|
|
Guia Economia
no frete
Luis
Ushirobira
 | | Entrega
para o Submarino: logística complexa |
O custo do transporte é uma consideração importante ao
pesquisar preços nos sites de venda pela internet. Quase todos recorrem
aos chamados operadores logísticos os Correios e empresas privadas
para as entregas. O submarino.com, por exemplo, trabalha com oito operadores
para dar conta de quase 200000 entregas mensais. Como lidam com grande volume
de encomendas, as lojas virtuais costumam conseguir custos menores, pois negociam
pacotes com as empresas entregadoras. Pesquisar diferentes sites pode resultar
em uma boa economia. Agrupar vários pedidos seus e até de
amigos é outra forma sensata de reduzir o custo. Os mesmos conselhos
valem para sites de outros países. Além disso, quem faz compras
em sites estrangeiros deve ficar atento à legislação. O máximo
que se pode importar são 3000 dólares. Até 50 dólares,
não há taxas para transações entre pessoas físicas.
Noutros casos, cobram-se 60% de imposto de importação, mais 18%
de ICMS. Quando o pacote chega pelos Correios, o recolhimento é feito na
retirada. Estão isentos jornais, livros, revistas e medicamentos. Neste
último caso, é preciso apresentar receita médica para liberar
o produto na alfândega. Armas, bebidas, tabaco e bens de consumo usados
não podem ser importados por esse método.
Dinheiro sem medo Os
sites de bancos têm sistemas de segurança reforçados, mas
ainda há um fator de risco. "O elo fraco dessa cadeia é o computador
do usuário", alerta o perito em tecnologia digital Ricardo Thiel. Piratas
enviam e-mails com programas que copiam tudo que o usuário digita. Remeter
a senha por e-mail também é certeza de problema futuro. Sites de
golpistas imitam os dos bancos: adicionar o site verdadeiro à lista de
favoritos evita equívocos. Os bancos investigam casos de clientes pirateados
para impedir novas ocorrências. Uma recomendação é
não fazer transações bancárias em cibercafés.
A Receita Federal também enfrenta rumores periódicos de que preencher
a declaração on-line é inseguro. Mas o governo garante que
o programa nunca foi violado. O site recebe 19 milhões de declarações
de imposto de renda por ano. |