Publicidade
buscas
cidades PROGRAME-SE
Edição 1 734 - 16 de janeiro de 2002
Radar

estasemana
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Índice
Seções
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

colunas
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo

seções
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Carta ao leitor
Entrevista

Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Arc
Arc
Gente
Datas

Para usar
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos

arquivoVEJA
(conteúdo exclusivo para assinantes VEJA ou UOL)
Digite uma ou mais palavras:

Busca detalhada
Arquivo 1997-2001
Reportagens de capa 2000 | 2001
Entrevistas
2000 | 2001
Busca somente texto 96|97|98|99|00|01


Crie seu grupo




 

Lauro Jardim [e-mail: ljardim@abril.com.br ]

ARGENTINA

Na direção errada

Quem conversa com Armínio Fraga longe dos holofotes sai assustado com o diagnóstico que ele faz da economia argentina. Prevê nuvens cada vez mais pesadas e, em conseqüência, alguma trovoada no Brasil.

 

GOVERNO

Malan processa Lula

Ao voltar nesta semana das férias em Búzios, Lula terá um oficial de justiça à sua procura, com uma interpelação judicial feita por Pedro Malan. Numa entrevista dada em agosto, Lula afirmou que Malan "de vez em quando abre o Tesouro Nacional para mergulhar e nadar nas moedas e, em época de eleição, libera o dinheiro para obras de amigos". O ministro considerou a declaração ofensiva à sua honra e aguardou para reagir. Esperou que expirasse o prazo de filiação partidária, para provar que não era candidato a nada. E, em novembro, abriu o processo. Lula terá 48 horas para confirmar ou desmentir a acusação.

O amigo-da-onça

No fim do ano passado, FHC foi à televisão comunicar que o preço da gasolina baixaria 20% a partir dessa semana. Caiu 8% até agora. Segundo a unanimidade dos especialistas, poderá diminuir mais um pouco, mas nunca chegará ao porcentual anunciado. A um interlocutor FHC disse que só foi à TV falar o que falou porque havia recebido "informações seguras" sobre os 20%. Quem será o amigo-da-onça que anda municiando o presidente? Afinal, bastaria FHC dizer que o preço da gasolina cairia, sem dizer quanto. Seria o suficiente para ser aplaudido.

Não levanta vôo

No governo ninguém mais acredita na criação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que está há mais de um ano na base do sai-não-sai. O abacaxi fica para o próximo governo.



A visita do superlobista

 
Claudio Rossi

Harrington: de conversa marcada com quem manda

Está chegando ao Brasil nesta semana o superlobista Anthony Harrington. Embaixador dos EUA no Brasil até o ano passado, ele defende os interesses da Microsoft, da Duke Energy e da Monsanto, entre outras gigantes americanas. Marcou conversa com todo mundo que conta em Brasília – a começar por FHC. E, embora tenha sido defenestrado do cargo assim que George W. Bush assumiu o poder, Harrington tem afirmado aos seus poderosos interlocutores brasileiros que continua assessorando informalmente a Casa Branca e que pode ajudar a facilitar a comunicação entre o governo de lá e o daqui.

 

POLÍTICA

Pax tucana?

José Serra combinou com parte do alto comando tucano procurar Tasso Jereissati dentro de duas semanas.

Requião na mira

O senador Roberto Requião pode ser o primeiro congressista a enfrentar a Justiça depois da queda da imunidade parlamentar para crimes comuns. O presidente do Senado, Ramez Tebet, acaba de receber a conclusão do inquérito da polícia paranaense sobre o acidente que há três meses matou duas jovens em Curitiba. O filho do senador, Maurício, foi reconhecido por testemunhas como um dos ocupantes do carro que cruzou o sinal vermelho em alta velocidade e chocou-se contra o automóvel em que estavam as duas moças. Requião esteve no local e retirou-se com seu filho antes que a polícia fizesse o teste de dosagem alcoólica. Um sobrinho do senador, João Arruda, que estava ao volante, também fugiu sem fazer exames. O delegado Guaraci Abreu cita o senador Requião no relatório encaminhado ao MP.

Aécio devolve milhões de reais ao Tesouro

Aécio Neves fechou seu primeiro ano na presidência da Câmara com um feito inédito: está devolvendo ao Tesouro Nacional 51 milhões de reais que sobraram do orçamento da Casa em 2001. Em vez de estourar o orçamento, como é da tradição brasileira, segurou o caixa. Ponto para Aécio.

 

ECONOMIA

Redivisão do bolo

Neste momento está sendo costurado um acordo entre os sócios da Globocabo. Se for fechado, a Globo diminuirá sua participação na empresa, enquanto o Bradesco e a Microsoft aumentarão suas fatias no bolo.

Guaraná globalizado

Depois de Portugal e Porto Rico, a AmBev vai agora lançar o guaraná Antarctica na Espanha. O refrigerante será distribuído pela Pepsi local. Por enquanto, tudo é uma espécie de aperitivo para a entrada no mercado que realmente faz diferença, os EUA.

Usiminas passa CSN

A Usiminas fechou o ano ultrapassando a CSN, pela primeira vez na história, nas vendas de produtos acabados de laminados planos – o filé mignon siderúrgico.

Ao ataque

A ordem no Bradesco, depois que perdeu o Sudameris para o Itaú, é claríssima: não podem deixar de comprar o Mercantil de São Paulo.

 

PENITENCIÁRIAS

Haja crime

Parece absurdo para quem vê presídios sempre abarrotados, mas nos últimos seis anos o governo de São Paulo criou 51.000 vagas no sistema penitenciário do Estado. É quase três vezes mais do que havia até 1995. Se bem que, do jeito que anda a segurança pública, não vai ter presídio que chegue...

 

MÚSICA

Bye-bye, liderança

A Sony Music desbancou a Universal e retomou a liderança entre as gravadoras no país. Depois de seis anos na frente, a Universal terá de aposentar o slogan "A número 1 do Brasil" – ou passá-lo adiante.

 

Sarney se igualou a FHC

 
Reprodução Ricardo Chaves
Carlos Namba
Getúlio e Médici: um foi o melhor, o outro foi traço

Quem foi o melhor presidente do Brasil? O Ibope fez essa pergunta numa pesquisa de opinião nacional recém-saída do forno. A lista incluía todos os presidentes de Getúlio Vargas para cá. No topo das preferências deu Getúlio, com 21%. Os resultados mais interessantes, porém, são outros. O general Médici, por exemplo, ficou em último lugar, com 0% das escolhas. O celebrado JK não passou dos 7%. Itamar Franco, que deixou o Planalto com o maior índice de aprovação de um presidente da República, ficou com magros 4%. Apenas 1 ponto a mais do que o escorraçado Collor. Já José Sarney, outro que saiu da Presidência com o prestígio em baixa, alcançou a segunda posição, com 20% – o mesmo índice de FHC.

 

Colaborou Cley Scholz

 

 
 





   
  voltar
   
  NOTÍCIAS DIÁRIAS