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"A reportagem com o senhor Wagner
Canhedo mostra de forma competente a verdadeira face
do Brasil, 500 anos depois."
Bruno
Bezerra de Souza Pereira
Santa Cruz do Capibaribe, PE
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Bernardino Tranchesi Júnior
Por que os pacientes do doutor Tranchesi
vão acreditar que fumar faz mal, se ele, com todo
o conhecimento que tem, fuma cigarro e charuto? Se os médicos
fossem formados dentro da noção de que preservar
e expandir a saúde, a começar pela sua própria,
constitui sua missão, haveria menos doenças,
menos dinheiro seria gasto em tratamentos e menos dias de
trabalho seriam perdidos (Amarelas, 9 de fevereiro).
Roberto
Doglia Azambuja
Brasília, DF
Roberto Campos
A colocação de Roberto Campos é perfeita.
Chega a parecer burrice ou ingenuidade de nossas autoridades
investir no desarmamento da população. Granadas,
bazucas e metralhadoras, não é da população
comum que os bandidos obtêm (Ponto de vista, 9 de
fevereiro).
Fábio Shigueo Abe Mota
fsam@zipmail.com.br
Claudio de Moura Castro
Ao ler o artigo "Banheiros e desenvolvimento" (2 de fevereiro)
me deu um clique. Estou em crise existencial desde o final
de curso na faculdade, em dezembro, e sem saber o que fazer.
Minha casa e minha vida andam como um banheiro bem desorganizado.
Ainda não sei como agir, mas depois de ler o artigo
resolvi começar por organizar minha casa e
quem sabe assim ponho em ordem minha vida também.
Priscila Ono Pedrotti
Juína, MT
Bernardino Tranchesi Júnior 2
Citado nominalmente, vejo-me obrigado a declarar que a
versão dada pelo doutor Bernardino Tranchesi Júnior
(Amarelas, 9 de fevereiro) para sua saída do Incor
além de ofensiva é incorreta. Na verdade,
por se ausentar com freqüência da unidade coronariana
do instituto foi advertido várias vezes e acabou
por perder a chefia, que exigia tempo integral. Em conseqüência,
solicitou afastamento de dois anos para tratar de interesses
particulares, findos os quais decidiu solicitar demissão.
As mentes pretensiosas e confessadamente vaidosas criam
versões fantasiosas para encobrir faltas. Prefiro
a modéstia, humildade, competência e ética
de Bernardino Tranchesi, seu pai, e de João Tranchesi,
seu tio, aos quais muito deve a cardiologia brasileira.
Adib Domingos Jatene
São Paulo, SP
Cinema nacional
Na reportagem "Onde está o dinheiro?" (2 de fevereiro),
VEJA acertou quando informa a seus milhares de leitores
que o Ministério da Cultura cumpriu a lei e o dever
de zelar pela boa aplicação dos recursos públicos.
Em um caso, rejeitou prestação de contas considerada
irregular e remeteu a matéria para o órgão
próprio, o TCU. Em outro, não aprovou pretendida
elevação de valores para a captação
de recursos incentivados, exigindo que o interessado comprove
a regularidade das despesas até aqui efetuadas. VEJA
errou, porém, na parte opinativa, que inclui críticas
inconsistentes e denúncias fantasiosas nada
mais de que revides à ação enérgica
e saneadora do doutor Álvaro Moisés à
frente da Secretaria do Audiovisual, reprimindo abusos e
impedindo a aplicação irregular de recursos
públicos. A lamentável contradição
entre a reportagem e a opinião revela uma idiossincrasia
do repórter.
Luciano Ramos
Assessoria de comunicação
social
Brasília, DF
VEJA mantém o que publicou (sobre o assunto,
leia reportagem na página 136).
Wagner Canhedo
O Banco do Brasil não detém nenhum crédito
com a Vasp. Com relação às obrigações
de crédito externo da Vasp vencidas no decorrer dos
anos 80 e honradas pelo Tesouro Nacional, o Banco do Brasil
foi designado, como agente financeiro da União, para
cobrar ao devedor no período de setembro de 1990
a junho de 1999, quando a cobrança foi suspensa por
medida liminar concedida pelo Poder Judiciário ("A
receita de Canhedo", 9 de fevereiro). Carlos
Alberto Barretto de Carvalho
Assessor de imprensa
Brasília, DF
Esclarecimento
Os medicamentos que evitam os picos de pressão
no início da manhã são os tomados no
dia anterior, podendo ser à noite, se seu nível
ótimo ocorre doze horas depois, cobrindo assim as
primeiras horas da manhã. Alguns remédios
estendem sua ação igualmente por 24 horas.
Somente os de efeito rápido, como a nifedipina, com
restrições de um bom número de cardiologistas,
de uso sublingual, agem minutos após ser tomados
e se destinam a crises de pressão alta já
instaladas. A medicação de manutenção
que protege é a tomada no dia anterior ("Horário
do remédio", Guia, 2 de fevereiro). Haroldo
Pinheiro
Belém, PA
Pílulas de farinha
As pílulas de placebo foram produzidas na Schering
para testes de embalagem. Assim que se realizaram os testes,
foram encaminhadas para incineração. As investigações
que apuram os responsáveis pela distribuição
de uma pequena quantidade dessas pílulas não
se encontram concluídas, portanto, não se
sabe ainda quem as colocou no mercado ("Caros demais?",
2 de fevereiro).
Gladis Henne Eboli
Gerente de comunicações corporativas
São Paulo, SP
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| DIRETO
DE |
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O
Fórum de Debates de VEJA na internet perguntou
na semana passada:
O empresário
Wagner Canhedo, dono da Vasp, deve 2 bilhões
de reais ao governo e
continua à frente
de suas empresas. Na sua opinião, como
é possível que
situações
assim persistam no Brasil? Veja o que alguns leitores
responderam:
"Gostaria de saber o que acontece a um contribuinte
que faz compra a prazo e não paga porque perdeu
o emprego e tem de optar entre alimentar a família
e honrar a dívida."
Adriana Gusmão
adrigusmao@bol.com.br
São Paulo, SP
"Se esse tipo de situação persiste
em nosso país é porque infelizmente
quem deveria estar punindo tal procedimento está
em conluio com o contraventor."
Luciana Baliero
luciana@boldrini.org.br
Campinas, SP
"Como o governo permite uma dívida de 2 bilhões?
São 2 e não 1, e se fosse 1 já
seria uma vergonha."
Liliana Quirino P. Bifulco
Bifulcos@uol.com.br
São Paulo, SP
"E ainda vemos ministros (militares, quem diria?)
dizendo na televisão que não podem cobrar
a dívida porque 8 500 funcionários perderiam
seu emprego. Por esse raciocínio nenhuma empresa
poderia quebrar, uma vez que qualquer empresa falida
provoca o fim de postos de trabalho."
Gilberto Alckmin Magalhães
galckmin@hiway.com.br
Valinhos, SP
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