua trupe não apenas zombam de nós como transformam todo o povo brasileiro em verdadeiros imbecis. Estão usando a tese fascista de repetir uma mentira mil vezes e transformá-la em verdade.
Paulo Azevedo
Recife, PE

 

Gustavo Ioschpe

Merece nosso aplauso o artigo "E se plantássemos cérebros?" (26 de março), de Gustavo Ioschpe, pois retrata, de forma brilhante, o pensamento de grande parte dos empresários brasileiros, sobretudo os que buscam, de forma incessante, conciliar desenvolvimento com preservação ambiental. Não há dúvida de que preservar o meio ambiente é dever de todos nós. Entretanto, não podemos permitir que isso seja feito a qualquer custo, e o que deve prevalecer sempre é o bem-estar do povo brasileiro. Não é justo que paguemos pelos erros cometidos pelas nações ricas, como Ioschpe demonstra com bastante pertinência e lucidez em seu artigo. Esperamos que as palavras de Gustavo Ioschpe encontrem o necessário eco junto àqueles que podem reverter esse quadro. Nós, empresários, estamos fazendo a nossa parte, enquanto ainda há tempo.
João Francisco Salomão
Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre
Rio Branco, AC

 

Religião

A reportagem "Demografia da fé" (9 de abril), de Duda Teixeira, mostra que o islamismo é a maior religião do mundo e que o catolicismo "encolheu", como reconheceu monsenhor Vittorio Formenti, porque as famílias muçulmanas têm mais filhos. Essa é uma parte da explicação – que é mais complexa – sobre a diminuição de católicos no Brasil e na Europa. Aqui a diminuição se deve à política adotada pela CNBB desde os anos 70, que praticamente abandonou a classe média e fez uma opção preferencial e exclusiva pelos pobres. Paradoxalmente, como me disse um amigo jesuíta, os pobres optaram pelos evangélicos. A Igreja Católica, segundo uma dominicana de um colégio de Belo Horizonte, onde estudava minha filha, não iria mais cuidar dos filhos dos burgueses, e a descristianização foi total, como hoje se vê.
Antonio R. de Almeida
São José do Rio Preto, SP

 

Holofote

Dá-nos asco saber que o governo Lula usa nosso dinheiro, sem nenhuma responsabilidade nem parcimônia, para atrapalhar o desenvolvimento do país ("Movimento sem governadora", Holofote, 9 de abril). O montante repassado ao MST já foi suficiente para resolver os problemas dos sem-terra. Ainda bem que a governadora do Pará, Ana Júlia Carepa, deu as costas para o senhor Stedile, o chefão boa-vida. É uma piada!
Antonino Simões de Campos
Guarapari, ES

 

Cultura

Entendo ser correta a posição dos Estados Unidos de barrar a entrada do escritor inglês Sebastian Horsley por "torpeza moral" ("Fronteira fechada", 9 de abril). Todos os países deveriam adotar medidas idênticas com relação a pessoas que são formadoras de opinião e assumidas consumidoras de drogas. Somente agindo assim é que poderemos iniciar um combate sério a essas pragas que dominam o mundo.
Luiz Alberto Zeilmann
Carazinho, RS

 

Cinema

Não poderia ter sido mais feliz o título da reportagem "Enterrado vivo" (9 de abril), sobre Wilson Simonal. Conheci Simonal mais de quarenta anos atrás e pude acompanhar os problemas pelos quais ele passou, causados pelo macarthismo às avessas, que aqui ganhou o nome de "patrulhamento". Os que o enterraram vivo são os mesmos que agora mamam nas tetas do governo através de polpudas e indevidas pensões.
José Blota Neto
São Paulo, SP

 

Correções: ao contrário do que foi publicado na nota "Estradas ruins" (Radar, 9 de abril), os contêineres que trafegam pelas estradas americanas têm um limite de peso máximo não por causa de problemas nas estradas, mas para preservá-las. O livro Uma Breve História do Mundo, de Geoffrey Blainey, foi erroneamente excluído da lista dos mais vendidos na edição de 9 de abril. Ele deveria ter constado no segundo lugar da categoria não-ficção.

 

Os italianos são mais ricos que os espanhóis

A reportagem "Papéis trocados" (9 de abril) afirma, incorretamente, que a Espanha ultrapassou a Itália em renda per capita. A notícia foi comemorada pelo primeiro-ministro espanhol José Luis Rodríguez Zapatero, no fim do ano passado, e foi seguida por um desmentido de seu colega italiano Romano Prodi. Alguns institutos, como o Gabinete de Estatísticas da União Européia, indicam que os espanhóis tomaram a dianteira. Mas os dados mais sólidos para comparações de PIB entre países, como os do Banco Mundial, mostram que os italianos são mais ricos que os espanhóis, tanto em valores absolutos como no que se refere à paridade do poder de compra. Segundo a previsão para 2008 do respeitado centro de análises estatísticas da revista inglesa The Economist, o PIB per capita da Itália, em termos absolutos, será de 38 190 dólares e o da Espanha, de 33 530 dólares. Uma diferença grande, de quase 5 000 dólares, a favor dos italianos.



Não à devastação na Amazônia!

Alfredo Carneiro, leitor de VEJA em Belém, no Pará, achou excelente a reportagem especial "Amazônia – A verdade sobre a saúde da floresta" (http://veja.abril.com.br/260308/p_094.shtml). "Há muito tempo o povo brasileiro estava precisando de esclarecimentos sobre esse assunto tão complexo", ressaltou o leitor em sua carta. A reportagem também motivou o paraense a apresentar o Bosque Sonho do Carneiro (http://www.maniadeamazonia.com.br), um projeto ambiental de seu pai, Orlando Carneiro, que há duas décadas percebeu que a devastação da Amazônia iria afetar consideravelmente a biodiversidade da região. "Ele resolveu fazer algo a respeito, mesmo sendo uma pequena contribuição contra a devastação", destacou o leitor.

 

 



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